BLOG

No final de semana passado tivemos o 7o. Encontro Ufológico de Peruíbe.


Foi um oportunidade ímpar de trocar ideias com ufólogos e interessados dos mais variados recantos do Brasil (e também do mundo).


Por mais que nos reunamos virtualmente, são encontros como esse que permitem uma maior troca de ideias, além de uma maior interação e integração com os colegas, o que retroalimenta um maior contato virutal e maior produção de ideias ufológicas.


As palestras foram de um nível altíssimo! Desde descrição de casuística, passando pelos internacionais James Fox e Stanton Friedman, que nos brindaram com sua experiência, contando também com o Rodrigo Fuenzalida, do Chile, ufólogo que sempre esteve disponível nos bastidores para a troca de ideias e experiências, e também do Fernando Ramalho, que bate forte na questão dos documentos oficiais dos militares brasileiros, e não sossegará quando todo o "Iceberg" de informações for descoberto.


Entre os outros palestrantes nacionais, seria uma injustiça enorme esquecer de algum. Então vamos a eles:

 

Antonio Celente Videira: fez uma palestra em linha com seu artigo divugado recentemente na Revista UFO, destacando o sistema de informações em posse dos ufólogos e como isso pode fazer a diferença.

 

Wallacy Albino e Jamil Vila Nova: casuística do litoral paulista. Se essa palestra fosse a noite, eu não teria dormido.

 

Nelson Granado: o uso da hipnose como ferramenta de pesquisa ufológica. A hipnose é um instrumento importante para ajudar a explicar o missing time, que ocorre em muitos casos de abdução. Se bem aplicada, a hipnose auxilia a tirar muitas dúvidas.

 

Marco Petit: análise de imagens estranhas retiradas dos sites das próprias agências espaciais que visitam corpos do nosso sistema solar. Trabalho seríssimo e de fazer pensar muito se estamos realmente sendo bem informados do que se passa nas paragens vizinhas.

 

Saga: a palestra da Conspiração. Gostaria muito de ter o material proferido em mãos para analisar. Por enquanto, sem opinião formada, mas sem dúvida é material para se fazer pensar (e muito). Afinal, jamais podemos ter uma opinião formada antes de verificar todas as variáveis, correto?

 

Paulo Aníbal: casuística da região amazônica. Esta aí uma região cheia de histórias a pesquisar, investigadas por um ufólogo que sabe exatamente o que fala.

 

Francisco Pires de Campos: casuística de Botucatu (SP) e região - juro que eu não sabia que a região era tão rica em casos interessantes, e foi muito bom ter contato com o que ocorre por lá.

 

Ricardo Varela: análise de imagens ufológicas. Trabalho fundamental para não sermos enganados pelas pulhas da internet, feitas por desocupados que não sabem o alcance do estrago que podem causar.

 

Thiago Luiz Ticchetti: casuística do Distrito Federal. Outra região onde há casos interessantes. Aliás o Planalto Central costuma ser visitado por objetos estranhos (incluindo alguns Deputados e Senadores vindos de todo o Brasil).

 

Carlos Machado: investigação sobre os agroglifos. Ele foi um dos investigadores dos agroglifos brasileiros, e disse coisas muito interessantes a partir de suas observações. Este é outro ufólogo que domina com maestria o estudo de campo.

 

Gevaerd: falou sobre o eventual contato com outras espécies cósmicas. Conteúdo a se pensar muuuito. Falou sobre o impacto que esse fato teria em toda a vida de nosso planeta, incluindo ciência, religião, vida cotidiana...


Enfim, se eu fosse o colega leitor, independentemente de onde reside, faria de tudo para vir ao encontro de 2012. O grau de seriedade, o nível dos palestrantes e a oportunidade de passar e adquirir conhecimento justifica a presença. Não existe ainda um curso superior de Ufologia, mas eventos com o de Peruíbe preenchem essa lacuna com maestria.


Tenho somente uma sugestão: que esse evento possa ser realizado em um feriado, com um número maior de dias e com uma certa "folga" para conhecer os encantos de Peruíbe. Como diz nosso amigo Paulo Poian, nem deu tempo para "salgar o bacalhau" (tomar um belo banho de mar).

 

Outra anotação importantíssima: nenhum, mas nenhum mesmo, dos conferencistas, foi inacessível. Todos estavam disponíveis para conversar o tempo todo em que estiveram dentro do recinto do evento. Essa foi outra característica especial do encontro.

 

Um alô especial a Renato Azevedo, Jonatas Oliveira e Augusto Arantes, que foram os amigos com quem passei mais tempo trocando ideias. Mas não posso esquecer de todos os outros, a maioria que conheci no próprio evento, com quem tive conversas muito legais e inteligentes. A todos um alô especial!


Eu tenho postado muito pouco aqui (compromissos de trabalho + compromissos de pai fresco). Mas pretendo retomar o ritmo das postagens em breve.

Área 51

21.11.10 - 12h53
crédito: commons.wikimedia.org
ampliar
Lago Groom e Área 51.

Um dos assuntos que mais chama a atenção dentro da Ufologia, sem dúvida, é a mítica Área 51. Situada no estado de Nevada, nos EUA, ocupa uma extensa área ao noroeste de Las Vegas.

