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O Espaço da Ufologia Gaúcha na UFORafael AmorimEspaço do Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz do Sul (NEUS) para divulgação da Ufologia do Rio Grande do Sul, pesquisa e divulgação de materiais referente ao Fenômeno UFO e sua manifestação.VIAMÃO, RS - Casuística significante.15.05.11 - 23h19A dias atrás nosso colega do MGU - Movimento Gaúcho de Ufologia, coordenador da APEU - Associação Pelotense de Estudos Ufológicos, nos enviou um relato muito interessante vindo da cidade de Viamão, região Metropolitana de Porto Alegre. Num trabalho excelente de pesquisa e adequada capitação de informação, através de um questionário observamos que o senhor Guilherme Gattino informa precisamente o contato de 1º Grau o qual filmou com a câmera de seu celular, na extensão mp4. Era 21h e 45min da noite e Guilherme, que é técnico em Informática, estava com seus pais no fundo de sua casa na Rua Pero Vaz de Caminha, nº 382 – Bairro Tarumã. Segundo o colega do MGU, que logo passou todas as informações garimpadas aos membros do Movimento, a testemunha que conhece a Ufologia muito bem, havia averiguado quanto aos satélites e passagens da ISS via programa de computador. O avistamento não casou com as informações conseguidas e ainda, Gattino, afirma que o objeto estava em baixa altitude o que podes-se ver na filmagem.
UFOS são vistos por várias pessoas em Viamão. Além do relato do senhor Guilherme, nós do NEUS- Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz do Sul, recebemos alguns e-mails de outras testemunhas as quais relatam que avistaram na Vila Santa Isabel objetos esféricos que passam tarde da noite por sobre o Morro Santana . Essas observações são recentes e aparentemente as testemunhas ligaram elas ao fato de pessoas estranhas estarem sendo observadas nas vizinhanças. Pessoas com aparência magérrima as quais causam estranheza aos animais (cachorros, cavalos e gatos) que ficam nervosos ao serem encarados por estas pessoas. Uma testemunha, que não quer se identificar, nos pede orientações no que fazer a respeito do medo que estão sofrendo perante essas "pessoas estranhas".: - Já vi ele fazendo sons estranhos, como estalos, durante a noite...- comenta. Ainda, segundo contam, os moradores de Santa Isabel tem tido sonhos com essas pessoas. O relato de um homem, morador da vila, que mudou suas atitudes singularmente, passando agir como os "estranhos", inclusive emitindo os "estalos". Uma paranoia coletiva resultante da mídia repleta de falsas informações e muito sensacionalismo? Talvez. Não seria a primeira vez que uma localidade se abatesse ao terror devido a influência da desinformação. O fato é que Viamão é uma localidade onde vem crescendo as observações dos UFOs, assim como outras localidades do RS nos últimos 2 anos. As esferas luminosas que tem transitado, em altitudes baixíssimas, são cada vez mais observadas. E periodicamente a cada 2 meses somos alvo destes voos inesperados.
Os mistérios de Jarau26.03.11 - 07h53Publico aqui , mais um trabalho de pesquisa de nosso companheiro do NEUS - Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz, o Iuri Azeredo. Segu abaixo o e-mail dele:
Lendo no fim de semana a edição de março do ano passado (2010) da Revista “Pesquisa Fapesp” – publicação mensal de divulgação científica e tecnológica – me deparo com a reportagem “Mistérios do Jarau”. Sim, Jarau, o mítico cerro na região de Quaraí, fronteira com o Uruguai. É ali que se passa a lenda “A Salmanca do Jarau”, contada por Simões Lopes Neto em seu livro “Lendas do Sul”, de 1913. Fala de um ser, uma enorme salamandra de cabeça de pedra, chamada na linguagem indígena de Teiniaguá (falta se fazer uma ilustração bacana do “bicho”). As salamandras são associadas aos “espíritos de fogo”, entre outras alusões mítico-religiosas.
Ao Rafa, que está estudando histórias e seres mitológicos aqui do Rio Grande do Sul e suas possíveis correlações com a “casuística ufológica”, pode ser bem interessante notar o seguinte:
Geólogos da Unicamp, precedidos já por indicações de pesquisadores da UFRGS, concluíram que o Serro do Jarau é a zona de impacto de um enorme meteoro (estimado entre 600 e 700 metros de diâmetro), que produziu, no centro do choque, o conjunto de elevações circulares (3,5 quilômetros de diâmetro) que tanto intriga a gauchada e quem mais se chega por lá, em pleno pampa. O “bólido celeste”, que impactou uma região de cerca de 13 quilômetros no total, teria “descido do céu” há pelo menos 100 milhões de anos – uma ninharia quando falamos em distâncias cósmicas.
