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BLOG
O Programa Espacial e a Presença ExtraterrenaMarco Antonio PetitEste é o blog de Marco Petit, escritor e co-editor da UFO, que apresenta suas investigações sobre os sinais da presença extraterrena nas imagens das agências espaciais. Visite e saiba o que foi escondido da humanidade durante décadas.“ÁREA 51 E CÍRCULOS INGLESES” (evento no Rio nesse sábado)27.06.11 - 21h17
Categoria:
SEGREDOS ESPACIAIS
crédito: ARQUIVO PETIT
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Área 51. Gevaerd e Petit abordarão diferentes aspectos sobre a famosa instalação no deserto de Nevada (EUA).
SEMINÁRIO DE UFOLOGIA AVANÇADA
Dia 2 de julho (sábado), das 15 às 19 horas.
Salão de Convenções do IBAM
CONFERENCISTA
Ademar José Gevaerd
Nesse evento você terá a oportunidade de travar contato com dois dos mais polêmicos campos de investigação da ufologia internacional. Na primeira parte do seminário serão apresentadas não só as mais atualizadas informações sobre a chamada Área 51, como detalhes sobre os fatos que deram início à busca da tecnologia extraterrestre, e a própria construção da famosa instalação no deserto do Estado de Nevada, onde segundo depoimentos, passaram a ser desenvolvidas as investigações em várias dos discos voadores acidentados, que caíram em solo norte-americano, recolhidos por forças militares.
Gevaerd fará revelações surpreendentes relacionadas às várias visitas que fez aos limites da estratégica base. Você vai tomar conhecimento de informações inéditas, incluindo um detalhado relato feito pelo editor de UFO sobre uma experiência pessoal de contato mantida por ele nas imediações da própria Área 51.
Já na segunda parte do evento, também ministrada por Gevaerd, teremos a apresentação do mais apurado e detalhado trabalho sobre os chamados Círculos Ingleses. Depois de várias visitas à Inglaterra, e de ter contato direto com o próprio fenômeno, o conferencista desenvolveu uma visão bastante pessoal sobre o assunto, fundamental para que pudesse avaliar a importância e o paralelismo do inusitado fenômeno em suas primeiras manifestações em nosso país, investigadas por ele de uma maneira ainda mais profunda.
* Participação especial de Marco Antonio Petit, co-editor da revista UFO, com o tema “Naves Alienígenas Acidentadas – Fundamentos para a busca da Tecnologia Extraterrestre”.
Inscrições: (R$ 30,00) no local, no dia do evento, a partir das 14:30 hm.
Informações: marcoantoniopetit@gmail.com / (21) 9584-1014.
http://marcoantoniopetit.blogspot.com
Apoio:
Revista UFO (www.ufo.com.br)
Workshop especial sobre a presença alienígena no programa espacial será realizado no Rio de Janeiro02.05.11 - 17h48
Categoria:
SEGREDOS ESPACIAIS
crédito: ARQUIVO PETIT / DIPIETRO / MOLENAR
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Foto 35A72 obtida pela espaçonave Viking 1 documentando a "Face" de Cydonia processada e analisada pelos especialistas em processamento de imagens Vicent DiPietro e Greg Molenar, que afirmaram a natureza artificial da estrutura.
Dia 7 de maio (sábado), das 15 às 19 horas
Salão de Convenções do IBAM
CONFERENCISTA
Depois de três anos de investigações aprofundadas nos arquivos de imagens e informações da Agência Espacial Norte-Amaricana (NASA), da Agência Espacial Européia (ESA), o ufólogo, escritor e co-editor da revista UFO apresentará de maneira inédita na cidade do Rio de Janeiro seu trabalho definitivo. Você vai travar contato com uma realidade inacreditável, e finalmente entender porque nossas espaçonaves estão documentando os sinais da presença extraterrena por todo o sistema solar, não só na forma de ruínas de antigas construções, mas os sinais de instalações alienígenas operacionais na atualidade.
Serão apresentadas não só fotografias oficialmente liberadas pelas agências espaciais recentemente, como filmagens impressionantes, que revelam uma profunda interação entre nossas atividades espaciais e a presença dos extraterrestres, e suas naves.
Evento ilustrado com farta documentação visual (fotos e filmes) dos arquivos da
* Participação especial do Coronel da Força Aérea Brasileira Antônio Celente Videira, membro permanente da Escola Superior de Guerra (ESG), com o tema "RADIOGRAFIA CONJUNTURAL DA UFOLOGIA - A ABERTURA DOS ARQUIVOS DA FAB".