 

Oficialmente, é uma base da US Air Force para testes de novas tecnologias, mas para muitos ufólogos essa área também abriga discos voadores que caíram na superfície terrestre. Alegam-se como evidências objetos voadores que fazem manobras consideradas impossíveis sobre o território da base.

 

Uma curiosidade é que essa base abriga a maior pista de pouso de aviões do mundo, com cerca de 10 km de extensão, parte sobre o lago Groom, na verdade em 'ex-lago' onde ficam as principais instalações. Esse terreno foi utilizado como site de testes nucleares nos anos 50, e ainda hoje apresenta, segundo ufólogos, níveis relativamente altos de radioatividade.

 

Para botar mais lenha nessa fogueira espacial, um suposto cientista que teria trabalhado lá nos anos 80, chamado Robert Lazar, contou à comunidade ufológica que teria visto e trabalhado em diversos aparatos de origem extraterrestre na base. Outro dado curioso é que todo o registro acadêmico de Lazar (graduação, pós-graduação) não existe... mas haveria colegas que teriam afirmado que ele realmente frequentou tais cursos. Mistério...

 

Algumas pessoas que tentam se aventurar de entrar na Área 51 de carro são barradas de forma intimidadora. A uma certa altura, placas advertem que quem ultrapassar aquele local pode sofrer ação 'letal' do governo americano. Para completar, em lugares estratégicos tem sempre uns 'capangas' de prontidão para não deixar ninguém passar, dentro de veículos do tipo 'caminhonete'.

 

A Área 51 é recheada de mistérios e mitos. Seria um local de testes de tecnologia 'reversa', utilizando-se sistemas descobertos de discos voadores, ou seria 'somente' um local de testes de novos aviões que nada tem a ver com o aspecto extraterrestre da coisa? Taí uma coisa que nem o Bill Clinton conseguiu descobrir quando era presidente da gringolândia...

E a descoberta é do mais jovem buraco negro já descoberto, na galáxia M-100, a uns 50 milhões de anos-luz daqui (comparando com o tamanho do Universo, é realmente na vizinhança, mas mesmo assim é longe prá dedéu).

 

Curioso que é um buraco negro de apenas 31 anos de idade, ou seja, sou mais velho que o bicho... :-)

 

Descoberta importantíssima, uma vez que será possível monitorar a vida de um buraco negro desde seu começo. Isso se a nossa espécie sobreviver ao que estamos fazendo aqui neste planeta judiado.

 

Curioso foi ver nas comunidades do Orkut: "A NASA vai anunciar a vinda de Nibiru!" Mais um nocaute da NASA. E o pior é que esse povo continua apanhando e não aprende... em 23/12/2012 vou fazer um post bem apropriado sobre este assunto aqui neste espaço.

 

Segue o link para o anúncio: http://www.nasa.gov/home/hqnews/2010/nov/HQ_10-299_CHANDRA.html

 

E este é o texto original, em inglês:

 

RELEASE : 10-299

 
 

NASA'S Chandra Finds Youngest Nearby Black Hole

 
 

WASHINGTON -- Astronomers using NASA's Chandra X-ray Observatory have found evidence of the youngest black hole known to exist in our cosmic neighborhood. The 30-year-old black hole provides a unique opportunity to watch this type of object develop from infancy.

The black hole could help scientists better understand how massive stars explode, which ones leave behind black holes or neutron stars, and the number of black holes in our galaxy and others.

The 30-year-old object is a remnant of SN 1979C, a supernova in the galaxy M100 approximately 50 million light years from Earth. Data from Chandra, NASA's Swift satellite, the European Space Agency's XMM-Newton and the German ROSAT observatory revealed a bright source of X-rays that has remained steady during observation from 1995 to 2007. This suggests the object is a black hole being fed either by material falling into it from the supernova or a binary companion.

"If our interpretation is correct, this is the nearest example where the birth of a black hole has been observed," said Daniel Patnaude of the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics in Cambridge, Mass. who led the study.

The scientists think SN 1979C, first discovered by an amateur astronomer in 1979, formed when a star about 20 times more massive than the sun collapsed. Many new black holes in the distant universe previously have been detected in the form of gamma-ray bursts (GRBs).

However, SN 1979C is different because it is much closer and belongs to a class of supernovas unlikely to be associated with a GRB. Theory predicts most black holes in the universe should form when the core of a star collapses and a GRB is not produced.

"This may be the first time the common way of making a black hole has been observed," said co-author Abraham Loeb, also of the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics. "However, it is very difficult to detect this type of black hole birth because decades of X-ray observations are needed to make the case."

The idea of a black hole with an observed age of only about 30 years is consistent with recent theoretical work. In 2005, a theory was presented that the bright optical light of this supernova was powered by a jet from a black hole that was unable to penetrate the hydrogen envelope of the star to form a GRB. The results seen in the observations of SN 1979C fit this theory very well.

