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Androide permitirá exploração à distância de planetas e Lua

02.07.11 - 10h12
crédito: Agência EFE
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Androide Justin: tato e sensores de força

Os novos rumos na exploração espacial: androides, que cada vez mais desempenham funções na ciência, agora também vão explorar o espaço. Veja na reportagem da Agência EFE:

 

Um androide dotado de tato e com sensores de força possibilitará a exploração à distância da Lua e de planetas, anunciou nesta quinta-feira a Agência Espacial Europeia (ESA), que indicou que o robô ficará pronto "em dois ou três anos".


O androide recebeu o nome de Justin, está sendo desenvolvido pelo Centro Aeroespacial Alemão e poderá ser controlado à distância pelos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS). A ESA explicou em comunicado que o robô será capaz de reproduzir com exatidão os movimentos dos astronautas na ISS, e que estes utilizarão um exoesqueleto para trabalhar à distância. Isso lhes permitirá operar com a mesma precisão que teriam se estivessem fisicamente no lugar onde o robô estiver, segundo a agência.

A agência acrescentou que, para transformar a robótica e as técnicas de telepresença em uma ferramenta padrão das futuras missões espaciais, prepara uma conexão entre a Terra e a ISS que permitirá o controle de experiências com robôs no complexo orbital.

Trata-se de uma iniciativa, conhecida como Meteron, que "permitirá testar as tecnologias necessárias para as futuras missões de prospecção da Lua, de Marte ou outros corpos do sistema solar", explicou a ESA.

Na primeira fase do Meteron, os astronautas da estação espacial controlarão à distância um protótipo do veículo Eurobot a partir de um computador equipado com um joystick e monitores especiais.

Este protótipo possui quatro rodas e dois braços, conta com um avançado sistema de navegação, câmeras e sensores e está sendo desenvolvido desde 2008 no Centro Europeu de Pesquisa e Tecnologia Espacial da ESA na Holanda.

Na fase seguinte, os astronautas poderão conduzir um robô dotado de "tato" e sensores de força, um sistema com o qual poderão controlar androides como o Justin. "Graças a estes sensores, os astronautas poderão sentir a força real que o robô fará em seu campo de trabalho", disse André Schiele, chefe do Laboratório de Telerrobótica e Háptica da ESA.

"Isto será especialmente útil para deslocar rochas ou desenvolver tarefas complexas, como a montagem de equipes", acrescentou.

 

 

Vejo vocês no próximo post. Enquanto isso estou no twitter: @jonatasmobile.

O início do 6º apocalipse

08.04.11 - 08h04

Reproduzo aqui no blog uma interessante matéria que vi no Estadao.com.br. Ela fala sobre o fato de estarmos a beira de um novo apocalipse. Nada tão fantástico, espetacular ou trágico como desenha os filmes americanos. A matéria sugere que o processo é gradual e flui de forma natural.

 

 


Nos últimos 500 milhões de anos ocorreram cinco extinções em massa. A última, faz 65 milhões de anos, liquidou os dinossauros e, com eles, mais de 75% das espécies de seres vivos. Agora um grupo de cientistas compilou tudo que sabemos sobre esses cinco episódios de extinção com o objetivo de responder a uma pergunta: será que a extinção de espécies que estamos observando nos últimos séculos é o início da sexta extinção em massa?

 

A vida surgiu no planeta há 3,5 bilhões de anos, mas somente nos últimos 500 milhões de anos surgiram seres vivos com partes sólidas (esqueletos e carapaças), que podem ser preservados sob a forma de fósseis. Durante esse período muitas espécies novas surgiram, mas a maioria delas já se extinguiu. Apesar de não sabermos o número exato de espécies que habitam hoje o planeta, ou o número de espécies que existiram no passado, sabemos que a biodiversidade encontrada nos registros fósseis é muito maior que a biodiversidade existente hoje na Terra. Das 4 bilhões de espécies que já habitaram o planeta talvez somente 40 milhões se encontram entre nós. Mais de 99% da biodiversidade que já habitou a Terra está extinta.

 

O surgimento e o desaparecimento de espécies ocorrem constantemente, mas, como o processo é lento em relação ao tempo que cada um de nós permanece vivo, temos a ilusão de que a vida na Terra é relativamente estável. A verdade é que o estudo das diferentes camadas de fósseis mostra que houve cinco grandes extinções, definidas como períodos em que mais de 75% das espécies foram extintas ao longo de uns poucos milhares de anos.

