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Missão da Nasa vai estudar o Sol

18.06.13 - 21h37
crédito: nasa.gov
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missão Iris vai capturar dados em cerca de 1% do Sol ao mesmo tempo

DA AGÊNCIA BRASIL

 

A agência espacial norte-americana, Nasa, vai lançar no final deste mês uma missão para estudar o Sol. Batizada de Iris (do inglês, Interface Region Imaging Spectrograph), a missão vai fornecer informações sobre uma região enigmática da atmosfera solar, chamada de interface. O lançamento está previsto para o dia 26 de junho, da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia.

 

Segundo a Nasa, a região de interface é bastante quente e relativamente fina – para parâmetros espaciais, com 3 mil a 6 mil quilômetros de espessura. O estudo vai compreender de que maneira a energia que aquece a camada superior da atmosfera solar (coroa) chega até lá. A temperatura na interface é quase 1 milhão de graus Celsius, cerca de mil vezes mais do que a da coroa.

 

Cientistas querem entender porque essa energia tem efeito sobre diversos aspectos do espaço próximo à Terra. Informações da Nasa apontam que, por um lado, apesar da intensa quantidade de energia depositada na região de interface, apenas uma fração ultrapassa as camadas superiores, mas é capaz de impulsionar o vento solar. A região de interface também é a maior fonte de emissão de raios ultravioleta do Sol, que afetam tanto o ambiente do espaço próximo à Terra, quanto o clima do nosso planeta.

 

A partir de imagens de alta resolução, a missão Iris vai capturar dados em cerca de 1% do Sol ao mesmo tempo. O uso de computação avançada vai ajudar a Nasa a interpretar o que for capturado. De acordo com a agência norte-americana, a leitura dessas informações não poderia ser feita antes do advento dos supercomputadores pela dificuldade em entender o percurso que a energia percorre.

 

A missão será lançada pelo foguete Pegasus 40 e vai viajar ao redor da Terra na trajetória do nascer do Sol, a cerca de 627 quilômetros acima da superfície da Terra. Essa órbita foi escolhida porque fornece quase oito meses de visão livre do Sol e maximiza a capacidade da Iris para transmitir os dados.

Pesquisadores criam Rede Brasileira de Astrobiologia

16.06.13 - 17h33

DA AGÊNCIA BRASIL

 

Com o objetivo de integrar a comunidade científica e partilhar os trabalhos, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da Universidade de São Paulo (NAP–Astrobio-USP) e do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) criaram a Rede Brasileira de Astrobiologia (RBA). Para viabilizar o sistema de troca de informações, instituições de diversos estados contribuíram na criação da RBA. O site www.astrobilogia.net.br está em funcionamento desde maio deste ano.

 

“A ideia da rede é criar um sistema, em princípio, virtual para aumentar a integração de pesquisadores e educadores na área de astrobiologia no Brasil. Como essa é uma área relativamente recente no país, tanto em pesquisa quanto em educação, as pessoas ainda não se conhecem muito bem e falta informação de quem faz o que e sobre qual assunto", explicou Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, também pesquisador associado do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da USP e um dos fundadores da rede.

 

Por astrobiologia, disse Galante, entende-se uma área multidisciplinar. “Astrobiologia é uma área de pesquisa relativamente recente no país e no mundo. A ideia dessa área é entender o fenômeno da vida no universo: quais os processos que levaram à origem da vida no nosso planeta, como ela se desenvolveu e evoluiu no planeta ao longo do tempo, como esse desenvolvimento foi alterado, como a biologia está relacionada a fenômenos astronômicos e astrofísicos e como a vida se distribuiu no nosso planeta, entre outros”, disse o pesquisador.

 

Para incluir o trabalho de pesquisa na rede basta entrar no site, na seção chamada Associe-se. Não há cobrança de taxa de inscrição ou de mensalidade. No entanto, é necessário comprovar que o trabalho realmente exista. O pedido de associação de qualquer membro ou trabalho será avaliado pela Comissão de Implantação, que poderá ou não aceitar o pedido.

