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ARTIGO DE CAPAAtaques alienígenasUm terrível episódio ocorrido no litoral de São Paulo mostra que podemos estar diante de raças hostis aos seres humanosCategoria: ATAQUES EXTRATERRESTRES
crédito: Alexandre Jubran
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Este caso pode ser classificado como insólito e certamente figurará na crônica da Ufologia Brasileira e Mundial
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O estranho caso envolvendo a morte de um homem carbonizado, no interior de São Paulo, ocorrido em 22 de fevereiro de 1994, ficaria registrado nos anais da história policial, não fosse o receio dos investigadores de divulgá-lo. Ainda assim, pode ser classificado como insólito e certamente figurará na crônica da Ufologia Brasileira e Mundial, a partir desta publicação. Não se trata de um caso de combustão humana espontânea, como pode ser imaginado a princípio, pois as vítimas nessas situações costumam ser encontradas com os corpos em cinzas, somente com as extremidades inteiras. Nem de acidente com raio, como também se aventou. O episódio que abordaremos neste artigo, de forma inédita, foge totalmente destes cenários. Ele tem como informante o “Senhor X”, um ex-policial que trabalhou no serviço reservado (P2) da Polícia Militar de São Paulo, e que na época dos fatos descritos estava à frente da pesquisa de ocorrências incomuns. Por ainda manter importantes contatos e fontes a serem preservadas, precisa ter sua identidade anônima. Foi o Senhor X, já na Reserva, quem relatou o caso aos autores.
O episódio ocorreu no sítio Vale do Entardecer, situado na cidade paulista de Pedro de Toledo, próxima a Peruíbe, no litoral. A propriedade pertence ao senhor Manuel Vaz [Nome fictício], conhecido na região pela produção artesanal de aguardente. Após um período de intensas chuvas, Vaz retornava de uma de suas viagens a São Paulo, onde costumava comercializar seus produtos, e depois de enorme dificuldade de acesso, por conta de uma barreira provocada pela chuva forte, procurou José Marlone, o caseiro que trabalhava na chácara havia apenas dois meses. Ficou preocupado, pois Marlone ainda se encontrava em período de experiência. Como não o encontrava, e percebendo alguns animais mortos pelo chão, dirigiu-se à habitação do caseiro na propriedade.
Apesar de a porta estar trancada, Vaz observou o interior da casa pela pequena e única janela, e viu que Marlone estava estirado no chão, com sinais de queimaduras. Ele arrombou a porta e confirmou que Marlone havia morrido, seguindo logo depois para a delegacia de Pedro Toledo, onde detalhou o ocorrido. Em seguida, retornou ao sítio, desta vez com o delegado Fernando Biazzus Rodrigues, o perito Dagoberto Barreto Dias — atualmente aposentado por invalidez — e com o fotógrafo Lucimário Alvarez. Chegar ao sítio era tarefa árdua e demorada. Ao final de uma estrada de saibro, foi necessário atravessar um rio usando um equipamento inventado por Vaz. Tratava-se de uma engenhoca feita de madeira, presa a uma armação de ferro atada a duas roldanas que corriam sobre um cabo de aço. Cada pessoa, uma por vez, puxava a corda e concluía o percurso. Uma verdadeira aventura sobre um despenhadeiro.
Quando chegaram ao sítio, passando pelo alambique, já era possível observar uma galinha estendida no chão, próxima à porta de entrada da casa de pau-a-pique.
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