Fotos e filmagens de aparições de luzes piscantes no céu de Maringá caíram nas redes sociais e no YouTube, renderam milhares de acessos e as mais diversas interpretações. Invasão extraterrestre? Criaturas de outro mundo de olho na cidade? De jeito nenhum. Por trás dos "fenômenos" está um grupo com os pés nem seguros no chão, comandando toda a ação por controle remoto.
O grupo de aeromodelistas se reúne três vezes por semana no Contorno Norte, próximo ao Jardim Dias. O objetivo não é assustar ninguém com as luzes no céu, mas brincar com o voo noturno dos aeromodelos iluminados por lâmpadas LED.
Esses voos acontecem desde 2010. O grupo nunca desconfiou que alguém confundisse a brincadeira com uma atividade paranormal. "Depois que a gente viu no Diário foi pesquisar. Tem vídeo com milhares de acessos, tem foto de dois anos atrás comentando que pode ser disco voador", ri Agnaldo, um dos membros do grupo de aeromodelistas.
As fotos nesta postagem foram enviadas pelo próprio grupo de maringaenses que curtem iluminar o céu, mas afirmam não ter relação alguma com a vida fora da Terra.
crédito: blog do Linjardi
Nem sacanagem, nem farsa. Somente a prática de aeromodelismo noturno
crédito: blog do Linjardi
É a velha questão de não apontar como UFO algo que, de fato, não é um
Uma das filmagens pode ser assistida clicando-se aqui. O vídeo mais acessado ultimamente foi este, do último dia 17 de março. Os comentários - informando do que se trava na realidade - foram deletados e impedidas novas postagens: Veja outros exemplos:
A crença exacerbada engole incautos de forma prejudicial, fazendo-os acreditarem que qualquer coisa no céu seja um UFO legítimo
A Ufologia da forma como "deveria ser"
Estimados leitores, é necessário esclarecermos de uma vez por todas que Ufologia séria não é baseada no verbo "crer", mas sim "pesquisar" e "investigar". Um dos grandes equívocos dos aficcionados na área – e grave, diga-se de passagem. Nunca sequer se deveria mencionar o termo "acreditar em UFOs", que por si só já é pejorativo e uma visão errônea dos 64 anos de existência oficial da Ufologia (Estudo [não crença] dos UFOs). De cara, questionável por qualquer pessoa sensata.
Para quem está bem preparado para separar e apoiar os indícios comprovados e argumentáveis sobre a real presença alienígena na Terra, deixo-lhes abaixo referência essenciais entre fantasia, equívoco e realidade incontestável.
Ufologia não pode nem deve ser vinculada ou mistificada dentro de parâmetros doutrinários e muito menos relacionada com filosofias ou religiões (excetuando-se quando a Ufologia vai investigar nelas, mas nunca ao contrário). Trata-se de uma protociência (ou paraciência), envolvida em grande parte das ciências e tecnologias que dispomos em termos mundiais, como podemos perceber claramente neste texto:
Aproveitando a conversa, antes de qualquer pessoa "imaginar" que avistou um UFO, muito mais importante é saber o que, de fato, NÃO é um! Vamos ao beabá dos mais comuns:
Rastros de avião
Diversos são postados no famigerado Youtube como se fossem UFOs. Exemplos:
A Estação Espacial Internacional (ISS) também provoca o mesmo tipo de engano.
Aeronaves militares "secretas"
Excelente exemplo trata-se de uma evolução do projeto norte-americano Aurora, a aeronave TR-3B, filmada em ação por várias ocasiões. Assista as manobras da mesma, é espantoso como pode ser confundida facilmente com um UFO legítimo:
E o grande vilão que derruba até ufólogos mais experientes: computação gráfica - Computer Generated Imagery [Imagens Geradas por Computador, CGI]. Exemplos:
Por isso, Ufologia não se estuda pela Internet se não possuir experiência ou não souber identificar e separar as coisas, pois está infestada de puro lixo, fraudes, equívocos, teorias mirabolantes sem fundamento, profecias etc. Deve-se conhecer as fontes e sites confiáveis, os grupos idôneos e as “fontes das fontes”, assim como se faz em pesquisas profissionais.
