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34. Levitação Quântica e o Futuro

22.10.11 - 19h18
Categoria: CIÊNCIA
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Simulação de lançamento por levitação magnética (MagLev) em desenvolvimento pela NASA

Por Pedro de Campos
Fonte: The physics behind 

Uma camada de supercondutores finíssimos, com um mícron de espessura, é revestida com um wafer de safira. A Física quântica nos diz que o campo magnético penetra de forma discreta nos tubos de fluxo do supercondutor. Este, por sua vez, prende fortemente os tubos, fazendo com que flutue no ar. O efeito é chamado de “levitação quântica”.

Um único wafer de cristal de safira foi deixado com camada de um mícron de espessura e colocado junto ao material cerâmico chamado óxido de ítrio bário cobre (YBa2Cu3O7-x). A camada de cerâmica não tem propriedades magnéticas nem elétricas interessantes à temperatura ambiente. Mas quando resfriada abaixo de -185ºC (-301ºF), o material se torna supercondutor. Então conduz eletricidade sem resistência – sua perda de energia é zero.

Supercondutividade e campo magnético não gostam um do outro. Quando possível, o supercondutor vai expulsar todos os campos magnéticos do interior. Trata-se do efeito Meissner. No caso em questão, uma vez que o supercondutor esteja extremamente fino, o campo magnético penetra. No entanto, faz isso em quantidade discreta de energia (Física quântica), chamada tubos de fluxo.

Dentro de cada tubo de fluxo magnético a supercondutividade é destruída localmente. O supercondutor quer manter os tubos magnéticos fixados em áreas fracas (contornos granulados, por exemplo). Qualquer movimento espacial do supercondutor fará com que os tubos de fluxo se movimentem, a fim de evitar que o supercondutor continue "preso" no ar.

A NASA está tentando lançar as suas naves espaciais com princípio semelhante. A proposta MagLev é uma tecnologia que tem um conceito similar: poderia levitar e acelerar um veículo de lançamento ao longo de uma pista, em velocidade muito alta, antes dele deixar o chão. Usando eletricidade e campos magnéticos, um sistema MagLev de auxílio colocaria a nave espacial em um trilho horizontal até ela alcançar a velocidade desejada para, então, acionar os motores e lançar-se em órbita. Clique aqui e leia mais sobre isso. Veja também os vídeos abaixo.

Pedro de Campos é autor dos livros: Colônia Capella – A outra face de Adão; Universo Profundo; UFO – Fenômeno de Contato; Um Vermelho Encarnado no Céu; Os Escolhidos da Ufologia na Interpretação Espírita, publicados pela Lúmen Editorial. E também do recém-lançamento: Lentulus – Encarnações de Emmanuel. E dos DVDs, Os Aliens na Visão Espírita, Parte 1 e Parte 2, lançados pela Revista UFO. Conheça-os!


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Elaine Krauss Serrano 27.11.2011 às 18h22

Muitos afirmam que a NASA trabalha no desvendamento de Tecnologia Extraterrestre, porém, se seus estudos se pautam dentro de nossa geofísica, posso deduzir que ainda não chegaram a um denominador comum quanto aos estudos de tecnologias adversas. Posso afirmar com certeza que todos os objetos, por mais diferentes que sejam, transportando vários biotipoos de civilizações adversas, adotam um meio semelhante em tecnologia de suas naves, levando-me a crer que deve haver um único engenheiro para todas as civilizações, ou uma única equipe, proveniente de um único planeta criando diversos tipos de naves, porém, com a mesma forma de tecnologia, com os mesmos efeitos luminosos e deslocamentos rápidos. Até hoje, não vi a NASA produzir algo semelhante, mas sempre se atendo dentro de nossa restrita geofísica em termos de estudos.
ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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