Local: Salão de Convenções do IBAM (Largo do IBAM, 1 - Botafogo / Humaitá, Rio de Janeiro, RJ - próximo da Casa de Saúde São José).
Inscrições para o evento: (R$ 30,00) no local, no dia do debate, a partir das 14:30 hm.
Informações: (21) 9584-1014 / marcoantoniopetit@gmail.com http://marcoantoniopetit.blogspot.com
Apoio: Revista UFO (www.ufo.com.br) Vida vegetal em Marte na atualidade?26.04.11 - 21h00
Categoria:
SEGREDOS ESPACIAIS
crédito: MARS EXPRESS / EUROPEAN SPACE AGENCY
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Sinais de vida vegetal na região do Vale Mariner documentados pela espaçonave Mars Express da Agência Espacial Européia (foto SEMGVY57ESD).
A polêmica sobre a existência de alguma forma de vida em Marte no passado assumiu nos últimos anos um aspecto de quase certeza, mesmo nos meios acadêmicos, e apesar da falta de declarações oficiais, dentro da agência espacial norte-americana (NASA) isto já é um fato há muitos anos. Mais do que isto, além das ruínas de uma antiga civilização, que desde o início dos anos 70 começaram a ser documentadas nas fotografias da missão Mariner 9, e posteriormente por meio dos módulos orbitais das espaçonaves do projeto Viking, tivemos como foi divulgado durante o próprio projeto Viking, um expressivo sinal de vida na atualidade nas experiências conduzidas pelos módulos que desceram no solo do planeta.
Pelos critérios estabelecidos antes do início das missões pelos cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato de Pasadena (JPL), e outros associados ao projeto, duas das três experiências microbiológicas pareceram ter produzido resultados positivos. Quando amostras do solo do planeta foram misturadas a uma espécie de “sopa orgânica estéril”, levada da Terra, surgiram sinais evidenciando, indicando a presença de microorganismos, que metabolizaram o alimento terrestre. Em outro teste, quando gases da Terra foram introduzidos, tiveram contato, com amostras do solo do planeta, eles aparentemente se combinaram, quase como se existissem micróbios fotossintetizadores, gerando matéria orgânica a partir desses gases.
Evidência antiga
Quando a espaçonave Mars Global Surveyor chegou à órbita de Marte em 1997 para dar prosseguimento a exploração do planeta que mais se assemelha a Terra, já era uma certeza não só que a missão documentaria de maneira definitiva os sinais de uma antiga civilização, como não seria surpresa se as fotografias trouxessem alguma evidência de formas de vida vegetal de escala superior.
Progressivamente foram surgindo imagens que pareciam documentar formas de vida vegetal surgindo em regiões específicas em meio às dunas de areia dos desertos marcianos. Outras fotos, como foi defendido pelo astrofísico Tom Van Flandern, do US Naval Observatory, parecem apresentar claramente a presença de formas vegetais gigantes próximas da região polar sul. Eu mesmo localizei inúmeras imagens desse tipo em minhas buscas nos sites da agência espacial norte-americana, divulgando as mesmas em um dos CDs que lancei a cerca de dois anos atrás com material sobre os sinais da antiga civilização marciana, e de vida na atualidade. Essas imagens liberadas pela NASA, entretanto, sempre foram divulgadas em preto e branco, ou em cor falsa em seus sites. Ou seja, qual seria a cor real dessas “formações”?
O principal obstáculo passível de ser utilizado para negar a possibilidade de vida vegetal no planeta Vermelho na atualidade, A falta de água em estado líquido, progressivamente vem sendo sepultado, com a divulgação de novas imagens, inclusive obtidas a partir de 2004 pelos rovers Spirit e Opportunity.
Imagens surpreendentes
Mas minha surpresa foi maior quando comecei a explorar o site específico da espaçonave Mars Express da Agência Espacial Européia (ESA). Algumas “manchas” misteriosas que haviam sido fotografadas pela Mars Global Surveyor, e, que apareciam escuras, ou enegrecidas nas fotos liberadas pela NASA, eram visíveis em tons esverdeados nas imagens de cor natural da ESA, levantando a suspeita de se tratarem realmente de áreas cobertas com alguma forma de vegetação, ou vida de escala inferior, como o nosso líquen. Esse efeito ou realidade pode ser constatado, por exemplo, na imagem SEMP3J474OD obtida pela Mars Express da região da cratera Gusev, área explorada inclusive pelo rover Spirit da NASA.