Na prática – e longe dessas fontes nada confiáveis –, trabalha-se (eu pelo menos sim, rs) na percentagem de 5% de casos reais, ou seja, 95% deles possuem explicação e conclusões convencionais, nada de discos voadores e muito menos ETs. Mesmo assim, esses “míseros” 5% somam-se às centenas de milhares de fatos, inexplicados até hoje.
HET: Hipótese Extraterrestre
Por que se "inventou" esta hipótese e é possível trabalhar com ela, afinal? Dentro deste percentual, inexplicado, não vou tentar lhe convencer da realidade extraterrestre, se era isto que esperava! Vou simplesmente lhe dar material para que tire suas próprias conclusões e também as possa utilizar com os céticos que porventura cruzem (e sempre cruzam, rsrsrs) seu caminho:
Casos pesquisados durante décadas e nunca solucionados, principalmente com evidências físicas, são os que norteiam os estudos sobre o assunto. Também são minoria, dentro das expectativas e estatísticas do próprio Fenômeno UFO acima mensurados. Entretanto, caso seja possível que milhões de pessoas pelo mundo estejam simplesmente mentindo de maneira doentia e, em diversos casos, "profissionalmente", de modo a deixar lacunas na resolução racional dos mesmos, então estamos diante de uma "psicopatologia indefinida" e preocupante, uma doença fora das capacidades de diagnósticos existentes até hoje: http://www.ufo.com.br/busca/materias/abducoes/
Mutilações de animais
Como em todas as outras explanações, aí também há de se ser seletivo e investigativo, é óbvio e patente que predadores naturais são os responsáveis pela grande maioria de casos, ainda mais com a redução de matas nativas e avanço da civilização por áreas antes intocadas, animais selvagens ou que tenham suas dietas naturais reduzidas, exatamente devido a esta situação, acabam avançando por gados, rebanhos diversos em pastos e aves de cativeiro.
Entretanto, há casos espetaculares, atestados por zoólogos, biólogos e veterinários, onde ocorreram mutilações completamente insólitas e fora de qualquer tipo de padrão conhecido ou imaginado. Animais que têm órgãos inteiros retirados de maneira cirúrgica e sem vestígios de sangue pelo local, casos em que foram “mutiladas” quase uma centena de ovinos do dia para noite, sem haver uma marca sequer de mordida e, o mais inexplicável, sem uma gota de sangue no paiol: http://www.ufo.com.br/busca/materias/mutilacoes/
Situações em que o sangue de animais foi como que "aspirado", deixando-os simplesmente sem uma gota do líquido vital, existem às centenas, em dezenas de países (o que descarta também a hipótese de ação de alguma seita satânica ou similar):
Idem às demais estatísticas, mas por gentileza, compare a diferença no que poderíamos chamar de modus operandi deste "animal", às mutilações. São bem diferentes:
Acho que já dá para ter uma noção razoável da complexidade de pesquisa em Ufologia. Entre os pesquisadores sérios, perceba que não há brincadeira, charlatanice ou simplesmente dados fictícios e/ou imaginários. Se estudar minuciosamente a documentação, vai aumentar a certeza de que há gente inteligente de outros lugares por aqui.
Certos acontecimentos parecem verdadeiros "absurdos" sob o ponto de vista humano, mas gostaria de citar algumas considerações:
• Quando as caravelas europeias aqui chegaram, os nativos americanos (indígenas) literalmente não enxergaram-nas, pois aquilo era e ia muito além de qualquer artefato, construção ou imaginação cognitiva e mental dos nativos. Eram cenas inconcebíveis em que a visão deles simplesmente não funcionava com relação às embarcações; Quem garante que nós estejamos enxergando nossos "visitantes" da forma como são realmente? Enquanto em alguns casos, supostos UFOs são comparados (no formato) pelas testemunhas à carros conversíveis ou refletores laser, em outros pontos mais isolados, obviamente, são comparados a “geladeiras voadoras”, monstros com garras de ferro, anjos e demônios.
• Não temos provas concretas da existência e significado dos buracos negros ou do Big-Bang, além de imagens e suposições, e isso não invalida ou desestimula astrônomos e outros profissionais a dedicarem suas vidas a desvendá-los e comprová-los. Do mesmo modo, se não fosse através de testemunhas, imagens, efeitos físicos e registros em aparelhagens, como provaríamos a existência de furacões ou terremotos?