Para quem quiser ler toda a reportagem, ver uma foto do cerro e um mapa das crateras existentes no Brasil – seis no país, num conjunto de apenas 170 no mundo todo –, pode acessar direto:
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=4086&bd=1&pg=1&lg=
Abraços!
Iuri
O cerro do Jarau, uma cadeia de morros com cerca de 200 metros de altura, destaca-se entre as pequenas colinas dos Pampas no município de Quaraí, oeste do Rio Grande do Sul, onde o Brasil faz fronteira com o Uruguai. A origem desses morros, que vistos do céu se enfileiram em forma de semicírculo, sempre intrigou os gaúchos e até mesmo originou lendas sobre a formação do povo sul- -rio-grandense. Agora o mistério sobre o surgimento do cerro parece estar chegando ao fim. Um estudo conduzido pelos geólogos Alvaro Crósta e Fernanda Lourenço, do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), encontrou provas de que essas elevações se formaram em consequência do impacto de um meteorito que caiu na região milhões de anos atrás, abrindo uma grande cratera. Quem não tem o olhar treinado dos especialistas dificilmente enxergaria ali uma cratera. Na verdade, o que se vê não é o buraco cavado pela violência do choque, mas suas bordas, que se elevaram como as ondas formadas pela queda de uma pedra em uma piscina. E nem as bordas se encontram tão bem preservadas como já foram um dia. Ao longo de milhões de anos o vento, a chuva e a movimentação da superfície do planeta corroeram as bordas do Jarau deixando os morros com os 200 metros atuais. Rochas formando um anel de 3,5 quilômetros de diâmetro marcam a região mais central da cratera, onde possivelmente ocorreu o choque. Dois anos atrás Crósta e Fernanda, então sua aluna no curso de geologia da Unicamp, fizeram uma expedição ao Jarau à procura de sinais do impacto do meteorito. Durante dez dias eles subiram e desceram os morros coletando amostras de rochas que levaram para Campinas. A análise das rochas ao microscópio permitiu confirmar que elas só podem ter se formado a temperaturas e pressões altíssimas como as geradas pela queda de um corpo celeste. O resultado a que a equipe da Unicamp chegou corrobora a hipótese proposta cerca de 20 anos antes por uma dupla de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). No final dos anos 1980 os geólogos Nelson Amoretti Lisboa, da UFRGS, e Marisa Terezinha Garcia de Oliveira Schuck, que então trabalhava na mesma universidade, analisaram imagens de satélite e o relevo (geomorfologia) da região e propuseram que o cerro do Jarau teria se formado pelo impacto de um meteorito. "Levantamos a lebre", conta Lisboa. "Mas não tínhamos os recursos técnicos para examinar os minerais." Avaliando a estrutura das rochas no próprio cerro e a composição mineral delas, Crósta e Fernanda encontraram duas indicações do choque do corpo celeste. A primeira foi a localização no Jarau das chamadas brechas de impacto, rochas formadas de fragmentos de outras rochas. "As brechas podem ter origens distintas, por exemplo vulcânicas", explica Crósta. "Mas as que encontramos no Jarau têm as características das formadas por impacto de meteorito", conta o geólogo da Unicamp, que já ajudou a identificar outras crateras de impacto existentes no país. A segunda e mais conclusiva evidência veio do exame das rochas em laboratório. Ao microscópio, Crósta e Fernanda viram que os grãos de quartzo das rochas sofreram um fenômeno conhecido como fraturamento planar. Esses sinais aparecem como traços paralelos de material vitrificado, diferentes da estrutura natural dos cristais de quartzo. "Essa é uma evidência irrefutável, unicamente gerada pela deformação por impacto", afirma Crósta. O geólogo da Unicamp explica que esses grãos se formam em níveis de pressão muito superiores aos encontrados na crosta terrestre. Somente em regiões mais profundas do planeta, como o manto, que vai de 30 quilômetros a 2,9 mil quilômetros abaixo da superfície, a temperatura de milhares de graus Celsius e a pressão centenas de milhares de vezes superiores à da atmosfera permitem a formação de estruturas equivalentes