ARTIGO DE CAPA

Por Carlos Alberto Machado, Edison Boaventura Júnior, Suséliton Saga

Ataques alienígenas

Um terrível episódio ocorrido no litoral de São Paulo mostra que podemos estar diante de raças hostis aos seres humanos

Categoria: ATAQUES EXTRATERRESTRES
crédito: Alexandre Jubran
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Este caso pode ser classificado como insólito e certamente figurará na crônica da Ufologia Brasileira e Mundial
SAIBA MAIS
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O estranho caso envolvendo a morte de um homem carbonizado, no interior de São Paulo, ocorrido em 22 de fevereiro de 1994, ficaria registrado nos anais da história policial, não fosse o receio dos investigadores de divulgá-lo. Ainda assim, pode ser classificado como insólito e certamente figurará na crônica da Ufologia Brasileira e Mundial, a partir desta publicação. Não se trata de um caso de combustão humana espontânea, como pode ser imaginado a princípio, pois as vítimas nessas situações costumam ser encontradas com os corpos em cinzas, somente com as extremidades inteiras. Nem de acidente com raio, como também se aventou. O episódio que abordaremos neste artigo, de forma inédita, foge totalmente destes cenários. Ele tem como informante o “Senhor X”, um ex-policial que trabalhou no serviço reservado (P2) da Polícia Militar de São Paulo, e que na época dos fatos descritos estava à frente da pesquisa de ocorrências incomuns. Por ainda manter importantes contatos e fontes a serem preservadas, precisa ter sua identidade anônima. Foi o Senhor X, já na Reserva, quem relatou o caso aos autores.

 

O episódio ocorreu no sítio Vale do Entardecer, situado na cidade paulista de Pedro de Toledo, próxima a Peruíbe, no litoral. A propriedade pertence ao senhor Manuel Vaz [Nome fictício], conhecido na região pela produção artesanal de aguardente. Após um período de intensas chuvas, Vaz retornava de uma de suas viagens a São Paulo, onde costumava comercializar seus produtos, e depois de enorme dificuldade de acesso, por conta de uma barreira provocada pela chuva forte, procurou José Marlone, o caseiro que trabalhava na chácara havia apenas dois meses. Ficou preocupado, pois Marlone ainda se encontrava em período de experiência. Como não o encontrava, e percebendo alguns animais mortos pelo chão, dirigiu-se à habitação do caseiro na propriedade.

 

Apesar de a porta estar trancada, Vaz observou o interior da casa pela pequena e única janela, e viu que Marlone estava estirado no chão, com sinais de queimaduras. Ele arrombou a porta e confirmou que Marlone havia morrido, seguindo logo depois para a delegacia de Pedro Toledo, onde detalhou o ocorrido. Em seguida, retornou ao sítio, desta vez com o delegado Fernando Biazzus Rodrigues, o perito Dagoberto Barreto Dias — atualmente aposentado por invalidez — e com o fotógrafo Lucimário Alvarez. Chegar ao sítio era tarefa árdua e demorada. Ao final de uma estrada de saibro, foi necessário atravessar um rio usando um equipamento inventado por Vaz. Tratava-se de uma engenhoca feita de madeira, presa a uma armação de ferro atada a duas roldanas que corriam sobre um cabo de aço. Cada pessoa, uma por vez, puxava a corda e concluía o percurso. Uma verdadeira aventura sobre um despenhadeiro.

 

Quando chegaram ao sítio, passando pelo alambique, já era possível observar uma galinha estendida no chão, próxima à porta de entrada da casa de pau-a-pique.

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Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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