ARTIGO

Por Marco Antonio Petit

Uma trajetória vitoriosa dos ufólogos, mas ainda incompleta

Os ufólogos brasileiros comemoram as vitórias que atingiram com a campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, altamente significativas para a compreensão da presença alienígena em nosso país. Mas continuam à espera de atitudes mais transparentes por parte de nossas autoridades civis e militares

Categoria: ABDUÇÕES ASTRAIS | UFOs: LIBERDADE DE INFORMAÇÃO JÁ
crédito: ALEXANDRE JUBRAN
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No início do ano de 2004, quando começamos a idealizar e a formatar a campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, estávamos longe de vislumbrar qual seria a trajetória a cumprir ao longo de todos esses anos e os resultados que obteríamos em busca do real dimensionamento do processo de acobertamento ufológico governamental e militar em nosso país. Apesar da visão pouco positiva que alguns membros da Comunidade Ufológica Brasileira tinham das possibilidades de a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) — que lançou o movimento através da Revista UFO — atingir seus objetivos, a verdade é que, hoje, como já é do conhecimento daqueles que acompanham o processo, os resultados apareceram de maneira inequívoca, comprovando aquilo que os ufólogos sempre afirmaram: ao contrário do que nossas autoridades declaravam ao serem questionadas, existia farta documentação sobre a presença alienígena na Terra em poder de nossos militares.

 

E como também já é do conhecimento dos leitores, nos últimos momentos de nossa jornada na direção da liberdade de informação, tivemos o apoio de alguns militares da Força Aérea Brasileira (FAB) que, conscientes da importância de se estabelecer maior transparência no processo, e percebendo a necessidade de uma progressiva abertura quanto ao tema, apoiaram de maneira decisiva a campanha. Nesse momento tão especial da Ufologia Brasileira e Mundial, não podemos deixar de citar, entre outros, o brigadeiro José Carlos Pereira e o coronel Antonio Celente Videira [Conselheiro especial da Revista UFO], que não mediram esforços para nos ajudar a atingirmos nossos resultados.

As coisas começaram a acontecer

Depois da histórica visita da CBU ao Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) e ao Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), em Brasília, em junho de 2005 [Veja edição UFO 111, agora disponível na íntegra em www.ufo.com.br], e do contato e conversas mantidas com militares de altas patentes de nossa Aeronáutica naquela mesma oportunidade, as coisas começaram a acontecer. Protocolamos na Casa Civil da Presidência da República, ainda na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, o chamado Dossiê UFO Brasil, mediante o qual solicitávamos, de maneira formal e legítima, e com amparo a legislação vigente, a liberação de toda e qualquer documentação pertinente a registros de objetos voadores não identificados em poder de nossas autoridades.

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ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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