• Sobre possíveis atitudes absurdas por parte de supostos ETs, convém lembrar de nossas próprias atitudes, que possam ser absurdas e sequer notamos em nosso dia-a-dia corriqueiro, como, para citar um exemplo mínimo, formigas que matamos pelo simples ato de caminhar pela rua, sem notarmos ou pararmos para refletir sobre. "Poww, mas que conversa... falar de formigas???" Pois então, o que parece insignificante ou irrisório para alguns seres vivos, pode ser fatal e mortífero para outros. Fora toda uma vida microscópica que existe dentro de cada uma delas! Nossos biólogos e outros profissionais cientistas, não relutaram em nada ao realizarem experimentos com células tronco em cobaias (ratos), fazendo nascer e crescer orelhas humanas em suas costas. E por aí vão as nossas atrocidades em nome do progresso e ciência...
• Vida extraterrestre inteligente e civilizações mais antigas que a nossa, pode significar maior tecnologia, mas não que sejam mais evoluídos espiritual ou moralmente. Certamente, possuem suas metas, objetivos, trabalhos científicos, cultura e conhecimentos particulares, que podem não incluir tanta "delicadeza" com seres humanos.
Entretanto, se estão realmente por aqui, não deve ser a passeio.
Enfim, espero ter sido minimamente útil. Leia também:
O lançamento mundial do documentário THRIVE ocorreu no dia 11 de novembro (11-11-11) em avant première na cidade de Richmond, Califórnia, com a presença do editor da Revista UFO A. J. Gevaerd.
A película faz uma síntese da crise mundial como responsabilidade do atual complexo bélico, financeiro e industrial, como ela pode ser dissipada com a revelação ao mundo do que se esconde sobre a ação na Terra de outras espécies cósmicas em nível dos governos, através da energia livre.
Vai explodir mundialmente em questão de semanas e também faz sérias acusações contra a politica mundial de acobertamento ufológico, onde certamente trará inúmeras e imediatas conseqüências positivas para a Ufologia.
Assista ao trailer legendado em português:Descrição: THRIVE levanta o véu sobre o que está realmente acontecendo no nosso mundo, seguindo o fluxo superior do dinheiro - revelando a consolidação de poder global em quase todos os aspectos de nossas vidas. Conectando avanços científicos, consciência e ativismo, THRIVE oferece soluções reais, nos fortalecendo com estratégias inovadoras e ousadas para reivindicar nossas vidas e nosso futuro.
Entrevistas com Duane Elgin, Nassim Haramein, Steven Greer, Jack Kasher, Daniel Sheehan, Adam Trombly, Brian O'Leary, Vandana Shiva, John Gatto, John Robbins, Deepak Chopra, David Icke, Catherine Austin Fitts, G. Edward Griffin, Bill Still, John Perkins, Paul Hawken, Aqeela Sherrills, Evon Peter, Angel Kyodo Williams, Elisabet Sahtouris, Amy Goodman e Barbara Marx Hubbard. Leia também:
Gráfico demonstra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma
Confirmada rede capitalista que domina o mundo - Muito além das ideologias
Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos. Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global. A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça [Veja The network of global corporate control].
Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global. "A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado", afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. "Nossa análise é baseada na realidade".
Rede de controle econômico mundial
A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente. O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.
Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial - tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.
O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores. A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.
Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas - na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras. Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo - as chamadas blue chips nos mercados de ações.
Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo. E isso não é tudo.
Super-entidade econômica
Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma "super-entidade" de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas. "Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira", disse Glattfelder. E a maioria delas são bancos.
Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser. Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.
Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração - 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer [?]. A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente. Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum - e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.
Abaixo, as 50 primeiras das 147 multinacionais super-conectadas.
Aos poucos, vão surgindo as primeiras pistas sobre a explosão que matou uma mulher e deixou oito feridos no bairro Esteban Echeverría, em Monte Grande (Grande Buenos Aires), na tarde desta segunda (26).
