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Telescópio captura brilho ultravioleta

05.04.11 - 13h00
crédito: ESO/Manu Mejias
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A imagem de um aglomerado de estrelas a 200 mil anos-luz brilhando de forma intensa e emitindo radiação ultravioleta foi capturada pelo Europena Southern Observatory, e foi feita pelo Very Large Telescope.

 

Cercado por uma nebulosa de hidrogênio ionizado, o NGC 371 se localiza na galáxia vizinha Large Magellanic Cloud e é cercado por uma nebulosa de hidrogênio ionizado, se tornando um berçário com altas taxas de nascimento de estrelas, responsáveis indiretas pela beleza da imagem. Elas emitem radiação ultravioleta, o que faz com que o gás remanescente, como o hidrogênio, brilhe intensamente.

 

A imagem em alta resolução pode ser encontrada no site do ESO.

 

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Novo mapa de gravidade da Terra

04.04.11 - 06h40

Este vídeo da Globo News mostra o novo mapa de gravidade da Terra que, segundo cientistas, ajudará no estudo de oceanos, das mudanças no nível do mar e também na descoberta de informações importantes sobre a estrutura interna do planeta, como os processos que provocam terremotos.

 

As imagens foram divulgadas pela Agência Espacial Europeia.

 

 

 

 

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Sistema Solar primitivo era como algodão doce

31.03.11 - 09h30

Posto aqui no Céu em Pauta mais uma daquelas matérias que nos mostram que o universo está sempre em movimento e transformação. Confira:

 

Um material frágil e poroso, parecido com algodão doce, deu origem às sólidas rochas do nosso Sistema Solar.


A teoria não é nova, mas pela primeira vez cientistas conseguiram encontrar evidências geológicas que mostram como se formaram as primeiras rochas que deram origem a corpos sólidos como a Terra.


O trabalho, publicado na Nature Geoscience, é mais uma forte prova a favor do que experimentos em laboratório e modelos teóricos já haviam mostrado: as primeiras rochas do nosso sistema eram como grandes algodões doces (na consistência apenas, não no sabor...).


Essas rochas “algodão” se formaram há bilhões de anos no grande disco de poeira e gás que deu origem ao Sistema Solar – a Nebulosa Solar. Esse material foi compactado durante anos graças à extrema turbulência do sistema, se transformando em uma rocha mais dura. Isso abriu caminho para a formação de planetas como a Terra, de luas, asteróides...


Pesquisadores do Imperial College London, liderados pelo Dr Phil Bland, chegaram a essa conclusão após analisar o fragmento de um corpo conhecido como meteorito condrito carbonáceo. Proveniente do cinturão de asteróides entre Júpiter e Marte, ele se formou nos primórdios do Sistema Solar, quando partículas de poeira microscópicas colidiram umas nas outras, se juntando a partículas maiores chamadas “côndrulos”, com cerca de um milímetro.


O condrito carbonáceo foi analisado com uma técnica que dispara elétrons na amostra. Isso permite estudar a orientação e posição das partículas microscópicas que se juntaram ao redor dos côndrulo. O resultado da análise foi um padrão uniforme, que só poderia acontecer se a rocha tivesse sofrido grande impacto no espaço.


Esta é a primeira vez que foi possível reconstruir quantitativamente a história dos materiais mais antigos do Sistema Solar.


Texto de Paula Rothman para INFO Online

 

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Ilustração mostra as estrelas de 1235 planetas

30.03.11 - 16h25
crédito: Jason Rowe, Kepler Mission
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Uma imagem divulgada ontem pela Nasa mostra todos os 1235 candidatos a planetas já descobertos pela nave Kepler. Eles aparecem como pontos pretos nas grandes esferas amareladas.

 

De acordo com informações da Revista Info OnLine, a ilustração mostra todos os candidatos já descobertos orbitando suas estrelas; estas estão ordenadas por tamanho e em escala. O nosso Sol aparece como referência, na mesma escala, sozinho no canto superior direito. Júpiter e a Terra aparecem em trânsito na sua frente.