A imagem mais extraordinária que localizei, entretanto esta longe dos mananciais de água congelada dos pólos do planeta. Estou falando do quadro SEMGVY57ESD, também obtido pela Mars Express, que documenta uma área do Vale Mariner conhecida como Louros Valles, na região equatorial. Nessa foto podemos ver algo realmente impressionante (imagem que ilustra esta postagem). Mais uma forte evidência do quanto à verdade vem sendo ainda acobertada da humanidade. Existe vida realmente vegetal em Marte na atualidade, e esta descoberta é provavelmente a próxima coisa que será revelada, mas esta história de revelações esta apenas começando...
1ª Conferência Internacional sobre Vida Extraterrestre da Juréia19.04.11 - 22h04
Categoria:
SEGREDOS ESPACIAIS
crédito: ARQUIVO PETIT/JAXA
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Petit abordou em sua conferência os sinais da presença alienígena na Lua.
Evento em Peruíbe foi um sucesso.
Foi realizado no final de semana passado na cidade de Peruíbe (SP), conhecida no meio ufológico por sua alta incidência ufológica, um dos mais importantes eventos ufológicos dos últimos anos, e certamente o que teve um público maior. Mais de 700 pessoas acompanharam detidamente os trabalhos, as conferências e mostraram mais uma vez o quanto o assunto ganha mais atenção.
Além de vários dos principais investigadores do país, o evento foi marcado pela presença de alguns dos principais nomes da ufologia internacional, todos escolhidos pelo editor de UFO, Ademar José Gevaerd, que depois de receber um convite da prefeitura para organizar o evento em parceria com a Secretaria de Turismo do município, fez todo o possível para realizar algo que realmente marcasse definitivamente a cidade como um pólo do movimento ufológico nacional. Estiveram presentes como conferencistas os amigos Antonio Celente Videira (RJ), Carlos A. Machado (PR), Fernando A. Ramalho (DF), Francisco Pires de Campos (SP), Marco A. Petit (RJ), Jamil Vila Nova (SP), Nelson V. Granado (SP), Paulo Aníbal G. Mesquita (SP), Ricardo Varela (SP), Suséliton Saga (SP), Thiago Luiz Ticcheti (DF), Wallacy Albino (SP), James Fox (EUA), Rebecca Kauffman (EUA), Rodrigo Fuenzalida (Chile), e físico nuclear Stanton Friedman (Canadá).
Não podemos deixar de ressaltar a importância do secretário de Turismo do município, Sr. João Fioribelli Jr., não só por todo o seu apoio, mas também em relação à sua visão de empreendedor, e apoiador do movimento ufológico. O comprometimento dele com nosso movimento, e da própria prefeita de Peruíbe, uma das mais jovens do país, Sra. Milena Bargiere, ficou claro nos pronunciamentos por ocasião da abertura do evento na noite de sexta-feira. Ainda na sexta à tarde, quando viajava de São Paulo para Peruíbe, em um carro que havia sido enviado pela organização do evento para me pegar no Aeroporto de Congonhas, já havia sido alertado pelo meu condutor que Peruíbe estava a ser governada por alguém bem diferente do padrão político que tanto macula hoje em termos nacionais esse tipo de atividade. Cada um dos conferencistas convidados pode notar que estávamos vivendo momentos especiais em nossa jornada pelo reconhecimento da realidade do fenômeno UFO, e da presença extraterrena no planeta.
A fusão do interesse e apoio municipal prestado ao assunto, com a liderança organizacional do editor de UFO, e de todos que acabaram por participar desse projeto, incluindo funcionários municipais das mais variadas áreas, membros do grupo UFO, conferencistas, etc., criaram uma nova atmosfera no cenário da ufologia nacional. Algo que certamente será repetido, conforme pretensão das autoridades envolvidas e do nosso grupo. O misterioso funcionamento dos rovers da NASA no planeta Marte08.11.10 - 20h21
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SEGREDOS ESPACIAIS
crédito: ARQUIVO PETIT/JPL/NASA
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Foto Sol 2119 obtida pela câmera panorâmica do rover Opportunity. Quase quatro anos depois do início da missão os painéis solares estavam limpos e sem poeira mais uma vez. Nessa imagem podemos ver ainda uma área encoberta por motivos desconhecidos.
Já escrevemos um outro post nesse mesmo blog a respeito do ressurgimento de alguns de nossos primeiros satélites, que depois de colocados em órbita de nosso planeta, e mais tarde sofrerem uma pane, ao ponto de serem considerados perdidos, e inoperantes, misteriosamente voltaram a funcionar, como se tivessem sido alvo de reparos por alguma forma de ação corretiva, por parte de inteligências desconhecidas.