Although the evidence points to a newly formed black hole in SN 1979C, another intriguing possibility is that a young, rapidly spinning neutron star with a powerful wind of high energy particles could be responsible for the X-ray emission. This would make the object in SN 1979C the youngest and brightest example of such a "pulsar wind nebula" and the youngest known neutron star. The Crab pulsar, the best-known example of a bright pulsar wind nebula, is about 950 years old.

"It's very rewarding to see how the commitment of some of the most advanced telescopes in space, like Chandra, can help complete the story," said Jon Morse, head of the Astrophysics Division at NASA's Science Mission Directorate.

The results will appear in the New Astronomy journal in a paper by Patnaude, Loeb, and Christine Jones of the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics. NASA's Marshall Space Flight Center in Huntsville, Ala., manages the Chandra program for the agency's Science Mission Directorate in Washington. The Smithsonian Astrophysical Observatory controls Chandra's science and flight operations from Cambridge.

E a NASA convocou uma conferência de imprensa para discutir uma descoberta do telescópio de raios-x Chandra.

 

Assim como o Antonio Fontenelle colocou em seu blog, também acho que é para discutir sobre a imensa estrutura descoberta em nossa galáxia. Nada com o se preocupar. Mas eu confesso que estou curioso para saber se realmente é isso.

 

Segue o texto da convocação da NASA (no original, em inglês):

 

WASHINGTON -- NASA will hold a news conference at 12:30 p.m. EST on Monday, Nov. 15, to discuss the Chandra X-ray Observatory's discovery of an exceptional object in our cosmic neighborhood.

The news conference will originate from NASA Headquarters' television studio, 300 E St. SW in Washington and carried live on NASA TV.

Media representatives may attend the conference, join by phone or ask questions from participating NASA locations. To RSVP or obtain dial-in information, journalists must send their name, affiliation and telephone number to Trent Perrotto at: trent.j.perrotto@nasa.gov by 10 a.m. EST on Nov. 15. Reporters wishing to attend the conference in-person must have a valid press credential for access. Non-U.S. media also must bring passports.

Scientists involved in the research will be available to answer questions. Panelists providing analysis of the research include:
- Jon Morse, director, Astrophysics Division, NASA Headquarters in Washington
- Kimberly Weaver, astrophysicist, NASA's Goddard Space Flight Center, Greenbelt, Md.
- Alex Filippenko, astrophysicist, University of California, Berkeley

For NASA TV streaming video, downlink and further information, visit:

http://www.nasa.gov/ntv


For more information about NASA's Chandra X-ray Observatory, visit:

http://www.nasa.gov/chandra

http://chandra.harvard.edu

- end -

 

Avistamentos

09.11.10 - 22h42
crédito: Portal UFO
ampliar
Adamski e seu disco voador.

Em relação a tudo que se refere sobre discos voadores, pelo menos uma coisa eu tenho certeza absoluta: se você não olhar para o céu, com certeza não vai ver nada. Nem aviões, nem helicópteros, nem meteoros, nem satélites artificiais, e nem... discos voadores.

 

Certamente este último é bem mais difícil de se ver, mas vai que uma hora você é 'contemplado'... mas sempre recomendo estudar o que é cada coisa no céu para não se enganar. Quanto mais você souber sobre isso, mais fácil de não ter confusão sobre o que você eventualmente observa.

 

Em algumas ocasiões fiquei com a pulga atrás da orelha, mas me convenci de que não era nada demais. Em duas oportunidades específicas, tenho certeza que vi coisas do outro mundo. Mas antes de falar sobre isso, acho importante compartilhar quais os critérios que pessoalmente adoto quando vejo algo estranho no céu:

 

1)  À noite é mais fácil haver confusão. A chance de ser algo bem terreno (humano ou natural) é bem maior;

 

2) Se o movimento é uniforme (não há mudanças bruscas de velocidade) é muito difícil ser um alienígena passeando;

 

3) Fique bem atento se o objeto faz movimentos muito bruscos (direção) ou muda de velocidade de forma muito variada. Aí as chances de ser algo que não é deste mundo aumentam;

 

4) Mesmo assim, pesquise se não ocorreram eventos naturais mais raros, como por exemplo um raio-bola ('bola' formada pelo gás atmosférico com íons; é mais fácil ser visto depois de um relâmpago, é instável e por isso dura alguns segundos. Costuma ter tons de vermelho e laranja, move-se de forma aleatória e também costuma produzir um barulho que varia de intensidade).

 

5) Discos voadores dificilmente fazem barulho. Quando fazem, na maior parte dos relatos é descrito como um zumbido.

 

6) Se você estiver com outra pessoa, é mais fácil conversar para chegar a uma conclusão mais lógica.

 

Faz uns 12 ou 13 anos eu vi um objeto brilhante (era noite) fazendo evoluções bem loucas mais um menos em cima do Morro de Ipanema, em Sorocaba / Iperó. Mas não considero como um disco voador, pois estava muito longe e não dava para inferir o que era com maior precisão. Sei que não era um raio bola, pois durou um bom número de minutos.

 

As duas vezes que vi algo realmente estranho foram em Sorocaba (interior de SP), e curiosamente em dois anos seguidos (1987 e 1988). O primeiro eu vi dentro do carro, e estava com meu pai (que também viu o objeto) e com meu irmão gêmeo, que não conseguiu observar.