às encontradas em crateras de impacto. Mas as rochas do Jarau tinham características de rochas de superfície, e não de manto. Segundo Crósta, somente a energia liberada no choque de um corpo como um meteorito produz a pressão e a temperatura necessárias para causar esse tipo de deformação no quartzo na superfície do planeta. Os resultados de Crósta e Fernanda tornam o cerro do Jarau a sexta cratera de impacto – ou astroblema, expressão grega para "cicatriz deixada por um astro" – identificada no Brasil (ver o mapa na página ao lado). O número é pequeno, mas tende a aumentar com o tempo. Não que outros meteoritos devam cair nos próximos anos sobre o país. O que deve aumentar é o conhecimento sobre os que atingiram o Brasil no passado distante. Os geólogos acreditam que o número de astroblemas conhecidos no hemisfério Sul do planeta seja pequeno porque faltam levantamentos geológicos abrangentes. As conclusões do grupo da Unicamp devem ser publicadas em breve no livro Large meteorite impacts IV, editado pela Sociedade Geológica da América. Mas esse não será o único livro a falar do cerro do Jarau. No início do século XX o escritor gaúcho João Simões Lopes Neto imortalizou a região no livro Lendas do Sul, de 1913. No texto "A Salamanca do Jarau", Lopes Neto conta uma história muito antiga, de quando os árabes foram expulsos da Espanha. Entre aqueles que se refugiaram no sul do Brasil, teria vindo uma linda princesa moura que, após um pacto com Anhangá-pitã (o demônio dos índios), se transformou numa salamandra com cabeça de pedra – a Teiniaguá – e se escondeu no cerro do Jarau. A essa princesa mitológica, que voltou a ser mulher graças ao amor de um sacristão, atribui-se a origem dos traços mestiços do povo gaúcho. Lenda e guerra - Essa lenda se misturou à história nacional na Revolução Farroupilha, em meados do século XIX, quando rebeldes gaúchos confrontaram as forças do Império. Os farrapos usaram o cerro do Jarau, situado na propriedade do general farroupilha Bento Manuel Ribeiro, como posto de observação privilegiado nos Pampas. O local, que ficou conhecido como sentinela do Jarau, não foi palco de conflitos, mas ajudou a criar uma continuação para a velha lenda de Teiniaguá. Dizem por lá que Bento Ribeiro teria feito um pacto com a criatura do Jarau para se proteger dos perigos do conflito. A confirmação da origem das montanhas do Jarau é apenas o início de muito trabalho. Nos próximos anos os geólogos pretendem determinar, por exemplo, as dimensões reais da cratera e do astro que a originou. "Estimamos que a cratera original tivesse aproximadamente 13 quilômetros de diâmetro, mas é difícil saber com precisão porque a borda está completamente erodida", diz Crósta. Essa é uma informação fundamental para calcular com precisão o tamanho do meteorito que caiu na região. Os pesquisadores da Unicamp supõem que fosse uma rocha com 600 a 700 metros de diâmetro. Mas o próprio Crósta alerta: "Essa é uma estimativa feita em cima de outra estimativa". Outra questão que está entre as prioridades do geólogo da Unicamp é descobrir quando ocorreu o tal impacto, uma pergunta nada simples de responder. Para determinar a idade da cratera, será preciso encontrar amostras de rocha que tenham se fundido exatamente no momento do impacto e medir a proporção de isótopos do elemento químico argônio que apresentam. O problema é que as rochas fundidas no momento do impacto podem ser muito similares às que compõem a maior parte do terreno no cerro do Jarau – basicamente basalto, rocha ígnea formada a altas temperaturas, como as do interior de vulcões. Encontrá-la será como achar agulha em palheiro. "A amostra que procuramos pode ter até milímetros de comprimento e temos de achá-la numa área com diâmetro de 13 quilômetros [equivalente ao de um município como Americana, no interior de São Paulo]", afirma o pesquisador. Enquanto não se encontram essas rochas, o que se tem é mais uma vez uma estimativa. "Temos uma idade máxima que é a das rochas mais novas [basaltos] afetadas pelo impacto, que têm algo como 135 milhões de anos", diz Crósta. Como