"Em Agosto de1980, por volta das 2h30 e a 30 km a norte da cidade de Toronto, Canadá, na estrada n º 8 Rei township, eu estava dirigindo para Norte, por uma estrada de gravilha, e deslocava-me a cerca de 45 km / hr.
Eu fiz esta estrada muitos anos, e nunca tive uma experiência como esta. Só de vez em quando, via um veado a atravessar a estrada à noite.
Nesta específica noite, particularmente clara, os faróis do meu carro fizeram-me notar à frente, algo que se parecia como um balão de cor âmbar e grande. A principio eu pensei que era um balão levado pelo vento através da estrada, que se tivesse solto de alguma festa ou de um quintal de alguém.
Ao aproximar-me dessa “bola”, não só percebi que era muito maior do que um balão (1 metro de diâmetro) e que não estava a ser levado pelo vento através da estrada, como também vinha em minha direcção pelo meio da estrada. Á medida que o orb se aproximava, notei que pairava acerca de meio metro da estrada, e deslocava-se firme mas lentamente em direcção ao meu carro e numa linha perfeitamente recta. Nesse momento eu percebi que se eu não parasse ou mudasse de direcção, iria colidir de frente com esse objecto.
Não sabendo o que era, travei a fundo e derrapei pela gravilha da estrada, até que parei a cerca de 10 metros do orb. Pelo que me lembro, o meu carro parou mas os faróis continuaram a trabalhar. Eu limitei-me apenas a esperar que o orb colidisse com o meu carro. O orb não reflectiu a luz dos meus faróis e não aparentava ter protecção ou matéria sólida na sua superfície. Na verdade nem sequer parecia ter superfície. Parecia uma bola de fogo e recordou-me as imagens daquelas fotos tiradas perto do sol.
A sua cor era uma combinação de laranja, vermelho e amarelo, e parecia haver um movimento destas cores no interior. Era iluminado por dentro, mas não houve qualquer reflexão sobre o solo ou no meu carro. Á distância de 2 metros, eu tive a sensação de que o objecto estava ciente da minha presença, assim como senti que ele tinha vida. Era como uma entidade ou energia viva. Não era apenas um objecto mecânico sem vida.
O objecto manteve o seu rumo na minha direcção com a mesma velocidade, e eu pensei que iria entrar pelo carro dentro ou me abalroasse de frente. Pouco antes do orb tocar no carro, começou a dividir-se em duas metades perfeitas, e passou em torno do meu carro. Ele deslizou em torno do meu carro na mesma altura e velocidade que vinha, e as duas partes do objecto juntaram-se, ficando na forma orb novamente na traseira do meu carro, continuando sem mudar a sua velocidade ou altura.
Um pormenor interessante, é que à medida que o orb se aproximava do meu carro, comecei a senti uma sensação de calma e sem medo dessa coisa. Assim que se aquilo se afastou, arranquei rapidamente com carro para sair dali para fora.
Outro facto interessante desta experiência, foi que eu tive um longo tempo até me lembrar dos detalhes desta experiência. Eu lembrava-me que havia ocorrido o encontro com o orb, mas era muito difícil lembrar isso dado que não me recordava dos detalhes. Por muitos anos eu não tinha nem pensado mais nesse encontro mas, ao chegar ao meu 50ºaniversário, todos os detalhes do evento vieram à minha cabeça com uma clareza anormal. Agora encontro-me à procura de alguma resposta sobre o que foi que eu encontrei naquela noite a norte de Toronto "
Cumprimentos, Jay Monteiro*
*Juvenal Monteiro Bispo
Comentário
Este caso despertou-me a atenção, porque notei na testemunha ( Sr. Eng.º Juvenal Monteiro Bispo ) uma genuinidade e veracidade extraordinárias. A testemunha trabalhava na altura e até há poucos anos, numa central nuclear Canadeana. Eng.ºinformático, e responsável pela parte informática da central nuclear, demonstrou ter uma mente bastante analítica Cartesiana.
Diz que depois dessa experiência, algo nele foi mudando mas nunca quis dar importância. Ao fazer cinquenta anos e ao lembrar-se dos detalhes, então muito nele mudou. Começou uma busca intensa por respostas.
Demonstra também um equilíbrio e lucidez bastante marcantes. Apesar de não ser o primeiro caso com estas caractrísticas que investigo, é o único deste género que conseguiu entrar para a pequeníssima percentagem dos casos mais sólidos e sem explicação científica.
Paulo Cosmelli (Conselheiro Editorial da Revista UFO) (Presidente da CEBIUFO*)
*CEBIUFO: Centro Europeu e Brasileiro de Investigação UFO
Imagens oficiais do site da NASA detectaram OVNI's junto ao Sol.
Será que muitos dos que se dizem contactados por seres ET's têm razão ao afirmar que o Sol é habitado no seu interior, tendo este o núcleo frio? Eugénio Siragusa, afirmou ter-lhe sido transmitido por seres extraterrenos nos anos 50, que o Sol era habitado no seu interior e que o interior do Sol era frio. Também disse existirem planetas no interior do Sol no mesmo número dos que orbitam à sua volta.
Durante décadas todos se riram mas...
Em física é científicamente possível. A explicação dessa teoria, é muito parecida com a cisão do átomo a frio. Foi descoberta por ciêntistas portugueses e desenvolvida (mais uma vez por falta de meios e dinheiro) por ciêntistas japoneses. Serão estas e tantas outras imagens de naves ET's?
Porquê a saida de tanta informação tão repentinamente? Estará a haver alguma movimentação anormal no nosso sistema solar?
Obama mandou militares dos EUA para o Bunker de Denver
Postado por Tempos da UE em 14 de setembro de 2011 / / 29 comentários
Um relatório do General Alexey Maslov, o alto representante militar da Missão Permanente da Rússia à Otan (NATO) é no mínimo perturbante, Ele foi notificado pelos americanos plano de realizar um exercício de simulação de DEFCON 1 "Cocked Pistol". É uma simulação de prontidão máxima e estado de alerta, que se vai realizar a 27 de Setembro de 2011 que será supervisionado pelo presidente Obama num dos bunkers mais seguros dos Estados Unidos, localizado por baixo do Aeroporto Internacional de Denver.
Sob o acordo SALT-I (Controle Estratégico de armas nucleares) assinado entre a Rússia e os EUA. Ambos os países são obrigados a notificarem-se em todos os casos de tais exercícios de prontidão máxima, mas não são obrigados a indicar as suas razões para fazê-lo.
O General Maslov afirma no relatório a sua preocupação com este exercício. Diz que é "elevada" devido a um ataque nuclear nos últimos meses à Agência Central de Inteligência (CIA). Teve lugar no complexo de túneis militares entre Washington DC e Denver, como informou o nosso jornal numa notícia de 24 de agosto: “A Rússia noticiou que Explosões Nucleares atingem a rede de túneis militares dos EUA”.
Importante a salientar é que, pouco depois dos ataques devastadores sobre americanos em 11 de Setembro de 2001, o regime Bush mandou militarizar a CIA, colocando como seu Diector o General da Força Aérea Michael Hayden, que ocupou esse cargo até fevereiro de 2009. Obama, em seguida, colocou no seu lugar o ex-oficial de inteligência do Exército dos EUA Leon Panetta para executar o mais poderoso cargo de agências de espionagem. Depois de Panetta, Obama colocou o General David Petraeus no comando da CIAquase uma semana após o ataque nuclear acima referido.
Os temores de ambos os governos Bush e Obama sobre a CIA, foram devido a sua possível cumplicidade nos ataques de 11 setembro de 2001 às Torres Gémeas, utilizando a sua ligação à rede terrorista al-Qaeda, dirigida pelo seu principal dirigente e “ex” colaborador operacional da CIA Osama bin Laden, também conhecido pelo seu nome código de "Tim Osman”. Este diabólico plano, poderia ter sido executado em conjunto com a Direcção dos Serviços Secretos (Inter-Services Intelligence ISI) do Paquistão e financiada pela família real saudita.
É importante salientar que os serviços de inteligência russos, sabiam à muito da operação "Tim Osman" da CIA-ISI, depois de ter sido infiltrado pelo FSB o agente Viktor Bout, que entreguou a Marvin Bush, irmão mais novo do presidente George Bush, e Walker Wirt III, George primo de Bush cerca de 15 toneladas de material militar russo (PVV-5A plástico explosivos plásticos Explosivo) usado para derrubar os edifícios do World Trade Center.
No nosso artigo de 1 de Setembro de 2010 “US-Russia Bidding War For 9/11 “Merchant Of Death” Reaches $ 20 Billion” nós divulgámos detalhes desta sórdida conspiração. Foi escrito:
"Importante notar sobre Marvin Bush e Walker Wirt III é que no momento dos ataques 9 / 11 eram ambos diretores da empresa de segurança americana chamada Stratesec (formalmente conhecido como Securacom), que recebeu um contrato de 8,3 milhões de dólares para ajudar a fornecer segurança no World Trade Center e que no fim de semana anterior aos ataques, fecharam completamente este complexo de arranha-céus enormes por 36 horas para "atualizar" seu sistema de segurança.
Vikor Bout ficou curioso do porquê que a família Bush precisava de tantos explosivos russos para o "upgrade" ou actualização do complexo do World Trade Center. Bout foi "convidado" por Marvin Bush para vir a Nova York para assistir ao "o grande show ". Uma oferta que Bout não recusou. E assim a noite anterior ao 11/09 Bout viajou para Nova York, onde foi recebido pelos “operacionais” de Bush a trabalharem para a Federal Emergency Management Agency (FEMA), que "coincidentemente" tinha agendado um exercício de emergência para a manhã de 11 de setembro de 2001, que muito em breve se tornou real.
A Bout foi dado um passe de segurança da FEMA que lhe deu acesso irrestrito aos escombros dos atentados catastróficos ao complexo do World Trade Center. Ele aproveitou o seu passe na totalidade. Infelizmente para os americanos que foi que a"visita" de Bout vestindo o colete da FEMA com as respectivas "credenciais", foi filmado por cameramen oficial da FEMA Kurt Sonnenfeld, que era o único cameramen que tinha acesso irrestrito ao site 11/09. "
O "canal principal" para o dinheiro da Arábia Saudita usado para financiar a operação "Tim Osman" foi identificado por Bout em relatórios para a FSB como sendo Abdulaziz al-Hijji e sua esposa Anoud (a sobrinha-neta do rei saudita Abdullah) que viveu em Sarasota, Florida, e que poucos dias antes do 11 de setembro de 2011 ataques de repente, deixou todos os seus bens e voltou para casa. Embora o FBI (Federal Bureau of Investigation) tenha sido rápido em afirmar que o do Hijji não tinha qualquer ligação com os seqüestradores Arábia, é mais do que curioso notar que quase todos eles foram gravados a visitá-los nos dias anteriores aos ataques.