 

“Na seção Associe-se será preenchido um formulário no qual se informa, além dos dados básicos [do pesquisador], os dados do trabalho que está sendo desenvolvido nessa área. As informações são enviadas para a coordenação da rede, da qual faço parte, e serão analisadas. Uma vez que, de fato, elas sejam comprovadas, o cadastro será incluído e ficará disponível online”, explicou Galante, em entrevista à Agência Brasil. Segundo ele, qualquer pessoa poderá consultar o banco de dados.

Meteorito é visto em Santiago del Estero na Argentina

21.04.13 - 18h58

O vídeo abaixo é de um suposto meteorito que foi avistado em Santiago del Estero na Argentina na madrugada deste domingo. Segundo informações, o meteorito foi visto em várias partes do país:

 

Pedras extraterrestres na Terra

14.04.13 - 14h18
crédito: Reprodução
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Meteorito do Bendegó é o maior encontrado no Brasil até hoje

EDVAN LESSA* E NÁDIA CONCEIÇÃO**

da Agência Ciência e Cultura da UFBA


A raça humana não quer acabar como os dinossauros, provavelmente extintos por objetos vindos de fora do planeta, e se mantém na vanguarda do improvável. Uma arma de paint ball para lançar tinta de cor clara sobre um asteroide  - e fazer com que a incidência de fótons, partículas de luz, desviasse sua rota – seria no mínimo eficiente para prevenir quedas de corpos extraterrestres, não fosse uma tentativa à longo prazo. A ideia é de Sung Wook Paek, premiado em concurso interno do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

 

Cerca de 40 toneladas de pó cósmico se chocam com a Terra todos os dias, segundo declarou Alberto Veloso, geofísico da Universidade de Brasília. Mas ainda segundo o especialista, essas partículas são perigosas quando superam os 50 metros. Ainda assim, para evitar que mais pedregulhos caiam de surpresa, o NEOSSat foi colocado a 800 km do planeta, no dia 25 de fevereiro. O satélite canadense do tamanho de uma maleta é uma espécie de sensor alerta para a Terra, já que o nosso escudo, a atmosfera, não nos protege de todos os meteoritos que “vem do céu”.

 

A humanidade vive um clima de insegurança por causa das notícias de quedas de objetos extraterrestres em diversos lugares do planeta. Não é comum, porém, que as pessoas compreendam o nível de risco existente quando um objeto desaba do espaço. Afinal, estamos em perigo? A chuva de meteoritos que deixou mais de mil pessoas feridas na cidade industrial de Cheliabinsk, região russa dos Urais, estimulou a pesquisa espacial, mas aflorou os ânimos da comunidade leiga.

 

Especialistas asseguram que as chances de um meteorito cair são remotas. E mesmo com algumas incidências fora do país eles podem tombar em qualquer lugar. De acordo com o professor Wilton Pinto de Carvalho, do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Brasil, Minas Gerais é o estado onde foi registrada a maior quantidade de meteoritos. “Mas isso não significa que [lá] seja mais propenso a cair meteoritos. As descobertas aumentam graças ao conhecimento de que as rochas encontradas têm valor científico”, esclarece.

 

Outros estados não se dedicam a estudar os materiais que caem do espaço com o mesmo empenho que o estado mineiro o faz. “Eu atribuo isso à falta de educação básica; de educação formal. Nos Estados Unidos, na Austrália e Europa esses fenômenos são divulgados e mais meteoritos chegam às instituições. O Brasil possui apenas 61 meteoritos, quando deveria ter pelo menos 600”, critica Carvalho.

 

Impactos de Asteroides


 

O jornal europeu The Guardian e o co-fundador da Vizuality e da CartoDB, empresas especializadas em soluções gráficas para dados estatísticos, Javier de la Torre, elaboraram um mapa que identifica os locais onde há maior evidência do impacto de asteroides em todo o globo. De 2300 a.c. até hoje já são mais de 34 mil registros, quase 35. O número, contudo, não inclui as possíveis quedas de meteoritos na água ou em regiões inabitadas.

 

 

A região do Brasil onde mais houve impacto de asteroides, de acordo com o mapa, é a Sudeste; são pelo menos 25 registros. No estado de Minas Gerais foram divulgados 20 objetos. A região Norte é onde há menor incidência; o único caso catalogado nessa parte do país foi na cidade de Belém, em 1989. Ademais, em toda Bahia, apenas cinco são conhecidos por especialistas. Dentre eles está o meteorito de Bendegó, o maior achado extraterrestre do país, encontrado por um garoto sertanejo em 1784. O peso da rocha é de 5, 36 toneladas e seu tamanho, 2,15m x 1,5 e 0,65 m.

