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ARTIGOA rica incidência do litoral de São PauloDe observações de sondas ufológicas noturnas até contatos diretos com tripulantes de discos voadores, há de tudo na casuística da regiãoCategoria: ATERRISSAGENS | MUTILAÇÃO DE ANIMAIS
crédito: GEUBS
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Ufólogos do GEUBS fazem medição da marca de pouso em Peruíbe, cidade que já está habituada a manifestações ufológicas
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O litoral paulista é amplamente reconhecido por sua intensa casuística ufológica. Mas é em sua porção sul que fatos que confirmam a presença alienígena na Terra chamam mais atenção, caracterizando aquela vasta área como um dos pontos de maior manifestação de discos voadores e seus tripulantes no país — ainda mais se somarmos a casuística do vizinho Vale do Ribeira. Os moradores de cidades como Mongaguá, Itanhaém, Itariri, Pedro de Toledo, Iguape, Ilha Comprida, Registro, Sete Barras, Jacupiranga, Eldorado, Iporanga, Apiaí e evidentemente Peruíbe parecem conviver de maneira constante com essas observações.
Um dos primeiros casos na região faz parte do arquivo de relatos do Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS). Um UFO teria caído em um rio na cidade de Iguape, em 31 de outubro 1963. O objeto emitindo ruído ensurdecedor veio do céu, bateu no topo de uma palmeira e mergulhou no Rio Peropava, fazendo a água borbulhar por algum tempo como se estivesse fervendo. Em seguida, emergiu uma erupção de lama proveniente de seu fundo. Segundo testemunhos, o objeto tinha o formato de uma bacia de lavar roupa, com aproximadamente 7,5 m de diâmetro. A palmeira atingida pelo UFO tinha apenas 6 m de altura. O rio, de baixa profundidade, foi vasculhado por mergulhadores, mas nada foi encontrado, descartando-se a hipótese de ter se tratado de restos de um satélite que teriam caído no local.
O ufólogo e integrante do GEUBS Cláudio Beltrame Monteiro também investigou um caso interessante, desta vez na localidade de Itariri e envolvendo o avistamento de estranhos seres. Em uma noite chuvosa no final de dezembro de 1989, quando o jovem Sérgio Nunes [Nome fictício] voltava da casa de sua namorada e ouviu um barulho incomum. Olhou para trás para ver de onde provinha o som e viu uma criatura brilhante como se fosse feita de energia. Paralisado, Nunes apenas teve a reação de proteger seus olhos com as mãos, pois a luz emanada pela entidade era muito forte e ofuscava a visão. A testemunha relatou que enquanto tentava observá-la melhor, começou a receber dela mensagens telepáticas — entre as quais uma que dava conta de que existiria uma base extraterrena na Serra da Juréia, além de outras mensagens de cunho filosófico que não conseguiu compreender.
Impressionado e abalado
Momentos depois, segundo Nunes, o ser se transformou em uma bola de luz e desapareceu rumo ao céu. Em seguida a testemunha recuperou seus movimentos e foi para casa, muito impressionado e bastante abalado. Naquela noite ele não conseguiu dormir, e na manhã seguinte percebeu que seu rosto estava queimado como se tivesse sido exposto durante muito tempo aos raios solares. O ufólogo do GEUBS foi ao local do avistamento alguns anos depois acompanhado da testemunha e percebeu que ela ainda se encontrava bastante comovida com a lembrança da estranha experiência que viveu.
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