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ARTIGOOutras espécies cósmicas observam nossas guerrasDesde a Antiguidade os extraterrestres mantêm contínua vigilância de nossos conflitos armados — uma situação que se acentuou enormemente depois da invenção da bomba atômicaCategoria: ATERRISSAGENS | AVISTAMENTOS | UFOs E MÍSSEIS ATÔMICOS
crédito: Warfare Division
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O tipo de energia presente em uma explosão atômica é o mesmo produzido por estrelas em todos os pontos do universo, e igualmente devastadora
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"Dois estranhos objetos avançavam sobre seus exércitos, causando pânico nos soldados, elefantes e cavalos que se recusavam a cruzar o Rio Jaxartes”. Esse trecho foi escrito em 329 a.C., durante uma das campanhas militares de Alexandre O Grande, segundo o estudioso Raymond Drake, autor de Deuses e Astronautas na Grécia e Roma Antigas [Record, 1989]. “Os objetos descritos eram grandes e prateados, como escudos brilhantes que cuspiam fogo de suas extremidades”, consta da mesma obra. Isso evidencia, como também veremos nesse trabalho, que durante quase todos os conflitos militares do planeta, desde os tempos mais remotos até os mais recentes, estranhos objetos têm sido observados no cenário dos entraves. Outra prova foi a notícia de que um UFO teria sido visto sobre o Iraque durante a ofensiva anglo-americana, despertando mais uma vez a atenção da comunidade ufológica mundial.
Mas, afinal, por que os alienígenas observam nossos conflitos e guerras? Eles estão presentes onde quer que haja ação militar. É assim desde a Antiguidade, em períodos anteriores a Cristo, durante a Idade Média, na Primeira e na Segunda Guerras Mundiais, na Guerra das Malvinas, durante os conflitos no Vietnã e na Coreia, e, mais recentemente, nas duas Guerras do Golfo — lá estavam eles observando o que se passava e, em determinadas ocasiões, até interagindo com as forças combatentes. Nos episódios mais recentes, a partir da Guerra do Golfo, em 1991, armamentos de alta tecnologia empregados nos campos de batalha têm confundido muitos dos comandos engajados nos conflitos. Mas o mesmo arsenal tecnológico foi usado para detectar com mais precisão intrusos não identificados.
Sempre que há um entrave militar de grandes proporções, ou que atraia a atenção do resto do mundo, surgem em abundância relatos de avistamentos de enigmáticos objetos nos céus. Claro, muitas vezes são aeronaves militares ou mísseis — mas nem sempre. Nem o lado mais preparado desses conflitos — como as forças anglo-americanas na Guerra do Iraque — tinham condições de determinar a origem desses fenômenos. Mas os indícios do surgimento de objetos voadores não identificados estão presentes até mesmo em guerras bastante antigas. Há milhares de anos, no antigo Egito, aparições de UFOs já eram registradas com regularidade. O escritor inglês Brinsley Le Pour Trench, o conde de Clancarty, cita em suas obras, como exemplo, o fragmento de um hieróglifo do tempo do faraó Thutmose III, que governou entre os anos de 1468 e 1436 a.C.
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