A importância de observar a conexão CIA-ISI-Arábia Saudita para os ataques à América em 11 de Setembro de 2001 com a de Obama a planear o exercício de alerta DEFCON 1 a 27 de Setembro, é devido ao aviso do General Maslov, em que menciona no seu relatório que este exercício sem precedentes ocorrendo em Denver nesta data, poderia muito provávelmente estar relacionado com ameaças feitas contra os Estados Unidos pela Arábia Saudita e Israel, por causa da votação da Assembleia Geral das Nações Unidas para declarar um Estado palestino.
Onde Israel comandava vastos recursos dentro dos Estados Unidos para eleger representantes do governo, incluindo presidentes, e que “caíram” com Obama sobre a sua política em relação a Israel, o ex-embaixador saudita nos Estados Unidos, o príncipe Turki al-Faisal advertiu ontem que a menos que o Obama vote a favor de um Estado palestiniano, "a Arábia Saudita já não seria capaz de cooperar com a América da mesma maneira que historicamente tem" e "as chances de uma outra guerra na região" seria assegurada.
Assim como alertámos no nosso artigo de 28 de Maio, Obama promete guerra à Arábia Saudita, e enviou milhares de tropas dos EUA para região. No nosso artigo de 23 de Junho avisa que um Ataque Nuclear aos EUA estava iminente, assim como a guerra com a Arábia Guerra se aproxima. Os Estados Unidos têm todos os planos para uma guerra mundial estão estratégicamente posicionados, aguardando a "faísca" que irá incêndiar o rastilho.
Se na data de 27 de setembro, quando Obama estará em Denver será a data desta "faísca", não é do nosso conhecimento. O que está em nosso conhecimento, porém, é desde que a CIA transferiu sua sede para Denver em 2005 no por baixo do misterioso aeroporto com estranhas pinturas nos muros retratando a morte global em massa, particularmente entre israelitas e palestinianos, as perguntas a respeito de quem, ou o que, na verdade, controla os Estados Unidos, hoje permanecem em questão.
E quando esta informação é combinada com o fato de que 27 de Setembro é uma das datas mais significativas da história americana, pois naquela data, em 1777, depois de as tropas britânicas terem tomado Filadélfia, Lancaster, Pennsylvania tornou-se a capital dos Estados Unidos nesse único dia. A primeira vez que tal coisa ocorreu na história desta nação. É também, a data que o Cometa Elenin entra no alinhamento com a Terra, Sol e Lua, o que muitos acreditam que essa conjunção será responsável por sismos catastróficos e tsunamis. Quase todos os altos funcionários da NASA e cientistas estarão em Denver nesta data também. É perplexo justificar o que estes eventos podem ter em comum.
Mas, o que poderá fazer mais sentido, são as palavras do 28º Presidente dos EUA Woodrow Wilson, que alertou o povo americano sobre o futuro:
"Desde que eu entrei para a política, eu tinha confidências privadas sobre pontos de vista de vários líderes da nação. Alguns dos maiores homens de os EUA, no campo do comércio e fabricação, estão com medo de alguém, estão com medo de alguma coisa. Eles sabem que há um poder em algum lugar tão organizado, tão sutil, tão atento, tão interligado, tão completo, tão penetrante, que faziam melhor em não falar mais alto que sua respiração quando falassem contra esse poder. "
E compreender estas palavras dá para compreender tudo, especialmente o que está por vir. Ninguém, portanto, pode dizer que nunca foram avisado. Só pode dizer que não ouviu.
Desde os anos 60 que começaram a aparecer na Austrália pictogramas ou “desenhos” enormes em várias plantações, mas na maioria foram em campos de trigo. Surgiram também na Itália, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Canadá e foram-se estendendo a tantos outros países incluindo Portugal.
A partir do final da década de 70, principalmente em Inglaterra, continuaram a surgir a um ritmo cada vez maior. O Engenheiro electrotécnico inglês Colin Andrews o jornalista italiano Adriano Forgione assim como o historiador alemão Michael Hesemann, foram dos primeiros a investigar este novo fenómeno.
Na verdade, de novo não tem nada. No Reino Unido os agricultores relataram círculos simples que aparecem nas suas terras há gerações. O relato mais antigo de um pictograma numa plantação data de 1500. Numa edição de 1880 do jornal “Nature”, o cientista amador John Rand Capron relatou algumas formas perto de Guildford, Surrey, no sul da Inglaterra. Ele descreveu a sua descoberta como “um campo de trigo consideravelmente destruído. Não totalmente, mas em pedaços, formando, quando se vê à distância, manchas circulares”. Ele continuou: “Eu não pude encontrar no local, qualquer circunstância que esclarecesse as formas peculiares no campo. Foi-me sugerido a passagem de ventos ciclónicos”.
Sabe-se do surgimento de tais círculos durante a Idade Média. Encontrou-se uma tábua de madeira entalhada com uma figura que passou a ser chamada de “demónio ceifador”.
O Demónio Ceifador é uma criatura criada pelo medo de um fenómeno não explicado que supostamente seria responsável pelos estranhos círculos que frequentemente aparecem nas plantações inglesas. A primeira menção ao Demónio Ceifador foi feita por um jornal inglês em 1678. A matéria foi publicada com o título de DEMÓNIO CEIFADOR nas NOTÍCIAS ESTRANHAS DE HARTFORD-SHIRE.
Voltando ao século XX, não se sabe como foram feitos ou por quem. Há quem diga que foram feitos por homens, mas a verdade é que alguns destes pictogramas foram encontrados ao nascer do sol e sem se encontrar marcas de pneus de veículos ou plantas que tivessem sido tocadas por humanos . Mas, mesmo assim, estima-se que 30% destes pictogramas sejam falsos.
Na realidade, houve várias pessoas que quiseram imitar esses pictogramas, fazendo os mesmos com uma máquina de madeira para calcar o trigo. Anos mais tarde, dois deles disseram ter recebido dinheiro do governo inglês para o fazerem. Não foi difícil de encontrar provas disso. As imitações não conseguem ter a perfeição geométrica nem a simetria que os genuínos apresentam. Além de se detectarem vestígios humanos da sua realização, esses falsos pictogramas não passam na “peneira” de um investigador mais atento.
Nas áreas onde o verdadeiro fenómeno ocorre, os caules destas plantas chegam a ser dobrados 90 graus sem se partirem. Há registos de campos magnéticos com valores superiores a 300% (5 militesla) assim como radioactividade anormal. Quando analisadas ao microscópio, evidenciam uma forte modificação da estrutura molecular e cristalina. Há cavidades que demonstram a remoção da linfa. As plantas destes pictogramas crescem mais que as outras, o crescimento é mais rápido e o seu tempo de vida é muito superior.
Com um simples teste, pode-se distinguir os pictogramas verdadeiros dos falsos. Pondo uma vasilha com água destilada dentro de um pictograma e analisando a água num espectógrafo, vê-se que a nível molecular a água vai-se dispor segundo a forma ou figura do esquema base do pictograma, à qual a água foi exposta. É como se a água memorizasse a informação do campo energético impresso no solo.
Se observarmos com atenção, a geometria dos pictogramas é complexa. Há modelos matemáticos que se repetem. A espiral interna do círculo é parte de um vórtice em contracção. A linha exterior que traça o rebordo do círculo é de sentido contrário ao do centro do círculo.
Normalmente em pictogramas complexos, pode-se encontrar a progressão matemática de Fibonacci, na qual o número é a soma dos dois números precedentes. Por exemplo: o diâmetro de um círculo é igual à soma dos diâmetros dos dois círculos precedentes. Também podemos encontrar as proporções geométricas iguais às utilizadas no passado nas pirâmides e antigos templos. Também encontramos diagramas fractais ( proposta pelo matemático francês Benoit Mandelbrot que descobriu a geometria fractal da natureza. Finalizou os seus dias em Cambrige onde trabalhou). Observa-se a ordem e o caos.
Há disposições matematicamente semelhantes entre marcas existentes em Cidónia, na superfície de Marte e monumentos antigos na Inglaterra.
Encontramos os princípios de três em um, muito encontrado na simbologia esotérica. Dos pictogramas já deixados em várias plantações maioritariamente nas de trigo, podemos ver simbologia utilizada pelas culturas: suméria, egípcia, celta, aborígene, Dogon’s e outros nativos americanos. Também encontramos simbologia utilizada ao longo da história por sociedades iniciáticas e esotéricas.
Muitos dos pictogramas são circulares. O círculo simboliza em quase todas as antigas culturas o Tot. A unidade da criação. Apesar da aparente diversidade, há a união de todas as coisas. O círculo tem sido utilizado por todas as culturas tribais, sociedades iniciáticas , escolas esotéricas e religiões, como forma de comunicação energética.
A 10 de Setembro de 1988, apareceu um pictograma que representa um símbolo utilizado pelos celtas o qual significa a predominância do espírito sobre a matéria. Muitas das figuras representam o contacto entre o céu e a Terra por seres evoluidíssimos provenientes do Cosmos, que foram os mestres de grandes civilizações do passado. Os instrutores do espaço.
A 24 de Junho de 1992 em Inglaterra, apareceu um pictograma de um Logos do Sol, símbolo solar que contém um símbolo sumérico: o Dingir. Representa as celestes naves de fogo. Este símbolo foi visto por o Xerife dos EUA Lonnie Zamora, numa nave extraterrena que aterrou no Novo México a 24 de Abril de 1964.
Um Sol com 33 raios também foi deixado num campo de trigo. Trinta e três é o fim de um ciclo. Na maçonaria, no Rito Escocês Antigo e Aceite, o último grau é o 33º. O Sol está actualmente no fim de um ciclo.
A 17 de Junho de 1996 foi deixada a réplica do ADN num pictograma.
A 23 de Julho de 1991 na Alemanha, um detector de metais encontrou num pictograma de uma plantação de trigo três placas: uma de Bronze com 6Kg, uma de Prata com 12Kg e outra de ouro com mais de 20Kg. Todas elas tinham um pictograma igual ao do local onde foram encontradas. A mitologia germânica, fala-nos que nos finais dos tempos iam ser encontradas 3 placas com as mesmas características.
