ARTIGO

Por Paulo Aníbal G. Mesquita

Três décadas após a Operação Prato, UFOs continuam rondando o Pará

Categoria: ATAQUES EXTRATERRESTRES | AVISTAMENTOS | CASUÍSTICA | OPERAÇÃO PRATO
crédito: Lielzo Azambuja
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Os moradores da Região Amazônica relatam conviver com fenômenos luminosos constantemente, que hoje sabemos serem UFOs
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Em janeiro passado, este autor realizou investigações de campo em algumas ilhas da foz do Rio Amazonas, no Pará, a fim de apurar recentes eventos ufológicos que se repetem ininterruptamente naquela área há mais de 30 anos. Nos anos 70, a atividade de naves e seres alienígenas era tão intensa no local que um fenômeno específico, que ficou conhecido como chupa-chupa, levou a Força Aérea Brasileira (FAB) a realizar na região, entre setembro e dezembro de 1977, uma investigação que acabou denominada de Operação Prato, sob o comando do então capitão Uyrangê Hollanda [Veja edições UFO 114 a 117].

 

Na época, a população local apelidou os UFOs com o termo devido ao seu estranho comportamento: os objetos luminosos surgiam do céu, perseguiam as pessoas e disparavam em seus corpos uma espécie de feixe de luz, como um laser. Todas as vítimas atingidas julgavam que o raio lhes havia sugado um pouco de sangue, dando origem a um processo anêmico — fato posteriormente confirmado por hemogramas realizados pela então médica do posto de saúde da Ilha de Colares, doutora Wellaide Cecim Carvalho [Veja edição UFO 116]. Assim, devido à sua gravidade, o chupa-chupa foi o principal objeto de investigação da equipe militar. O interessante é que a maioria dos atacados eram mulheres, que ficavam com marcas na parte superior de seu tórax, como se fossem dois furos de agulha em torno de uma mancha marrom, bem semelhantes à queimadura de iodo. Nos homens, as marcas ficavam nos braços ou pernas.

 

Os estranhos sinais deixados pelo chupa-chupa também foram analisados por médicos militares que, às vezes, acompanhavam o grupo nas operações na selva. Além disso, eles também colheram relatos de testemunhas que descreveram a desmaterialização de artefatos voadores no ar e seu reaparecimento. Alguns moradores também afirmaram ser atacados mesmo dentro de suas casas. Em geral, estavam dormindo em suas redes quando, de repente, o telhado ficava transparente, permitindo que vissem o céu e UFOs à espreita sobre as moradias. Logo em seguida, acontecia o disparo do feixe de luz, que sugava o sangue das vítimas.

UFOs produzindo estrondos

Atualmente, a manifestação do Fenômeno UFO naquela região da Amazônia não se dá da mesma maneira que na época da Operação Prato. Hoje os casos são, na maioria, avistamentos relativamente discretos de naves em vôo, com alguns incidentes de aterrissagens e observação de ocupantes. Os relatos das testemunhas continuam alimentando os investigadores, permitindo, com sua riqueza de detalhes, análises mais apuradas da manifestação ufológica na área. Em nossa incursão do começo deste ano, chegamos a coletar indícios materiais de tal atividade, como amostras de solo e de plantas.

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Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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