![]() ![]() |
|||
ARTIGOO encontro do voo 1628 da Japan Airlines com um UFO no AlascaCategoria: UFOs E AVIAÇÃO
crédito: arquivo ufo
ampliar
Um Boeing 747 cargueiro da Japan Airlines semelhante ao que foi perseguido por UFOs no Alasca
SAIBA MAIS
Novos fatos sobre o Sioani
A origem e desenvolvimento da pesquisa ufológica oficial no Peru
A história da Ufologia Oficial no Uruguai
Em 16 novembro de 1986 ocorreu um dos casos ufológicos mais espantosos envolvendo aeronaves comerciais. O voo 1628 da Japan Airlines (JAL), operado por um Boeing 747 cargueiro, havia decolado de Paris com destino a Tóquio transportando uma carga de vinho quando algo extraordinário aconteceu. A rota prevista no plano de voo seria de Paris até Reikjavik, na Islândia, cruzando o Oceano Atlântico, depois passando pela Groenlândia e seguindo pelo Canadá até Anchorage, no Alasca. Saindo de cima da camada polar, o avião cruzaria o Oceano Pacífico até Tóquio. A bordo estavam o experiente capitão Kenju Terauchi, o copiloto Takanori Tamefuji e o engenheiro de voo Yoshio Tsukuba.
Devido à sua coloração clara, de tonalidade âmbar, ele concluiu que o objeto era de um jato militar norte-americano que estaria nas proximidades de Eielson ou da Base Aérea de Elmendorf, que rotineiramente fazia patrulhas pela região. Terauchi não deu muita atenção ao fato e continuou o voo normalmente. Poucos minutos depois, o piloto percebeu que a estranha luz se aproximava rapidamente de sua posição, e notou então que, na verdade, se tratavam de dois objetos luminosos que se posicionaram logo à frente do avião. Eles eram intensamente luminosos, a ponto de clarear toda a cabine e provocar uma sensação de calor na face dos tripulantes. Os artefatos ficaram um em cima do outro, voando próximo ao Boeing 747 com um movimento suave e em perfeita sincronia.
Depois de aproximadamente sete minutos, mudaram a formação para um voo lado a lado, permitindo ao comandante perceber alguns detalhes na estrutura dos objetos. Havia algo semelhante a escapes na fuselagem, e durante determinadas manobras foram emitidas fagulhas ou luminescências semelhantes a fogo, de tonalidade bem amarela. Em seu depoimento, o copiloto Tamefuji disse que os artefatos tinham um brilho claro, da cor de salmão, com luzes externas vermelhas ou laranjas, além de uma branca. “Havia também uma pequena luz verde piscante”, declarou.
Todas as luzes pareciam pulsar sucessivamente, ora mais fortes, ora mais fracas. A tripulação ressaltou em depoimentos posteriores que os objetos voavam muito próximos um do outro, em perfeita sincronia. O engenheiro de voo Tsukuba estava sentado atrás do copiloto e não tinha uma boa visão das luzes, mas observou o objeto pela primeira vez através da janela lateral. “Era como um agrupamento de luzes de tonalidade branca ou âmbar”, descreveu.
Um dos instrumentos, apesar de ter longo alcance, nada registrou de anormal. Mas o radar meteorológico acusou a presença do objeto entre 13 e 15 km de distância do Boeing 747, exatamente na direção em que era observado. O comandante informou ao controle de Anchorage que haviam captado o corpo com os instrumentos, indicando sua distância e posição. Às 17h25, o radar militar do Centro de Controle Operacional de Elmendorf detectou o estranho veículo voador.
Quando o cargueiro já se encontrava próximo da cidade de Fairbanks ocorreu uma nova aproximação. O gigantesco objeto acercou-se rapidamente da aeronave e os pilotos, assustados, solicitaram mudança de curso para 45 graus à direita. Pouco depois, ao sair da região de Talkeetna, na altitude de 10.500 m, o UFO ainda acompanhava o avião. Por volta das 17h40, uma aeronave da United Airlines decolou de Anchorage e seguiu para Fairbanks, e o controle solicitou que o piloto tentasse localizar visualmente o estranho artefato nas proximidades do avião da JAL. O voo da United desviou um pouco sua rota para passar próximo ao avião japonês, a fim de favorecer a observação, e posicionou-se um pouco abaixo, a uma altitude de 9.500 m.
Quando o Boeing da United se aproximou do JAL, o UFO se afastou um pouco do cargueiro — os pilotos da United então solicitaram que os japoneses piscassem suas luzes para facilitar sua identificação. Quando ambas as aeronaves se encontravam a cerca de 20 km uma da outra, o estranho objeto desapareceu. Logo em seguida os pilotos da United localizaram o avião da JAL e não observaram a presença de qualquer objeto próximo.
No documento o órgão afirmou que “os radares captaram o avião da JAL e o reflexo dele nas nuvens presentes no local”. A absurda explicação foi rechaçada de imediato por todos os envolvidos, pois as nuvens não produziriam tal efeito por estarem um pouco acima da cadeia de montanhas e bem abaixo do nível de voo do avião. Além disso, há o registro de bordo da aeronave e o testemunho do objeto observado. O caso continua, portanto, uma das evidências mais contundentes da ação na Terra de outras espécies cósmicas.
Atenção
Este texto é propriedade da Revista UFO e todos os direitos de publicação estão reservados. É proibida a reproduçao deste conteúdo através de qualquer meio sem a expressa autorização do editor.
Saiba mais sobre este assunto na edição 183 da revista.
Clique aqui e acesse todas as matérias desta edição. Você também pode comprar esta edição em nossa loja, clique aqui para acessar. |
|||
|
Edição 188
Sumário
Edições anteriores
|
CENTRAL DE ATENDIMENTO(67) 3341-8231Horário: das 09h00 às 18h00, de segunda a sexta (exceto feriados) FORMAS DE PAGAMENTO
|
NOTÍCIAS MAIS VISUALIZADAS+ NOTÍCIAS |