 

Renovação

Apesar desses episódios parecerem catastróficos, foram eles que permitiram a renovação dos tipos de seres vivos que habitavam o planeta. Foi com a extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás que os mamíferos tiveram a chance de florescer e se diversificar, originando os primatas e, recentemente (menos de 500 mil anos), o Homo sapiens. Mesmo os dinossauros só puderam ocupar um espaço relevante no planeta com o desaparecimento de seus antepassados na grande extinção que ocorreu faz 200 milhões de anos.

 

A primeira grande extinção ocorreu há 443 milhões de anos e liquidou 86% das espécies; a segunda, 359 milhões de anos atrás, liquidou 75% dos seres vivos. As seguintes, há 251 milhões, 200 milhões e 65 milhões de anos, liquidaram respectivamente 96%, 80% e 76% das espécies. Não se sabe ao certo as causas de cada grande extinção, mas em todas se acredita que houve uma mudança rápida (ao longo de poucos milhares de anos) no ambiente, seja por causa de mudanças de temperatura (443 milhões e 359 milhões de anos atrás), de grandes erupções vulcânicas ou a queda de meteoritos (251 milhões e 65 milhões de anos atrás) ou do aquecimento global e aumento da quantidade de gases de efeito estufa (200 milhões de anos atrás).

 

Os cientistas acreditam que em todos os casos houve uma combinação de fatores que alterou o meio ambiente, provocando a morte de grande parte dos seres vivos. Quando os cientistas analisaram o que sabemos sobre a atual perda de biodiversidade provocada, a destruição de diversos ecossistemas e as mudanças climáticas, e compararam com o que ocorreu no passado, chegaram à conclusão de que a perda recente de biodiversidade não é suficientemente extensa para caracterizar o que está ocorrendo como o sexto grande evento de extinção. Mas quando a possibilidade de extinção de todas as espécies que hoje são listadas como ameaçadas de extinção foi incluída na análise, a perda de biodiversidade é suficientemente grande para classificar o processo como a sexta grande extinção, capaz de destruir mais de 75% das formas de vida existentes.

 

Incertezas

O que fica evidente é que a incerteza na avaliação das perdas atuais de biodiversidade e na estimativa do número de espécies presentes hoje no planeta (não sabemos ainda o que existe em ambientes como a Amazônia), combinado com o pouco que sabemos sobre o que ocorreu nos outros cinco eventos de extinção, faz com que esta análise, apesar de extremamente importante, ainda esteja sujeita a muitas incertezas. Mas se o que está ocorrendo no planeta for o início da sexta grande extinção, estamos vivendo o início do verdadeiro apocalipse.

 

Como grande parte das mudanças que estão ocorrendo é causada pelo homem, e ainda pode ser parcialmente revertida, talvez seja possível evitar que tenhamos o mesmo destino dos dinossauros. Por outro lado, talvez tenha chegado a hora de seguirmos o exemplo e cedermos nosso lugar para outras formas de vida.

 

 

 

Vejo vocês no próximo post. Enquanto isso estou no twitter: www.twitter.com/jonatasmobile.

 

O início do 6º apocalipse

08.04.11 - 08h04

Reproduzo aqui no blog uma interessante matéria que vi no Estadao.com.br. Ela fala sobre o fato de estarmos a beira de um novo apocalipse. Nada tão fantástico, espetacular ou trágico como desenha os filmes americanos. A matéria sugere que o processo é gradual e flui de forma natural.

 

 


Nos últimos 500 milhões de anos ocorreram cinco extinções em massa. A última, faz 65 milhões de anos, liquidou os dinossauros e, com eles, mais de 75% das espécies de seres vivos. Agora um grupo de cientistas compilou tudo que sabemos sobre esses cinco episódios de extinção com o objetivo de responder a uma pergunta: será que a extinção de espécies que estamos observando nos últimos séculos é o início da sexta extinção em massa?

 

A vida surgiu no planeta há 3,5 bilhões de anos, mas somente nos últimos 500 milhões de anos surgiram seres vivos com partes sólidas (esqueletos e carapaças), que podem ser preservados sob a forma de fósseis. Durante esse período muitas espécies novas surgiram, mas a maioria delas já se extinguiu. Apesar de não sabermos o número exato de espécies que habitam hoje o planeta, ou o número de espécies que existiram no passado, sabemos que a biodiversidade encontrada nos registros fósseis é muito maior que a biodiversidade existente hoje na Terra. Das 4 bilhões de espécies que já habitaram o planeta talvez somente 40 milhões se encontram entre nós. Mais de 99% da biodiversidade que já habitou a Terra está extinta.