 

 

*Edvan Lessa é estudante de Jornalismo da Facom-UFBA e bolsista da Agência de Notícias Ciência e Cultura.

**Nádia Conceição é jornalista e bolsista da Agência de Notícias Ciência e Cultura.

 

Nota do blog: e se você acha que tem uma pedra em casa que pode ser um meteorito, siga os passos abaixo, sugeridos pelo site meteoritos.com.br:

 

 

Vejo vocês no próximo post. Enquanto isso estou no twitter: www.twitter.com/jonatasmobile.

Mitos e verdades sobre meteoritos

05.04.13 - 11h04
crédito: JorgeBRAZIL
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Meteorito no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro

EDVAN LESSA* E NÁDIA CONCEIÇÃO**

da Agência Ciência e Cultura da UFBA

 

Existe um ar mitológico que envolve os astros. Muitas pessoas ainda desconhecem ou os estereotipam, desconhecendo as suas particularidades. O Bendegó foi achado em uma cidade próxima à cidade de Itiúba chamada Uauá e lá existia uma lenda.

 

De acordo com o meteoricista Wilton Carvalho, o Bendegó era uma pedra encantada e o povo acreditava que seu sofrimento com a seca era porque a pedra foi retirada do local. “Essa lenda ficou na minha cabeça. O meu povoado foi onde o Bendegó embarcou para Salvador. No local foi feito um marco de pedra  que existe até hoje e todo meu trabalho foi para desmitificar a lenda e provar que ele não era encantado”, detalha.

 

Meteoros e afins

Sob o rastro de uma “estrela cadente” muitos pedidos já foram feitos. Triste é saber que eles jamais serão atendidos. Nada de sobrenatural ocorre quando um meteoro cai do céu. Trata-se de uma porção de matéria, geralmente do tamanho de um grão de arroz, que se desintegra no espaço depois de acordar de um sono em que permaneceu imutável por bilhões de anos e gera o fenômeno que avistamos. Esses corpos foram desagregados por conta da radiação do Sol, ou se orginaram de choques frequentes, especialmente no Cinturão de Asteroides (espécie de “entulho celeste”) situado entre as órbitas de Marte e Júpter.

 

Os meteoros também podem ser produzidos por meteoroides. Esses últimos são restos de cometas e asteroides que passeiam pelo universo e podem ser menores que um átomo,menor partícula que caracteriza um elemento químico. Ao atingirem a Terra os meteoros são chamados de meteoritos, minúsculas partículas, restos de cometas e outros corpos celestes, que pesam cerca de 10 gramas. Quase sempre têm o tamanho de grãos de feijões, mas podem ser ainda menores.

 

A variação do brilho dos meteoroides é resultado do atrito que este corpo sofre ao atingir a atmosfera terrestre. Nessa camada, o meteorito se inflama, causando um espetáculo no céu semelhante a fogos de artifício. A sua velocidade pode variar de 42 Km/seg para 72 Km/seg, e se manifestam a uma altura de aproximadamente 120 Km quando “acendem”, e de 70 Km quando “apagam” totalmente ao serem incinerados.

 

Dentro de uma rocha extraterrestre

Quando caem sobre a Terra, atraídos pela força gravitacional, tanto os meteoros quanto os meteoroides são chamados de meteoritos. Na maioria das vezes são fragmentos de rochas ou de ferro de tamanho variável e forma irregular. Sua estrutura também pode variar de microfragmentos, a pedaços de rochas de alguns metros de diâmetro.

 

Segundo o professor Carvalho, nem sempre o que chega de lá de cima é meteorito. Ele exemplifica que a rocha encontrada em Salvador, há pelo menos duas semanas, não é um meteorito. “Eu já posso dizer isso só visualizando. Ele é o que chamamos de canga, que são minerais que passam por um processo de hidratação, onde o ferro começa a se transformar em outros minerais.”, desmitifica. O objeto classificado como meteorito está enferrujado, o que confirma a opinião do meteoricista.