as bordas da cratera foram bastante desgastadas pela erosão, imagina-se que não seja muito nova e tenha de algumas dezenas a uma centena de milhões de anos. Essa datação é importante porque pode revelar outra história oculta nos registros geológicos. Um impacto dessa escala pode ter afetado fortemente a vida na região sul do continente sul- -americano, causando extinções locais consideráveis. "Não seria comparável com o evento que aconteceu há 65 milhões de anos [e produziu a cratera de Chichxulub, localizada sob o mar, no golfo do México], quando foram extintos os grandes répteis e mais de 60% da vida na Terra, mas teria um impacto regional considerável", afirma Crósta. Os grandes morros do Jarau podem ainda revelar mais do que o passado da Terra. O choque de meteoritos em rochas basálticas possivelmente causa transformações específicas, que permitiriam diferenciar a evolução delas das de outros tipos de rocha – e até compreender detalhes de como se formaram outros planetas rochosos, como Marte e Vênus, onde há muito basalto. É provável que nos próximos anos as histórias do Jarau voltem a ganhar vida. Dessa vez, pelas mãos dos pesquisadores. Pedra intriga arqueólogos gaúchos06.02.11 - 23h06
Algo curioso e que poderia interessar ufólogos e ufologistas: aqui na área serrana do Vale do Rio Pardo existe há anos pedras e paredões com inscrições muito antigas e muito diferentes do que se localizou no Rio Grande do Sul e mesmo na América. O assunto veio à tona por uma reportagem publicada na Gazeta da Serra (Sobradinho) e Gazeta do Sul (Santa Cruz do Sul). Uma das pedras está em exposição na Usina Hidrelétrica de Itaúba, construída entre os municípios de Estrela Velha e Pinhal Grande, inaugurada em 1978. Parece que só agora começou um interesse mais intenso por parte de arqueólogos. A pedra foi retirada de um paredão. O Sr. José Cândido Mello, que trabalhou na construção da usina, diz que existem “inscrições ‘estranhas’ num percurso de cinco quilômetros na margem esquerda do Rio Jacuí”. A pedra seria uma pequena amostra. No passado, elevava-se em longos paredões, mas hoje, devido a barragem da hidrelétrica, está uns 50 metros debaixo d’água, calcula o Sr. José Cândido.
Para o meio ufológico, acho que seria muito interessante levantar hipóteses extraterrestres (sobre a origem), tanto pelos sinais enigmáticos, quanto a técnica em alto-relevo usada na “gravação” dos sinais.
Abaixo, segue a reportagem que saiu na Gazeta do Sul (22 e 23/01/10).
Abraços!
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Edição de 22/01/2011 - Estrela Velha
Pedra intriga arqueólogos gaúchos
Há mais de 40 anos, uma pedra com aproximadamente 30 quilos e 35 centímetros de largura está exposta no segundo piso da casa de máquinas da Usina Hidrelétrica de Itaúba, localizada entre os municípios de Pinhal Grande e Estrela Velha. Até então, ela pouco chamou atenção dos visitantes, mais interessados em conhecerem a estrutura construída para a geração de energia. Aos olhos de leigos, as inscrições constantes no bloco arenítico são, no máximo, curiosas. Para pesquisadores da área, no entanto, pode se tratar de um achado arqueológico importante para todo o Estado. As inscrições existentes na chamada Pedra da CEEE, em uma análise inicial, podem ter mais de 5 mil anos. Possivelmente se trata de um exemplo de arte rupestre que difere, contudo, dos demais encontrados no Rio Grande do Sul, por ser em alto-relevo e apresentar uma simetria que chama a atenção. De acordo com o assistente da Divisão do Sistema Jacuí, Ademar Santos da Rosa, que também foi morador das proximidades do lugar onde a pedra foi encontrada por operários, esse material foi colocado em exposição unicamente por fazer parte da história da construção da barragem. “Sempre achamos esse bloco curioso, mas não havíamos nos dado conta do legado histórico deixado por ele”, afirma. Intrigado, Ademar garante que solicitará cuidados redobrados no manuseio da pedra. “Devemos levar em consideração que ela pode ser uma chave para nosso passado. Como filho da terra, isso muito me orgulha”, justifica.
