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Os verdadeiros arquivos X estão no Uruguai

23.11.10 - 14h07
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Coronel Ariel Sanchez e eu, durante visita às instalações do CRIDOVNI

Acabo de chegar de um ciclo muito proveitoso de viagens internacionais. Neste ano fiz inúmeras viagens, todas para realizar palestras e contatos com ufólogos, testemunhas e autoridades de vários países. Fui ao México, Estados Unidos, Itália, San Marino, Portugal e Chile. E agora, em novembro, fiz palestras na Argentina e no Uruguai, nações onde busquei estabelecer, como sempre, uma aproximação das comunidades ufológicas locais com a Ufologia Brasileira, tal como fiz no Chile, em maio.

 

Na Argentina fiz palestra precisamente na área de maior incidência ufológica do país, o Cerro Uritorco, a 100 km de Córdoba, uma espécie de “Serra da Beleza argentina”. Lá, sondas e UFOs são observados em regime freqüente e muitas vezes em plena luz do dia, e é na pequena Capilla del Monte, cidade de pouco mais de 20 mil habitantes da região, onde o Centro de Estudios Ovniológicos (CIO) estabeleceu sua sede. Fui convidado de seu presidente, “don” Jorge Suarez e sua esposa Luz Mary, que comandam um pequeno, mas ativo grupo de pesquisadores na região.

O evento de Capilla foi o 13º Congresso Internacional de Ovnilogia [Veja galeria de fotos, clicando aqui], ocorrido de 05 a 07 de novembro, que reuniu personalidades de vários países, como os argentinos Carlos Iurchuk, Mario Gorosterrazú e Oscar Raúl Mendoza, o canadense Alfred L. Webre (considerado o líder mundial da chamada Exopolítica) e os peruanos Ricardo González, Grethel Mendizabal e Julio Chamorro, comandante da Oficina de Investigaciones de Fenómenos Aéreos Anómalos (OIFFA). Oficina significa escritório em espanhol. A OIFFA é o grupo oficial de pesquisas ufológicas instalado no quartel-general da Força Aérea do Peru (FAP).

De lá fui ao Uruguai e participei do I Congresso Internacional de Pesquisa de Fenômenos Aeroespaciais e Terrestres [Galeria de fotos, clique aqui], de 12 a 14 de novembro, o primeiro grande evento de Ufologia do país e o primeiro do mundo – de que se tem conhecimento – a ser apoiado oficialmente pela força aérea de um país. Nesta ocasião também estiveram reunidas personalidades de várias nacionalidades, como o chileno Rodrigo Fuenzalida, as argentinas Silvia e Andrea Simondini e um elenco de estrelas da Ufologia Uruguaia, incluindo Daniel Silvera, Carlos Rodriguez e Ariel Sanchez, coronel da Força Aérea Uruguaia (FAU).

Fiquei um dia a mais em Montevidéu com o propósito exclusivo de seguir minha agenda de aproximar a Ufologia dos diversos países do continente, como fiz antes no Chile e Argentina. E lá entrevistei longamente o coronel Ariel Sanchez, navegador e controlador de vôo que é comandante da Comissão Receptadora e Investigadora de Denúncias de Objetos Voadores Não Identificados (CRIDOVNI). A entidade é um dos poucos órgãos oficiais do mundo dedicados à pesquisa ufológica. A longa entrevista será publicada em breve na UFO.

Por incrível que pareça, a Ufologia é praticada oficialmente no Uruguai, desde 1979, através da CRIDOVNI, assim como se faz no Peru com a OIFAA, desde 2001, e no Chile com o Centro de Estudios de Fenómenos Aéreos Anómalos (CEFAA), desde 1997. Todos são países bem menores do que o Brasil e, no entanto, têm órgãos oficiais de pesquisa ufológica. Conheci todos a fundo, assim como seus integrantes e líderes. E o que temos que buscar no Brasil, agora que o Governo liberou seus arquivos secretos, é uma entidade semelhante, que seja oficial e mantida com recursos do Estado, e composta por ufólogos civis e militares. Se o Uruguai, o Chile e o Peru têm algo assim, porque não o Brasil?

