ARTIGO

Por Equipe UFO

A entrevista que causou a desnecessária polêmica

Categoria: INVESTIGAÇÃO
crédito: alexandre borges
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Marcelo Ribeiro, que em entrevista ao consultor da Revista UFO tentou produzir danos à imagem de Baraúna
SAIBA MAIS
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Conheça o teor da entrevista que o pesquisador Alexandre de Carvalho Borges, consultor da Revista UFO, fez com Marcelo Ribeiro, sobrinho de Almiro Baraúna e também fotógrafo, nos endereços indicados no quadro abaixo. O material completo está publicado em três partes no Portal da Ufologia Brasileira, o site da Revista UFO, tanto em português quanto em inglês. Nele se verá como foi inaugurada, em janeiro deste ano, uma nova série de ataques ao Caso Ilha de Trindade. Acompanhe a seguir alguns trechos da entrevista feita por Borges, perguntas e respostas que contêm uma tentativa frustrada de destruir a imagem de Baraúna e um dos mais importantes casos da Ufologia Mundial.

Qual a verdade sobre as fotografias de Almiro Baraúna? Aquilo não é verdade. Até porque disco voador não existe, não é? Se existisse, você acha que só ele ia conseguir fotografar isso de verdade? Ele me contou essa história toda e ganhou até muito dinheiro com isso na época. E contou várias histórias para outras pessoas. Até eu já vi uma entrevista na televisão, no Fantástico, que outra pessoa deu. Tem uma moça [Emília Bittencourt] que disse que ele contou para ela. Não é nada daquilo, é tudo mentira.

Como assim, poderia esclarecer? A história verdadeira não é essa. Na realidade, as pessoas viram alguma coisa lá. Tinha alguma coisa, uma formação de nuvem, outra coisa. Ele estava fazendo fotos submarinas para a Marinha, e quando estava saindo de dentro d’água, não tinha mais filme na máquina. Já tinha usado tudo lá embaixo. Quando as pessoas viram aquele negócio, ele achou que não [Nada] era não, mas como repórter a gente primeiro aperta tudo [O botão da câmera] e depois vê. Ele não tinha filme, mas fez como se tivesse batido umas dez fotos ali, rodando e apertando [O botão da câmera]. E correu para a cabine para pegar mais filme. Quando voltou, a ‘coisa’ já não estava mais lá, a formação já tinha desaparecido.

Então, ele não fotografou nada? Lá, não fotografou nada além do céu. Depois, fez no laboratório uma montagem. Ele já tinha feito outras coisas, como o tesouro para a revista Mundo Ilustrado, que não era tesouro coisa alguma, era pura mentira.

Baraúna contou que estava no convés do navio no momento da aparição do objeto. Quando saiu de dentro d’água, é claro que foi para o convés, não é? Quando chegou ali, as pessoas estavam olhando para o céu: “Olha lá, olha lá...” E ele viu que realmente tinha alguma coisa. Aí simulou, porque sabia que depois podia montar o resto. Baraúna era uma pessoa muito inteligente, e não queria perder a oportunidade.

Certo. No entanto, como foi possível? Foi porque os negativos foram analisados pela Cruzeiro do Sul. Analisaram o grão e o mesmo era real.

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ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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