Segundo o jornal portenho La Nacion, a polícia deteve há pouco o rapaz que "gravou" e difundiu a imagem da suposta queda de meteorito na região, que foi usada por diversos veículos de comunicação do país. A divulgação teria gerado especulações sobre a possibilidade de um corpo extraterreste ter atingido o bairro.
O jovem era considerado a principal testemunha do acontecido. No entanto, segundo o jornal, o rapaz reconheceu que havia mentido, o que levou as autoridades de segurança a suspeitar de que a imagem não passa de uma montagem [Acesse a imagem clicando aqui].
Agora, a polícia foca as investigações na hipótese de explosão de gás. De acordo com o El Clarín, entre os destroços de uma das casa, foi encontrado um forno de pizza, que pode ter sido a origem da explosão. (Exame.com)
Notas de Frederico Luiz
a) Muitos órgãos da imprensa, alguns de alcance nacional, preferiram o factóide à apuração dos fatos. Foi o caso da Band, veja abaixo como a "notícia" foi veiculada em seu telejornal principal:b) Afinal, é o famoso conceito de "valor-notícia". Segue que "Bola de fogo cai do céu e mata moradores" tem alto valor-notícia. Mesmo com o desmentido do astrônomo e prisão de quem a "inventou". E "Botijão de gás explode e mata" tem pequeno ou quase nenhum valor.
c) A própria Exame - Abril caiu no "conto do meteoro". O começo do texto acima começa como um revelador "aos poucos, vão surgindo as primeiras pistas...". Além, é claro, do título que denuncia a imprecisão dos primeiros textos.
Dez anos depois, o "11 de Setembro" ainda está envolto em mistérios, explicações que não satisfazem a todos e muitas perguntas sem respostas. Em meio a diversas teorias que levantam a possibilidade dos ataques terem sido um plano arquitetado pelas autoridades norte-americanas - pelo fato de as ações coordenadas terem sido lançadas por terroristas sem grandes conhecimentos técnicos e de o então presidente George W. Bush (2001-2009) se apressar em invadir o Afeganistão menos de um mês depois -, acadêmicos e especialistas se baseiam em evidências científicas para pedir uma nova investigação dos atentados terroristas.
Entre os grupos que refutam a versão oficial do governo americano, de que o 11 de Setembro foi arquitetado e executado pela rede Al-Qaeda do saudita Osama bin Laden, há centenas de civis, físicos, engenheiros, militares, pilotos e até mesmo sobreviventes.
O principal ponto de discórdia entre o governo e os insatisfeitos com a versão oficial refere-se ao colapso das Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC), em Nova York. Enquanto autoridades afirmam que os prédios caíram pelo impacto dos aviões, cujo incêndio subseqüente levou ao derretimento das estruturas metálicas internas, os mais desconfiados argumentam que o colapso quase simétrico dos edifícios seria impossível a menos que ocorressem explosões controladas nas estruturas internas. "O argumento das autoridades viola diversos princípios da física", disse ao iG o professor de teologia americano David Griffin...
Acesse matéria completa e detalhada clicando aqui. Assista e ouça esta música elaborada, sintetizando em cinco minutos a conspiração. Está em espanhol, mas é bem compreensível. O título diz tudo: Pero no lo Contó la TV. Seu autor, um ativista, simplesmente sumiu da internet, no entanto o "som" já havia se espalhado: Saiba mais nestes documentários exclusivos e legendados, basta clicar sobre os títulos:
A Grande Farsa - O que há por trás da maior fraude já perpetrada contra a espécie humana?
Mentiras Desconexas - Uma reflexão sobre os verdadeiros agentes do ataque às Torres Gêmeas
Rafael Amorim, diretor do Movimento Gaucho de Ufologia (MGU), consultor da Revista UFO e membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), com um dos calhamaços de relatórios do extinto Sioani
Caia fora das "luzinhas no céu", videozinhos famigerados e venha para a pesquisa sólida
Mergulhado dentro do mundo ufológico em tempo integral, às vezes "passam batidos" certos conceitos e práticas - cotidianamente tratados no meio - que muita gente ainda desconhece fora dele e esquecemos de informar e explanar.
Atualmente, prezados leitores, ignorar ou não estar bem informado sobre Ufologia Documental, pouco saber sobre Ufologia Militar e duvidar da Ufologia Política, me preocupa sobremaneira.
