ARTIGO

Por Eloir Varlei Fuchs

Animais atacados no Rio Grande do Sul reacendem a polêmica do chupacabras

Categoria: ATAQUES EXTRATERRESTRES | CHUPACABRAS | MUTILAÇÃO DE ANIMAIS
crédito: yan Barkhuizen
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O fenômeno se repete e animais continuam a ser vítimas de ataques misteriosos em várias partes do mundo
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Há décadas o Fenômeno UFO ganhou um ingrediente curioso e também assustador: as chamadas mutilações de animais. Com origem inicialmente nos Estados Unidos, os casos eram caracterizados pelo ataque a animais de grande e médio portes, geralmente domésticos, que surgiam nos campos mortos e com cortes inexplicáveis. Em geral, eram incisões de grande precisão, limpas e sem sinal de laceração dos tecidos, como que produzidos por alguma espécie de raio laser ou bisturi extremamente afiado. Na maioria dos casos, as feridas não apresentam sangramento, não cicatrizam nem depois de vários dias de encontradas as carcaças e muitas vezes órgãos inteiros eram extraídos dos corpos das vítimas — principalmente genitais. Outros animais, até da mesma espécie, evitam se aproximar dos corpos mortos mesmo passadas semanas.

Intensa atividade ufológica

O componente ufológico para o mistério das mutilações de animais foi revelado quando se observou que ao redor das vítimas nunca eram encontradas marcas de pegadas, de pneus de automóveis e nada que pudesse levar ao perpetrador dos ataques, como se eles tivessem sido realizados do alto. Ao mesmo tempo, era comum os proprietários das fazendas onde os casos se davam registrar, nas noites anteriores à descoberta das carcaças, quase sempre encontradas intactas, luzes não identificadas no céu. Tem sido assim especialmente em locais do Canadá, Estados Unidos, Argentina e México, nos quais as mutilações são mais freqüentes. Intensa atividade ufológica em pastos de determinadas regiões destes países é logo associada aos ataques. Um exemplo disso é a vizinha Argentina, em especial a província de La Pampa, onde mais de 3 mil casos foram registrados nos últimos 20 anos. “Eu coletei pelo menos 500 casos, a maioria dos quais sem qualquer explicação”, declarou o ufólogo Oscar “Quique” Mário, de Santa Rosa, capital da província, e consultor da Revista UFO naquela região.

 

A hipótese que atribui a autoria dos ataques aos animais a seres extraterrestres não é nova e vem sendo cada vez mais confirmada por estudiosos e pesquisadores. Mas há quase duas décadas um novo fenômeno surgiu unindo os dois elementos, o chamado chupacabras. Seus ataques, no entanto, nada tinham de limpos ou cirúrgicos, mas eram extremamente mais dramáticos, violentos e sangrentos. Surgida nos anos 90 no México e em Porto Rico, no Caribe, a história da criatura — muitas vezes tratada apenas como mítica — ganhou o mundo em pouco tempo e virou uma febre especialmente na América do Sul, quando aqui chegou por volta de 1994.

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Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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