 

Foi bem de manhã (por volta das 7:15hs) e foi muito rápido, coisa de 10 ou 15 segundos, até desaparecer visualmente atrás dos prédios (para quem conhece Sorocaba, foi na Rua da Penha perto da Moreira César). Passei lá novamente há algum tempo e acho que hoje seria muito difícil ter a mesma observação, devido ao número de prédios que foram construídos nesse meio tempo.

 

O objeto tinha forma de um prato invertido, com uma pequena 'alça' no topo. Até então eu nunca tinha dado bola para o assunto, e por curiosidade fui consultar se tinha alguma bibliografia na biblioteca da escola onde estudava. Qual não foi minha surpresa ao ver um livro de George Adamski onde tinha um objeto muito semelhante ao que eu havia visto!

 

Em 1988, estava eu na escola onde estudava, que tinha uma espécie de sacada que dava para três quadras poliesportivas. Era uma sacada bem grande, e eu estava sozinho (um professor havia faltado à aula e eu estava vendo um pessoal jogar basquete numa das quadras). Qual não foi minha surpresa ao ver um objeto em forma de 'charuto' que estava bem longe, mas me pareceu ser enorme, e tinha duas superfícies refletoras (ou emissoras) de luz que estavam apontando para a região da cidade onde eu estava.

 

Saí correndo para avisar meu irmão e outros amigos, e quando voltamos... já não estava mais lá. Chegando em casa, relatei o ocorrido para minha mãe que disse ter ouvido na rádio que algumas pessoas tinham ligado lá dizendo a mesma coisa.

 

E você, já viu alguma coisa estranha no céu? O que parecia? Ou você acha que tudo pode ser explicado de outra forma?

crédito: www.infa.com.br
ampliar
Tipos prováveis de seres alienígenas

Há algum tempo estou para escrever aqui sobre a suposta tipologia dos seres extraterrestres. Este é um assunto bem interessante (e controverso) dentro da Ufologia, motivo de muita conversa regada a cerveja no bar (e dependendo da quantidade ingerida e da imaginação do interlocutor, até com a participação especial de alguns dos seres)!  :-)

 

É importante, antes de tudo, dizer que essa tipologia foi baseada em RELATOS. Estes podem ser verdadeiros, mentirosos ou enganos.

 

Com base em tudo o que foi descrito, alguns ufólogos afirmam que seriam cerca de 30 as civilizações que nos visitariam, concentrados em cinco grupos. Segundo o site www.infa.com.br, são os seguintes (considerando aspectos anatômicos):

 

"TIPO ALFA – Mais conhecidos como "grays" (cinzas), são seres de pequenas estaturas, variando entre 1,00 a 1,40 metros de altura, os quais normalmente fazem as abduções de seres humanos. Tem cabeça grande, desproporcional ao corpo. Normalmente não tem nenhum pêlo no corpo. Os olhos, de um modo geral, são grandes e negros, sem pupilas aparentes. Aparecem em 67% dos casos.

 

Importante lembrar: pode haver seres com estas características que não são grays...


TIPO BETA – São seres relativamente parecidos com os seres humanos, com alturas variando aproximadamente entre 1,60 a 2,00 metros. Em outras palavras, se colocarem terno e gravata, irão passar desapercebidos no meio da multidão. Aparecem em 19% dos casos.


TIPO GAMA – São seres gigantescos, com alturas acima de 2,00 metros, chegando em alguns casos até 4,00 metros. Aparecem em 8% dos casos.

 

TIPO DELTA – Normalmente são descritos como sendo seres peludos (animais) ou simplesmente robôs. Aparecem em 3% dos casos.


TIPO ÔMEGA – São seres não físicos, normalmente descritos como seres energéticos. Aparecem em 2% dos casos.

 

TIPO SIGMA – Em poucos casos de ocorrência de avistamento de seres têm sido relatados pequenos seres com aproximadamente 15 centímetros de altura, os quais podem ter sido confundidos com animais. Aparecem em 1% dos casos. Na realidade, essa porcentagem é bem menor que 1% e aqui foi simplesmente arredondada para número inteiro."


Como descrito acima, os tipo 'Alfa', composto em maioria pelos famosos 'Grays' (aqueles costumeiramente relatados nos filmes de Hollywood) são os que mais aparecem. Têm sido descritos desde os anos 50 e quase nunca querem saber de papo. Pelos relatos, costumam "arrastar" a pessoa até a nave, fazer um monte de experimentos (muitos invasivos e que costumam doer, sem anestesia mesmo) e depois devolver a pessoa, mas nem sempre acertam o alvo: muitas vezes a pessoa aparece a 500, 600 km de distância de onde foi abduzida. Sacumé, o planeta é grande...  :-)

 

Os tipo Beta seriam anatomicamente (pelo menos a parte externa) muito parecidos conosco. Dependendo do comportamento, até mais 'normais' que muitos de nós... é do tipo que, se souber falar português e perguntar a hora na rua, você vai cumprimentá-lo e responder normalmente. O 'trabalho de campo' deles seria muito mais fácil do que o de um gray, portanto. Alguns desses foram descritos como do tipo 'nórdico' (parecidos com suecos, finlandeses, dinamarqueses, etc.).