Não se identificar com estes campos - que são a Ufologia do século XXI - é desconhecer a atual fase dos estudos, os rumos e objetivos sólidos da pesquisa do Fenômeno UFO e da presença alienígena no planeta. Pensando (e lembrando) nisso, repasso-lhes um resuminho destes ramos em patente desenvolvimento.
Ora, então vejamos:
Ufologia Documental:
* São os estudos, análises e evidências retiradas de documentos e relatórios oficiais liberados pelos governos de países, que somam-se às dezenas de dezenas de milhares! Aqui no Brasil, entre mais de 5.000 páginas http://www.ufo.com.br/documentos/, a documentação da Operação Prato, da Noite Oficial (para citar duas das mais famosas) comprovam, sem sombra de dúvidas, a gravidade e realidade dos discos voadores.
O maior problema - ou chatice, como dirão alguns - nesta área é que há necessidade de literalmente se mergulhar nestes calhamaços, interpretar página por página, conteúdo por conteúdo, relatório a relatório, que envolvem muitas vezes as linguagens aeronáuticas e militares. Trabalho hercúleo e milimétrico, paciente e cirúrgico, realizado, por exemplo, pelos membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), mas à disposição de qualquer cidadão minimamente interessado e disposto.
* É "simplesmente" daí que podem surgir até empregos dentro da nossa área!
* Etc.
Ufologia Política:
* A Exopolítica, por exemplo, veio pra ficar, não é uma piada e trata-se da raiz de onde brotarão as leis [Leis são aprovadas por parlamentares, políticos] de intercâmbio entre as civilizações: http://www.ufo.com.br/artigos/exopolitica/
* Há alguns meses, presenciamos, noticiamos e falamos vastamente sobre as reuniões da ONU, UNOOSA, União Européia etc – além de grandes organizações científicas, como a Royal Society – em vias de decisões sobre políticas interplanetárias:
* Os documentos ufológicos liberados por governos dos países só o foram graças a determinadas leis, aprovadas por parlamentares.
* Aqui no Brasil, idem. Exemplo (mas leiam as leis envolvidas, citadas, linkadas e como necessitam de apoio político, senão não adianta nada e não se compreende do mesmo jeito):
* A própria Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) envolve política pura, as leis e os Três Poderes.
* Etc.
Vamos acordar?
É hora de despertarmos para o século XXI e vislumbrarmos a atual fase da Ufologia, que não é mais baseada em mera casuística, relatos de luzinhas no céu e fotos -- que este blog, em especial, demonstra claramente em seus posts não significarem mais nada nos dias de hoje, onde temos algo próximo a 98% de engodos na Internet:
Oras, será que não dá para perceber que este aglomerado de pulhas virtuais, diariamente espalhadas pela rede, não são nada além de distração e armadilhas aos mais incautos - além de trabalho nada gratificante para os ufólogos, esclarecer hoaxes e fakes - enquanto coisas, fatos e evidências de suma importância ocorrem de verdade?
A Ufologia atual está solidificada em bases muito mais sólidas, promissoras e OFICIAIS! É necessário reformular nossos conceitos e idéias, nos atualizarmos e percebermos em qual degrau estamos desta escadaria, que com absoluta certeza não é mais o mesmo que estávamos até alguns anos atrás. O buraco é mais em cima agora. Sejam bem vindos ao século XXI!
Ah, mas eu adoro buscar luzinhas no céu, assistir videozinhos do Youtube, e daí?
Tudo bem, queridão! Todos nós envolvidos em maior ou menor grau à Ufologia, astronomia, astrofísica e afins, olhamos cotidianamente para o céu e, às vezes, acontece de visualizarmos "algo". Primeiro, saiba que desde o estrondo dos sites de vídeos ufológicos - há alguns anos já - não houve mais uma única imagem oriunda destas fontes considerada como um UFO legítimo depois de uma análise minimamente técnica [Veja Imagens de UFOs provam alguma coisa, atualmente?].