DÚVIDAS
Para a professora da Universidade da Região da Campanha (Urcamp – campus Alegrete), Taís Vargas Lima, doutora em Arte Rupestre, uma série de dúvidas recai sobre essa pedra. “Assim que recebi a fotografia desse bloco, entrei em contato com vários especialistas. É unânime, pelo menos por enquanto, que temos em mãos um dado importante sobre o passado. Porém, não conseguimos definir sua procedência. Precisamos realizar análises e, sobretudo, aplicar a técnica científica para chegarmos às respostas que buscamos”, frisa. Conforme Taís, a maioria das inscrições rupestres são em baixo-relevo e não em alto, como se pode observar na pedra. “Ela tem formas que instigam pela simetria”, reforça. São conjuntos duplos em relevo uniforme em pedra arenítica que poderiam, talvez, representar uma contagem de tempo rudimentar. Também poderiam ser um emblema religioso itinerante entre as sociedades, entre várias outras formas de interpretação. “O fato é que as pessoas que fizeram não deixaram informações a respeito em nosso tempo. Por isso, há que se ter muito cuidado com qualquer conclusão precipitada. Mas fica o registro do fato nobre desse achado”, explica. A pesquisa se encontra, apenas, na fase inicial. No entanto, é possível afirmar que é muito pouco provável se tratar de algo natural.
Arte representa um legado simbólico
No Rio Grande do Sul, com a intensa urbanização e milhares de obras de todo o tipo, ainda há muito pouco cuidado com objetos pré-históricos. A depredação e desvalorização das estruturas arqueológicas, tanto móveis quanto assentos humanos do passado ou até enterramentos, preocupam pesquisadores. Os achados arqueológicos quase sempre são descobertos em lavouras ou até mesmo nos barrancos de estradas. “Quem os encontra define como coisas estranhas e diferentes. Essa condição de ‘estranheza’ não se dá somente com a arqueologia, mas com a paleontologia, outra área científica que estuda animais e vegetais muito mais antigos do que a primeira”, explica a professora. “O achado que veio à tona abre o diálogo sobre a sobrevivência dos remanescentes das gravuras rupestres pré-históricas. Esse tipo de arte se configura como o mais precioso legado simbólico a nós deixado, intencionalmente e conscientemente”, avalia Taís Vargas Lima. As pesquisas sobre as representações rupestres em solo gaúcho remontam à década de 60, com pesquisas pioneiras feitas por Pedro Augusto Mentz Ribeiro, Pedro Ignácio Schmitz e José Proenza Brochado. Até o momento foram encontrados 36 sítios no Estado, sendo seis destes escavados sistematicamente. Entre os pesquisadores, já houve divergências quanto à documentação da arte rupestre e definição de estilos das gravuras. Nos sítios do Rio Grande do Sul são encontradas gravuras em baixo-relevo, representadas pelas técnicas de raspagem, picoteamento ou polimento. O professor francês Denis Vialou, ao comentar sobre a análise comparativa dos dispositivos parietais (painéis rupestres), reconhece a função da identidade primordial das imagens da pré-história. De uma época para outra, de uma região a outra e de um sítio a outro, transparece um efeito de originalidade radical de construções simbólicas estabelecidas a partir das escolhas temáticas, de suas combinações e suas localizações no seio dos dispositivos. A presença ou a ausência de um tema, sua raridade ou sua abundância são suficientes para distinguir um sítio de outro, mesmo que sejam culturalmente muito próximos.
Pequena amostra
O aposentado José Cândido de Mello, de 65 anos, participou ativamente da construção da Usina de Itaúba. Por ter presenciado a retirada do bloco de pedras, garante que existiam inscrições “estranhas” num percurso de aproximadamente cinco quilômetros na margem esquerda do Rio Jacuí. “Nas proximidades da antiga barca, que era a única travessia entre os municípios, existia um paredão com mais de cinco metros de largura por dois de altura com inscrições semelhantes”, lembra. Como não tinham nenhuma noção do que poderia se tratar, retiraram apenas uma rocha. “Essa pedra é uma pequena amostra do que havia lá”, explica. Havia, ainda, cerca de quatro metros desmoronados. “Essas pedras ficavam a uns seis metros acima do nível do Rio Jacuí. Com as cheias e a inundação do reservatório, os maiores blocos estão submersos a cerca de 50 metros”, estima.