 

De acordo com o pesquisador, para comprovar se esses materiais espaciais são realmente meteoritos é realizada uma análise química para saber de que eles são compostos. “Podemos perceber que 90% dos meteoritos têm níquel e ferro. Então, se você acha níquel em uma rocha, há probabilidade de ser um meteorito”, detalha.

 

“Primeiramente fazemos uma análise no olhar, onde vemos as texturas, as crostas, [se] não tem vesícula, [se] não tem furinho, se for de ferro ou metálico…”, comenta Carvalho a respeito do primeiro contato com o meteorito. “[Contudo,] existem meteoritos de todos os tipos, logo, para ter certeza se é, e de qual [é o seu] tipo, temos que fazer a análise química e depois física”, elucida o o professor Wilton Carvalho.

 

A análise dos minerais em laboratório é feita por um geólogo e passa por um espectrograma para fazer o exame petrográfico, que indica as características estruturais, mineralógicas equímicas das rochas. “Existem determinados minerais que só encontramos nos meteoritos. Se você encontrar um mineral chamado hematita ou calcita em quantidade não é meteorito”, completa o pesquisador que alerta sobre os parâmetros para essa análise das rochas.

 

Estudos sobre meteoritos no Brasil

Os trabalhos acadêmicos sobre meteorito são raros nas universidades, institutos, centros e observatórios do país. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaicias  (INPE), por exemplo, realiza projetos para inclusão e educação científica; observações da atividade solar, estudos sobre geodinâmica, astrofísica, dentre outros, mas nenhum trabalho acerca das rochas espaciais. Segundo Wilton Carvalho, o Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é a instância que mais se destaca em projetos sobre meteoritos.

 

Na Bahia, o Observatório Astronômico Antares, vinculado à Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) possui projetos sobre Astronomia Extragalática – que lida com objetos fora da Via Láctea, Lixo espacial e Física de plasma – quarto estado físico da matéria, presente no Sol, por exemplo, mas também não lida com a ocorrência de impactos de asteroides.

 

De acordo com o professor da UFBA, a Meteorítica, ciência que estuda os meteoritos e outros materiais extraterrestres, que ajudam a compreender a origem e história do sistema solar, ainda não tinha se constituído e a maioria dos cientistas não acreditavam na existência de rochas vindas do espaço. “As perspectivas levantadas na descoberta do Bendegó era de que havia uma valiosa jazida de minério de ferro”, afirma o pesquisador da UFBA.

 

O primeiro contato do professor Wilton Carvalho com a “Pedra de Bendegó” foi em 1888, em uma visita ao museu que hoje o abriga. A experiência aconteceu sete anos antes de Bendegó ter sido reconhecido como um provável meteorito, através de comunicado escrito pelo inglês Aristides Franklin Mornay, à Sociedade Real de Londres.

 

*Edvan Lessa é estudante de Jornalismo da Facom-UFBA e bolsista da Agência de Notícias Ciência e Cultura.

**Nádia Conceição é jornalista e bolsista da Agência de Notícias Ciência e Cultura.

 

Vejo vocês no próximo post. Enquanto isso estou no twitter: www.twitter.com/jonatasmobile.

Nave tripulada russa faz viagem espacial em tempo recorde

29.03.13 - 13h11
crédito: Carla Cioffi/NASA
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Soyuz TMA-08M decolou de base no Cazaquistão no dia 29 de março

 

DA AGÊNCIA LUSA

 

A nave russa Soyuz-08M, que transportava os cosmonautas russos Pavel Vinogradov e Alexandre Misurkin e o astronauta norte-americano Christopher Cassidy, atracou à Estação Espacial Internacional (EEI) depois de realizar o primeiro voo tripulado "expresso".

 

Segundo a Agência Espacial da Rússia (Roscosmos), a Soyuz TMA-08M, que decolou às 0h44 horas de Moscou da base Baikonur, é a primeira nave tripulada a chegar à EEI de "forma rápida", que permite reduzir de 48h para 6h a duração do voo.

 

Antes, este novo "modo expresso" foi utilizado com êxito durante várias missões da nave russa de carga Progress.

 

"A manobra de atracagem efetuou-se às 06h32, horário de Moscou, em regime automático", detalhou a Roscosmos, acrescentando que a nova tripulação permanecerá em órbita durante 168 dias.