Este tipo de realidade está longe de ser algo de caráter singular, e começou a ser vivenciada nos últimos anos de uma maneira muito especial também dentro do programa de exploração do planeta Marte. Inúmeras missões haviam falhado, mesmo antes até da chegada das espaçonaves ao planeta, e isto desde o início de nossas tentativas de explorar aquele mundo, coisa totalmente compreensível devido às limitações tecnológicas, e às adversidades enfrentadas.
Depois do pouso da Pathfinder, no dia 4 de julho de 1997, o primeiro rover marciano da NASA, cuja missão durou poucos meses, os norte-americanos conceberam e desenvolveram um projeto bem mais ambicioso, envolvendo mais dois rovers (jipes), que chegariam ao planeta anos depois, em janeiro de 2004. As missões originais de cada um foram previamente estabelecidas para serem cumpridas dentro de três meses.
Os cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA (JPL), tinham em mente, que mesmo sem possíveis acidentes durante o processo de locomoção pelo solo do planeta, o Spirit, e a Opportunity, os dois robôs da NASA, teriam uma vida útil próxima de um ano terrestre, e isto na melhor das hipóteses. O problema principal estaria ligado à progressiva deterioração das capacidades de captação de energia pelos painéis solares dos dois robôs, devido a poeira presente na atmosfera do planeta, as tempestades de areia, e tornados, que foram inclusive fotografados durante a missão. Mais cedo ou mais tarde dentro dessas estimativas, haveria um colapso na geração de energia, que colocaria fim ao projeto de exploração, pois as baterias não poderiam ser mais recarregadas.
Falha elétrica
Como era de se esperar, conforme os meses foram passando, os painéis solares foram sendo cobertos, e dentro do prazo previsto, o Spirit sofreu uma pane elétrica, para dias depois voltar a funcionar normalmente. As fotos obtidas poucos dias antes da falha de energia mostravam toda a estrutura superior do robô encoberta por uma camada de poeira. Quando retomou plenamente suas atividades, para surpresa da agência espacial, seus painéis solares estavam misteriosamente limpos. Já a Opportunity, parece ter sofrido a misteriosa manutenção de maneira mais constante e desde o início de sua missão, não chegando a viver o problema em escala, ou nível maior. Se analisarmos as fotos dos dois sites que apresentam supostamente todas as imagens obtidas pelos dois rovers, que totalizam hoje mais de 273 mil fotos, verificaremos, que o processo de encobrimento dos painéis solares se manifestou progressivamente outras vezes, conforme o tempo passava, mas antes que chegasse a níveis críticos, sofria uma correção.
Existem imagens surpreendentes do próprio Spirit, tomadas três anos depois do início da missão, mostrando que mesmo em áreas da estrutura superior, que apresentam depressões, ou cavidades, de onde de forma alguma a poeira, ou os grãos de areia poderiam sair, periodicamente não era observado um único vestígio desses materiais, como pode ser constatado nas imagens da série Sol 1220, obtidas pela câmera panorâmica. Mais do que isto, algumas dessas fotos, e isto vale também para a Opportunity, parecem sugerir até um processo de “polimento” de algumas partes da estrutura desses robôs. Cinco anos depois da chegada a Marte todo o sistema de alimentação de energia tanto do Spirit, como da Opportunity, pareciam não ter visto o tempo passar. A NASA já assumiu em vários pronunciamentos e releases o inusitado da situação, entretanto, não faz maiores considerações como isto poderia ter acontecido. Pelo menos em termos de uma explicação que pudesse ser levada a sério. Parece que “alguém” resolver interagir diretamente com a missão desses rovers, permitindo que a NASA tivesse acesso a coisas realmente reveladoras e definitivas sobre o passado misterioso do planeta.
A descoberta de fósseis
Mas do que investigar as condições ambientais, atmosféricas e de solo, esses robôs se envolveram diretamente em uma pesquisa de caráter arqueológico investigando os sinais deixados por uma antiga civilização que existiu em Marte. Em inúmeras fotos foram detectadas evidências de ruínas, rochas apresentando um curioso estado de polimento, ou bases geométricas, e sinais de artefatos utilizados por esta antiga civilização. Já em outras até crânios de antigos animais em estado aparentemente fossilizado foram notados e observados, mas progressivamente, conforme essas coisas foram sendo notadas nas imagens liberadas pela agência espacial, teve início um curioso processo de encobrimento de partes de algumas das fotos, que passaram a ser postadas. No passado e mesmo hoje, essas tarjas negras são utilizadas dentro do programa espacial para preencher lacunas, ou áreas não fotografadas por ocasião da montagem de mosaicos fotográficos, mas não se aplicam no presente caso como explicação.