 

Esses dois tipos somariam, segundo o INFA, e baseados em relatos do mundo inteiro, a 86% dos casos de contatos de humanos com seres de procedência alienígena.

 

Para quem se interessar, vale a pena entrar no site do INFA e ver mais informações.

 

Para pensar: se você encontrasse um ser desses (excetuando-se o Beta) na sua frente, o que faria?

É possível pensarmos, em um primeiro momento, em cinco tipos básicos de comportamento frente a um contato alienígena.

 

Antes de descrevê-los, cabe aqui uma descrição sobre o processo que será utilizado. Será feito o que se chama, na Sociologia, de ‘tipos ideais weberianos’. Esta idéia nasceu do cientista social alemão Max Weber, e consiste na tipificação de elementos em estados ‘ideais’. Os tipos não necessariamente são ‘puros’, ou seja, é possível haver a combinação, em uma pessoa, de características de dois ou mais ‘tipos ideais weberianos’, entretanto estes servem para descrever situações específicas que são referência dentro da teoria.

 

Os cinco tipos ideais que podemos apontar no caso de um contato alienígena oficial são:


1) Atitude ‘racional’ – a reação desse grupo de pessoas seria a de depurar o contato com seres de outro planeta de uma forma voltada a tentar entender, a partir de informações recebidas dos alienígenas após o contato, os seguintes pontos:


a. Como ? diz a atual ciência terrestre que a transposição de distâncias entre estrelas é uma tarefa que, se realizada pelos seres humanos, levaria muitos anos, devido a ‘limitação’ imposta pela velocidade da luz (300.000 km/s). Este tipo de pessoa tentaria entender qual foi a tecnologia empregada, e, caso esta se mova mais rápido do que a luz, como este processo pode ter sido executado. Na mente dessas pessoas, a tendência é de acreditar que a tecnologia que a espécie humana emprega atualmente é o máximo que uma civilização conseguiria atingir.


b. Quando ? por que os alienígenas não entraram em contato antes?


c. Porquê ? por quais motivos eles resolveram entrar em contato oficialmente? Há algum motivo específico? Eles vieram em paz ou não?

 

Somente após a elucidação destes três pontos este tipo de pessoa tomaria alguma atitude em relação ao contato. E tende a ser não uma atitude de medo, mas de curiosidade. Essas pessoas também tenderiam a acreditar que a vida cotidiana e o modo de pensar das pessoas mudariam com a interação com as formas de vida alienígena, mas não de forma radical.

 

2) Atitude ‘blasé’ – em um mundo onde o sistema capitalista tornou-se o monopólio da vida econômica e a preocupação com o ‘pão’ do dia seguinte é cada vez maior, há uma parcela de pessoas muito mais preocupada com os aspectos ‘micro’ (trabalho, família, bens pessoais, dinheiro) do que com os aspectos ‘macro’ (política, economia, ciência, enfim o mundo que os cerca) da vida.

 

Não digo aqui que os aspectos ‘micro’ não sejam importantes, afinal eles permeiam a vida de todos os seres humanos; entretanto, a importância dada a esta característica é supervalorizada por este tipo de pessoa. Tudo o que não corresponde aos aspectos ‘macro’ é rotulado como ‘cultura inútil’, e somente os itens mais imediatos e cotidianos são considerados ‘importantes’.

 

Essas pessoas estão tão atarefadas e preocupadas com seus assuntos particulares que, caso haja um contato ‘oficial’ com inteligências extraterrenas eles darão de ombros e dirão: ‘e daí?’ e continuarão concentrados em seus afazeres. A não ser, claro, que o contato alienígena seja de caráter hostil e modifique, de forma radical, suas atarefadas vidas.

 

3) Atitude de ‘pânico’ - Este é o tipo ‘clássico’ de reação a um contato alienígena. 


Segundo os ufólogos, este é o tipo de reação que os militares justificariam para evitar declarar a presença de seres extraterrestres na Terra, em nome da ‘segurança mundial’.


Pavor, medo, insegurança, desespero. Irracionalidade e pânico totais. Esta é a descrição que mais se aproxima deste tipo de reação. E é bem provável que algumas pessoas realmente tenham este comportamento. Entretanto, a hipótese apontada por este estudo é de que este será apenas um dos tipos de reação a um contato alienígena ‘oficial’.

 

4) Atitude de ‘idolatria’ – Para as pessoas enquadradas neste tipo, tudo o que os alienígenas disserem e fizerem será a mais pura e absoluta verdade. Afinal, uma civilização que viajou trilhões de quilômetros para chegar até nós somente traria palavras e ações mais ‘evoluídas’ do que as de nós, pobres e ignorantes seres humanos.

 

5) Atitude de ‘hostilidade’ – A presença de seres de outra parte do universo é um conceito inconcebível para este público. Para eles, a vida na Terra é única no universo, e a presença de seres de outro planeta não seria obra ‘divina’, seriam sim representantes do ‘mal’.