Esta, aliás, é a proposta central da campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, que lançamos em 2004 através da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU). Ela é vitoriosa, como se sabe, e fez o com que o Governo Federal abrisse seus documentos ufológicos secretos de 1950 a 2009, e declarar oficialmente que há registros de observações de UFOs no Brasil. Mas, apesar da desclassificação, o que nos falta é esta referida comissão, prometida, entre outros, pelo próprio brigadeiro Luis Carlos da Silva Bueno, ex-comandante da Aeronáutica, em maio de 2005. Este deve ser nosso objetivo primordial em 2011, e para alcançá-lo precisaremos muito contar com o apoio de toda a Comunidade Ufológica Brasileira.

Voltando ao Uruguai, quero dizer que fiquei surpreso ao ver como trabalha a CRIDOVNI, e regressei cheio de idéias. Não há segredo sobre suas atividades naquele país e a população sabe da existência e como funciona o órgão, que é oficial porque foi criado através de determinação governamental dentro da Força Aérea Uruguaia (FAU). Os membros da CRIDOVNI são de fato ufólogos profissionais, pois têm seus salários pagos pela FAU. Eles servem à arma em atividades regulares e usam parte do tempo de serviço para a pesquisa ufológica, estando de plantão para qualquer chamado.

A CRIDOVNI tem escritórios dentro das instalações da FAU e conta com assistência de laboratórios, universidades, centros diversos etc espalhados pelo país, para seus trabalhos. Todos estes institutos se sentem honrados em colaborar com o órgão. No domingo, dia 14, conversei longamente com o tenente Daniel Silvera, secretário da entidade, que me contou detalhes de sua fundação e funcionamento. Silvera disse que, assim como os demais, pode receber ligações a qualquer instante de qualquer parte do país de alguém relatando um UFO. Daí segue-se uma rotina que todos têm como parte de suas vidas há anos: a coordenação da CRIDOVNI se reúne e decide quem vai atender ao chamado, e para lá vai a equipe convocada, fardada e com carro da Aeronáutica, câmeras, equipamentos etc.

Os integrantes do órgão chegam ao local do fato, falam com as testemunhas, levantam todos os dados, recolhem amostras e evidências (se existirem), e voltam à capital para que tenha início a investigação, seguindo um rigoroso padrão metodológico. Eles são meticulosos e detalhistas, e todos têm formação profissional técnica. Uns são engenheiros, outros químicos, outros psicólogos etc. Aplicam à exaustão o método de investigação científica, que, inclusive, já exportaram para outros países, como o Peru, onde a OIFAA os emprega (e por falar nisso, também estou entrevistando o comandante deste órgão, meu amigo coronel Julio Chamorro, que também está fazendo sensacionais revelações).

Militares como Ariel e o Daniel, no Uruguai, entre outros tantos membros da CRIDOVNI, sempre de plantão para qualquer acontecimento com UFOs, são “os verdadeiros Mulder e Scully”, e os casos ufológicos que investigam são “os legítimos Arquivos X”. Foi uma emoção muito grande saber como funciona sua estrutura. E de pensar que o Brasil fez isso num nível idêntico em 1969, com o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (SIOANI), em São Paulo. Sim, o SIOANI era exatamente como a CRIDOVNI, mas surgiu pelo menos 10 anos antes e era muito maior, evidentemente devido ao tamanho continental de nosso país.

No ano que se iniciará dentro de algumas semanas temos muitas atividades para desenvolver, paralelas às nossas pesquisas habituais e ao trabalho de ampla e irrestrita difusão da verdade sobre a presença alienígena na Terra, através da Revista UFO e do Portal da Ufologia Brasileira. Mas, além de tudo isso, creio que a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) deva aumentar substancialmente a pressão (ordeira e legal) sobre a nova administração do Governo Federal, inclusive aplicando novas estratégias para que a tímida abertura ufológica iniciada tenha mais êxito e que a tão sonhada comissão mista de pesquisas ufológicas oficiais seja criada.

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Humberto Chelotti Gonçalves 23.03.2011 às 03h59

Apesar de ter feito a leitura do artigo apenas na data de hoje (23/03/2011), não posso deixar de registrar minha plena concordância com o ideal de se criar, no Brasil, uma entidade oficial e especializada no estudo da compreensão do fenômeno ufológico e todas as suas nuâncias. O Brasil, livre de dúvidas, é um local privilegiado em termos de avistamentos de sondas e discos, com destaque para algumas áreas deteminadas onde os eventos se verificam quase que diariamente. Com planejamento e investimento poderia-se criar uma estação oficial de observação, porque não começar por Corguinho (MS) ou Varginha (MG)? Espero, sinceramente, que em breve nossos vizinhos planetários possam transmitir seus ensinamentos morais e tecnológicos de maneira pacífica a toda a população terrestre, nos ajudando a enfrentar as catástrofes e profundas alterações que estão por vir. Que a verdade possa libertar os céticos no momento oportuno. Humberto Chelotti Gonçalves - Advogado em Campo Grande(MS), admirador da ufologia e observador do céu.

