ARTIGO

Por José Augusto Fonseca

O legado deixado por nossos visitantes ancestrais

Sinais inteligentes esculpidos em rochas e paredões de montanhas por nossos antepassados indicam a ação de seres extraterrestres no interior do Brasil há milhares de anos

Categoria: FOLCLORE EXTRATERRESTRE | UFOARQUEOLOGIA
crédito: ALEXANDRE JUBRAN
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Desde os tempos mais remotos que as visitas de outras espécies cósmicas à Terra têm resultado em modificações gradativas na humanidade
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Não é incomum observar representações gráficas pré-históricas em nosso país que demonstram algo mais do que simplesmente rabiscos ou supostas letras em paredões pétreos, cavernas e locais habitados por nossos antepassados. Sua complexidade e variedade de manifestação não são casuais, permitindo que o pesquisador possa levantar impressões mais ousadas sobre seu conteúdo, apoiadas em teorias menos convencionais. Sobre isso, não podemos deixar de citar o insigne pesquisador mineiro Antonio Lopo Montalvão, fundador da misteriosa cidade de Montalvânia, tendo ali desenvolvido um memorável trabalho de investigação nas diversas grutas que podem ser encontradas na localidade, com seus impressionantes registros rupestres.

 

Escreveu Montalvão que “a saúde não contagia e, igualmente, não contagia a virtude e a verdade. São condições independentes, autossuficientes, que vivem em si e de si”. Com essa citação, chamamos a atenção para o estado sempre recluso de certos centros acadêmicos de pesquisa arqueológica, que não têm coragem de ousar, ampliar conclusões diante de seus achados e ver algo mais além de rabiscos sem importância feitos por homens ociosos e indolentes do passado, medíocres e sem critério. Em face de certas descobertas, não podemos mais ignorar que em nossa história algo de muito importante ocorreu no planeta, incluindo nesse processo as milenares terras brasileiras. Desde que foram encontradas pelo pesquisador William Meister no estado de Utah, estados Unidos, duas pegadas de pés calçados fossilizados, em uma camada de terra de 500 milhões de anos, oriundos da Era Paleozoica, a ideia de que os homens civilizados já estavam presentes na Terra desde seus primórdios passou a não ser mais colocada em dúvida pelos ufólogos [Veja texto nesta edição].

Sob o pó das gerações

 

O fato ocorreu em 1968 e a certeza ficou evidenciada porque, sob o calcanhar do pé esquerdo, encontrava-se esmagado um trilobite, pequeno invertebrado marinho, parente dos caranguejos e camarões. A criatura também ali se encontrava petrificada, juntamente com a pegada. Tal antropoide teria vivido na referida era, ou seja, há cerca de meio bilhão de anos. A partir de então, muitos escritores ousaram romper a camisa de força que os acadêmicos da história da humanidade vinham impondo a todos. E mesmo antes dessa descoberta, os autores Louis Pauwels e Jacques Bergier já haviam exposto em sua magnífica obra O Despertar dos Mágicos [1969], questões novas na discussão da vida do homem na Terra, que na época foram intituladas de Realismo Fantástico.

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Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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