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ARTIGOUFO faz manobras próximo de aviões militares sobre PortugalCategoria: AVISTAMENTOS | UFOs E AVIAÇÃO
crédito: Força Aérea Portuguesa
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Em 1982, o capitão da Força Aérea Portuguesa (FAP) Júlio Miguel Guerra viu um disco metálico voando a baixa altitude enquanto pilotava seu avião de caça sobre montanhas ao norte de Lisboa. Ele tentou persegui-lo e acabou se tornando testemunha das incríveis manobras feitas pelo artefato, em plena luz do dia, também observadas por outros dois pilotos de combate. Guerra ingressou na FAP em 1973 e foi oficial de operações especializado em prevenção de acidentes. Depois de deixar o meio militar, em 1997, tornou-se comandante da Portugália, a maior empresa aérea de seu país. O relato que ele aqui presta consta da obra UFOs: Generals, Pilots, and Government Officials Go on the Record [Random House, 2010], da jornalista norte-americana e consultora da Revista UFO Leslie Kean, entrevistada da edição UFO 180. Seu livro acaba de sair no Brasil pela Idea Editora com o título UFOs: Militares, Pilotos e o Governo Abrem o Jogo [Veja no Shopping UFO desta edição]. O relato do comandante Júlio Miguel Guerra mostra a forma direta como outras espécies cósmicas observam nossas atividades.
Logo que percebi que se tratava de um objeto desconhecido, entrei em contato com a torre de controle e informei ao operador que havia um estranho artefato aéreo girando ao meu redor. Ele e os pilotos de outros três ou quatro aviões disseram que deveria ser um balão. Alguns deles, que voavam em outras zonas, chegaram a fazer escárnio do meu relato, mas eu os desafiei a virem até onde estava e verem com seus próprios olhos aquilo, já que não acreditavam em mim. Perguntei- lhes como um balão sobe do solo para 1.600 m de altitude em alguns segundos — e sua resposta foi o silêncio. Eles começaram então a perguntar a minha localização e dois colegas da FAP, Carlos Garcês e Antonio Gomes, disseram que iriam se juntar a mim.
crédito: arquivo ufo
O comandante Guerra [E] com o editor A. J. Gevaerd. Acima, um Chipmunk da FAP semelhante ao envolvido no incidente
Enquanto eu via tal objeto e aguardava pelos meus amigos, quis saber mais sobre aquilo. Mas mesmo estando tão próximo, não conseguia identificá-lo. Fiquei sozinho com o artefato por uns 15 minutos e tive a sensação de não saber o que poderia vir a acontecer — mas fiquei ali, atento às manobras do objeto. Quando Garcês e Gomes chegaram, também pilotando aeronaves Chipmunk 15, eles perguntaram pelo rádio onde estava o aparelho e eu lhes dei a posição. Quando o viram, eu me senti melhor, porque agora outros dois pilotos militares também observavam a mesma coisa. Eles ficaram comigo por uns 10 minutos vendo o objeto fazer suas manobras circulares, loopings sucessivos, enquanto conversávamos pelo rádio. Como eu estava no centro das manobras do objeto, e Garcês e Gomes estavam fora, o UFO passava entre os dois aviões. Com isso conseguimos estimar seu tamanho relativo: já que o nosso avião tinha 7,75 m de comprimento, o objeto teria uns 8 m.
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