 

O russo Vinogradov é o cosmonauta mais experiente da tripulação, contando com duas missões espaciais. O astronauta norte-americano Cassidy realizou uma viagem à EEI a bordo de um transportador da NASA, enquanto Misurkin realiza o seu primeiro voo espacial.

 

Os integrantes da nova tripulação realizarão um programa científico de 42 experiências, descarregarão quatro naves de carga Progresso e o cargueiro europeu ATV-4, e também farão vários passeios espaciais.

 

Atualmente, a estação orbital é tripulada pelo russo Roman Romanenko, pelo norte-americano Thomas Marshburny e pelo canadense Chris Hadfield.

 

Mais uma bola de fogo cruza os céus: dessa vez foi nos Estados Unidos

25.03.13 - 12h49
Categoria: ASTRONOMIA
crédito: Reprodução / Globo News
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Câmera flagrou o objeto

Aconteceu de novo! No sábado (23) uma bola de fogo cruzou os céus da costa oeste dos Estados Unidos a câmera de segurança de um estacionamento flagrou o objeto.

 

De acordo com o portal G1 o chefe do escritório de meio ambiente da Nasa, Bill Cooke, disse que pode se tratar de um meteoro, que se desintegrou ao entrar na atmosfera terrestre.

 

Outros casos

 

Ainda em 2013 o asteroide 2012 DA14 passou a 28.163 quilômetros da Terra por volta das 17h40 (horário local de Brasília) do dia 15 de fevereiro.

 

Poucas horas antes e no mesmo dia, um meteoro caiu na Rússia e deixou centenas de pessoas feridas.

Agência Espacial Europeia divulga mapa mais preciso do início do Universo

21.03.13 - 12h31
crédito: ESA–Planck Collaboration/AFP
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Imagem da ESA identifica os primeiros vestígios de radiação

 

A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou nesta quinta-feira (21) uma imagem com o mapa mais preciso do início do Universo já feito até hoje. A representação traz os primeiros vestígios de luz captados logo após o Big Bang.

 

O mapa foi feito com base em uma coleta de dados realizado por 15 meses e meio pelo telescópio Planck da ESA. O objeto foi lançado em 2009 em busca da primeira luz emitida após o Big Bang. 

 

O registro guarda a origem de todas as estrelas e galáxias conhecidas atualmente e é um dos mais fortes indícios da existência da "Grande Explosão" que gerou o universo.

 

 

Via G1

Imagens do espaço são transformadas em criaturas

19.03.13 - 05h54

Sabe aquela brincadeira de ver desenhos em nuvens? Pois bem, o ilustrador inglês Chris Keegan resgatou esse hábito tão comum e fez o mesmo com fotos da NASA. Por meio da manipulação digital no Photoshop, surgem animais como pinguim, borboleta e até uma cabeça que parece ser de um extraterrestre. Veja só: 

 

 

Vi no blog Blah Cognitivo.

Tempestade solar poderá atingir a Terra nesta segunda (18)

18.03.13 - 13h08
crédito: Nasa
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Ejeção de massa coronal

 

da Agência Brasil com informações da Nasa

 

O observatório solar da Agência Espacial Norte-americana (NASA) registrou na última sexta-feira (15) uma erupção do Sol que enviou toneladas de partículas solares em direção à Terra, fenômeno chamado de ejeção de massa coronal. Pela velocidade com que a massa se desloca, os cientistas calculam que ela pode atingir a Terra nesta segunda-feira (18).

 

Conheça o canal de Tecnologia do Portal EBC

 

O evento pode causar tempestades geomagnéticas, fenômeno que acontece quando fortes rajadas de vento solar atingem a Terra e as ondas de radiação chocam com a magnetosfera, alterando a intensidade e a direção do campo magnético terrestre. Satélites, sistemas de telecomunicações e aparelhos eletrônicos podem ser afetados.

 

A NASA informa que, no passado, tempestades parecidas como esta, causadas por massa coronal do Sol, foram normalmente de intensidade leve a média e não chegaram a interromper o funcionamento de sistemas elétricos, telecomunicações nem GPS.  A agência diz, no entanto, que o fenômeno causou aurora (fenômeno óptico) perto dos polos.

 

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