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ARTIGOAvistamentos também em Fernando de NoronhaO turístico arquipélago deslumbra com sua beleza natural e atrai pesquisadores em busca de fantásticas ocorrências ufológicas, que lá são registradas há décadasCategoria: AVISTAMENTOS | UFOARQUEOLOGIA | UFOTURISMO
crédito: ALEXANDRE JUBRAN
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O arquipélago de Fernando de Noronha é uma das regiões mais propícias ao avistamento de fenômenos ufológicos no país
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Formado por 21 ilhas e ilhotas com aproximadamente 26 km², o arquipélago de Fernando de Noronha é o topo de uma cordilheira vulcânica com quatro quilômetros de profundidade. Apesar de ser um belíssimo paraíso turístico, tem infraestrutura limitada, justamente para garantir a preservação do meio ambiente. Diariamente, é autorizada a entrada de apenas 420 turistas, que são alojados em um pequeno hotel e nas 70 pousadas, classificadas de acordo com suas instalações e estrutura de apoio. O convívio familiar é um dos fatores mais marcantes na região, fazendo com que o visitante se sinta verdadeiramente à vontade. O contato com a natureza intacta é único, tornando inesquecíveis os momentos passados em perfeita comunhão com o meio ambiente.
Ao todo, são 16 praias na ilha principal, classificadas de acordo com a localização geográfica, como pertencentes ao “mar de dentro” ou ao “mar de fora”. O lado da ilha que está voltado para o continente é o “de dentro”, sendo o que se volta para o Atlântico, o “de fora”. É nesse cenário de inigualáveis belezas naturais, razoavelmente distante do continente, em que o Fenômeno UFO se manifesta de maneira intensa há décadas — talvez séculos. Os casos ocorrem por toda a ilha principal, bastando, para confirmar isso, que se converse com seus habitantes. Uma boa caminhada pelas praias de Noronha permitirá esse contato. Aliás, a melhor forma de conhecer o local é através de caminhadas. Mas, por questões de segurança, os passeios dentro do Parque Nacional Marinho, criado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), só são permitidos com a companhia de um fiscal.
O procedimento é adotado para que não ocorram acidentes com os turistas dentro do arquipélago, que abriga animais e plantas selvagens — como o arbusto conhecido na região como Burra Leiteira, que produz um látex cáustico que provoca graves queimaduras. A Ufologia não expõe o frágil ecossistema a qualquer risco, seja pela ação dos visitantes extraterrestres com suas incursões, que são regulares, seja pela atividade dos pesquisadores, que para lá se dirigem em busca de novos casos.
Tais animais saltam em volta do próprio corpo e chegam a dois metros acima da superfície.
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