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ARTIGO DE CAPA

Por Renato A. Azevedo

Aeronaves Negras

É verdade que os modernos caças invisíveis aos radares são construídos com engenharia de naves alienígenas?

Categoria: INVESTIGAÇÃO | SEGREDOS ESPACIAIS | TECNOLOGIA ALIENÍGENA
crédito: LUCA OLEASTRI
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Há quem diga que os caças invisíveis tem ligação direta com engenharia reversa dos UFOs
SAIBA MAIS
Eles já estão entre nós há muitos milênios Afinal, onde está a vida inteligente no universo? Discos voadores e ETs no litoral do Paraná

Antes de qualquer coisa, optei por iniciar este trabalho respondendo a uma pergunta que certamente irá aparecer em algum ponto durante a leitura: não, não existe nenhuma evidência de que qualquer das aeronaves de que trataremos neste texto deve sua existência a um trabalho de engenharia reversa em naves extraterrestres, especialmente as já bem conhecidas e cujas fotos ilustram publicações especializadas. Um processo de engenharia reversa é extremamente complexo e trabalhoso. Podemos exemplificá-lo com um fato da Segunda Guerra Mundial, quando a extinta União Soviética previu a necessidade de um bombardeiro estratégico. Ao contrário de outros produtos norte-americanos, o bombardeiro Boeing B-29 não foi fornecido à URSS. Contudo, em 1944 três B-29 foram obrigados a fazer pousos de emergência em território soviético, e o escritório de projetos Tupolev recebeu ordens de copiá-los. Mas problemas surgiram.

Os norte-americanos usam o sistema de polegadas, enquanto os russos seguem o sistema métrico. As folhas de alumínio do B-29, de 1/16 de polegada, eram muito mais finas que o material russo, e rebites e parafusos norte-americanos não tinham similares. Como resultado, o Tu-4, a cópia produzida, era cerca de 1.400 kg mais pesado que o B-29 original. Seu primeiro vôo foi em maio de 1947 e ele teve inúmeros desenvolvimentos posteriores, sendo o atual e impressionante Tu-95 seu descendente direto. No caso de tecnologia alienígena ainda haveria a imensa dificuldade da ciência à frente envolver ramos que certamente desconhecemos por completo. Aqui apresentaremos aeronaves, várias delas pouco conhecidas, que poderiam ser confundidas com UFOs. E no futuro, com a entrada em serviço de veículos aéreos não tripulados [Unmanned aerial vehicles, UAVs], que chamaremos pela inicial VANTs, ostentando desenhos cada vez mais radicais, este problema será ainda mais agravado.

Os espiões da Lockheed

Nos EUA, no começo dos anos 50, foram feitos pedidos para uma aeronave de reconhecimento capaz de voar a 21.000 m de altitude, tornando quase impossível sua interceptação. A Lockheed Aircraft Corporation, na figura de seu legendário projetista Clarence “Kelly” Johnson, acabou convencendo a Força Aérea Norte-Americana (USAF) com um projeto intitulado internamente de CL-282. Era produto do departamento de projetos avançados da companhia, mais conhecido como Skunk Works. Johnson já havia desenvolvido o inovador P-38 Lightning e o primeiro caça operacional a jato norte-americano, o P-80 Shooting Star. O termo Skunk Works fora emprestado de uma tira de quadrinhos muito popular nos anos 40. A nova aeronave possuía asas semelhantes a um planador e trem de pouso do tipo biciclo na fuselagem. Rodas auxiliares eram encaixadas nas pontas das asas, que caíam após a decolagem. O avião finalmente recebeu o nome U-2 – U de utilitário – e seu primeiro vôo ocorreu em 01 de maio de 1955, em Groom Lake.

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