Os pilotos civis que acompanhavam os investigadores dos pictogramas, receberam uma carta do governo inglês que se continuassem a voar com eles (investigadores) as licenças de voo seriam–lhes retiradas.
Até agora concluiu-se que 90% dos círculos genuínos, surgem junto de áreas arqueológicas com milhares de anos, que o homem desconhecia e só veio a dar conta pela localização dos círculos. Conseguiu-se uma vez, filmar luzes brancas sobrevoando o campo enquanto as marcas apareciam. Cientistas apresentam suspeitas, mas esse filme foi analisado por técnicos da NASA, que não tiveram como afirmar que fosse fraudulento.
“FACE”
Na manhã de 14 de Agosto de 2001, engenheiros e astrónomos que trabalhavam num radiotelescópio, na Grã-Bretanha, descobriram um desenho espetacular esculpido nas plantações ao redor do disco gigante. Os que trabalhavam no solo não conseguiram distinguir uma forma especial: parecia ser simplesmente mais uma série de círculos aleatórios, empregando um método semelhante à técnica de meio-tom que os jornais usam para imprimir fotografias. No entanto, quando o desenho foi visto do ar, todos concordavam que parecia um rosto. Desde essa época que os observadores comparam o padrão do círculo com o Sudário de Turim, com o rosto em Marte e outras imagens de forma humana que não podem ser explicadas. Pela primeira vez uma imagem nítida pôde ser vista numa plantação, e a imprensa, normalmente céptica, abriu-se para a possibilidade de que afinal, talvez nem todos os pictogramas em plantações fossem feitos pelo homem.
"Mensagem Codificada do Seti" - Data: 19/08/2001
Cinco dias depois da descoberta do desenho "Face" (acima), a equipe do radiotelescópio Chlibolton em Hamshire, Inglaterra, encontrou este sinal incrivelmente original no mesmo campo. Os pesquisadores logo reconheceram a incrível semelhança do desenho com uma mensagem de rádio binária que o programa Seti (Search for Extraterrestrial Intelligence - Busca por Inteligência Extraterrestre) da Nasa transmitiu em 16 de Novembro de 1974 do radiotelescópio Arecibo, em Porto Rico. Este pictograma na plantação contém o código binário exactamente na sequência da mensagem original do Seti. Alguns dizem que esse padrão foi uma resposta à nossa transmissão em 1974. O que quer que tenha feito o pictograma na plantação deixou esta mensagem sobre si mesmo: 1- Eles contam em dezenas; 2- Sua composição bioquímica consiste em hidrogénio, nitrogénio e silício; 3- Eles têm uma constituição de ADN diferente; 4- Eles têm cabeças maiores que as nossas; 5- Seu Sistema Solar tem dois "sóis" e três planetas habitados.
Este desenho intrincado e matematicamente complexo apareceu da noite para o dia numa plantação perto de uma productora de cinema no sul da Inglaterra. O sinal certamente não era visível no final da noite de 4 de Agosto de 2001, quando terminaram as filmagens daquele dia. No entanto, testemunhas relatam que viram o sinal na manhã de 5 de Agosto. Segundo relatos publicados, sinais inexplicáveis nas plantações costumam aparecer subitamente e sem aviso. Formações como esta têm um desenho tão complexo que segundo pesquisadores seria impossível que seres humanos os realizassem da noite para o dia.
Apesar de haver grupos de pessoas que se divertem a “fazer” pictogramas, já vimos que a mentira ou desinformação pode ter perna muito curta. Quando saiu uma notícia que os círculos no trigo eram todos falsos, na noite seguinte apareceram 420 círculos nos campos de trigo. Isto foi em Inglaterra a 21 de Agosto de 2001. Terá sido alguma resposta?
Até a família Real teve uma visita guiada por Colin Andrews. Iriam fazer uma visita oficial se soubessem que era mentira?
Serão comunicações subliminares? O nosso cerebelo funciona de forma matemática do subconsciente para o consciente. Embora queiram negar a veracidade dos “círculos de trigo” ou pictogramas, têm que se esforçar mais e explicar as caracetristicas acima mencionadas, assim como os testes e exames laboratoriais. Há filmagens de bolas de luz que sem tocar no trigo, fizeram um pictograma gigante em sete segundos. Como seria humanamente possível fazer numa noite um pictograma gigantesco feito na perfeição? Os falsos são pequenos e muito imperfeitos.
Mais uma vez: porquê tanta mentira?
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos o tempo todo...". (Abraham Lincon)
Mais uma vez, temos relatos de avistamentos na ilha de São Miguel nos Açores em Portugal que recomeçaram em Junho de 2011.
Em 1998 tivemos mais um fenómeno Mariano, acompanhado de comunicação de mensagens a uma criança de 11 anos e uma Sra. de 52 anos, que se revelaram autênticas profecias. Foram filmados fenómenos inexplicáveis como a "Dança-do-Sol", por várias vezes. Podem consultar o meu Blog da Revista UFO e verem as notícias da época, assim como todos os promenores.
Na primeira dessas mensagens, foi dito que os Açores iam sofrer um grande cataclismo que estava iminente. Não podia ter sido mais rápido. Na madrugada seguinte deu-se o infelizmente célebre tremor-de-terra nos Açores o qual causou bastante destruição.
O arquipélago dos Açores sempre foi conhecido por uma terra muito católica. O mesmo jornalista que me procurou em 1998, é o mesmo que me está a informar do regresso destes fenómenos.
É de salientar que ele assim como tantas outras testemunhas, alteraram as suas vidas. Ficaram muito mais crentes e reforçados na sua fé cristã, apesar de em 1998 a Igreja e a comunicação social em Portugal continental, ter censurado os acontecimentos e as imagens dos fenómenos dos Açores. Eu fui o único ovniólogo que "furei" a censura, aproveitando um programa nacional de TV em direto para apresentar as filmagens e falar sobre o caso dos Açores.
Hoje temos novamente relatos de avistamentos e contatos. Aqui vão alguns dos relatos do que está de volta a este arquipélago composto por nove ilhas no meio do Atlântico. É o que se situa entre Portugal e Brasil.
Chegaram-me-me também estas fotos, já postas no YouTube acompanhadas de textos. Não me cabe comentar os textos. Esses ficaram ao critério de cada um. Gostaria é que as fotos fossem analizadas.
Fotos OVNI nos Açores em 8 de Junho entre as 18h e as 19h30mn.
Azores Islands Elenin Two Suns, Nibiru, Planet X, Tyche, Advent...
"10 a 13 de Junho de 2011 – Fim-de-semana no Nordeste
Irmão André:
No dia 10 fomos para o Nordeste e durante a tarde estivemo na casa do Joaquim com alguns irmãos. No final da tarde chegaram mais irmão e dirigimo-nos para a Fajã do Rodrigo. A ideia deste fim-de-semana era acamparmos na Fajã do Rodrigo onde praticamente ninguém vai lá. Quando chegamos à Fajã, procuramos o melhor local para montarmos. Fizemos uma fogueira e jantamos.
Durante o jantar começamos a falar nas possíveis consequências se fossemos apanhados naquele local. Depois de alguma discussão, pegamos nas tendas e fomos para o parque de campismo do Nordeste, onde já podíamos acampar legalmente. Não fomos capazes de ficar na Fajã do Rodrigo.
No dia 11, estivemos com o Pedro e ele disse que falhamos nesse aspecto. Devíamos ter parado para rezar, abrir a Bíblia e ver o que o Pai tinha reservado para nós, mas não... Jantamos na casa do Joaquim e mais outros irmãos chegaram pelas 23h.
Pelas 1h saímos de casa. O destino era o jardim das endémicas na tronqueira. Na escuridão do parque tinhamos milhares de estrelas por cima de nós. Fizemos meditação e só pelas 4h saímos de lá. Algum medo chateou alguns irmãos mas a fé no Pai é enorme e por isso tudo correu bem. Depois da mditação estivemos mais um pouco a olhar para o céu.
O objectivo era vermos algum sinal do Pai. Esperamos e lá apareceu um objecto que não se parecia muito com um avião. Ficamos entusiasmados. Esperamos mais um pouco e depois fomos para o Pico de S. Bartolomeu. Aqui, já tinhamos um céu mais nublado e decidimos ir embora. Interessante foi o que se passou a seguir.
O meu carro ia em primeiro e quando chegamos a um cruzamento, o carro de trás, onde ia o Pedro, quis passar para a frente e fomos por outra estrada. O caminho era escuro e tinha criptomérias a rodear a estrada de terra. O Pedro decide que devemos parar naquela escuridão. Saímos dos carros e tinhamos uma visão limitada das estrelas por causa da copas das árvores, mas sempre se viam algumas estrelas.
Lá estávamos a olhar para o céu quando começou a passar o primeiro objecto. Tinha uma luz branca ou clara e era muito brilhante. Tinha algumas semelhanças com os satélites, no entanto, a sua cor intensa e a sua tragetória ondulatória distinguia-o dos satélites. Ficamos novamente entusiamados. De seguida, o Pedro afastou-se e quando voltou, um ponto fixo no céu começou a piscar. Piscou cerca de 7 a 8 vezes, como se fossem explosões de energia. Depois disto, ainda vimos mais alguns objectos brilhantes a andar, como o que tinhamos avistado anteriormente. Rezamos ao Pai agradecendo pela benção que tinhamos recebido. Depois fomos embora.
Na noite do dia 12, não sabíamos ainda onde haveríamos de ir. Enquanto surgiam as ideias, um irmão desenhava as meditações que tinhamos tido no dia anterior e desenhou também um grande rosto do Cristo. Estavamos no parque de campismo e vimos mais um objecto. Este percorreu todo o céu que estava por cima de nós e tinha uma luz muito brilhante e tinha tragétoria ondulatoria. Fomos à Fajã do Araújo e fizemos uma meditção à beira mar. Estavamos cansados do dia anterior e depois fomos embora."
Irmã Sara:
Foi um fim-de-semana grande e em Grande, na companhia dos vários irmãos e na companhia do Pai.
Num local mágico como Nordeste tudo é possível. Fomos de viagem para Nordeste com boas expectativas desse fim-de-semana, mas não se comparam à prenda que o Pai nos ofereceu.