Devido a esta visão maniqueísta, boa parte das pessoas enquadradas neste tipo poderá vir de organizações religiosas de caráter conservador, independente da religião professada. Mas isto é somente uma hipótese.

 

Estes serão, muito provavelmente, os cinco ‘tipos ideais’ de reações quando da ocorrência de um contato alienígena ‘oficial’ em nosso planeta.

 

Entretanto, cada tipo de reação poderá ter um desdobramento diferente, ou um ‘sub-tipo’, dependendo das intenções da visita que recebermos. Os tipos ideais descritos acima ajustam-se mais para um contato oficial do tipo de um ‘intercâmbio’, onde não haveria um propósito de ajuda aos seres humanos em vários aspectos das nossas vidas (seja científico, político ou religioso), e nem hostil (no caso de uma invasão).

 

Podemos considerar também que o escopo do contato poderá variar para os alienígenas que entrarem em contato conosco. Penso ser mais importante discutirmos as intenções dos ets do que a morfologia propriamente dita (tamanho, tipo de astronave, etc.)

Assim como há várias culturas humanas povoando a Terra, muito provavelmente há várias culturas alienígenas, que podem ter diferentes intenções no contato com seres humanos.

 

Para traçarmos um perfil detalhado sobre as intenções dos seres alienígenas, temos a rica casuística acumulada ao longo de décadas. E elas apontam para três padrões distintos:

 

- Contatos amigáveis, com a intenção de auxiliar a espécie humana em alguns casos;


- Contatos hostis, que resultam em morte de seres humanos (embora boa parte seja auto-defesa dos ets ? será o medo universal?);


- Contatos que a princípio não revelam um intenção, seja amigável ou hostil (por exemplo: experiências genéticas, aparentemente cada vez mais comuns).

 

Cabe ressaltar aqui que a intenção deste ensaio é de somente apontar caminhos, não sendo portanto um documento conclusivo. Penso ser este um assunto complexo, que ainda tem um longo caminho para ser esgotado. E quando finalmente tivermos um contato dito ‘oficial’ com os alienígenas, ainda será somente o começo.

crédito: Crédito da imagem: http://1.bp.blogspot.com
ampliar

Há alguns anos, montei um artigo sobre o que poderia acontecer no caso de um contato oficial entre seres humanos e seres de outro(s) planeta(s).

 

Na verdade fiz um exercício, pois é praticamente imprevisível imaginar o que vai realmente acontecer se isso ocorrer. Esse artigo serviu de base para algumas perguntas que fiz na pesquisa com os internautas, e inclusive ele está inserido no artigo que enviei para a revista UFO, e que foi publicado nas edições 157 e 159 (com algumas modificações).

 

Segue o artigo original.

 

CONTATO OFICIAL – O QUE PODERÁ ACONTECER?

 

O fenômeno UFO é uma realidade; entretanto, as pessoas podem reagir das mais diversas formas em relação ao assunto. Há aqueles que estudam o fenômeno a fundo, os que acreditam mas não se interessam, os que não acreditam mas que não duvidam e aqueles que não acreditam e não querem saber do assunto.

 

Mas e se um dia o assunto discos voadores se tornar um assunto “institucional”, ou seja, ser reconhecido oficialmente pelos governos mundiais e de certa forma pertencer ao dia-a-dia das pessoas através de um contato direto com seres vindos de outro planeta, o que aconteceria? Muito se fala sobre um clima de pânico que tomaria conta das pessoas, mas será que este seria um comportamento generalizado? Vamos buscar, neste ensaio, a laboração de descrições das reações dos seres humanos, na hipótese de seres alienígenas enfim nos contatarem de forma oficial.

 

Uma coisa é certa na espécie humana: diante do desconhecido, o medo se manifesta. Afinal, é um sentimento de autopreservação. É o medo que faz a presa fugir do predador, que faz com que não se ande sozinho em um bairro perigoso tarde da noite, etc.

 

E diante da ocorrência de um contato com povos (supostamente) tecnologicamente superiores, o medo de que se inicie um processo de invasão ou escravização por parte dos visitantes é real e legítimo. Entretanto, à medida que o ‘desconhecido’ vai se tornando ‘conhecido’, o medo tende-se a dissipar.

 

Antes de entrarmos na análise propriamente dita da reação dos seres humanos frente ao contato com outros seres habitantes do universo, acredito ser interessante fazermos duas perguntas, às quais buscaremos desenvolver parte das respostas neste estudo:

 

1) Teriam todos os seres humanos as mesmas reações ou elas seriam diferentes, considerando os valores culturais, morais, religiosos e sociais de cada povo terrestre?


2) Seriam os visitantes pertencentes a um só povo ou seriam pertencentes a diferentes povos, com valores culturais, morais, religiosos e sociais distintos entre si?

 

A análise desse contato interestelar, partindo destas premissas, segue uma dinâmica muito complexa, com a existência de dezenas de variáveis cujas causas e conseqüências podem tornar a montagem de quaisquer ‘modelos’ uma tarefa inverossímil. Tentar esgotar estas premissas em um estudo é impossível, por isto a intenção neste momento é de apenas lançar algumas conjecturas.

