ARTIGO DE CAPA

Por Marco Aurélio de Seixas

Contato de sexto grau

Categoria: ABDUÇÕES ALIENÍGENAS | CASUÍSTICA | CONTATADOS | REFLEXÕES

Desde os primórdios da vida humana sobre a Terra, o homem contempla o firmamento com olhos de fascinação, curiosidade e medo. Vibra-nos uma secreta intuição de que existe algo além do espesso véu que recobre a noite. O temor com que nossos ancestrais observavam o céu era amenizado nos cultos de adoração e nos sacrifícios. Mas a aspiração humana referente a entidades supostamente celestes ou extraterrestres está muito longe de constituir uma particularidade do nosso tempo. Sábios e filósofos antigos e modernos, religiosos ou profanos, professaram a doutrina da pluralidade dos mundos, seja abertamente aos seus discípulos, seja em segredo aos iniciados. Os textos antigos, do Ocidente ao Oriente, estão repletos de relatos de espantosos e inexplicáveis fenômenos, principalmente com alusões a seres vindos do espaço para trazer conhecimento ao homem. Na época, essas aparições eram julgadas como sinais de uma grande desgraça, guerra ou pestilência.

O Livro dos Mortos do Egito, um dos textos mais antigos da história — que remonta a cerca de 15 mil anos antes de Cristo —, testemunha uma fé profunda em um mundo espiritual completamente diverso do nosso. Em certas passagens da obra, encontramos nítidas alusões à vinda de seres incomuns, bem como a uma guerra que teria ocorrido no céu do planeta. O Mahabarata e o Ramayana, poemas épicos da Índia, talvez os mais longos já escritos, também são fontes desse tipo de informação. O Mahabarata teria sido escrito entre 540 e 300 a.C. e nele encontramos relatos extraordinários de naves voadoras e suas evoluções sobre os céus da Índia, há quatro mil anos. O Ramayana foi escrito por volta do ano 100 d.C., porém é baseado em tradições orais que voltam no tempo cerca de seis a sete séculos. Ele é pródigo em referências a seres não terrestres e objetos voadores não identificados — os vimanas ou vímanas, aparelhos que possibilitavam aos homens da Terra a ascensão aos céus e aos “homens do céu” descerem à Terra.

 

No Musala Parva, texto de origem também hindu, vamos encontrar uma sugestiva descrição do que teria sido um ataque nuclear ocorrido há milhares de anos. E ainda, segundo o Samarangana Sutradhara, ficamos sabendo que os vimanas eram equipamentos com estrutura forte, compacta e bem moldada, em cuja composição haveria ferro, chumbo e cobre. Esses veículos eram capazes de voar por longas distâncias, impulsionados por motores.

“Muitas moradas”

Entre os livros antigos, a Bíblia é o livro mais estudado e de maior circulação no mundo, e também ela se encontra repleta de narrativas que, analisadas com isenção de preconceitos, comportam uma de duas interpretações: a divina ou a ufológica. “Há muitas moradas na casa de meu Pai”, diz uma frase colhida do Livro de João e que é de uma riqueza incontestável.

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Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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