 

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Chuck Yeager para revista Época: 'Por que iríamos a Marte?'

09.10.10 - 17h31

Em entrevista à revista Época, Chuck Yeager, piloto responsável pela quebra da barreira do som em 1947, não vê motivos para uma missão tripulada ao planeta Marte. Confira o trecho com a declaração:

 

ÉPOCA - Com o Programa Constellation, a Nasa planeja voltar à Lua em 2020, como preparação para uma missão a Marte. O que acha disso? (Em fevereiro de 2010, o presidente Barack Obama cancelou a construção da base lunar e postergou indefinidamente o programa de uma missão à Marte)

 

Yeager - Bom, se eu fosse da Nasa não iria gostar da minha resposta (risos). Eu acho um desperdício de dinheiro voltar à Lua para fazer uma colônia num lugar onde não existe ar nem água, fazendo da Lua um primeiro estágio para saltar na direcção de Marte. Por que nós iríamos querer ir até Marte? A Nasa faria muito melhor se continuasse a exploração não-tripulada, como fez com os jipes marcianos. Eles fizeram um belo trabalho com sistemas não-tripulados. Construir uma colônia na Lua com duas ou três centenas de pessoas lá dentro vai acabar num erro catastrófico. Se ocorrer alguma rachadura na estrutura, todos morrerão. A Nasa está desperdiçando dinheiro só para obter publicidade. É isso que eu acho!

 

Clique aqui e leia a entrevista completa.

 

COMENTÁRIO: Acredito que certas coisas apenas um homem pode fazer e procurar. Um robô é limitado e pode não ter a mesma habilidade de pesquisa que o olho/intuição humanos. Por outro lado, se existe mesmo vida no planeta Marte (os famosos marcianos que querem invadir a Terra), será esse o estopim da guerra entre os mundos tão prevista por Hollywood e pela ficção científica?

 

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As bactérias que sobreviveram no espaço e em Marte

25.08.10 - 23h40

Li no G1 sobre as bactérias que sobreviveram 553 no espaço e aqui no portal sobre o estudo sobre os microorganismos de um rio espanhol que podem viver em Marte e tenho um comentário a fazer.

 

Quando pensamos em vida fora da Terra, imaginamos uma vida como a que vivemos aqui. Esquecemos, ou deixamos de colocar na pauta de discussão, a capacidade de adaptação dos seres vivos às mais diversas situações e condições, até mesmo às mais extremas.

 

Essas descobertas mostram que vida fora da Terra é possível. Talvez ainda não tenhamos chegado ao nível tecnológico necessário para avançarmos nessas pesquisas e conhecermos as reais possibilidades de adaptação dos seres vivos, mas isso não quer dizer que viver fora daqui é impossível.

 

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Revista Science fala sobre efeito previsto por Einstein

23.08.10 - 13h00
crédito: Foto: NASA, ESA, Eric Jullo / JPL, Priyamvada Natarajan / Yale, Jean-Paul Kneib / Université de Provence / G1
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Lente gravitacional de Abell 1689 com a matéria escura no detalhe em roxo.

Quem conhece a obra de Albert Einstein sabe que ele foi um cientista muito a frente de seu tempo e a próxima edição da revista Science vai comprovar isso. A publicação vai falar sobre o efeito da lente gravitacional, previsto pelo cientista quando estava elaborando a Teoria Geral da Relatividade, no início do século XX.

 

Segundo a teoria, corpos muito massivos possuem um forte campo gravitacional que é capaz de desviar até mesmo raios luminosos, realizando o papel de uma lente comum. Ela foi aplicada em um estudo realizado no superaglomerado de galáxias Abell 1689, que fica a 2,2 bilhões de anos-luz do nosso planeta.

