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ARTIGOGaúcho atingido pela luz de uma nave tem o braço feridoCategoria: ATAQUES EXTRATERRESTRES | EXPERIÊNCIAS PESSOAIS
crédito: Steve Neil
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O agricultor Ney Carvalho Fogaça, 71 anos e residente no município de Macambará, no oeste do Rio Grande do Sul, afirma ter vivido uma espantosa experiência frente a frente com seres extraterrestres. Fogaça relatou que no dia 15 de junho de 1982, por volta das 09h45, ele e seu filho de apenas 12 anos estavam trabalhando no beneficiamento de sementes quando o fato aconteceu. O agricultor realiza normalmente esse tipo de trabalho entre os meses de junho e agosto, anualmente, para fazer o plantio em setembro. O processo consiste na separação das sementes, com as quais são cheios sacos que, depois, são empilhados e aguardam o uso. Durante o trabalho, Fogaça percebeu uma luz muito forte vindo do fundo de um galpão, que parecia emitida por uma solda elétrica.
A estranha e insólita luz era emanada de um local distante e do lado oposto da máquina de beneficiamento de sementes, a cerca de 450 m de onde estava. O homem e seu filho continuaram enchendo as bolsas de sementes sem dar muita importância ao fato. Porém, a estranha luz ficou mais forte e passou a incomodá-los, fazendo com que Fogaça passasse a mão sobre o olho esquerdo diversas vezes. Ele chegou a pensar que fosse algo com sua vista, mas não era. Naquele momento, sentiu que uma coisa muito estranha estava para ocorrer. Ele começou a observar o UFO fixamente e ficou encantado com a iluminação que emitia.
Após observar bem os seres, notou que pareciam estar dentro de uma espécie de aquário ou algo semelhante — pois só conseguia enxergá-los da cintura para cima. Ele estimou o tal aquário em mais ou menos 2 m de altura por 6 m de comprimento. Um dos seres, o mais alto, pareceu ser o líder do grupo e fez um movimento de cabeça para os lados, enquanto os outros cinco permaneceram olhando para a testemunha. Os aliens vestiam uma espécie de macacão justo e brilhante, que Fogaça não soube descrever com precisão. “Era muito lindo e reluzia em diversas cores. Suas cabeças estavam cobertas com uma espécie de capacete brilhante, com uma viseira até o nariz, sendo possível ver somente da boca para baixo, até a cintura”, descreveu.
Líquido parecido com água
crédito: eloir fuchs
O agricultor gaúcho Ney Carvalho Fogaça mostra seu braço e descreve como ele foi paralisado pela luz de um disco voador
Ao chegar a casa da fazenda, foi logo gritando para sua esposa: “Mulher, me dê logo um remédio porque eu acho que estou ficando louco. Estou vendo coisas”. Surpresa, a mulher lhe disse que só havia Melhoral e perguntou se queria comer. Foi então que percebeu que estava com muita fome, como nunca sentira antes. Após se alimentar, ainda assombrado, contou para a esposa e o filho o que havia acontecido e convidou os dois para retornarem ao local, a fim de lhes mostrar o UFO e os seres. Mas já haviam sumido. Alguns dias após o ocorrido, durante uma pescaria, começou a notar uma dormência no lado esquerdo do corpo. Segundo ele, os mosquitos o picavam e ele não sentia nada. Aquilo incomodava muito, mas Fogaça, durante anos sentindo a dormência, nunca procurou um médico.
Pessoa simples do interior, o agricultor recusa-se até hoje a tratar do estranho sintoma. Mesmo quando o problema se agravou e ele teve todo o lado esquerdo do corpo paralisado, ocasionando uma queda traumática e vários ferimentos. Mesmo diante da brutalidade do acidente, Fogaça não sentiu dor alguma e, para surpresa de todos, a cicatrização dos ferimentos foi espetacularmente rápida — em poucos dias estava tudo normal, continuando apenas a dormência. A testemunha ficou mais de cinco anos com o braço paralisado, mas o amortecimento foi diminuindo até quase desaparecer. Hoje, informa Fogaça, somente uma pequena parte do braço esquerdo ainda permanece insensível à dor — justamente o local da cicatriz relativa à queda mencionada.
Sobre a estranha fome que sentiu, o agricultor afirma que “a luz que avistei deve ter sugado muita energia minha”. É muito comum que em casos de contato direto com UFOs e seus tripulantes haja queimaduras e seqüelas nas testemunhas, às vezes com paralisia em partes de seus corpos. Porém, para saber se a pessoa foi exposta a algum tipo de radiação, é necessário que se faça alguns exames específicos, logo após o incidente. Mas isso representa grande dificuldade para a Ufologia, pois, em geral, quando os pesquisadores têm acesso a casos assim, muito tempo já se passou e os sintomas já desapareceram.
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