ARTIGO

Por Gilberto Santos de Melo

A abundância de casos na Paraíba continua a desafiar pesquisadores

Categoria: AVISTAMENTOS | CASUÍSTICA | EXPERIÊNCIAS PESSOAIS
crédito: paulo werner
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Naves discóides são vistas no interior do Nordeste, muitas vezes espreitando os moradores. Por qual razão?
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A Região Nordeste continua sendo referência quando se trata do Fenômeno UFO, com casos intrigantes ocorrendo regularmente — como os que têm sido coletados pelo Centro Paraibano de Ufologia (CPU) nos seus 14 anos de existência. A entidade realiza constantes investigações de campo em toda a Paraíba e estados vizinhos, com resultados que despertam, inclusive, a atenção de pesquisadores de outros países, como Erick von Däniken, Hans Kesselring, Peter Kolosimo e outros. Um ponto do estado de elevada concentração de casos ufológicos é a microrregião do Brejo, composta por oito municípios do Agreste Paraibano. O local tem sido cenário da observação de variados tipos de objetos voadores não identificados, relatados por pessoas simples do interior — que descrevem, inclusive, contatos com entidades extraterrestres.

 

Casos de abdução alienígena e contatos diretos com tripulantes de discos voadores foram estudados e registrados, por exemplo, pelo pesquisador Eloir Fuchs, consultor da Revista UFO, quando visitou o estado para produzir o vídeo Abduções [Fuchs hoje reside no Rio Grande do Sul]. Segundo o pesquisador, um dos episódios mais interessantes que encontrou foi o seqüestro de um menino de 10 anos na cidade de Guarabira, enquanto tomava banho em sua casa, em um sítio da zona rural. Como o rapaz demorava a sair do banheiro, os parentes resolveram arrombar a porta e, surpresos, viram que o cômodo estava vazio e havia um buraco no teto da residência, por onde supostamente ele teria sido levado.

 

A família da testemunha passou mais de seis horas à procura do desaparecido, que só foi encontrado a 4 km de distância, trêmulo e chorando. O garoto disse ter sido carregado por uma luz que entrou no banheiro e o levou para longe. O mais impressionante é que a abertura no teto parecia ter sido realizada por algum tipo de raio laser. É sabido que os abduzidos são levados para o interior de naves, onde são submetidos a diversos exames por parte dos aliens e, depois, podem desenvolver distúrbios neurológicos, tremores e calafrios, ansiedade e perda da noção de espaço e tempo em que ficaram desaparecidos [Missing Time].

“O ‘diabo’ é quem anda por aí”

Outro caso interessante ocorreu com o senhor José Gonçalves da Silva, morador do Sítio Amarelinho, no município de Pilõezinhos. Ele conta que voltava de uma “reza”, por volta das 22h00, quando viu uma bola de fogo vermelha com três metros de diâmetro vindo ao seu encontro e tentando engoli-lo. Silva teve tempo de abrir seu guarda-chuva para tentar de alguma forma se defender, quando a esfera parou de envolvê-lo. “Não sei dizer o que senti, fiquei com medo e apavorado. É muito ruim a gente se deparar com uma coisa dessas. O ‘diabo’ é quem anda por aí a essa hora da noite”, declarou.

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ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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