Um céu limpo e cheio de estrelas, como se à nossa volta estivesse um círculo no céu que repelia todas as nuvens que podiam existir por lá. Em cima de nós apenas um infinito de estrelas. E foi após a nossa meditação na zona protegida do Priolo que o Pai nos ofereceu um espetáculo no céu.
Fomos até ao Pico Bartolomeu. O tempo não estava mau. Era possível obter uma boa vista da costa sul da Ilha de S. Miguel no meio do nublado, o que tornada o momento ainda mais mágico. Entramos nos carros e começamos a descer o Pico Bartolomeu. E foi a meio da nossa viagem de carro que o irmão Pedro recebeu uma "chamada" divina. Paramos os três carros e saímos.
À nossa volta havia apenas natureza e o ar que se respirava era puro, carregado de boa energia. E não foi preciso esperar muito tempo para que, após o irmão Pedro nos pedir para olhar para o céu, entre as copas das árvores, comecassemos a ver o movimento no céu. Não havia dúvida que não se tratavam de satélites devido ao facto de os obejctos nao seguirem sempre a mesma direcção. E não eram aviões. Pudemos confirmar isso quando, mais tarde, vimos um avião passar e aí deu para perceber a diferença. Estavamos a observar um espectáculo no céu onde não pararam de passar ovnis.
Ao vermos o movimento que se fazia sentir no céu a nossa alegria aumentava e o nosso sentimento de sermos uns sortudos por o Pai nos possibilitar esses momentos. E as coisas melhoraram quando o irmão Pedro nos pediu para olhar novamente para o céu porque ia passar um objecto e assim foi. Esse objecto era mais luminoso que os outros. Parecia mesmo uma oferta. O irmão Pedro perguntou quem não tinha visto e disse que ele ia aparecer outra vez e assim aconteceu várias vezes, o que possibilitou a todos os irmão terem visto o que se passava no céu.
Foram vários os objectos que vimos, em direcções diferentes. É claro que o melhor foi termos visto dos nossos, no seu tom alaranjado. Para mim e para todos os irmãos presentes foi uma noite revitalizante na presença do amor do Pai".
Vamos esperar mais notícias de um arquipélago que segundo dizem, fazia parte da Atlântida.
Realmente é mágico. Tem uma Lagoa das Sete Cidades que alguns contactados dizem ser uma das entradas para locais subterrâneos que albergam civilizações muito mais evoluidas que a nossa. Bem... isso pode ser motivo do próximo trabalho.
Sobre esta cimeira, muito se falou mas nada se divulgou. Se assim não fosse, seria de estranhar. Como já escrevi em outros artigos sobre o mesmo evento, não tenho conhecimento de nada mais sério e profundo do que esta cimeira.
O futuro do planeta e da humanidade, foi selado em Lisboa. Como é sabido, não houve só a cimeira da NATO (com a presença da Rússia como convidada). Deram-se também outros encontros e cimeiras no decorrer desses dias nos mesmos locais, aproveitando assim a presença dos governantes mais poderosos do planeta.
Os homens poderosos julgam que têm sempre tudo previsto para alcançarem uma espécie de domínio total e único.
O secretismo na ciência, é a base do controlo da inovação tecnológica. Afinal, quem detém a informação e o conhecimento científico e financeiro, detém o poder. Como já abordei em outros artigos do meu blog em www.ufo.com.br , o secretismo e a espionagem já tem milénios.
Desta vez, vou recordar alguns factores que apesar de não serem novos, estão na actualidade das potências que exploram o espaço. Já houve avisos desde a década de 50 por parte de pessoas que se disseram contactadas por seres vindos do espaço. Nessa altura foram motivo de chacota por parte dos cientistas. Hoje “olhamos para trás” e sentimos alguma confusão. Como poderia alguém saber tantos pormenores nessa época?
Segundo relataram alguns “contactados” (como Eugénio Siragusa entre outros), esses seres vindos de outros planetas transmitiram que a humanidade tinha de parar com a utilização da energia nuclear, pelo menos da forma como o estavam a fazer. Disseram haver formas mais limpas de energia nuclear e que as mesmas estavam ligadas à energia solar.
Toda a comunidade científica se riu.
Agora já não dá para rir mas sim para fazer contas e trabalhar a “todo-o-vapor”, para ver quem consegue alcançar o poder da nova fonte de energia: o gás hélio-3 (He3).
Além do que já se conhece sobre o hélio-3, que passarei a resumir, o mesmo também tem outras virtudes menos faladas, como por exemplo, no campo antigravitacional. O He3, é capaz de materializar certos fenómenos de levitação magnética, através da supercondução e de gerar energia, a ponto de poder acabar com a nossa dependência do petróleo.
Segundo o Centro Espacial Johnson, a Lua reserva hélio-3 em quantidade suficiente para abastecer o nosso planeta (com base no consumo actual de energia), durante 10 mil anos. O gás hélio-3 não produz subprodutos nocivos e somente 100 toneladas poderiam fornecer energia para o planeta inteiro durante um ano.
Actualmente, até onde sei, ele é usado apenas como líquido refrigerador em refrigeradores (de baixíssimas temperaturas) de He-3. (http://en.wikipedia.org/wiki/Helium-3_refrigerador ). Apesar disso, ele poderia ser útil em reactores de fusão nuclear, pois sua reacção de fusão com o Deutério (http://pt.wikipedia.org/wiki/Deut%C3%A9rio ) geraria uma grande quantidade de energia - 4,5% a mais que a fusão de Deutério com Trítio, que é a reacção na qual o reactor de fusão nuclear experimental ITER (http://pt.wikipedia.org/wiki/ITER ) se baseia.
Poderá ser usado como combustível em futuras centrais eléctricas nucleares, sem deixar qualquer resíduo tóxico.
Ele é muito raro na terra. No entanto, ele está presente no manto terrestre e na atmosfera. Sua abundância na Lua é muito maior, estimada em um milhão de toneladas, devido ao vento solar (as estrelas produzem He-3), que o deposita na superfície lunar. Na terra isto não acontece porque o campo magnético terrestre, a magnetosfera, protege-nos dos ventos solares. Quando o rápido fluxo de partículas emanado do Sol colide com a Lua, deposita na sua superfície enormes quantidades de hélio-3, como o verificaram os vários astronautas das missões "Apollo".
Quem o descobriu e quando?
Sendo um raro isótopo nuclear, o hélio-3 era hipoteticamente existente nos estudos de Mark Oliphant, na Universidade de Cambridge, em 1934. O gás é conhecido como um subproduto da manutenção de armas nucleares. O hélio-3 foi encontrado em amostras de rochas lunares trazidas pelos astronautas do Projecto Apollo, graças ao trabalho de Harrison Schmitt, que viajou à Lua na Apollo 17, o único geólogo a visitar o satélite.
A fusão nuclear que se espera ser a energia do futuro usará hélio-3 que se encontra no nosso satélite. Como alguns “cotactados” disseram, a energia que esses seres lhes falavam seria derivada do Sol. O nosso Sol é uma Estrela e trata-se de imitar na Terra o processo que ocorre no interior das estrelas. Podemos ter a solução para os problemas energéticos do Mundo.
Como há sempre a outra face da moeda, os grandes interesses das companhias petrolíferas mundiais, fizeram com que não exista o investimento e o interesse político para desenvolver toda a tecnologia necessária. Por isso, vários departamentos de universidades norte-americanas estão a trabalhar na forma de extrair e transportar para a Terra este precioso combustível. Assim, as mais prestigiadas instituições norte-americanas têm estado a trabalhar em projectos que permitirão a recolha e o transporte do hélio-3. Nas palavras do antigo astronauta e geólogo Harrison Schmitt, agora investigador, o equivalente a uma carga simples de um vaivém espacial carregado de hélio-3, seria suficiente para gerar toda a energia que os Estados Unidos necessitam durante um ano.
Três gramas de hélio-3 conseguem gerar 493MWh de energia, mas há grandes obstáculos em relação à possibilidade deste elemento substituir os combustíveis fósseis como fonte de energia. Primeiro, as temperaturas necessárias à fusão deste elemento com o deutério são bastante superiores às usadas nas fusões trítio-deutério. O processo de extracção do hélio-3, consiste no aquecimento da rocha lunar a uma temperatura aproximada aos 700º C. . Só a essa temperatura é que é possível recolher o precioso gás que se liberta assim das rochas lunares.
Existe ou existia antes da cimeira, uma verdadeira "guerra" entre a União Europeia e os Estados Unidos, apoiando estes a colocação do ITER no Japão em detrimento da instalação em França. Isto, dizem alguns analistas, por a França sempre se ter oposto à intervenção norte-americana no Iraque.
Não podemos esquecer que George W. Bush anunciou o regresso à exploração lunar, com a construção de uma base lunar permanente.
Vários países têm mostrado seu interesse por realizar de novo viagens tripuladas à Lua. As alunagens tripuladas que a NASA prepara para o século XXI ligarão o Encontro em Órbita Terrestre com o Encontro em Órbita Lunar. Utilizarão dois veículos que descolarão em separado. O veículo que transportará a tripulação, acoplar-se-á primeiro à Estação Espacial Internacional ou ISS (International Space Station), onde se prepararão para a missão, enquanto o veículo com o módulo lunar permanece em órbita de estacionária ao redor da Terra.
Quando tudo estiver pronto, ambos veículos acoplar-se-ão em órbita terrestre e viajarão para Lua. Uma vez em sua órbita, os veículos separar-se-ão. O módulo lunar descerá, realizará a alunagem e descolará para acoplar-se em órbita lunar ao módulo de comando, donde regressarão à Terra. O plano norte-americano situa-se no contexto do Projecto Constelação.
A China também tem em marcha um projecto de exploração lunar. Realizará missões tripuladas na década de 2020. Em 2024 está planeada a construção de uma base lunar.
O Japão por sua vez, planeia uma primeira missão tripulada à Lua para 2020, bem como a construção de uma base lunar permanente para 2030.
A Agência Espacial Europeia também tem anunciado o seu interesse por mandar missões tripuladas à Lua, dentro do Programa Aurora.
A Índia, que tem desenvolvido um plano que inclui um sobrevoo tripulado da Lua em 2014, e um alunagem tripulada em 2020.