Mario Oshiro Jr. 24.01.2011 às 13h18

Olá Gevaerd. Tudo bem? Sou um dos produtores da rádio Sônica Metodista. Estamos realizando uma reportagem especial sobre E.Ts, e estamos à procura de pessoas que possam contribuir com a nossa pauta, fornecendo contatos de pessoas que tenham histórias sobre abdução, ufólogos, estudiosos do assunto. Ficaria muito agradecido se pudesse entrar em contato com o e-mail juniormoj@hotmail.com e fornecer tais informações. Obrigado, Mario Oshiro Jr.

Elaine Krauss Serrano 06.01.2011 às 16h08

É interessante, quanto ao aspecto da conduta dos extraterrestres, o fato deles não sugatrem os sangues de nenhum soldado, na Operação Prato, nem sugarem o da médica que, praticamente, estava nãos mãos deles, quando se sobrepuseram sobre ela e a mulher que estava com ela. Eles devem ter uma espécie de leitor ótico que mapeia a aura das pessoas para saberem quais pessoas devem recolher o sangue. Por quê só os habitantes da Ilha de Colares e não os forasteiros, no caso, os soldados? Por que só o sr. Pyrangê recebeu um chip e, talvez, tenha sido abduzido e levado para dentro do OVNI e não se lembra quando este foi implantado? Se puder estudar a árvore genealógica do sr. Pyrangê para saber se é descendente daqueles que vivem em Colares, talvez, possa averiguar para obter respostas quanto à conduta destes seres se interessarem naquelas pessoas, em específico, e não nos forasteiros, no caso, a médica e os soldados.

Elaine Krauss Serrano 06.01.2011 às 15h56

Amigo Gevaerd, como ainda candidata a me pos graduar em linguística, o fato mais impressionante foi, na Operação Prato, o OVNI circular o sr. Uyangê Hollanda e seus soldados. Esta linguagem significa a palavra Proteção. Nos primórdios da civilização, os homens andavam em círculos, colocando mulheres, velhos e crianças em seu centro para proteção. É linguagem fundada nos primórdios de nossa civilização. Está mais que claro que eles queriam dizer ao sr. Uyrangê que o reconheciam como ao homem que foi a Colares para defender os habitantes contra eles, os visitantes. Entenderam bem a função dos militares na área e foram embora, em respeito à proteção que os soldados estavam exercendo. O fato de circularem os soldados, também significou que eles também vieram para protegê-los. De quê, pergunto eu? Chupar sangue de pessoas significa proteção contra quê? Estão eles estudando possíveis doenças na humanidade, transmissíveis hereditariamente e que, uma vez gerando híbridos, não podem ter híbridos doentes? Híbridos carregados de problemas como o diabetes e tantos outros males que assolam a humanidade, presentes no nosso sangue? Creio que a tal história de beberem sangue humano é fruto da imaginação de pessoas voltadas para rituais pré-históricos. Já abandonamos isto, no transcorrer de nossa história, porque nos tornamos civilizados. Eles são mais inteligentes do que nós, portanto, rituais macabros não fazem parte da dieta deles.Se tais indivíduos não têm capacidade imunológica, adoençem e morrem fácil, porque beberem sangue contaminado com HIV?

Francisco José Da Silva 01.12.2010 às 22h36

Olá Mestre Gavaerd, gostaria de parbeliozá-lo pela forma responsável como voce vem conduzindo a pesquisa Ufologica Brasileira, endosso suas palavras quanto à necessidade da criação de um órgão oficial com a participação direta da sociedade civil para invstigação do fenomeno Ufo no país, aqui no Maranhão estou articulando com amigos responsaveis a fundação de um grupo de pesquisa ufgologica, já começamos o trabalho com o levantamento histórico da casuistica estadual, estamos principalente artigos de sua autoria, matérias de Petit, livro de Pedro de Campos e outros materiais cientificos, nosso grupo sem perder o fio condutor da Ciencia trabalharemos de maneira Holistica o Fenomeno Ufo, conte com a gente para vencermos juntos a intolerencia cientifica, a ignorancia cetica em prol do futuro da humanidade Abraços ufologicos a toda equipe Zezinho Casanova
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Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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