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crédito: Haktan Akdogan - Sirius UFO
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Falsos UFOS. Trata-se de reflexo de luminária em vidraça!
Fraudes ocorrem em todos os locais e, infelizmente, a ufologia não é uma exceção. Até mesmo por suas características, a ufologia ainda permite que pessoas não capacitadas ou reconhecidas como ufólogos, venham a público expor suas “opiniões”. Estas opiniões são na maioria das vezes apenas ingênuas e superficiais. Mas algumas outras “opiniões são cheias de sarcasmo ou mesmo maldade. A pior conseqüência que as fraudes acarreta para a ufologia é levar ao descrédito o trabalho sério e competente de pesquisadores que realizam seus trabalhos com custos pessoais, familiares e financeiros. Mas o que motiva as pessoas realizarem imagens ufológicas fraudadas? Um dos motivos são os céticos que desejam debochar da ufologia e dos ufólogos, procurando desacreditá-los e diminuí-los perante a opinião pública. Outro motivo seria por pura diversão, uma brincadeira que, quem a faz, julga inocente e sem maiores consequências. Um terceiro motivo seria para testar a “eficiência” dos ufólogos em desvendar as fraude. Ainda ocorre de o fraudador agir assim para, conquistar prestígio no meio ufológico visando ser reconhecido como um “contatado” ou coisa semelhante. Muitos ainda buscar uma vantagem pecuniária, tentando vender a imagem que produziram para os meios de comunicação. Sabemos que ocorre uma porcentagem extremamente alta de enganos em relação às imagens, pois quem as obtém não possuem conhecimento de ótica, fotografia, meteorologia, astronomia e outras ciências mais, as quais são imprescindíveis quando se tenta analisar o que realmente o equipamento fotográfico ou videográfico capturou. Assim, frequentemente muitas pessoas nos enviam suas fotografias e filmes com verdadeira convicção de que registraram um OVNI autêntico. Um dos modos mais comuns empregados para fraudar imagens fotográficas é a utilização de programas de edição de imagens, sendo possível realizar fotomontagens bastante sofisticadas. Algumas câmaras permitem que se faça “dupla exposição”, imprimindo uma imagem diretamente sobre outra. Suspender um pequeno objeto em frente à frente da câmara ou então arremessá-los ao ar são meios bastante utilizados também. Produzir efeitos utilizando vidros e janelas são bastante comuns também, pois os reflexos podem ser orientados para que tenham o céu como plano de fundo e uma simples luminária refletida pode enganar até mesmo alguns ufólogos experimentados.
crédito: ufonews
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Pareidolia - parece um disco voador, mas trata-se de um avião em meio a névoa!
Por vezes me perguntam: “Como é que eu faço para analisar imagens ufológicas?” Pois eu acredito que, primeiramente é importante uma boa base teórica e depois algum tempo de prática com imagens já analisadas e com resultado conhecido, para depois, junto a um grupo de aficionados pelo tema, ir progredindo nas análises. Acho muito importante que se esteja filiado a algum grupo (diria mesmo que é fundamental), para que os membros possam discutir as análises entre si. Várias vezes já mudei de opinião sobre a identidade de um objeto em uma imagem após discutir em grupo. A base teórica consiste em adquirir conhecimentos teórico/práticos sobre fotografia, ótica, fenômenos meteorológicos e astronomia. Também é importante estudar as fraudes e enganos já comprovados, para evitar que venhamos a cometer os mesmos erros de interpretação. Para analise de fotos em película (convencionais), tendo o negativo, eu o examino com lupas de 3X, 5X, e 20X de aumento. Na sequência examino o negativo em microscópio com aumento de até 160X. Examinar imagens em cópias fotográficas (fotografia impressa) é muito temerário, a menos que a cópia seja de muito boa qualidade de grande ampliação. Para as fotos digitais, é importante ter um leitor de dados EXIF. EXIF (Exchangeable Image File Format - Formato de Arquivo de Imagem Intercambiável) é um padrão de armazenamento de informações da (e na) imagem. Imagens com EXIF indexados permitem a gravação de informações da imagem desde a data e horário até as configurações da câmera para aquela foto, como abertura, exposição, modo do flash, etc. Além de servir oferecer uma base de dados para o usuário (que não precisa mais ficar anotando os dados de cada foto em uma caderneta para analisar os dados depois), o EXIF serve também para fornecer informações para serem usados nas configurações automáticas de uma impressora por exemplo, de forma a otimizar a impressão de acordo com as variáveis de cada imagem. O EXIF pode ser exibido pelo Windows XP no resumo avançado das propriedades da imagem, pelo Photoshop 07 ou superior no FileBrowser, em visualizadores de Imagem como o ACDSeee e ThumbsPlus, ou com softwares específicos. Eu, particularmente, utilizo o IrfanView. Para análise de pixels (comparação) eu uso o o Corel Photo Paint e o Adobe Photo Shop, que permitem ampliar, alterar brilho e contraste, bem como utilizar alguns filtros, que são comuns aos outros softwares. Portanto, ainda como conhecimento teórico é importante saber utilizar algum software de edição de imagens. Após ter estudado toda a parte teórica, já dá para fazer análise seguras, com resultado confiáveis? Minha resposta: NÃO! É preciso praticar muito, pois em ufologia, após se adquirir muita teoria, a gente descobre que é mais importante a prática do que a gramática. Ou melhor, a teoria sem prática é falha e, a prática sem teoria é manca!