Autor: Emanuelle Dal-Ri
FONTE: Gazeta do Sul, 22 e 23 de janeiro de 2011. Retrospectiva NEUS 201004.01.11 - 20h07Este é o último dia de 2010 o ano que "faríamos o contato" lembrando a obra do Arthur Clark. Estou sentado à frente do computador, minha janela para o mundo, escutando a boa música escocesa e céltica. Relembrando tudo que aconteceu neste ano que passou. A criação do MGU, as vigílias, as aparições e as conquistas de nosso grupo foram o que marcaram nossa jornada rumo ao 2011. Veja abaixo nossa retrospectiva. Aconteciemntos em Cruzeiro do Sul06.11.10 - 11h21Este Relato nos pareceu muito interessante e se tratando de um acontecimento de nossa região postamos a todos aqui. Quem nos envia é o Dirceu Kipper do CEUVA- Centro de Estudos Ufológicos de Venâncio Aires, membros do MGU - Movimento Gaúcho de Ufologia. Encaminho este afim de relatar os acontecimentos de ontem à noite em Cruzeiro do Sul. Encaminho este afim de relatar os acontecimentos de ontem à noite em Cruzeiro do Sul.
NOTA DO NEUS
Cruzeiro do Sul é uma cidade vizinha a cidade de Lajeado onde morei e participei de grupos de pesquisa ufológicas nos anos 2000 e 2001. Entre as cidades corre o rio Taquari, famoso por sua extensão e de grande quantidade de casos como este. Um dos mais intrigantes foi percebido por mim e minha esposa Fernanda, companheira do NEUS. Numa madrugada de outubro de 2001, ao acordar pelas 3hda madrugada percebi que parecia estar amanhecendo. Uma luz alaranjada e difusa entrava pela janela da sacada de meu apartamento. Estranhei mesmo com o "amanhecer" as 3h da manhã. Ao recobrar os sentidos percebi que este amanhecer estava ocorrendo no lado oeste e não no leste como deveria ser. Tratava-se de um clarão ao horizonte semelhante ao da luz solar quando ainda se prepara para sair. Fiquei olhando aquilo por alguns minutos e chamei minha esposa Fernanda para ver e acompanhar. Aquilo levou 40 minutos. Neste momento liguei para os colegas de Venâncio Aires do CEUVA, que estavam trabalhando na estação de tratamento de água, naquela madrugada. Prontamente se puseram a observar mesmo clarão, que para nós em Lajeado estava naquelas direções. Mas nada puderam constatar também. O mistério ficou mais intrigante quando naquela semana ainda uma senhora de Lajeado, participante de um grupo místico o qual eu visitava periodicamente como ufólogo, me mostrou fotos de uma espécie de nave mãe que lembrava a abóboda inferior da nave do filme Contatos Imediatos do 3º grau. Numa sequência de 3 fotos na terceira um faixo de luz no céu, acima da cidade que se mostrava na foto em baixo. O faixo lembrava um portal enorme de luz. O detalhe: as fotos foram batidas naquela noite em que vimos o clarão. Teríamos nós presenciado algum tipo de abertura de portal dimensional que trouxe uma enorme nave mãe? De fato só vimos o clarão e as fotos a senhora que as bateu naquela madrugada nunca nos liberou. Nem mesmo para uma cópia via scanner. Pois ela fazia parte de mais uma desta seitas ufológicas que surgiram nos anos 90 e o seu mestre não autorizava ela a isso. Enfim, fica o registro de mais um episódio naquela região.
Rafael Amorim. Encontro de Debates Ufológicos em Santa Cruz do Sul03.10.10 - 23h02Vai acontecer na cidade de Santa Cruz do Sul o Encontro de Debates Ufológicos II, edição Santa Cruz do Sul. Organizado pelo MGU - Movimento Gaúcho de Ufologia, o EDU II tem como objetivo servir de linha guia ao segmento da pesquisa debate. Discutindo temas e propostas para uma pesquisa séria e contundente do fenômeno UFO. Venham participar! O encontro acontece junto a nossa maior festa do município, a OCKTOBERFEST.
VEJA A NOSSA PROGRAMAÇÃO.
Sábado (09/10)
Domingo (10/10)
Segunda-feira (11/10)
Divaldo Pereira Franco em Santa Cruz25.09.10 - 21h50No feriado Pampiano de 20 de setembro (Revolução Farroupilha), outra revolução aconteceu em nossa cidade sede. A presença de Divaldo Pereira Franco, o maior médium do Brasil, talvez do mundo, trouxe uma verdadeira revolução nos campos vibratórios de muita gente. Uma revolução espiritual em um tom tênue, leve e simples, mas que marca a vida de todos. Nós do NEUS estivemos presentes ao seu seminário sobre a depressão e tivemos acesso ao médium antes de sua palestra inicial.