 

A Terra é um planeta habitado, no período de tempo conhecido como início do século XXI, por quase 7 bilhões de seres humanos. Apresenta uma flora e fauna muito diversa, mas que a um ritmo razoável está se extinguindo, devido à ação predatória da espécie humana.

 

Os ‘homo sapiens’, como se autoproclamam seus habitantes, estão presentes há aproximadamente 100.000 anos no planeta (que por sua vez tem sua idade estimada em 4,6 bilhões de anos). Alguns acreditam que este foi criado por um ser superior, que o ‘criou do barro’, há pouco mais de 6.000 anos (teoria criacionista); outros seguem a teoria de que o homo sapiens veio de um ancestral comum a outro ramo de animais, parentes seus, chamado popularmente de macacos (teoria evolucionista).

 

À medida que foram se espalhando pela superfície do planeta, foram adquirindo uma capacidade de adaptação que é uma das características marcantes da espécie. E, com o tempo, surgiram comunidades que continham diferentes símbolos e signos para regular a vida coletiva. Desses diferentes signos e símbolos, surgiram as diversas culturas que existem nos diversos povos do planeta.

 

Nem mesmo a tão aclamada ‘globalização’, termo chamado para designar uma pretensa ‘união’ econômica do planeta graças aos imensos avanços tecnológicos ocorridos nos últimos 100 anos, conseguiu unir o planeta culturalmente. Há, hoje, milhares de sistemas culturais, sociais e religiosos distintos, que pregam diferentes formas de olhar o mundo onde habitam. E mesmo dentro de uma cultura específica, as pessoas reagem de diferentes formas a um mesmo estímulo, uma vez que as histórias de vida pessoais também interferem, e significativamente, no processo da percepção das pessoas como seres participantes da vida no planeta.

 

Por essa complexa cadeia de símbolos e signos existentes, é difícil acreditar em uma reação ‘uniforme’ para a ocorrência oficial da presença de seres extraterrenos.

 

Certamente haveria diferentes tipos de reação! O medo num primeiro momento seria comum, pois trata-se de um evento que fará as pessoas lidarem com o desconhecido de uma forma sem precedentes na história humana, mas esse medo muito provavelmente será canalizado de diferentes formas.

 

No próximo post continuaremos com este assunto.

A equação de Drake

03.10.10 - 22h39
ampliar
O astrônomo Frank Drake.

O astrônomo norte-americano Frank Drake criou, em 1961, uma equação para calcular a possibilidade de civilizações de fora de nosso planeta eventualmente entrarem em contato conosco. 

 

Essa equação possui as seguintes variáveis:


N = R x Fp x Ne x Fl x Fi x Fc x L


Onde:

 

N é o número de civilizações extraterrestres em nossa galáxia com as quais poderíamos ter chances de estabelecer comunicação.


R = é a taxa de formação de estrelas em nossa galáxia (por ano).


Fp = é a fração de tais estrelas que possuem planetas em órbita.


Ne = é o número médio de planetas que potencialmente permitem o desenvolvimento de vida por estrela que tem planetas.

 

Fl = é a fração dos planetas com potencial para vida que realmente desenvolvem vida.


Fi = é a fração dos planetas que desenvolvem vida que desenvolvem vida inteligente.


Fc = é a fração dos planetas que desenvolvem vida inteligente e que têm o desejo e os meios necessários para estabelecer comunicação.


L = é o tempo esperado de vida de tal civilização.


Embora a equação seja bastante objetiva, o modo de calculá-la passa a ser muito subjetivo. Muitas das variáveis tem que ser calculadas na base do ‘chutômetro’, mas em outras é possível ter algum tipo de balisamento.

 

Vamos fazer um exercício. Consideraremos dois cenários: um ‘pessimista’ e um ‘otimista’.

 

No cenário "pessimista", temos:


R = é a taxa de formação de estrelas em nossa galáxia; cerca de 100 bilhões (100.000.000.000) de estrelas;


Fp = é a fração de tais estrelas que possuem planetas em órbita; consideremos 10%, ou seja, aqui já vamos para 10 bilhões de estrelas;


Ne = é o número médio de planetas que potencialmente permitem o desenvolvimento de vida por estrela que tem planetas; vamos supor 0,5% – vamos para 50 milhões;


Fl = é a fração dos planetas com potencial para vida que realmente desenvolvem vida; vamos supor 1% - já estamos em 500 mil;


Fi = é a fração dos planetas que desenvolvem vida que desenvolvem vida inteligente; vamos considerar aqui 1% - 5 mil...


Fc = é a fração dos planetas que desenvolvem vida inteligente e que têm o desejo e os meios necessários para estabelecer comunicação; 1 por cento disso... 50...


L = é o tempo esperado de vida de tal civilização; 50 civilizações estamos considerando em todo o tempo de vida da Via Láctea, que hoje segundo os astrônomos tem cerca de 10, 11 bilhões de anos, temos como saber quantas já existiram e não existe mais, quantas existem hoje e quantas estão ainda para se formar?

 

Vamos considerar dentro dessas três possibilidades que a segunda condição (quantas existem hoje) seja de 1/3 = então teríamos entre 16 e 17 civilizações com essa capacidade de comunicação conosco.