 

O surgimento e o desaparecimento de espécies ocorrem constantemente, mas, como o processo é lento em relação ao tempo que cada um de nós permanece vivo, temos a ilusão de que a vida na Terra é relativamente estável. A verdade é que o estudo das diferentes camadas de fósseis mostra que houve cinco grandes extinções, definidas como períodos em que mais de 75% das espécies foram extintas ao longo de uns poucos milhares de anos.

 

Renovação

Apesar desses episódios parecerem catastróficos, foram eles que permitiram a renovação dos tipos de seres vivos que habitavam o planeta. Foi com a extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás que os mamíferos tiveram a chance de florescer e se diversificar, originando os primatas e, recentemente (menos de 500 mil anos), o Homo sapiens. Mesmo os dinossauros só puderam ocupar um espaço relevante no planeta com o desaparecimento de seus antepassados na grande extinção que ocorreu faz 200 milhões de anos.

 

A primeira grande extinção ocorreu há 443 milhões de anos e liquidou 86% das espécies; a segunda, 359 milhões de anos atrás, liquidou 75% dos seres vivos. As seguintes, há 251 milhões, 200 milhões e 65 milhões de anos, liquidaram respectivamente 96%, 80% e 76% das espécies. Não se sabe ao certo as causas de cada grande extinção, mas em todas se acredita que houve uma mudança rápida (ao longo de poucos milhares de anos) no ambiente, seja por causa de mudanças de temperatura (443 milhões e 359 milhões de anos atrás), de grandes erupções vulcânicas ou a queda de meteoritos (251 milhões e 65 milhões de anos atrás) ou do aquecimento global e aumento da quantidade de gases de efeito estufa (200 milhões de anos atrás).

 

Os cientistas acreditam que em todos os casos houve uma combinação de fatores que alterou o meio ambiente, provocando a morte de grande parte dos seres vivos. Quando os cientistas analisaram o que sabemos sobre a atual perda de biodiversidade provocada, a destruição de diversos ecossistemas e as mudanças climáticas, e compararam com o que ocorreu no passado, chegaram à conclusão de que a perda recente de biodiversidade não é suficientemente extensa para caracterizar o que está ocorrendo como o sexto grande evento de extinção. Mas quando a possibilidade de extinção de todas as espécies que hoje são listadas como ameaçadas de extinção foi incluída na análise, a perda de biodiversidade é suficientemente grande para classificar o processo como a sexta grande extinção, capaz de destruir mais de 75% das formas de vida existentes.

 

Incertezas

O que fica evidente é que a incerteza na avaliação das perdas atuais de biodiversidade e na estimativa do número de espécies presentes hoje no planeta (não sabemos ainda o que existe em ambientes como a Amazônia), combinado com o pouco que sabemos sobre o que ocorreu nos outros cinco eventos de extinção, faz com que esta análise, apesar de extremamente importante, ainda esteja sujeita a muitas incertezas. Mas se o que está ocorrendo no planeta for o início da sexta grande extinção, estamos vivendo o início do verdadeiro apocalipse.

 

Como grande parte das mudanças que estão ocorrendo é causada pelo homem, e ainda pode ser parcialmente revertida, talvez seja possível evitar que tenhamos o mesmo destino dos dinossauros. Por outro lado, talvez tenha chegado a hora de seguirmos o exemplo e cedermos nosso lugar para outras formas de vida.

 

 

 

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Show de flauta na Estação Espacial Internacional

07.04.11 - 11h20

A astronauta americana Catherine Coleman fez um vídeo em um momento de folga, tocando flauta em gravidade zero. Isso mesmo, flauta. Veja:


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Telescópio captura brilho ultravioleta

05.04.11 - 13h00
crédito: ESO/Manu Mejias
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Clique para ver a imagem completa

A imagem de um aglomerado de estrelas a 200 mil anos-luz brilhando de forma intensa e emitindo radiação ultravioleta foi capturada pelo Europena Southern Observatory, e foi feita pelo Very Large Telescope.

 

Cercado por uma nebulosa de hidrogênio ionizado, o NGC 371 se localiza na galáxia vizinha Large Magellanic Cloud e é cercado por uma nebulosa de hidrogênio ionizado, se tornando um berçário com altas taxas de nascimento de estrelas, responsáveis indiretas pela beleza da imagem. Elas emitem radiação ultravioleta, o que faz com que o gás remanescente, como o hidrogênio, brilhe intensamente.

 

A imagem em alta resolução pode ser encontrada no site do ESO.

 

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Sistema solar em 3D

04.04.11 - 09h36

Entre um clique e outro descobri o Solar System Scope, site que simula o sistema solar em 3D interativo.

 

Clique aqui para conhecer e navegar.