Rússia quer estação permanente na Lua até 2032 Plantão | Publicada em 31/08/2007 às 16h32m EFE MOSCOU - A Rússia tem planos de instalar uma estação permanente na Lua entre 2028 e 2032, informou nesta sexta-feira o diretor da Agência Espacial Russa (Roscosmos), Anatoli Perminov. - Pelos nossos cálculos, até 2025 estaremos prontos para realizar vôos tripulados à Lua, e entre 2028 e 2032 poderá ser criada uma estação permanente sobre superfície lunar - disse Perminov em entrevista coletiva. Segundo o representante da Roscosmos, as previsões estão contidas em um plano de desenvolvimento do programa espacial russo até 2040, elaborado pela agência. Perminov disse que só será possível realizar o primeiro vôo tripulado a Marte depois de 2035, e acrescentou que o programa de desenvolvimento da atividade espacial da Rússia até 2040 possui três fases. A primeira delas - até 2015 - estará focada na conquista do espaço próximo à Terra e inclui a finalização da construção do segmento russo da Estação Espacial Internacional (ISS), segundo o diretor da Roscosmos. Questionado sobre se a Roscosmos tem planos de enviar à ISS o atual presidente da Rússia, Vladimir Putin, possibilidade levantada pela imprensa sensacionalista russa, Perminov respondeu: - Acho que é pouco provável. Isto não foi falado, muito menos com o presidente. O chefe da agência espacial russa confirmou ainda que um empresário e político russo demonstrou interesse em viajar na condição de turista à estação internacional, mas não revelou sua identidade. - Será uma grande surpresa para todos - disse Perminov, acrescentando que o vôo do primeiro turista espacial russo à ISS poderia ocorrer em 2009. Entre os planos a longo prazo da Roscosmos está a criação de um sistema de proteção da Terra contra asteróides, tarefa que pode começar a ser feita a partir de 2026. Perminov afirmou que os projetos de extrair hélio 3, considerado combustível ideal e inócuo para as centrais termonucleares do futuro, não poderão ser colocados em prática nos próximos 30 ou 50 anos. O hélio 3 é o isótopo mais veloz do hélio, produto da desintegração do trítio - isótopo radioativo do hidrogênio - formado nas reações termonucleares do sol e que, durante bilhões de anos, se sedimentou na superfície da Lua. Segundo o diretor da Roscosmos, só por volta de 2030 será construído na Terra o primeiro reator termonuclear que poderá utilizar hélio 3 como combustível. Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/08/31/297530910.asp
Um tratado das Nações Unidas diz que a Lua e seus minerais são de uso comum de toda a humanidade, então a busca e a utilização do Hélio-3 como fonte de energia precisaria de uma cooperação internacional. Uma vantagem em tudo isso é que a exploração dos recursos naturais da Lua são vistos como uma solução para toda a humanidade, ao invés de ser algo somente para um país.
O Programa Internacional de Exploração Lunar (PIEL) foi criado com um único objectivo: explorar um milhão de toneladas de hélio-3 que se encontram sob a superfície lunar.
A infra-estrutura necessária para viabilizar a mineração em grande escala na Lua contou com um nível sem precedentes de cooperação entre agências espaciais rivais.
Com o futuro imediato do planeta em jogo, ressentimentos e interesses mesquinhos foram postos de lado, por enquanto.
Unidos sob a bandeira da PIEL, a Lua está dividida em quatro sectores internacionais: americano, russo, chinês e indiano.
Cada sector é responsável pela emissão de licenças que designam as zonas que uma determinada empresa pode explorar.
Reactores termonucleares capazes de processar o Hélio-3 precisariam ser construídos, juntamente com grandes sistemas de transporte para levar equipamentos até a Lua para processar uma grande quantidade de solo lunar e trazer de volta para a Terra os minerais.
Quem sabe se não estarão já construídos, pois o “crash da energia” está previsto para 2035, com as reservas fósseis a atingirem os seus níveis críticos.
O fenómeno do contactismo continua a deixar-nos com falta de respostas.
Não por acaso, a mitificação do Sol na língua grega é Hélio.
Neste caso, houve divulgação de muita matéria mas... fragmentada. Mais um puzzle que começou a despertar atenção por declarações absurdas e sem fundamento.
Assim se vai dando mais uns passos na ovnilogia.
Será que já fomos mesmo contactados?
Mensageiros, Profetas, Contactados, Visionários, Médiuns, etc.
Há uns anos... malucos!
Hoje, matéria de estudo.
Paulo Cosmelli (Consultor editorial da Revista UFO) (Presidente da CEBIUFO)
Relatos OVNI antes do terramoto de 1755 em Lisboa.
Duzentos e cinquenta e cinco anos depois da maior catástrofe natural que atingiu Portugal, causando segundo se crê, 90 mil mortos em Lisboa e mais 10 mil em Marrocos. As ondas de choque foram sentidas desde o Norte da Europa, nomeadamente Finlândia, até ao Norte de África. A magnitude deve ter sido 9 na escala de Richter, seguido de um tsunami.
Pouco ou nada se fala nos fenómenos OVNI vistos e relatados na época pelo Padre Manuel Portal. Dias antes “Bolas verdes”começaram a cruzar os céus de Lisboa, e continuaram a ser vistos para Sul, inclusivé nos céus do Norte de África. Os relatos da época assim o relatam.
• Tudo aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755.
Como era Dia de Todos os Santos, as pessoas tinham acordado muito cedo para irem à missa.
• O cais da cidade afundou-se completamente e a água do rio Tejo começou a avançar para a cidade.
• Além do terramoto em terra, sentia-se o maremoto no mar e no rio. Os barcos que estavam no rio começaram a rodopiar e a afundar-se a pique.
• Abriram-se falhas na terra, em zonas como Alcântara, Sacavém, S. Martinho, Azeitão e Setúbal. Dessas falhas, surgiu água, vento e vapores.
• Passado algum tempo, houve um segundo abalo muito violento.
A cidade incendiou-se. As velas e as lareiras que tinham sido deixadas acesas ajudaram a chamas a crescer ainda mais.
• As pessoas que sobreviveram rezavam nas ruas, cobertas de pó.
• Durante horas, os abalos não pararam, embora já fossem mais fracos do que os primeiros.
Em Lisboa, a baixa estava praticamente destruída. Caíram casas, igrejas e edifícios públicos.
• Milhares de pessoas desceram até ao Terreiro do Paço para tentarem fugir dos incêndios e da queda de paredes e pedras.
• Levaram todos os pertences que puderam e tentaram apanhar um dos barcos que estavam a recolher pessoas. Mas as ondas do rio estavam tão altas que acabaram por arrastar os barcos e muitas pessoas se afogaram.
• Durante três dias, os abalos e os incêndios não pararam! O terramoto destruiu a baixa de Lisboa e fez ruir casas e monumentos por todo o país.
• Depois de passado o horror, o rei ordenou ao Marquês de Pombal que reconstruísse a baixa da cidade.
• Foi nesta época que se construiu a Praça do Rossio, o Arco da Rua Augusta e as ruas paralelas e perpendiculares da baixa onde agora é zona de compras.
• A maior parte dos monumentos que ficaram destruídos, foram depois restaurados.
• No entanto, houve alguns monumentos, como o Convento do Carmo, em Lisboa, em que não se fizeram obras, para simbolizar este acontecimento tão trágico.
Registos históricos das viagens de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo foram perdidos, e incontáveis construções foram arrasadas (incluindo muitos exemplares da arquitectura do período Manuelino em Portugal).
A família real escapou ilesa à catástrofe. O Rei D. José I e a corte tinham deixado a cidade depois de assistir a uma missa ao amanhecer, encontrando-se em Santa Maria de Belém, nos arredores de Lisboa, na altura do terramoto. A ausência do rei na capital deveu-se à vontade das princesas de passar o feriado fora da cidade. Depois da catástrofe, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, denominado como Real Barraca da Ajuda, em Lisboa.
Tal como o rei, o Marquês de Pombal, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra e futuro primeiro-ministro, sobreviveu ao terramoto. Com o pragmatismo que caracterizou a sua futura governação, ordenou ao exército a imediata reconstrução de Lisboa.
Conta-se que à pergunta "E agora?" respondeu "Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos"
Na época alguém perguntou ao Marquês de Pombal para que serviam ruas tão largas, ao que este respondeu que um dia hão-de achá-las estreitas….
O novo centro da cidade, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções à prova de sismos (antí-sismicas), que foram testadas em modelos de madeira, utilizando-se tropas a marchar para simular as vibrações sísmicas.
Já as Legiões Romanas, não atravessavam pontes a marchar por causa do que hoje se conhece: a vibração.
Cá temos mais uma vez, uma demonstração de um conhecimento que só em pleno século XX se “descobriu”. Será mais correcto dizer: re - descobriu?
Fenómenos OVNI têem sido quase sempre relatados antes, durante e/ou depois de grandes catástrofes. Será coincidência, ou haverá razões ainda não explicadas pela ciência e por outros conhecimentos?
Tenho um amigo, o Araújo de Brito, Comandante da Marinha de Guerra Portuguesa, que uma vez disse numa conferência que fizemos juntos: -“Será que estes fenómenos ligados a grandes catástrofes não poderão ser viajantes do tempo a assistir a factos que marcaram a história da nossa civilização?”
Na altura achei completa ficção. Hoje já ponho como hipótese.
Desde 1995 que se espera um outro grande terramoto para a mesma zona. Os geólogos afirmam que as probabilidades são muitas.
Curiosamente, nos finais dos anos 70, uma série de luzes azuladas iluminaram durante dias, os locais da falha da placa tectónica onde se deu o terramoto de 1755. Foram relatados e fotografados grandes e demorados relâmpagos, acompanhados de estrondos enormes. Chegaram a fazer várias figuras nos céus, como a de uma foiçe e martelo (símbolo utilizado pelo partido comunista).
Houve certos grupos espíritas, que disseram ter recebido comunicações de que civilizações extraterrestres estavam a soldar essa falha da placa tectónica.
Lembro que foi um desses grupos espíritas, que em 1917, meses antes das manifestações de Fátima, publicou num grande jornal da época uma comunicação, em que lhes foi transmitido que iriam dar-se os acontecimentos que tiveram lugar em Fátima.
Estaremos a ser protegidos por seres que nunca nos deixaram sozinhos, ou queremos acreditar que assim é?
Haverá mesmo alguém a olhar por nós a ponto de evitar mais catástrofes?
Ser houver, até quando temos essa proteção?