Dentro desta "área", também há premissas essenciais, para não cair de gaiato. Antes de achar que captou, que viu ou "assistiu" um UFO, é necessário saber com propriedade o que, de fato, NÃO é um:
Os rastros de avião. Diversos são postados no famigerado Youtube como se fossem UFOs. Exemplos:
E o grande vilão que derruba até ufólogos mais experientes: computação gráfica - Computer Generated Imagery [Imagens Geradas por Computador, CGI]. Exemplos:
Todo tipo de atividade humana requer o mínimo de dedicação e estudo. Sem isso, nada feito... e um simples bibelozinho do tipo $ 1,99 se torna uma linda fada encantada "flagrada" por alguém especial.
Rastro de avião! Novamente, leigos confundem e desconhecem 'fenômenos' cotidianos e diários com outros de naturezas bem diferentes. Criatividade fantasista e desnecessária
... um simples rastro de avião
Moradores da cidade de Cuzco, no Peru, se surpreenderam na tarde de quinta-feira (25) com o aparecimento de um suposto meteorito nos céus. A bola de fogo teria caído ao sul da Cidade Imperial, entre os distritos de San Sebastian e San Jerónimo, mas não foi localizada pelas autoridades.
Os meteoritos são corpos que caem na Terra depois de entrarem na atmosfera, acelerando a mais de 11,2 km por segundo e entrando em combustão. As imagens foram gravadas por um cinegrafista amador e divulgadas por diversos veículos internacionais.(INFO Online).
Pois bem. O tal objeto, divulgado em noticiários internacionais, nada mais era do que um rastro de avião (esteira de condensação, trilha de condensação)! Um "fenômeno" banal e corriqueiro aos finais de tarde por todo o planeta.
Leigos e os equívocos
Os moradores ficaram surpresos e inquietos pelo "insólito" espetáculo. No entanto, devido a tanto burburinho, especialistas do Instituto Nacional de Defesa Civil peruano resolveram investigar e seguiram a trajetória do objeto. Técnicos desta instituição, junto com policiais, dirigiram-se à região para comprovar se era um meteorito.
Descobriram, primeiramente, que a gravação (filmagem) não foi no dia 25, ma sim dez dias antes (!) e também não foi feita da cidade de Cuzco senão no distrito de Velille, província de Cumbivilcas (departamento de Cuzco).
O mais surpreendente é que o que aparece no vídeo não é um meteorito nem um bólido: trata-se da esteira de um avião! Esteira que reflete a luz solar ao entardecer. Clique aqui e veja imagem semelhante, ilustrativa como comparação. Há milhares assim disponíveis pela rede.
No vídeo, apesar do zoom estar constantemente em movimento, pode ser visto que o rastro mal se move, ou o faz exatamente na velocidade de um avião, durante o minuto e dezesseis segundos que dura o mesmo.
Também se apontou como "culpa" do suposto meteorito os incêndios florestais ocorridos na região (sic!). E para completar, até uma astrônoma caiu no engodo do meteorito.
Emfim, pelo menos algo vai melhorando. Desta vez não confundiram o rastro de um avião com um UFO... (Misterios del Aire) Leia também:
Rastro de avião! Novamente, leigos confundem e desconhecem 'fenômenos' cotidianos e diários com outros de naturezas bem diferentes. Criatividade fantasista e desnecessária
... um simples rastro de avião
Moradores da cidade de Cuzco, no Peru, se surpreenderam na tarde de quinta-feira (25) com o aparecimento de um suposto meteorito nos céus. A bola de fogo teria caído ao sul da Cidade Imperial, entre os distritos de San Sebastian e San Jerónimo, mas não foi localizada pelas autoridades.
Os meteoritos são corpos que caem na Terra depois de entrarem na atmosfera, acelerando a mais de 11,2 km por segundo e entrando em combustão. As imagens foram gravadas por um cinegrafista amador e divulgadas por diversos veículos internacionais.(INFO Online).
Pois bem. O tal objeto, divulgado em noticiários internacionais, nada mais era do que um rastro de avião (esteira de condensação, trilha de condensação)! Um "fenômeno" banal e corriqueiro aos finais de tarde por todo o planeta.
Leigos e os equívocos
Os moradores ficaram surpresos e inquietos pelo "insólito" espetáculo. No entanto, devido a tanto burburinho, especialistas do Instituto Nacional de Defesa Civil peruano resolveram investigar e seguiram a trajetória do objeto. Técnicos desta instituição, junto com policiais, dirigiram-se à região para comprovar se era um meteorito.