Sinais de acobertamento
Hoje podem ser vistas nos dois principais sites da NASA, que apresentam a totalidade das imagens do Spirit e da Opportunity, várias fotos parcialmente encobertas por tarjas, quadrados, ou retângulos negros. Eu mesmo já localizei várias dessas pessoalmente. Em pelo menos um caso, relacionado a uma sequência fotográfica cujas imagens apresentam vários sinais de fósseis de antigos animais, a área encoberta sofreu deslocamento de posição dentro de uma mesma região várias vezes, levantando a suspeita sobre a presença de algo que se movimentou, e não deveria ser observado. Estamos falando de uma das primeiras séries fotográficas obtida pela câmera panorâmica também do Spirit (Sol 016), constatação que revela, que este possível processo de acobertamento começou antes do que poderíamos imaginar. Vamos voltar a falar ainda sobre tudo isto, apresentando algumas dessas imagens, que estamos divulgando em nossos eventos especiais sobre este assunto. Espaçonaves da NASA descobriram objetos que se movimentaram pelo solo lunar22.09.10 - 19h03
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SEGREDOS ESPACIAIS
crédito: ARQUIVO PETIT/NASA
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As estruturas artificiais e os respectivos rastros produzidos pelos deslocamentos fotografados no interior da cratera Vitello pela espaçonave Lunar Orbiter 5.
Um dos aspectos mais misteriosos, e ao mesmo tempo reveladores nas imagens obtidas por nossas espaçonaves enviadas a Lua, identificado praticamente desde o início dos programas de exploração e investigação lunar, são os rastros deixados por objetos de diferentes formas e dimensões em seu solo. Se as discussões e debates sobre a possibilidade de atividade alienígena em nosso satélite natural, ou mesmo a existência de vida extraterrestre em termos gerais, levassem em conta realmente o nível de evidência que já temos, em vez de discussões teóricas, estaríamos vivendo certamente “um outro mundo”.
Pelo que tenho conhecimento, a primeira vez que documentamos a presença desses rastros, foi durante o programa Lunar Orbiter, o segundo desenvolvido pela NASA com naves não tripuladas enviadas ao nosso satélite, que tinha por missão ampliar a documentação fotográfica conseguida pelo projeto Ranger, desenvolvido entre os anos de 1961 a 1965. O projeto Lunar Orbiter tinha como um de seus principais objetivos, mediante o levantamento fotográfico, descobrir e apontar os pontos que seriam utilizados pelo projeto Apollo nas primeiras missões em que nossos astronautas pousariam na Lua, mas foi bem mais longe, e segundo imagens e depoimentos, documentou de maneira definitiva a presença alienígena, inclusive na fase oculta de nosso satélite.
Uma das fotos que mais chamou a atenção dos especialistas do Langley Research Center, em Hampton, no estado da Virginia, onde eram na época desenvolvidos boa parte dos projetos da NASA, foi obtida durante a última missão do programa, pela espaçonave Lunar Orbiter 5, lançada em agosto de 1967. Trata-se de uma das 633 fotos de alta resolução conseguidas durante a missão espacial. A imagem em questão, o frame 168H2, foi obtida de uma altitude de pouco menos de 170 km, documentando a região da cratera Vitello, e pode ser vista hoje no site do Lunar and Planetary Institute da Agencia Espacial Norte-Americana (NASA). Nela podemos ver claramente um misterioso rastro no solo lunar, com quase três quilômetros de extensão, produzido por um objeto em forma de torre, ou obelisco, cuja base possui 140 metros, que foi “arrastado” pelo solo de nosso satélite. A sombra projetada não deixa dúvida sobre a forma do objeto que produziu esse efeito. A questão é: desde quando este obelisco, ou torre esta na atual posição? Como na Lua não existe atmosfera, e qualquer forma de efeito erosivo, a foto não nos permite datar a antiguidade tanto do rastro, como da estrutura, cuja movimentação pelo solo lunar deixou este impressionante registro. Mas uma observação mais detalhada, e ampliada da mesma imagem, revela, que existe um segundo rastro deixando por um outro objeto, ou estrutura, menor, quase paralelo ao primeiro.