"Joana de Angelis reporta: _ Há vida fora da vida. Mas não somente no mundo espiritual. Ela informa que visita outros mundos materiais onde a vida tem as suas específicas manifestações." (Joana de Angelis é sua guia espiritual)
“No evangelho de João capítulo 10, versículo um, Jesus fala sobre a pluralidade dos mundos habitados, na casa de meu Pai existe muitas moradas”. Disse o médum, completando: “ Allan Kardec vai mais tarde a confirmar isso através dos espíritos. Não existe como não aceitar a pluralidade dos mundos habitados se não pela lei da probabilidade. Se partimos da teoria do Big bang, dos conceitos de Hawking, de que toda a energia que estava contida em seu estado inicial, está expandida no universo porque seriamos um planeta privilegiado a vida. Este pequeno grão de areia neste infindável deserto que é o universo." "De acordo com a astrofísica e a física quântica, veremos que existe 200 bilhões de sistemas na via láctea, e que vivemos em um universo de aproximadamente 100 milhões de galáxias, temos uma vastidão de dados suficientes para fazermos uma análise, lembrando ainda que muitos dos outros planetas se formaram junto a Terra em mesmo período teremos vida provável, equivalente a nossa." Carl Seagam, mesmo não admitindo a possibilidade de vida em outras dimensões, antes de morrer, fazendo uma análise matemática concluiu:-_ Isso, é inevitável."
Com se não bastasse toda a riqueza de explanação em tom científico e espírita, O aprendizado importantíssimo sobre os fenômenos que nos atinge dia a dia, Divaldo nos brindou com uma surpresa sem precedentes. Durante momentos de sua palestra transfigurou-se, de forma que o homem Divaldo desfigurou-se algumas poucas vezes e assumiu a forma de um outro homem. Fenômeno este percebido por muitas pessoas que estavam ali no teatro do Colégio Mauá, naquela noite de segunda-feira. Apenas alguns dias depois é que algumas pessoas confirmaram aquilo que nós do NEUS presenciamos... o fenômeno a olhos vivos em nossa frente. Milhares de histórias incríveis cercam este senhor de 84 anos de idade e que é considerado por muitos o sucessor de Chico Xavier. Histórias que levam a todos nós acreditarmos que realmente existe esperança para os seres que vivem na Terra.
Fotos do momento da transfiguração no http://neusufo.blogspot.com
Objetos não identificados voltam a aparecer em Santa Cruz do Sul19.09.10 - 22h22Após meses desde a última vez que foram observados, UFOs que tem uma características singular torna a sobrevoar a região de Santa Cruz e Vera Cruz. Ufo Triangular sobre Santa Cruz do Sul era o avião não tripulado.18.08.10 - 21h04Uma e meia da madrugada de terça para quarta-feira. Toca o telefone, era o vigilante Julio que afirmava estar vendo um objeto não identificado. Logo fui ver do que se tratava. Uma pequena luz alaranjada ao lado da Lua, a Oeste, parecia flutuar no mesmo lugar. Então, vai aqui as fotinhos noturnas que tirei com o celular do "óvni" aqui em Santa Cruz do Sul, Bairro Linha Santa Cruz, próximo ao aeroporto da cidade. Foram feitas, de maneira muito precária, na segunda-feira passada, dia 16 de agosto de 2010.
Aeroporto de Santa Cruz do Sul sedia testes de avião não tripulado Relato - cilindro sobrevoa região de Santa Cruz do Sul15.08.10 - 10h39
Avistei um OVNI no caminho de casa ontem próximo ao meio dia! Muito estranho... Parecia um foguete cilíndrico ou uma avião em baixa altitude. Mas de cara se via que não havia janela alguma naquilo e a propulsão era na parte traseira do "bicho"... Estava pronto para alertar o Neus e relatar a aparição em um tom eufórico. Foi quando me lembrei que havia uma conversa sobre testes com aeronaves não tripuladas no RS. Então, antes de mais nada", "persegui" o objeto e cheguei no aeroporto da cidade, que é próximo a minha casa. Lá estava instalada uma parafernália da FAB - radares, antenas, geradores, caminhão, container, sinalizações, barracas, dezenas de pessoas com uniformes etc. - uma verdadeira operação de testes técnicos e militares. E então o ovni deixou de ser ovni...