Descobriram, primeiramente, que a gravação (filmagem) não foi no dia 25, ma sim dez dias antes (!) e também não foi feita da cidade de Cuzco senão no distrito de Velille, província de Cumbivilcas (departamento de Cuzco).
O mais surpreendente é que o que aparece no vídeo não é um meteorito nem um bólido: trata-se da esteira de um avião! Esteira que reflete a luz solar ao entardecer. Clique aqui e veja imagem semelhante, ilustrativa como comparação. Há milhares assim disponíveis pela rede.
No vídeo, apesar do zoom estar constantemente em movimento, pode ser visto que o rastro mal se move, ou o faz exatamente na velocidade de um avião, durante o minuto e dezesseis segundos que dura o mesmo.
Também se apontou como "culpa" do suposto meteorito os incêndios florestais ocorridos na região (sic!). E para completar, até uma astrônoma caiu no engodo do meteorito.
Emfim, pelo menos algo vai melhorando. Desta vez não confundiram o rastro de um avião com um UFO... (Misterios del Aire) Leia também:
Modus operandi dos seres extraterrestres pode ser melhor compreendido a partir destas 'regrinhas' de contato feitas pelos próprios humanos, numa época em que o acobertamento e estratégia de ridicularização ainda não dominavam completamente o assunto
Há mais de 50 anos, uma cartilha sobre "boas maneiras" e ética espacial era colocada sobre a mesa da elite científica da área
Ainda em 1960, numa sala de conferências do Pentágono, foi divulgado um comunicado especial relativo aos programas de viagens espaciais norte-americanas. Surpresa e curiosidade tomaram conta de muitos presentes, pois, naqueles tempos, ainda não existia um verdadeiro programa espacial - a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) tinha sido inaugurada em 1958.
Foi ministrada, então, uma conferência, com instruções dadas por dois oficiais da Marinha e por um do Exército, onde houve a exposição de um programa restrito sobre a conduta a seguir caso encontrássemos outro planeta povoado por seres racionais durante a jornada cósmica humana que estava prestes a se iniciar através dos programas espaciais.
Em nenhum momento da sessão se fez qualquer referência àquilo que chamavam de discos voadores ou o Fenômeno UFO, mas parecia que era justamente a esse respeito que os conferencistas tinham procurado falar, como se tentassem nos preparar para uma exposição futura do problema dos UFOs. Vejamos o programa objeto, com suas etapas:
Fase 1 - Estaria dedicada ao estudo preliminar desse programa, sendo levada a cabo antes de saber se o planeta em questão estava ou não habitado e consistiria numa paciente e prudente observação, feita a uma distância que pudesse ser considerada como fora de qualquer risco. Se o planeta possuísse satélites, seriam conscienciosamente examinados, a fim de estudar a eventualidade de uma possível instalação de bases telescópicas que permitissem estudá-lo e descobrir a existência de qualquer forma de vida organizada.
Fase 2 - Consistiria, em princípio, numa minuciosa observação do planeta a uma distância reduzida, empregando instrumentos do tipo sonda. Faríamos fotografias, recolheríamos amostras atmosféricas e determinaríamos a natureza e importância dos centros de civilização, se fosse encontrado algum.
Fase 3 - Se, com os resultados revelados pelos instrumentos de sondagem utilizados na fase anterior, parecesse justificada a realização de estudos mais profundos, este tipo inicial de equipamento seria substituído por outro de maior capacidade de operação, mais precisão nos informes e, o que é mais importante, tripulado. Deste modo seria possível estudar - sob um método de comparação com as características dos nossos próprios veículos - a capacidade de ação dos veículos utilizados pelos habitantes do planeta, medindo sua velocidade, definindo o tipo de propulsão e a capacidade de manobra e operacionalidade concedida por esses veículos.
Fase 4 - Esta fase do programa já passa a implicar certo risco. Nela, os aparelhos pilotados por homens aproximam-se ainda mais do planeta, para tentar saber se as criaturas que o habitam são hostis e, em caso afirmativo, em que grau e quais os meios disponíveis para manutenção dessa hostilidade. Procurar-se-ia também determinar a localização dos seus radares e centros militares de envergadura.