A forma dos objetos, como os próprios vestígios deixados pelas movimentações, são diferentes. Curiosamente, a largura do rastro deixado pelo segundo objeto, é inferior ao seu próprio diâmetro, coisa que não acontece com o que havia sido notado antes. Isto deixava claro, desde aquela época, que existiram, ou existiam, diferentes estruturas, ou objetos, sendo movimentados pelo solo de nosso satélite, não apenas no aspecto das dimensões, mas realmente de suas formas.
Progressivamente foram detectados em outras imagens do próprio projeto Apollo mais sinais do mesmo tipo. Fotografias tomadas pelos astronautas da Apollo 17, em dezembro de 1972, por exemplo, revelaram não só a presença de outros obeliscos, torres, mas rastros de deslocamento com dezenas de quilômetros de extensão em outras regiões da Lua. Estas imagens estão "espalhadas" hoje em vários sites, ou páginas da NASA.
De maneira surpreendente, quase 40 anos depois que a última missão tripulada ao nosso satélite deixou a órbita lunar, o referido site, meses atrás, passou a apresentar o que ele mesmo denomina de “novas fotos” do projeto Apollo. Existe sem dúvida uma abertura progressiva com a postagem de imagens realmente impressionantes referentes aos programas de exploração lunar, mas o acobertamento está longe de acabar, até porque essas fotos estão sendo disponibilizadas sem qualquer comentário sobre a real natureza, e principalmente das implicações que certas imagens apresentam. Isto para não falarmos de explicações absurdas fornecidas pela própria agencia espacial, como a ideia lançada de que tais rastros foram gerados por pedras gigantescas que rolam pelo solo lunar. Basta verificar as sombras dos objetos que causaram tais registros, que revelam a forma dos mesmos, para percebermos o quanto é absurda esta proposta.
Fotos destruídas
Mas a coisa é ainda pior, ou pelo menos foi. Em outubro de 2007, o Dr. Ken Johnston, gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar da NASA, durante os esforços de exploração de nosso satélite, resolveu sair do silêncio e denunciou mediante as páginas do jornal New York Times, que na época do projeto, “havia recebido ordens para destruir as fotos mais críticas que demonstravam a existência de ruínas e tecnologia extraterrestre na Lua”. Johnston, que ainda estava na folha de pagamento da NASA, foi demitido em poucos dias, mas insistiu em suas afirmativas, passando a ser uma das vozes mais ativas contra o acobertamento no programa espacial.
Meu retorno e aprofundamento nesse campo de investigação foi inspirado nas declarações desse cientista, e conforme fui explorando os diversos catálogos de imagens lunares, principalmente do já mencionado Lunar and Planetary Institude, descobri algo realmente revelador: a própria NASA, mediante este site, está admitindo, que existem várias fotos, que simplesmente “estão desaparecidas, perdidas”. Quando você clica em cima do número de determinadas fotografias aparece simplesmente a refêrencia: “missing image”. Estamos caminhando realmente para um momento muito especial da história da humanidade...
A descoberta de instalações extraterrestres na Lua24.08.10 - 07h15
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SEGREDOS ESPACIAIS
crédito: ARQUIVO PETIT/Lunar Orbiter 5/NASA
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Conjunto de estruturas artificias fotografado no solo lunar
Mesmo antes de Iurí Alekseyvitch Gagárin chegar ao espaço, os soviéticos, que estavam realmente mais adiantados, que os norte-americanos, começaram a lançar seus primeiros artefatos em direção ao nosso satélite natural. Só da série Luna, iniciada em janeiro de 1959, foram 24 missões, que compreenderam tanto passagens nas proximidades de nosso satélite, impactos diretos contra o solo, entrada em órbita, e pousos controlados na superfície. Outra série de naves não tripuladas, a Zond, permitiu aos soviéticos desenvolverem a capacidadede de após chegarem ao seu destino, a órbita lunar, retornarem com suas espaçonaves à Terra.
Nessa altura dos acontecimentos, já havia por parte de uma pequena elite espacial, tanto pelo lado dos norte-americanos, como dos soviéticos, uma certeza: fossem americanos ou russos a chegarem primeiro à Lua, encontrariam já “alguém” muito bem estabelecido.