Paulo Cosmelli (Conselheiro editorial da Revista UFO) (Presidente da CEBIUFO)
O resgate dos mineiros no Chile e as manifestações de Fátima.
13 de Outubro de 2010. 13 de Outubro de 1917.
Será a resposta humana à mensagem dada em Fátima aos 3 pastorinhos a 13 de Outubro de 1917?
Neste dia que marcará a história da humanidade, 33 mineiros foram resgatados pelo esforço que não conheceu fronteiras.
Todo o Planeta ficou de plantão, esperando que 33 vidas fossem salvas das entranhas da nossa mãe Terra.
A união sem fronteiras, foi demonstrada ser possível.
Será que só em momentos catastróficos é que a humanidade esquece as fronteiras, guerras e outros factores que a levam à divisão, destruição e controlo do seu semelhante, a favor da sobrevivência da sua espécie? Esperemos que não.
Até a NASA colaborou com a sua tecnologia, tendo feito o desenho da cápsula, provando que a utilização da mesma pode preservar a vida e unir todo um planeta. Há coincidências que nos deixam a pensar. Terá sido este acidente mais um aviso para uma mudança global?
Há 93 anos, na mesma data (mas em 1917), em Fátima, Portugal, houve uma série de fenómenos que se revelaram terem sido avisos à Humanidade.
Esses fenómenos acompanhados de avisos, segundo 3 pastorinhos que relatam ter sido contactados por seres a que chamaram de Divinos, transmitiram uma mensagem dividida em três partes. As crianças tinham as idades de 7, 9 e 10 anos.
Para demonstrar que falavam a verdade, os 3 Pastorinhos disseram que lhes tinha sido dito, pela Entidade feminina que comunicava com eles já com uma periodicidade impressionante, que a 13 de Outubro iria haver uma manifestação para todos.
Assistiu-se a um fenómeno OVNI puro.
Este tema já foi por mim abordado e aprofundado, num artigo meu editado pela Revista UFO nº154, com o título “Um chamado à verdade”. Voltei a escrever sobre o mesmo tema porque muito ainda há a descobrir e desvendar.
Vamos às coincidências entre as duas ocorrências, separadas por 93 anos:
1. Datas iguais em relação ao dia e mês.
2. O número 3 e seus múltiplos estão notoriamente muito presentes nos dois casos.
3. Três pastorinhos.
4. A primeira, teve início às 12 A.M. a segunda teve início às 12 P.M.. Em numerologia, 12 = 1 + 2 = 3
5. Os Pastorinhos tiveram no total seis encontros. 6 = 3 + 3.
6. Os mineiros foram resgatados ao fim de 69 dias. Em numerologia, 6 + 9 = 15 15 = 1 + 5 = = 6.
7. O papel que continha a mensagem que estavam vivos, continha 33 caracteres. 3 + 3 = 6.
8. Os sobreviventes são 33. 3 + 3 = 6.
9. A perfuração e montagem e fabrico da Fénix (cápsula de resgate) demorou 33 dias. 3 + 3 = 6.
10. Noventa e três anos separam estes eventos. 9 + 3 = 12 12 = 1 + 2 = 3.
Poderá ser tudo coincidência mas deixa-nos pelo menos a meditar. Até o último Grau maçónico do Rito Escocês Antigo e Aceite, tem 33 Graus.
Estejamos atentos aos avisos telúricos e atmosféricos. O nosso corpo também avisa quando algo não está bem. Quase nunca damos ouvidos.
Não sejamos cegos nem surdos. Os acontecimentos estão a dar-se como foi e é dito por aqueles que se dizem contactados por seres vindos do espaço.
Não estará na altura da união a começar na ovnilogia?
Estaremos nós a ser distraídos propositadamente?
Ovnilogia é união e não necessitamos que as profecias se realizem. Elas estão nas nossas mãos. Hoje foi prova.
Estejamos atentos!
Muito atentos!
Paulo Cosmelli (Conselheiro editorial da Revista UFO) (Presidente da CEBIUFO)
Na história de todas as religiões encontram-se, menções de êxtases provocadas pela concentração na ideia ou na imagem de Deus, ou mesmo pela persuasão de um encontro espiritual com Deus.
Na religião católica aconteceu chamar-se quiete, quietude ou quietação ao repouso que se logra em êxtases tais, o qual não seria, aliás senão o sinal da tensão da alma na chamada contemplação.
São em geral de tendência quietista as atitudes religiosas que procuram esse repouso, e sobretudo as doutrinas que ensinam a maneira de chegar à quietude. Mas o termo quietismo aplicou-se mais especialmente à direcção espiritual preconizada pelo aragonês Miguel de Molinos, á qual também se chamou de molinosismo , com maior exactidão.
Molinos escreveu um Breve Tratado da Comunhão Quotidiana e um Guia Espiritual para Alcançar a Perfeita Contemplação e o Rico Tesouro da Paz Interior. Ambas as obras foram publicadas em 1675.
A gravidade estava na segunda. Se a Igreja admite e aplaude o misticismo, mostrou-se sempre muito reservada aos tratados práticos para se chegar à contemplação, cuja divulgação, em línguas vivas, e não já em latim, punha gente de mais em comunicação com Deus, roubando a si, que tem membros, corpo e cabeça, o papel de exclusivo intermediário.
Doutrina mística desenvolvida por alguns teólogos que se resume em considerar a anulação da vontade e a indiferença absoluta como meios de conseguir o aperfeiçoamento moral do homem, para o qual basta a união contemplativa com Deus.
Os Jesuítas, vivos, construtivos e realistas, faziam profissão sobretudo de obediência ao papa, e, quanto ao misticismo, adoptaram o significativo lema da «contemplação por acção», venerável antepassado de achados verbais que resolvem a quadratura do círculo, tais como «a variedade da unidade» e «a independência na interdependência». Não admira, pois, que o primeiro adversário sério da quiete tenha sido o jesuíta Paulo Segneri, que escreveu, contra o repouso molinosista, a Concórdia Fadiga e do Repouso na Oração (1680).
Mas o molinosismo ia ganhando terreno, graças aos seus atractivos: preferia o amor a Deus à especulação metafísica, a contemplação à meditação, a oração mental à vocal.
Desembaraçando a alma, oferecendo-lhe o «rico tesouro da paz interior», o quietismo molinosista era o maior sedutor tranquilizante da medicina devota. Era a demagogia do misticismo, ou o misticismo ao alcance de todas as bolsas: à contemplação que era pura graça de Deus, descida do Céu quando Deus quer, e sobre quem quer, opunha outra espécie de contemplação e mesmo de «perfeita contemplação», que se podia aprender, e não tanto como se aprendem o latim e a aritmética – mas como se aprendem as finezas do amor – pela grata via do sentimento. A esta segunda chamava-se contemplação adquirida, por oposição à contemplação infusa.
Doutrina de origem visivelmente iluminista, o quietismo teve grande repercussão por toda a Europa no século XVIII e foi condenado como herético.
Resumindo, podemos considerar o quietismo, como uma doutrina desenvolvida por alguns teólogos e monásticos, como exemplo em Portugal a Ordem da Cartuxa, com sede Provincial em Évora e uma extensão em Oeiras – Caxias, e que consiste na anulação da vontade e na indiferença absoluta, como meios de conseguir o aperfeiçoamento moral do ser humano, para o que basta a união contemplativa com o Divino ou Deus.
Pode-se pois afirmar que o quietismo, numa visão dívica, é um sistema místico que se afirma pela contemplação e oração ao Divino, na inutilidade do esforço humano para a salvação e santificação, e, numa visão profana, consiste num sistema vivencial e de foro intimista, seguido por todos aqueles que se afastam dos acontecimentos que os envolvem ou em que são envolvidos quotidianamente.
Em face das realidades, ficam quietos ou imóveis, plácidos e serenos, sem ruídos ou acções e movimentos, optam pela atitude pacífica, dócil e mansa, com elevado comedimento de maneiras, em absoluta tranquilidade, sossego, quietude e soberana paz.
Então, pode-se questionar se o quietismo compreende ou não qualquer espaço na Doze Regras da Franco – Maçonaria Regular e Universal ? ! . E, concretamente, quanto ao Rito de Passagem intermédio do segundo grau simbólico – grau de companheiro ? !.
Numa perspectiva analítica geral e da interpretação objectiva das regras definidas pelos “ Landmarks “, e, no caso vertente, no Rito Escocês Rectificado, estamos ou não perante um paradoxo, quando ao maçon é, fundamentalmente, exigido acção transformadora e evolutiva, perante si, os irmãos e a humanidade?
Uma análise “ á priori “ dirá que estamos perante um paradoxo … e uma meditação mais introspectiva já dirá que o paradoxo não é tão evidente quanto aos fins e sem a mínima dúvida quanto aos meios.
Mas, como é nosso dever ir ao encontro da “ palavra perdida “ , vamos perspectivar e esquadrinhar as regras e os conceitos anunciados e procurar,” olhar com olhos de ver “, no âmbito do grau e dos princípios maçónicos, procurando enquadrar e integrar os conhecimentos adquiridos nessa passagem ritualista e mágica.
Contudo, não podemos deixar de reconhecer que é através da observação e da contemplação que se dá a “ toma de consciência “ daquilo que somos e que nos “ vemos tal qual somos “ quando nos olhamos no refractário reflexo do espelho, à equidistância a que dele nos encontramos, no outro lado “ o oposto “ virtual ou “ o alter ego “, como notavelmente referenciou e entendeu o nosso irmão Mestre Lima de Freitas, já passado a Oriente Eterno, revelada essa imagem como “o outro eu”, igualmente conhecida como “ o bauhaut”.
E é penetrando corajosamente nessa imagem, nos recônditos da nossa essência, da nossa alma e do nosso coração, sondando até aos nossos limites, de Este a Oeste e do Zénite ao Nadir, que aí encontraremos o conhecimento de nós mesmos e descobriremos a chave dos mistérios que nos conduzirá à verdadeira e plena felicidade.
Em analogia, tal qual os teólogos contemplam o Divino, no espaço e no tempo, em quietude, igualmente o maçon, daquela mesma forma, reage sobre a contemplação do tal “o outro eu”, ser genesético e de concepção bíblica de que estamos feitos à imagem e semelhança Divina, o ser mais perfeito e realizado existente na Natureza.
