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É possível pensarmos, em um primeiro momento, em cinco tipos básicos de comportamento frente a um contato alienígena.

 

Antes de descrevê-los, cabe aqui uma descrição sobre o processo que será utilizado. Será feito o que se chama, na Sociologia, de ‘tipos ideais weberianos’. Esta idéia nasceu do cientista social alemão Max Weber, e consiste na tipificação de elementos em estados ‘ideais’. Os tipos não necessariamente são ‘puros’, ou seja, é possível haver a combinação, em uma pessoa, de características de dois ou mais ‘tipos ideais weberianos’, entretanto estes servem para descrever situações específicas que são referência dentro da teoria.

 

Os cinco tipos ideais que podemos apontar no caso de um contato alienígena oficial são:


1) Atitude ‘racional’ – a reação desse grupo de pessoas seria a de depurar o contato com seres de outro planeta de uma forma voltada a tentar entender, a partir de informações recebidas dos alienígenas após o contato, os seguintes pontos:


a. Como ? diz a atual ciência terrestre que a transposição de distâncias entre estrelas é uma tarefa que, se realizada pelos seres humanos, levaria muitos anos, devido a ‘limitação’ imposta pela velocidade da luz (300.000 km/s). Este tipo de pessoa tentaria entender qual foi a tecnologia empregada, e, caso esta se mova mais rápido do que a luz, como este processo pode ter sido executado. Na mente dessas pessoas, a tendência é de acreditar que a tecnologia que a espécie humana emprega atualmente é o máximo que uma civilização conseguiria atingir.


b. Quando ? por que os alienígenas não entraram em contato antes?


c. Porquê ? por quais motivos eles resolveram entrar em contato oficialmente? Há algum motivo específico? Eles vieram em paz ou não?

 

Somente após a elucidação destes três pontos este tipo de pessoa tomaria alguma atitude em relação ao contato. E tende a ser não uma atitude de medo, mas de curiosidade. Essas pessoas também tenderiam a acreditar que a vida cotidiana e o modo de pensar das pessoas mudariam com a interação com as formas de vida alienígena, mas não de forma radical.

 

2) Atitude ‘blasé’ – em um mundo onde o sistema capitalista tornou-se o monopólio da vida econômica e a preocupação com o ‘pão’ do dia seguinte é cada vez maior, há uma parcela de pessoas muito mais preocupada com os aspectos ‘micro’ (trabalho, família, bens pessoais, dinheiro) do que com os aspectos ‘macro’ (política, economia, ciência, enfim o mundo que os cerca) da vida.

 

Não digo aqui que os aspectos ‘micro’ não sejam importantes, afinal eles permeiam a vida de todos os seres humanos; entretanto, a importância dada a esta característica é supervalorizada por este tipo de pessoa. Tudo o que não corresponde aos aspectos ‘macro’ é rotulado como ‘cultura inútil’, e somente os itens mais imediatos e cotidianos são considerados ‘importantes’.

 

Essas pessoas estão tão atarefadas e preocupadas com seus assuntos particulares que, caso haja um contato ‘oficial’ com inteligências extraterrenas eles darão de ombros e dirão: ‘e daí?’ e continuarão concentrados em seus afazeres. A não ser, claro, que o contato alienígena seja de caráter hostil e modifique, de forma radical, suas atarefadas vidas.

 

3) Atitude de ‘pânico’ - Este é o tipo ‘clássico’ de reação a um contato alienígena. 


Segundo os ufólogos, este é o tipo de reação que os militares justificariam para evitar declarar a presença de seres extraterrestres na Terra, em nome da ‘segurança mundial’.


Pavor, medo, insegurança, desespero. Irracionalidade e pânico totais. Esta é a descrição que mais se aproxima deste tipo de reação. E é bem provável que algumas pessoas realmente tenham este comportamento. Entretanto, a hipótese apontada por este estudo é de que este será apenas um dos tipos de reação a um contato alienígena ‘oficial’.

 

4) Atitude de ‘idolatria’ – Para as pessoas enquadradas neste tipo, tudo o que os alienígenas disserem e fizerem será a mais pura e absoluta verdade. Afinal, uma civilização que viajou trilhões de quilômetros para chegar até nós somente traria palavras e ações mais ‘evoluídas’ do que as de nós, pobres e ignorantes seres humanos.

 

5) Atitude de ‘hostilidade’ – A presença de seres de outra parte do universo é um conceito inconcebível para este público. Para eles, a vida na Terra é única no universo, e a presença de seres de outro planeta não seria obra ‘divina’, seriam sim representantes do ‘mal’.

Devido a esta visão maniqueísta, boa parte das pessoas enquadradas neste tipo poderá vir de organizações religiosas de caráter conservador, independente da religião professada. Mas isto é somente uma hipótese.

 

Estes serão, muito provavelmente, os cinco ‘tipos ideais’ de reações quando da ocorrência de um contato alienígena ‘oficial’ em nosso planeta.

 

Entretanto, cada tipo de reação poderá ter um desdobramento diferente, ou um ‘sub-tipo’, dependendo das intenções da visita que recebermos. Os tipos ideais descritos acima ajustam-se mais para um contato oficial do tipo de um ‘intercâmbio’, onde não haveria um propósito de ajuda aos seres humanos em vários aspectos das nossas vidas (seja científico, político ou religioso), e nem hostil (no caso de uma invasão).

 

Podemos considerar também que o escopo do contato poderá variar para os alienígenas que entrarem em contato conosco. Penso ser mais importante discutirmos as intenções dos ets do que a morfologia propriamente dita (tamanho, tipo de astronave, etc.)

Assim como há várias culturas humanas povoando a Terra, muito provavelmente há várias culturas alienígenas, que podem ter diferentes intenções no contato com seres humanos.

 

Para traçarmos um perfil detalhado sobre as intenções dos seres alienígenas, temos a rica casuística acumulada ao longo de décadas. E elas apontam para três padrões distintos:

 

- Contatos amigáveis, com a intenção de auxiliar a espécie humana em alguns casos;


- Contatos hostis, que resultam em morte de seres humanos (embora boa parte seja auto-defesa dos ets ? será o medo universal?);


- Contatos que a princípio não revelam um intenção, seja amigável ou hostil (por exemplo: experiências genéticas, aparentemente cada vez mais comuns).

 

Cabe ressaltar aqui que a intenção deste ensaio é de somente apontar caminhos, não sendo portanto um documento conclusivo. Penso ser este um assunto complexo, que ainda tem um longo caminho para ser esgotado. E quando finalmente tivermos um contato dito ‘oficial’ com os alienígenas, ainda será somente o começo.

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Elaine Krauss Serrano 24.10.2010 às 21h43

Com relação a contatos, lendo sobre Stanton Friedman e o Caso Barney e Betty. Ela pediu um souvenir. O alien, com certeza, através da telepatia, disse que por ele, ela poderia levá-lo, mas seu comandante não quer que ela se lembre do evento. Isto significa que, se o comandante deles é o Senhor Jesus, Ele sabe mais de nós do que nós mesmos sabemos sobre nós. Sabe dela, também. Foram escolhidos a dedos. Não por acaso. Por que o Comandante deles não se fez presente na nave? Isto significa que, no momento da abdução, o Comandante estava, de longe, monotorando o casal Hill e dando instruções aos ETs de como procederem. Ela pediu o souvenir, eles não o deram. O Comandante ouviu, telepaticamente, o pedido dela e negou a dar o souvenir. Onde estava o Comandante neste momento em que ela pediu o souvenir? O Comandante deles monitora nossa Terra e sabe muito sobre cada um de nós.
ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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