Fase 5 - Deveria consistir em breves incursões a lugares isolados, com o objetivo de obter espécimes de plantas, de animais e, se possível, até mesmo algumas amostras de seres inteligentes do planeta.
Fase 6 - Nela se efetuariam vôos e aterrissagens sistemáticas, sempre voando a alturas muito baixas, mas procurando manter os aparelhos e respectivas tripulações fora do alcance das armas destrutivas do planeta. Estas manobras de aproximação seriam realizadas naqueles pontos em que fosse possível observar e ser observado pelo maior número de espectadores. Se prosseguisse com êxito, esta fase serviria para demonstrar aos nativos a nossa completa falta de hostilidade.
Fase 7 - Denominada pelos conferencistas de "fase de plenos contatos", seria o ponto final de todo um programa cuidadosamente elaborado, planejado e executado. O contato se efetuaria apenas no caso de já existirem suficientes e fundadas razões para acreditar que não poderia originar um desastre ou prejuízo irreparável para qualquer das duas raças. Uma só razão em contrário seria bastante para a proibição taxativa do empreendimento da fase sete, mesmo quando os resultados de todas as seis etapas anteriores pudessem indicar que a última era materialmente realizável.
Bem mais do que familiar e coincidente
Ora, mas quem se utiliza destas etapas, às vezes todas ao mesmo tempo, não são os UFOs e seus tripulantes? Levam-nas a efeito de forma simultânea, e em determinados momentos parece haver predominância de algumas sobre as outras.
Teria sido apenas mais um deslize por parte dos militares ou realmente estavam tentando transmitir informações de suma importância para uma compreensão inicial do fenômeno?
Se analisarmos as décadas de 50 e 60, veremos que muitos sábios e cientistas de grande prestígio mundial, autoridades em questões de física, astronomia, astronáutica etc, afirmavam que o tema dos UFOs era real e constituía um problema de relevância internacional, sendo, inclusive, citados abertamente como de origem extraterrestre pelas Forças Armadas de inúmeros países.
Apenas para exemplificar, ainda em 1952, anos antes do lançamento do Sputnik, o astrônomo Clyde Tombaugh (descobridor do ex-planeta Plutão) era diretor de um programa cuja finalidade já era seguir e estudar certos objetos desconhecidos que gravitavam em torno da Terra.
Na verdade, parece que a partir de certo momento, alguns indivíduos resolveram implantar o sigilo e o acobertamento, transformando pesquisas e indícios irrefutáveis - assinaladas por alguns dos melhores homens da ciência mundial e até por militares - em brincadeiras de mau gosto de desocupados ou malucos, sem a menor possibilidade de crédito, colocando a Ufologia num divã de psicanálise e sob cuidados psiquiátricos, rapidamente inibindo, amordaçando e afugentando as pessoas sérias de debates abertos sobre o tema.
Estes tipos de atitudes nos impuseram a ignorância e o isolamento cósmico. Imaginem se os governos mundiais desta época tivessem assumido e mantido publicamente a realidade extraterrestre. Faltou coragem.
Quantas excelentes pesquisas, quantas oportunidades de colaboração em trabalhos conjuntos entre civis e militares para desmistificações de nossos reais valores e responsabilidades como integrantes de algo muito maior do que simples fronteiras imaginárias entre países. Fomos privados de tudo isso em nome de uma ideologia falida, que não trouxe respostas a ninguém (nem mesmo aos próprios acobertadores) e hoje permanece pendurada, à beira do precipício, prestes a desabar a qualquer momento, justamente sobre as cabeças daqueles que iniciaram esse marasmo doentio.
Enquanto isso, ficamos nos perguntando quando acontecerá o tão esperado e sonhado contato final com as civilizações extraterrestres, como serão os ensinamentos e a troca de informações. Mas parece que algo não deu certo na Fase 7 [Uma só razão em contrário seria bastante para a proibição taxativa do empreendimento da fase sete, mesmo quando os resultados de todas as seis etapas anteriores pudessem indicar que a última era materialmente realizável]e esse "algo" somos nós!