Mas, enquanto o quietismo assume como meios a anulação da vontade, a indiferença absoluta e a inutilidade do esforço humano, para atingir o aperfeiçoamento moral, a salvação e a santificação; em contradição, nesta passagem de grau intermédio da maçonaria, todo e qualquer maçon deve tomar consciência perseverante de que é através da força e da beleza, consequentemente, da acção e do aperfeiçoamento, imanentes da sua coluna e dos conhecimentos já adquiridos, deve combater a ignorância e operar “a obra”, dando-lhe o polimento para que a pedra que se pretende perfeita e ajustada ao lugar, possa ser colocada a preceito e contribua para a egrégora da construção do Templo.
Assim, o maçon, pode, saberá e deve aproveitar o conhecimento de si próprio, consciente da extensão das suas forças e saberes, ao fazer delas a melhor gestão e utilização, contudo, sem ignorar as suas fraquezas e os apoios e meios que necessita para os suprir. Dessa forma, em consciência, encontrará a luz que iluminará o caminho a seguir, à sombra da Temperança, e não andará cego e ao acaso, como, em tempo, lhe foi avisado de que “o insensato viaja toda a vida sem saber para onde vai, nem de onde vem. Mas, o sábio, dá-se conta de todos os seus passos porque conhece a sua importância e o seu destino”.
Dessa forma se depreende como chegar a um perfeito desenvolvimento, pela profunda exortação à mente e à ciência. Como tal, recomenda-se o estudo minucioso e observador dos mistérios ocultos, assim como, escutar a “linguagem dos pássaros” que contêm e guardam a magia da natureza microcósmica e macrocósmica, em contraste com os conhecimentos do primeiro grau que apela aos sentimentos e às emoções. Pois que, para a mente, são necessários os instrumentos e os mecanismos de precisão e do detalhe, enquanto os factores da emoção e dos sentimentos não obedecem a nenhuma ordem primorosa, além da persuasão e do capricho. Enquanto os sentidos não obedecem a nenhuma e qualquer ordem, nem a regras, seguem por si o instinto, nada os preocupa e não têm consciência d si próprios, a razão, reside num outro patamar superior, é auto-consciente e vigia todos os passos que dá, exigindo que os processos mentais requeiram esforço deliberado.
Igualmente, enquanto no primeiro grau, é necessário e obrigatório o exercício constante, repetitivo e infatigável, porque esta é a única forma de dominar e purificar os sentimentos e as emoções, no segundo grau, há que aprender os mistérios ocultos e invisíveis da natureza e da sabedoria, sem que antes, seja preciso purificar a natureza moral, pois a ciência não se pode ensinar aos impuros, uma vez que a franco – maçonaria se fundamenta na virtude e não no exclusivismo próprio, mas numa actividade mental e de pensamento claro, desenvolvida sobre os alicerces da força moral, da solidariedade, da fraternidade e do amor ao próximo.
Assim, o acto de conhecer não é o mesmo que o resultado de conhecer, pois que, enquanto este último é estático e imóvel, o acto de conhecer é um exercício activo, dinâmico e consequente, como nos mostra a etimologia da palavra que se compõe de “com” e “sciência” (na origem latina de “ sciens” ), ou seja, o inequívoco significado da evolução para a perfeição, isto é, o fenómeno da vida e de tudo que abarca na natureza e no humano.
Daqui se infere a necessidade para que se aprofunde algo mais e não sei até onde, para que pelo estudo da consciência se consagre a consistência de uma das obrigações do segundo grau, em que, reduzindo a vida aos termos primários de “Eu” e do “Não Eu”, possamos estabelecer uma constante relação recíproca entre ambos, acção e reacção, com a consequente e genesética síntese ,pela apreciação do lugar e do espaço correspondente na vida a cada um destes aspectos, para que o tempo mature a conversação num cidadão virtuoso, justo e moralizado.
Neste conceito, se integra o chamamento à mente e à consciência do maçon que ao trabalhar a sua natureza emotiva e moral, com inteligência, rigor e independência, conjuntamente a outros homens, operando de diferentes formas e maneiras, cada qual de acordo com a sua habilidade e temperamento, mas todos com um único objectivo de benefício humanitário e de toda a humanidade.
E é com a” marca” da sua própria individualidade (símbolo que só ele próprio pode estampar) e com a autêntica “chave do arco” da sua mensagem que poderá erigir a sua identidade, única, integral e forte, auto – suficiente, para se colocar em condição de ocupar um lugar no eleito exército dos construtores.
Mas, para que essa liberdade não interfira com os direitos alheios, nem os menospreze, nem fira os princípios simbólicos dos seus instrumentos de trabalho, contidos no esquadro e no prumo (fio de prumo), pois que o nível mais não é que a combinação dos dois primeiros, consubstanciando a “busca da sabedoria e da perfeição e o aprender a fazer as coisas bem”.
Ora então, onde podemos constatar alguma conjunção de semelhança entre as doutrinas franco – maçónicas e o quietismo, se é que existem?
Independentemente dos caminhos trilhados, nós e os outros, por vezes, momentaneamente, cruzamos e partilhamos caminhos comuns.
Trocamos, damos e recebemos proveitosas ajudas e influências. Cada um e cada qual adopta regras e preceitos doutrinários, filosóficos e simbólicos, estabelecidos e adquiridos pela vida da nossa mente que é terrivelmente individualista.
É pois na profundeza da nossa mente, do nosso inconsciente (segundo Freud este último é cinco vezes superior), que o consciente estabelece a individualidade genuína e a autêntica personificação, ao exigir que cada um enfrente os seus próprios e exclusivos problemas, pensamentos e anseios, em solidão quase absoluta, com decisões unívocas, pelos trilhos sinuosos da montanha, envolvidos pela imensa escuridão do subconsciente, onde residem ocultos na frondosa floresta os saberes, o mistério e a magia.
Dessa forma independente, individual, solitária, sábia, perseverante, virtuosa e ascética, cada um e cada qual estabelece a Força da sua Arte, visando a construção do seu Templo, com a perspectiva e o objectivo contributivo e partilhado de erguer o Grande Templo Universal da Humanidade.
Assim, em conclusão, pode-se considerar que o quietismo é um contra senso maçónico, uma contradição, marcadamente relevante quanto à ausência da Acção, pela omissão da partilha e pela falta da aplicação operativa da ascese do consciente humano. Como tal, nunca poderá ser na sua essência de doutrina filosófica um bom exemplo a seguir pelos franco – maçons, mas … nas profundezas da evolução da consciência humana, quem é o maçon que não compreende e aceite a necessidade de em momentos da vida é recomendável a prudência de Parar … para pensar, meditar e reflectir?
E se, eventualmente, o quietismo é um paradoxo maçónico, fundamentalmente marcado e ferido pelo conceito doutrinário da inoperatividade, quem está em condição de afirmar que não é um trilho, um caminho, pela via da interiorização e da contemplação do Divino e nos seus fins de aperfeiçoamento moral e humano?
Neste contexto, ocorre-me relembrar e relevar o Início do Livro da Lei Sagrada, no Livro do Génesis que revela e dá forma `Criação de todas as Coisas:
“No princípio era o Verbo.
E o Verbo era Deus
E o Verbo era igual a Deus”
E o que existia antes do Verbo?
É evidente que já existia e está oculto o Silêncio Primordial, o espaço genesético onde tudo acontece.
É que para que a semente floresça, terá de haver o lugar para a sementeira, iconografado pelo Espaço e pelo Tempo, o Visível e o Invisível, a Relação e a Interdependência.
...Há semelhanças espantosas entre as descrições de Júlio Verne, em obras escritas na segunda metade do século XIX, com a actual realidade dos projectos de exploração do espaço, como por exemplo: os problemas de propulsão; do calor do atrito; da velocidade para escapar à atracção da gravidade, entre inúmeros outros promenores. Júlio Verne estava realmente muito bem “informado” das técnicas que hoje em dia nos levam descobrir o espaço exterior.
...Jonathan Swift, autor das célebres «Viagens de Gulliver», descreve através do seu personagem, que numa dessas viagens avista “um corpo móvel e opaco muito grande que parecia flutuar... Pude descobir com o meu telescópio, um grande número de pessoas que governavam essa ilha voadora”.
Conta-nos também, que esses tripulantes lhe comunicaram ter o Planeta Marte “dois pequenos satélites, dos quais o mais próximo ao planeta central dista exactamente o triplo do seu diâmetro, ao passo que o mais afastado encontra-se à distância de um quintuplo”. As Viagens de Gulliver foram escritas em 1727.
Os satélites de Marte foram descobertos pela “ciência oficial” em 1877.
...FOBOS e DEMOS, satélites de Marte, giram sobre o plano equatorial com uma precisão rigorosamente matemática e descrevem órbitas circulares e não elípticas como as dos astros que conhecemos.
O Prof. Josif Chklovski, Doutor em ciências físico-matemáticas, director da Estação de Radioastronomia e Astrofísica do Instituto de Astronomia de Sterneberg, concluiu após apurados estudos de cálculo sobre as irregularidades orbitais de FOBOS, que este é um satélite oco e artificial, algo que Jonathan Swift já sabia século e meio antes da sua descoberta.
...Nos anos 20, Balthasar Van der Pol, ciêntista holandês, e Carl Stormer, técnico norueguês, tentaram enviar sinais de rádio em onda curta para o espaço. Os sinais de rádio são reflectidos pela ionosfera e daí são reenviados para a superfície terrestre, regressando a esta um sétimo de segundo depois da sua emissão.
Van der Pol e Stormer descobriram ecos que regressavam à Terra entre três e trinta segundos a partir da emissão. Um fenómeno inexplicável.
Tendo abandonado o projecto de investigação, este continuou em 1972 com Ducan Lunan, que teve a ideia de transcrever para papel milimétrico o resultado obtido. O resultado foi surpreendente: cada série de ecos reproduzia no papel uma constelação muito nítida facilmente identificável. Referia-se à constelação do Boieiro no hemisfério boreal. A estrela em causa é Epsilon do Boieiro, também conhecida por Izar.
...Em 22 e 23 de Agosto de 1924, o Prof. David Todd, astrónomo do Amherst College, dos Estados Unidos, tentou captar eventuais sinais oriundos de Marte, aproveitando a sua excepcional proximidade relativamente ao nosso planeta. No momento da mais curta distância entre a Terra e Marte, o aparelho funcionou durante 30 horas.