 

Ele foi usado por uma equipe de astrônomos liderada pelo cosmólogo Priyamvada Natarajan, como uma lente gravitacional cósmica para o estudo da matéria escura. Por meio do objeto, galáxias de fundo tiveram a luz projetada e desviada, sendo detectadas pelos telescópios e posteriormente estudadas pelo grupo.

 

Foi a primeira vez que o efeito previsto por Albert Einstein foi colocado em prática.

 

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Fotografia mostra possível erupção em galáxia

21.08.10 - 13h50
crédito: Raios-X - NASA/CXC/KIPAC/N. Werner, E. Million; ondas de rádio - NRAO/AUI/NSF/F. Owen / G1
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A galáxia M87

Aqui no blog estamos mostrando inúmeras composições fotográficas que a NASA vem divulgando. Essas imagens são obtidas graças ao avanço da tecnologia e nos ajuda a visualizar melhor o universo, demonstrando que ele realmente é muito maior do que imaginamos. Para os cientistas, essa é uma oportunidade de começar a entender os mistérios do universo. Para os astrônomos amadores, são imagens apaixonantes e impressionantes.

 

A composição que vou mostrar hoje foi retirada do portal G1 e mostra uma imagem da galáxia M87. Ela está localizada a 50 milhões de anos-luz do nosso planeta, no rumo da constelação da Virgem, que pode ser vista nos dois hemisférios da Terra. Na imagem podemos perceber um vulcão, que segundos os cientistas é causado pela presença de um buraco negro.

 

A composição foi feita usando fotografias dos Telescópio Chandra e do observatório Very Large Array, nos EUA.

 

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Estudo aponta atividade no mais antigo aglomerado de galáxias

20.08.10 - 09h26
crédito: NASA / JPL-Caltech / Texas A&M / G1
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Imagem do aglomerado composta por observações dos telescópios Spitzer e Subaru

Pesquisadores da Universidade Texas A&M divulgaram um estudo no The Astrophysical Journal Letters afirmando que o mais antigo aglomerado de galáxias ainda produz centenas de milhares de novas estrelas todo ano.

O fato chamou a atenção em um trabalho coordenado por Kim-Vy Tran, astrônoma do departamento de física e astronomia da universidade. O trabalho durou 4 meses e contou ainda com um grupo internacional de cientistas.

O CLG J02182-05102 foi identificado pela primeira vez em maio de 2010 pelo astrônomo Casey Papovich. Ele tem 60 galáxias e é o aglomerado mais antigo conhecido, formado 4 bilhões de anos após o Big Bang.

A descoberta traz ainda algo inusitado: o centro do aglomerado produz mais estrelas que as bordas, o inverso do que acontece nas galáxias do Grupo Local, onde a Via Láctea está localizada.

Aqui no blog já falamos do misterioso brilho de uma nebulosa da constelação de Touro e do caso da magnetar que desafia a teoria da evolução das estrelas. Será esse mais um mistério para os cientistas?

 

Você pode ler a matéria completa no site do Portal G1.

 

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O misterioso brilho de nebulosa da constelação do Touro

18.08.10 - 21h35
crédito: NASA / ESA / Hubble / R. Sahai / JPL / G1
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A nebulosa IRAS 05437+2502 e o 'V' misterioso

Vi no Portal G1 que a NASA divulgou imagens do Telescópio Hubble mostrando a nebulosa IRAS 05437+2502. Na imagem é possível vermos um "V" invertido no topo da nebulosa e isso deixa os cientistas com um mistério a solucionar: o que ilumina a região?

 

O local é localizado na direção da constelação de Touro e é um berçário de estrelas e tem extensão aparente de apenas 1/18 de uma lua cheia.

 

Uma bela imagem do céu, sem dúvida nenhuma. Talvez a mais bonita que já vi até hoje. Aliás, o espaço sempre nos proporciona excelentes imagens e os telescópios vieram para ajudar os cientistas em seus estudos e de quebra nos porporcionar visões tão bonitas do universo, como as imagens que temos vistos nas últimas semanas aqui no Observatório.

 

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ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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