Fiquei pensando que, num vôo noturno, haveria ainda mais possibilidade de se pensar que se trata de uma nave estranha, um ovni de fora do planeta, algo do gênero extra-terreno. Eis aí mais um objeto voador que entrará no nosso cotidiano e pode ser tornar um elemento a confundir ufólogos, ufologistas e "ufomaníacos"...
Abaixo, a notícia que saiu na Gazeta do Sul de ontem, 12/08, junto com duas fotos.
Até!
Iuri Azeredo para o NEUS - Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz do Sul
*Recentemente, Santa Cruz foi base de uma operação de testes militares, quando foram instalados potentes radares para a varredura do espaço aéreo.
Segue as informações sobre o exercício
FAB testa avião não tripulado em S. Cruz
EXERCÍCIOS COM AERONAVE ISRAELENSE COMEÇARAM ONTEM NO AEROPORTO LUIZ BECK DA SILVA O pessoal da FAB está em Santa Cruz desde domingo, em uma base recheada com 20 toneladas de equipamentos, montada junto ao Aeroporto Luiz Beck da Silva. Ontem a equipe realizou os primeiros voos, em território santa-cruzense, com o Hermes 450, avião não tripulado fabricado pela israelense Elbit Systems. Os exercícios vêm sendo acompanhados por 40 homens, entre militares da Base Aérea de Santa Maria (BASM) e técnicos da Elbit e de sua representante no Brasil, a Aeroeletrônica. Segundo o tenente-coronel Paulo Ricardo Laux, gerente do grupo de trabalho envolvido no projeto, a FAB vem fazendo testes com o Hermes 450 em sistema de comodato com a Elbit. A ideia é avaliar a possibilidade de empregar o equipamento em missões reais, como patrulhamento de fronteira, buscas a desaparecidos e acompanhamento a catástrofes. Pesando 450 quilos, com dez metros de envergadura e capaz de decolar e aterrissar sozinho, o avião pode voar até 16 horas sem reabastecer. "Seria inviável manter uma tripulação por tanto tempo no ar. Já em terra, o pessoal pode fazer um revezamento enquanto a aeronave permanece voando", explica Laux. Outra vantagem do aparelho, conforme o tenente-coronel, é a capacidade de transmissão de imagens em tempo real. O avião dispõe de câmeras equipadas com infravermelho e sensores. Laux explica que o objetivo dos exercícios em Santa Cruz é avaliar a possibilidade de controlar o avião em outras estruturas, fora da sede. Dois Hermes vieram para o Luiz Beck da Silva, junto com uma parafernália de equipamentos de reabastecimento e comunicação, além de geradores elétricos. A cabine de controle está instalada no interior de um contêiner, trazido por uma carreta da FAB. Por questões estratégicas o tenente-coronel não permitiu fotos no interior da cabine de controle, mas franqueou à reportagem o acesso. No local há vários monitores que mostram mapas e as imagens captadas pelo Hermes. Também há controles usados pelo piloto e pelos operadores da câmera e dos sensores. As cenas captadas também são transmitidas para outro contêiner, repleto de telas de plasma, onde são analisadas por um grupo de militares. Em tempo real, são recebidas também na sede do Comando da Aeronáutica, em Brasília. EXERCÍCIO
Após os primeiros testes junto à pista do aeroporto, a FAB realizou um exercício conjunto com o 7º Batalhão de Infantaria Blindado (7ºBIB), de Santa Cruz. De acordo com Paulo Laux, o objetivo foi avaliar a capacidade do Hermes em fazer reconhecimentos. O aparelho sobrevoou áreas ocupadas por homens de infantaria, mandando para a base imagens da estrutura montada em terra e até do tipo de armamento dos soldados. A FAB permanece em Santa Cruz até o dia 20, mas quem for ao aeroporto neste fim de semana não verá as duas aeronaves em ação. Conforme Laux, os técnicos civis não trabalham sábado por determinação da Elbit – israelense, a empresa respeita os costumes judaicos. Novidade no Brasil, os vôos sem tripulação já são empregados em missões reais pelos Estados Unidos. |
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Edição 185
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