O resultado foi publicado a 27 de Agosto: de um lado da película observa-se a preto e branco, uma disposição regular de pontos e riscos. Mas no outro lado, com intervalos de meia hora, surgiu um grupo de sinais que formavam uma configuração embora tosca, de um rosto humano. Também reflexo em 1924?
...No dia 7 de Junho de 1947, R. B. Mclaughlin, Comandante-Chefe do campo de provas da Armada dos Estados Unidos, em White Sands no Novo México, ordenou o lançamento de uma V-2 até às regiões superiores da atmosfera. Disparando o foguete surgiram de imediato dois objectos discodais, um de cada lado do projéctil. Instantes depois, um dos artefactos juntou-se ao segundo, que permaneceu em vôo acompanhando a V-2.
...A expressão “disco voador” foi usada pela primeira vez por Kenneth Arnold, piloto norte- americano, para descrever nove “objectos” que viu no céu, no dia 24 de Junho de 1947.
... Despenhou-se um O.V.N.I. no rancho dos Brazel em Roswell (Novo México) no dia 2 de Julho de 1947 e foi testemunhado por mais de 150 pessoas, mas só após 30 anos o Major A. Marcel, que estava na base de Roswell quebrou o silêncio.
...A Casa Branca, em Washington D.C. foi sobrevoada pela primeira vez por O.V.N.I.´s em 11 de Janeiro de 1965.
...Em 9 de Novembro de 1965, em Nova Iorque e outros 8 estados norte-americanos viveram um “blackout” energético. No total uma área de 187.000 Km2 com mais de 30 milhões de habitantes ficou sem luz eléctrica, paralisada e em silêncio. O piloto Weldon Ross comunicou por rádio que viu uma esfera luminosa de mais de 30 metros de diâmetro, suspensa sobre a rede de alta-tensão que provinha das cataratas do Niagára.
...As missões Apolo XI e Apolo XVII foram acompanhadas por OVNIs, havendo imagens filmadas desse acontecimento.
...Embora a NASA diga que são reflexos, as primeiras fotos tiradas à superfície de Marte revelam nítidamente a existência de Pirâmides semelhantes às existentes no nosso planeta. Até as suas distâncias são iguais, se fizermos a comparação entre Cidónia (em Marte) e Gisé (no Egipo na Terra). Um reflexo com tanta coincidência, já para não falar na Esfínge ou Rosto Humano fotografado em Marte.
...Eugénio Siragusa é considerado o maior contactado do século XX por seres Extraterrenos
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...Segundo aqueles que se dizem “contactados” após a utilização da Bomba Atómica, dizem que a mensagem principal deixada por esses seres versa sobre o uso e abuso de Energia Nuclear e outras formas de poluição, que podem pôr em causa não só a sobrevivência do nosso planeta, mas também a vida de outros seres que habitam outros cantos do Universo.
...Steven Spielberg, para a realização do filme “Encontros Imediatos do 3º Grau”, teve como consultor o Professor Dr. Allen Hynek, Professor de Astronomia na Nosthmesten University e Director Científico do Centro de Estudos OVNI, tendo-se tornado conhecido como uma das maiores sumidades na matéria depois de ter sido Consultor da Força Aérea dos E.U.A. durante mais de vinte anos no célebre “Projecto Livro Azul”.
...A Profª. Drª. Fina D´Armada e o Prof. Dr. Joaquim Fernandes fizeram pela primeira vez o estudo e ligação entre a “Dança do Sol” em Fátima (1917) e o fenómeno OVNI.
...O relatório do G.A.O. (General Accounting Office dos Estados Unidos) de 30 de Julho de 1995 relativo ao caso Roswell, concluiu que houve desaparecimento de toda a correspondência e troca de mensagens entre a Base de Roswell e o Q. G. de Washington, desde Outubro de 1946 até Dezembro de 1949.
...Existe uma fotografia tirada de dia, por um fotógrafo português no norte de Portugal, mais precisamente em Alfena, que foi devidamente analisada e é considerada uma das melhores senão a melhor foto de um OVNI alguma vez tirada, tendo-se tornado um documento de estudo.
...Tal como o sucedido no Alentejo, em Guimarães (ambos os locais em Portugal), pouco antes das 8h.00 (a.m.) foi presenciado por algumas dezenas de pessoas um importante avistamento de um objecto cilíndrico. Este avistamento foi também registado pela Polícia de Segurança Pública de Guimarães.
...O mês em que se regista um maior número de avistamentos OVNI é em Agosto.
...O Cosmonauta Alexander Balandrin afirmou que “Discos Voadores” se aproximaram da estação orbital MIR e do Cosmódromo de Baikonor, e que há dados suficientes para levar a cabo um estudo científico do fenómeno.
–“Na Russia temos provas claras, cabendo aos governos, reconhecerem oficialmente a existência dos OVNIs”. No 1º Forum Internacional de Ufólogos (estudiosos de dos OVNIs), realizado no Brasil, foi exibido um filme do Cosmonauta Musa Manarov, que mostra um objecto brilhante e cilindrico próximo da MIR. (Notícia tirada da RTP texto, pag. 230 de Sábado, 27 de Dezembro às 02h07mn40s).
...A 5 de Fevereiro de 1997, a 200 Km de Moscovo, na Academia Bandeira Vermelha da Defesa Anti-Aérea do Exército Russo, o Governo Russo declarou oficialmente: “Os O.V.N.I. existem e tem havido uma ingerência na vida militar e civil Russa”. Esta declaração foi acompanhada pela desclassificação de fotos e filmagens de OVNIs capturadas no espaço e dentro da atmosfera.
Junto de instalações com armas nucleares Russas, foram também fotografados e filmados vários OVNIs.
...A 1 de Julho de 1976, Jimmy Carter declarou ao jornal “Eva Express” nº 26: -“Quando eu for Presidente, darei a conhecer ao mundo a existência dos O.V.N.I.” (UFOs). Há toneladas de material guardado secretamente nos Arquivos Nacionais e que o público deve conhecer”.
...A 28 de Setembro de 1996, o Presidente Bill Clinton reconhece a existência da Área 51, fazendo-a depender Exclusivamente do Presidente dos E.U.A. pela Ordem nº96/54, através da Determinação 6961-A. Até o lixo da Área 51 é Classificado (Secreto) pelo periodo de um ano. Tudo isto passou quase despercebido, pois coincidiu “por acaso” com a estreia do filme “Independence Day” ou “O dia da Indepêndencia” , onde aborda profundamente a Área 51.
...A 25 de Janeiro de 2004, em Ephrem no Utath, o Candidato Presidencial Independente Sterlig D. Allan, no seu comunicado de imprensa, pediu para ser revelado o Grau de Interactuação entre o Governo Norte-Americano e os visitantes Extraterrenos, assim como promete pôr fim ao ocultamento desta informação.
–“Qualquer pessoa com dois dedos de testa pode vêr que o Governo dos E.U A. oculta o grau de conhecimento sobre os visitantes extraterrestres ao nosso planeta e o seu envolvimento com eles. A Área 51 é possívelmente o Segredo mais conhecido do planeta. A quem quer enganar o Governo quando diz que a dita instalação não existe? É como se o Presidente do Egipto afirmasse que as Pirâmides não existem. Se o que estão a fazer nesse lugar e outros vai mais além dos limites da ética humana, então é algo para acabar”.
...Sua Santidade o Pápa Pio XII, no seu discurso a 3 de Outubro de 1958 perante mais de 700 católicos americanos disse: -“O mundo invisível que nos rodeia, é tão real como o mundo visível que conhecemos... A Humanidade tem sido sempre protegida por Seres que contemplam A Face de Deus de mais perto”.
...Vaticano não teme vida no Universo.
O Padre Gino Concetti, teólogo ofícial do jornal “L`Osservatore Romano”, do Vaticano, disse a 8 de Julho de 1997 que alienígenas não são problema. -“Outros planetas, caso sejam habitados, não são um problema para a teologia católica”.
Há anos, o teólogo Jesuíta Domenico Grasso, um dos grandes especialistas neste domínio, formulou o voto de que a ciência possa um dia confirmar a existência de Extraterrestres:
-“Sinceramente, muito me agradava saber que Deus é Glorificado por miríades de mundos, talvez mais perfeitos do que o nosso, e que Cristo tem “irmãos” que Ele não necessitou de Resgatar, pagando o “preço” que por nós pagou na Cruz.
...Também o já falecido Monsenhor Corrado Balducci, da Congregação para a Evangelização dos Povos e considerado «Padre de Honra» desde 1964 e membro ofícial da Casa ou Família Papal, acreditava na existência de seres extraterrestres.
–“É razoável acreditar e afirmar que seres extraterrestres existem. A sua existência já não pode ser refutada, pois há muitos vestígios de seres extraterritoriais e de discos voadores”.
O Monsenhor Balducci acrescentou que tais vestígios da existência de discos voadores indica que os seres extraterrestres estão mais desenvolvidos do que os seres humanos.
Monsenhor Balducci, justificou as afirmações de conciliação teológica, com a possibilidade da existência de seres mais evoluídos, através da passagem do Novo Testamento, onde São Paulo se refere a Jesus Cristo como Rei do Universo, e não apenas Rei do Mundo.
Por agora, estas “curiosidades” já deixam cada um pensar.
Não matem a vossa curiosidade. Alimentem-na, para que em conjunto e com honestidade, se possa fazer algo pela ciência em todos os seus campos.
Como já vimos, este tema é multidisciplinar.
Cuidado com grupos, seitas ou comunidades.
Não é seguindo ninguém que se faz ciência. Investigar a mensagem, mas não seguir mensageiros.
Há quem queira tornar esta área de Investigação em algo que pode ser Perigoso.
Serão essas pessoas ou organizações interessadas em destruir a ovnilogia, as mesmas que alimentam a criação destas Seitas? Enfim...
Não se consegue mentir o tempo todo. A verdade não consegue estar encerrada eternamente.
Como devemos ser homens livres, lutemos em conjunto contra a mentira e encobrimento. Temos ferramentas como a Revista UFO e seu grupo de homens livres e de bons costumes.
A idóniedade da Revista UFO assim o demonstra. Mente Aberta, sem Julgar ninguém. Apenas transmite informação sem censura, para cada um fazer a sua caminhada de investigação.
Ao ser partilhada e a informação “cruzada” e analizada pelos vários campos da ciência, então estamos a construir em vez de destruir.
Criticar sim, mas construtivamente.
Paulo Jorge Cosmelli (Investigador e Conselheiro Editorial da Revista UFO)