crédito: http://www.dfrc.nasa.gov/gallery/photo/index.html
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Foto falseada
Inicio este blog com uma imagem divulgada na internet como sendo de aviões circulares os quais estariam sendo produzidos nos Estados Unidos da América do Norte, e que seriam então confundidos com discos voadores. Na verdade trata-se de uma fotomontagem, sendo que a foto original se encontra ainda hoje no site http://dfrc.nasa.gov/gallery/photo/index.html.
Na minha primeira postagem está a foto original.
crédito: http://www.dfrc.nasa.gov/gallery/photo/index.html
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Foto real
A partir de 1947, com o relato de Kennet Arnold, têm-se o início da “era moderna da ufologia”. Desde então as evidências fotográficas passaram a ter um caráter de inquestionabilidade, que prosseguiu até a década de 1960. Neste período algumas fraudes fotográficas começaram a ser desmascaradas.
Houve a necessidade então, por parte dos ufólogos, de se estudar com profundidade, os fundamentos da fotografia, para se evitar afirmar serem discos voadores o que na verdade não passavam de enganos, ilusões de ótica e fraudes. Com esta prática adotada, verificou-se que algo entre 95% a 98% das imagens ditas como sendo de objetos voadores não identificados, são apenas fraudes + ou – 15%) e erros de interpretação (80% a 83%).
Hoje, considerando as possibilidades de manipulação digital de imagens os esforços de filtragem do material fotográfico de teor ufológico necessita sempre de sofisticadas e acuradas análises e, equipamentos especiais e softwares modernos são imprescindíveis para se ter um alto grau de confiabilidade no resultado, seja ele positivo ou negativo. Assim, aquele que pretende analisar imagens fotográficas ou videográficas, tem que conhecer, necessariamente, fundamentos de fotografia, ótica, e editores de imagem, além de conhecer ainda que superficialmente, astronomia e efeitos astronômicos como os causados por satélites artificiais, por exemplo. Deve também estudar vários casos fraudados já pesquisados e cujos resultados já são bem conhecidos para tentar obter os mesmos resultados por seus próprios meios. Analisar os casos já consagrados como autênticos também é importante, para se adquirir vivência de experiência.
Pode-se dizer que os enganos ocorrem de modo inconsciente ou sem má-fé. Uma pessoa acredita mesmo ter fotografado um disco voador, o qual poderia estar visível ou invisível na hora da foto. Normalmente são brilhos e reflexos nas lentes, aberrações fotográficas (efeitos de ótica) ou então pequenos objetos que passam muito rápido em frente à objetiva, como insetos e pássaros. Já as fraudes se caracterizam pela ação consciente, ou com má-fé. É preparada pelo fotógrafo, através dos vários processos. Costumeiramente o autor da fraude insiste em manter sua história e encaminha a mesma imagem para diversos grupos ufológicos até receber uma opinião emitida por um grupo qualquer, sem o menor embasamento científico, que cofirme sua “estória”. Infelizmente dentro da ufologia existem muitos que se dizem pesuisadores os quais são, no fundo, apenas "deslumbrados" com o fenômeno, e autenticam como real qualquer coisa que apareça em fotos ou vídeos. Esta atitude provoca polêmicas desnecessárias na ufologia e fornece munição para os céticos negacionistas de plantão.
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