Algumas das fotografias obtidas tanto pelos soviéticos, como pelas missões norte-americanas, evidenciavam já uma presença marcante de representantes de uma, ou mais culturas extraterrestres, que estavam usando nosso satélite como base. Algumas imagens eram realmente impressionantes. Estruturas na forma de torres, construções apresentando padrões geométricos, crateras cujas formas aparentemente haviam sido modificadas, etc. Algumas fotos já mostravam inclusive, que objetos de grandes dimensões, cuja natureza não podia ser ainda estabelecida, haviam sido transportados pelo solo lunar e deixado na superfície de nosso satélite o registro de suas passagens na forma de rastros, preservados até hoje pela falta de efeitos erosivos. Isto tudo fazia parte de um contexto conhecido na época apenas por uma minoria privilegiada de nossa humanidade, que planejava o passo seguinte: a chegada do homem à Lua. Espaçonave pode ter descoberto complexo extraterrestre em Europa09.08.10 - 16h59
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SEGREDOS ESPACIAIS
Quando no dia 18 de outubro de 1989, a espaçonave Galileu foi lançada pela NASA no interior do compartimento de carga do ônibus espacial Atlantis, tendo como missão estudar o planeta Júpiter e suas luas, não se imaginava ainda, que esta missão colocaria mais uma vez a agência espacial e os responsáveis pelo acobertamento de possíveis sinais da presença extraterrena sobre pressão. As missões anteriores, que haviam explorado os planetas gigantes, respectivamente Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, até onde temos conhecimento, não haviam revelado nenhuma evidência direta, ou mesmo sinais da atividade alienígena além do chamado cinturão de asteróides. Os próprios satélites maiores de Júpiter, descobertos por Galileu Galilei, as luas Io, Europa, Calixto e Ganímedes, já haviam sido fotografados com um nível de definição bem razoável, que havia permitido inúmeras descobertas, que revelavam, que apesar de girarem em torno do mesmo astro (Júpiter), e de possuírem diâmetros e dimensões semelhantes, eram bem distintos em termos dos detalhes de suas superfícies. Mas nada indicava que seis anos depois, quando a Galileu chegasse a Júpiter, e a seu sistema de satélites, documentaria algo além da natureza desses mundos, por mais que o nível de definição das imagens, que seriam obtidas, fosse imensamente superior ao das espaçonaves anteriores da série Pioneer e Voyager.
Em 7 de dezembro de 1995, a Galileu entrava em órbita do maior planeta de nosso sistema solar, para um missão que duraria vários anos, documentando de uma maneira nunca vista antes não só Júpiter, como suas luas. Mas foi em Europa, um dos satélites descobertos por Galileu, o menor dos quatro observados mediante sua modesta luneta, que algo realmente inesperado começou a se materializar. Sua superfície gélida, que encobre um oceano cuja profundidade chega segundo estimativas atuais a cerca de 160 quilômetros, apresentava um padrão nunca observado. As imagens começaram a mostrar, que boa parte de sua superfície estava coberta por um arranjo de misteriosas “linhas”, que em várias regiões apareciam duplicadas, e estavam dimensionadas em níveis diferenciados. As fotografias rapidamente começaram a circular entre as instituições de pesquisas relacionadas ao programa espacial, gerando perplexidade.
A NASA buscava entender a gênese e natureza daquelas estruturas. Em vários pontos da superfície de Europa, aquelas coisas, de maneira definitiva, apresentavam um padrão difícil de ser explicado em termos de uma teoria restrita a uma fenomenologia natural. Além de muitas “riscarem” a superfície do satélite, como já revelamos, aos pares, lado a lado, apresentando dimensões exatamente iguais em termos de suas larguras, não se cruzavam muitas vezes. De maneira surpreendente pareciam passar por baixo, ou por cima de estruturas semelhantes, como as pistas de nossos viadutos. Outras convergiam para pontos específicos de sua superfície. O Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, na Califórnia, responsável pela missão da Galileu, ainda buscava entender o significado daquelas estruturas, quando o físico russo Boris Ustinovich rompeu o silêncio da comunidade científica e afirmou que as dificuldades em encontrar uma explicação eram devidas à insistência de se buscar uma teoria de base natural. Segundo Ustinov, estávamos diante de um claro sinal da presença de uma cultura alienígena. O físico russo desenvolveu ainda a ideia de que aquelas “linhas” representavam na realidade grandes dutos utilizados como ligação entre diferentes pontos de Europa, no interior dos quais poderiam trafegar provavelmente algum tipo de veículo.
Não é preciso dizer, que como em outros casos desse tipo, a NASA não aceitou, e muito menos deu algum crédito a essas ideias, pelo menos em termos oficiosos. Publicamente o JPL passou a defender, que estávamos diante apenas de “arranjos” gerados pela movimentação e choque das camadas de gelo do satélite.