 

Vamos agora ao cálculo otimista:


R = é a taxa de formação de estrelas em nossa galáxia; cerca de 100 bilhões (100.000.000.000) de estrelas;


Fp = é a fração de tais estrelas que possuem planetas em órbita; consideremos 50%, ou seja, aqui já vamos para 50 bilhões de estrelas;


Ne = é o número médio de planetas que potencialmente permitem o desenvolvimento de vida por estrela que tem planetas; vamos supor 10% –vamos para 500 milhões;


Fl = é a fração dos planetas com potencial para vida que realmente desenvolvem vida; vamos supor 10%; já estamos em 50 milhões;


Fi = é a fração dos planetas que desenvolvem vida que desenvolvem vida inteligente; vamos considerar aqui 10%; 5 milhões...


Fc = é a fração dos planetas que desenvolvem vida inteligente e que têm o desejo e os meios necessários para estabelecer comunicação; 10 por cento disso... 500 mil...


L = é o tempo esperado de vida de tal civilização; 500 mil civilizações estamos considerando em todo o tempo de vida da Via Láctea, que hoje segundo os astrônomos tem cerca de 10, 11 bilhões de anos, temos como saber quantas já existiram e não existe mais, quantas existem hoje e quantas estão ainda para se formar?

 

Vamos considerar dentro dessas três possibilidades que a segunda condição (quantas existem hoje) seja de 1/3 = então teríamos entre 160 mil e 170 mil civilizações com essa capacidade de comunicação conosco.

 

Isso considerando o total da nossa galáxia, que tem 100 mil anos-luz. Na nossa vizinhança, para ambas as possibilidades essa quantidade acaba por ser bem menor.

 

Quanto mais nossa ciência avançar no entendimento das variáveis da equação de Drake, estaremos mais perto de calcular (ter base para uma resposta objetiva) do que de estimar ("chutar" as variáveis existentes).

 

Atualmente é "permitido" somente estimar uma quantidade muito distinta de planetas, de acordo com as premissas que colocamos na equação. Uma grandeza numérica mais refinada virá com o tempo.


E você? É um pessimista ou um otimista? Como calcularia (ou estimaria) um número final para a equação de Drake?

Essa é a pergunta que eu mais ouço dos amigos quando converso sobre discos voadores. "Puxa, mas se eles existem, por quê não aparecem para a gente ver"?

 

Ah, se tudo na vida fosse tão simples...


Para imaginar porque eventuais civilizações extraterrestres que nos visitam não nos dizem um 'olá', vamos aplicar o 'role reverse' (vamos nos imaginar no lugar deles)...

 

Suponha que você esteja em uma grande nave próxima de um planeta com tradição bélica de longa data, onde os territórios conhecidos como 'países' não se entendem de jeito nenhum e vivem se pegando no pau. Além disso, há também uma longa tradição de crendices e superstições que rejeitam tudo o que é 'extra-ordinário' - tudo o que vem "de fora" é considerada coisa do "demo" - e aqui, definitivamente, não estamos falando de "demo"cracia.

 

Entre os que registram a sua presença através de fotos ou filmes, 98% ou se engana, ou faz montagens para se autoproclamar "arauto da nova era" ou faz montagens só de sacanagem mesmo.

 

Um punhado de gente se diz seu "amigo do peito", que deu várias voltas na sua nave, e você nunca viu esses caras mais gordos - e ainda por cima o poder da oratória desses caras faz um monte de gente acreditar nessas bobagens.

 

Nem todos estariam dispostos a ouvir o que você tem a dizer - entre os com muita disposição estão algumas organizações militares interessadas somente na sua tecnologia, muito mais avançada que a deles, mas que seria utilizada para dominar outros povos do planeta.


E aí, vai encarar?


É importante ressaltar que não há uma prova definitiva de presença alienígena no nosso planeta, mas a quantidade de relatos de coisas estranhas no céu, abduções, contatos dos mais variados graus é muito extensa.

 

E mesmo se a maioria for engano ou "enganação", ainda sobra um material muito extenso para investigar. Pena que relatos não façam parte do método científico, e muitos cientistas e pseudo céticos acham que as pessoas que fazem os relatos são retardadas, mas isso não invalida uma investigação. Afinal, como dizia Carl Sagan (o parâmetro de alguns dos pseudo céticos), 'A ausência de evidência não significa a evidência de ausência'. E ainda assim no caso da presença de discos voadores evidência é o que não falta.

 

Voltando ao nosso exercício: você faria amizade com alguém que maltrata os próprios irmãos? Talvez esta seja a chave da questão.

ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
Edição 185
Sumário Edições anteriores

CENTRAL DE ATENDIMENTO

(67) 3341-8231
Horário: das 09h00 às 18h00, de segunda a sexta (exceto feriados)

FORMAS DE PAGAMENTO

Formas de pagamento

NOTÍCIAS MAIS VISUALIZADAS

+ NOTÍCIAS
2011 © Editora Evolução Ltda.
Todos os direitos reservados. Termos de Uso. Declaração de privacidade.