 

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Novo mapa de gravidade da Terra

04.04.11 - 06h40

Este vídeo da Globo News mostra o novo mapa de gravidade da Terra que, segundo cientistas, ajudará no estudo de oceanos, das mudanças no nível do mar e também na descoberta de informações importantes sobre a estrutura interna do planeta, como os processos que provocam terremotos.

 

As imagens foram divulgadas pela Agência Espacial Europeia.

 

 

 

 

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Sistema Solar primitivo era como algodão doce

31.03.11 - 09h30

Posto aqui no Céu em Pauta mais uma daquelas matérias que nos mostram que o universo está sempre em movimento e transformação. Confira:

 

Um material frágil e poroso, parecido com algodão doce, deu origem às sólidas rochas do nosso Sistema Solar.


A teoria não é nova, mas pela primeira vez cientistas conseguiram encontrar evidências geológicas que mostram como se formaram as primeiras rochas que deram origem a corpos sólidos como a Terra.


O trabalho, publicado na Nature Geoscience, é mais uma forte prova a favor do que experimentos em laboratório e modelos teóricos já haviam mostrado: as primeiras rochas do nosso sistema eram como grandes algodões doces (na consistência apenas, não no sabor...).


Essas rochas “algodão” se formaram há bilhões de anos no grande disco de poeira e gás que deu origem ao Sistema Solar – a Nebulosa Solar. Esse material foi compactado durante anos graças à extrema turbulência do sistema, se transformando em uma rocha mais dura. Isso abriu caminho para a formação de planetas como a Terra, de luas, asteróides...


Pesquisadores do Imperial College London, liderados pelo Dr Phil Bland, chegaram a essa conclusão após analisar o fragmento de um corpo conhecido como meteorito condrito carbonáceo. Proveniente do cinturão de asteróides entre Júpiter e Marte, ele se formou nos primórdios do Sistema Solar, quando partículas de poeira microscópicas colidiram umas nas outras, se juntando a partículas maiores chamadas “côndrulos”, com cerca de um milímetro.


O condrito carbonáceo foi analisado com uma técnica que dispara elétrons na amostra. Isso permite estudar a orientação e posição das partículas microscópicas que se juntaram ao redor dos côndrulo. O resultado da análise foi um padrão uniforme, que só poderia acontecer se a rocha tivesse sofrido grande impacto no espaço.


Esta é a primeira vez que foi possível reconstruir quantitativamente a história dos materiais mais antigos do Sistema Solar.


Texto de Paula Rothman para INFO Online

 

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Órbita de Mercúrio em foto inédita

30.03.11 - 17h33
crédito: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington
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Clique abaixo para ver outras imagens
Galeria de Fotos

A Messenger, nave da Agência Espacial Americana [NASA], fotografou a superfície de Mercúrio. É a primeira vez na história que isso acontece. A nave está girando em torno do planeta desde o dia 17 de março e capturou ontem às 5h20 EDT sua primeira imagem.

 

Além delas, outras 363 fotos foram tiradas, mas que estão sendo analisadas pela equipe da Nasa. O principal objetivo é fazer fotos da superfície ainda desconhecida de Mercúrio. Cerca de 50% do planeta nunca foi fotografada, nem mesmo aqui da Terra.

 

O interesse dos cientistas é na possibilidade de encontrar água. Apesar de extremamente quente, Mercúrio possui um eixo de rotação que permite que o interior de crateras próximas aos pólos permaneça sempre sombreado. Nessas regiões a temperatura chega a -212º C. Fotos feitas da Terra sugerem nessa região existe gelo.

 

A água é um dos grandes pré-requisitos para a existência de vida tal como a conhecemos. As fotos enviadas pela Messenger podem ajudar a conhecer mais sobre o presente ou o passado de Mercúrio.

 

Com informações da Revista Info OnLine e imagens da NASA encontradas no blog Ciência e Tecnologia.

 

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Ilustração mostra as estrelas de 1235 planetas

30.03.11 - 16h25
crédito: Jason Rowe, Kepler Mission
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Uma imagem divulgada ontem pela Nasa mostra todos os 1235 candidatos a planetas já descobertos pela nave Kepler. Eles aparecem como pontos pretos nas grandes esferas amareladas.

 

De acordo com informações da Revista Info OnLine, a ilustração mostra todos os candidatos já descobertos orbitando suas estrelas; estas estão ordenadas por tamanho e em escala. O nosso Sol aparece como referência, na mesma escala, sozinho no canto superior direito. Júpiter e a Terra aparecem em trânsito na sua frente.

 

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ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
Edição 188
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