A profecia de um filme
Um outro aspecto relacionado a esta história, e que não poderíamos deixar de mencionar, pelo menos a título de curiosidade, é o paralelismo entre as descobertas da Galileu em Europa, e o filme "2010 – O ano que faremos contato", lançado no ano de 1984, onze anos antes da chegada da Galileu a Júpiter. Baseado no livro homônimo de Artur Clark, essa continuação do clássico “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, revela a partir das informações obtidas no contato com as inteligências responsáveis por nossa evolução, que a humanidade poderia explorar todas as luas de Júpiter, com exceção justamente de Europa, pois algo de muito especial existiria nessa lua. Europa seria uma espécie de “santuário” para a vida, e estaria sobre o controle dessas mesmas inteligências, não podendo sofrer qualquer forma de interferência.
Confirmação da ciência
Europa nos últimos anos progressivamente passou a concentrar as atenções de vários cientistas por suas possibilidades de abrigar vida. A ideia de que seu imenso oceano pode manter e sustentar formas de vida de escala superior tem gerado muito polêmica.
Segundo um dos estudos divulgados recentemente, esse oceano extraterrestre está sendo “alimentando” com oxigênio a níveis mais de 100 vezes superiores do que modelos anteriores propostos. Richard Greenberg, da Universidade do Arizona, autor dessa pesquisa, que foi apresentada em um congresso da Divisão para Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana, declarou que existe oxigênio suficiente para manter mais do que formas de vida microscópicas: pelo menos três milhões de toneladas de criaturas semelhantes a peixes podem teoricamente estar vivendo e respirando no referido satélite de Júpiter, declarou o cientista. Já Timothy Shank, outro membro da comunidade acadêmica, estudioso da Instituição Oceanográfica Woods Hole, chegou a declarar também recentemente, que ficaria chocado se não existisse vida em Europa.
A destruição da Galileu
Mas independente dos atuais estudos realizados mais recentemente, no dia 21 de setembro de 2003, depois de 14 anos de seu lançamento, e 8 anos em órbita de Júpiter, os cientistas responsáveis pela missão da Galileu, tomaram uma decisão mais do que curiosa e ao mesmo tempo reveladora: dirigiram a espaçonave diretamente rumo a Júpiter para que fosse totalmente destruída e incinerada pelo calor do atrito com a atmosfera daquele mundo. Segundo a NASA, o objetivo foi garantir que nenhuma das luas do planeta pudesse ser contaminada por algum microorganismo terrestre, que pudesse ainda estar vivo na espaçonave. Mais uma vez a ficção parece ter se tornado realidade... Manutenção alienígena?05.08.10 - 15h43
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SEGREDOS ESPACIAIS
A partir de nossos primeiros satélites terem sido lançados e colocados em órbita, mais do que continuarmos a detectar a presença dos UFOs na órbita terrestre, como vimos no post anterior, teve início um outro processo. Nossos veículos espaciais passaram a sofrer um acompanhamento, e a chegada do homem ao espaço, diretamente com Iurí Alekseyvitch Gagárin, por parte dos soviéticos, em 1960, e do norte-americano John Glenn Jr., em 1962, nossos astronautas passaram a ser testemunhas diretas dessa realidade. Cada nova espaçonave, cada novo desenvolvimento de nossas possibilidades eram detidamente acompanhados por esses “olhos misteriosos”, e progressivamente era estabelecida uma censura cada vez mais objetiva, para manter o que acontecia no espaço longe da população.
Antes mesmo de chegarmos ao espaço, na verdade, a simples possibilidade de contato, ou do encontro com artefatos alienígenas já era seriamente considerada, e havia servido para o nascimento de diretrizes e documentos versando sobre o sigilo, que deveria ser mantido a qualquer custo. Na época, a divulgação desses “encontros”, já era considerada um fator de desestabilização da sociedade, e estados de perplexidade da população tinham que ser evitados. Análises dos vários cenários possíveis, a partir de um estabelecimento total da verdade, já haviam sido considerados, e chegavam potencialmente à subversão total da ordem e das instituições. As primeiras detecções de UFOs na órbita terrestre04.08.10 - 14h42
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SEGREDOS ESPACIAIS
Mesmo antes do dia 4 de outubro de 1957, quando os soviéticos lançaram da base de Baikonur e colocaram em órbita nosso primeiro satélite artificial, o Sputnik, aparelhos não identificados já haviam sido detectados e descobertos evoluindo além da nossa atmosfera, quilômetros acima da superfície de nosso mundo.
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Edição 188
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