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Ufologia de A a Zeta ReticulliThiago TicchettiEste é o blog do Thiago Ticchetti, consultor e tradutor da Revista UFO desde 1997, autor do livro "Quedas de UFOs", de textos e entrevistas para a publicação. Aqui tratamos da história da Ufologia e de casos famosos, com perguntas e respostas, além do programa semanal via Internet "Contatos Imediatos do 5o Grau", onde a partipação dos internautas é fundamental. Participe e ganhe prêmios!Governo canadense não quer mais brincar de ufológo...11.03.13 - 08h35
Foi noticiado pela agência de notícias canadense CBC/Radio Canadá, que o governo daquele país não iria mais investigar os casos de UFOs. Segundo a reportagem, diversas agências federais como o Departamento de Defesa e de Aviação Civil, que eram os responsáveis oficiais para a investigação dos relatos sobre os UFOs, não estão mais fazendo esforços e destinando recursos para isso.
E para a surpresa geral de todos, a partir de agora esse trabalho ficou à cargo de organizações ufológicas civis e ufólogos independentes, tais como o pesquisador Chris Rutkowski, que tem contabilizado os casos de UFOs no Canadá desde 1989.
Mas engana-se quem pensa que essa decisão seria em virtude da diminuição dos relatos de avistamentos e contatos ufológicos no país. Segundo Rutkowski, os casos só vem aumentando e que se isso continuar a acontecer o governo canadense terá que voltar novamente a sua atenção para o fenômeno. Só em 2011 foram relatados mais de 980 casos no Canadá.
E então, o governo se cansou do fenômeno? Será que a conclusão que as autoridades canadenses foi que são realmente aeronaves extraterrestres e que não vale a pena tentar desvendar algo além de nossa compreensão? Ou será que o governo está apenas despistando? E se os avistamentos realmente aumentarem e o governo voltar a estudá-los, como tirar isso dos grupos ufológicos?
http://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/story/2013/03/07/ns-ufo-investigation.html?autoplay=true Entrevista Concedida ao Programa Viver em Brasília: A Ufologia no DF06.03.13 - 14h05Avistamentos de ovnis. Entrevista concedida por Thiago Ticchetti durante o evento UFOs em Brasília sobre os casos de disco voadores mais famosos no DF e sobre as ondas ufológicas. O caso da Papuda onde militares confirmaram o avistamento de objetos estranhos no céu. O Caso da equipe da TV Bandeirantes que filmou um objeto voador não identificado próximo a Valparaíso. Thiago Ticchetti é autor do livro Quedas de Ufos e foi conferencista no Ufos Brasília e no Ufoz, o IV Fórum mundial de Ufologia.
Link: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=poVA5Cb__yw Vírus alienígena matou militares?16.05.12 - 13h47
No dia 25 de agosto de 1974, operadores de radar do exército dos EUA detectaram um objeto penetrando na atmosfera terrestre a uma extraordinária velocidade sobre a América do Norte. À principio pensou-se ser um meteorito, mas os militares foram forçados a reconsiderar a explicação, quando o objeto mudou abruptamente a sua direção. Pela sua nova direção, entraria no espaço aéreo dos EUA sob o estado do Texas, mas de repente desapareceu das telas dos radares. Logo os operadores de radar traçaram o local do "sumiço" do objeto. Ele teria pousado ou caído próxima a uma vila mexicana chamada Coyame, no estado de Chihuahua.
Não demorou muito e rádios mexicanas noticiavam a queda de uma aeronave. As buscas seriam centralizadas sobre a região de Chihuahua. Depois se noticiou que foram encontrados destroços de não somente uma, mas duas aeronaves. Uma delas seria circular. Após essas informações, dadas pelas rádios, nada mais se falou. Há rumores que o exército mexicano tenha entrado em ação para acobertar o caso. Mas os EUA já tinham conhecimento sobre o assunto. Os militares norte-americanos acreditavam que um UFO havia colidido com um avião e caído.
Os americanos ofereceram ajuda, que foi negada gentilmente pelos mexicanos que enviaram seu próprio grupo de resgate. Entretanto os EUA não aceitaram a negativa e continuaram os preparativos para enviar seus especialistas.
Os satélites com tecnologia de observação acompanhavam em tempo real os passos do grupo mexicano, que já haviam resgatado os destroços do UFO. Mas algo parecia estar errado. Os satélites indicavam áureos veículos não se moviam. Eles estavam parados no meio do deserto. Com um super zoom, tecnologia de ponta na época, verificou-se que os carros estavam parados e que todos os ocupantes estavam imóveis, mortos!
Quando a equipe de resgate dos EUA chegaram se depararam com dezenas de corpos de militares sem vida. Suspeitou-se que eles haviam sido contaminados com algum tipo de vírus alienígena, uma vez que não utilizavam roupa para proteção. A ordem foi então dada. Juntar corpos e destroços e destruir tudo. Foi o que fizeram. Juntaram tudo em um buraco e explodiram.
Certamente, essa é apenas a versão mais conhecida da história. Alguns pesquisadores especulam que mesmo sabendo que teriam que invadir o território de outro país, os EUA não titubearam e entraram no México. Quando encontraram o comboio militar mexicano com os destroços do UFO, mataram todos e levaram o material.
De qualquer forma, esse caso ainda carece de muito mais evidências e provas. Mas é intrigante.
Mais sobre o caso: http://www.youtube.com/watch?v=D9No5FWRr9o&feature=related
O mordomo dos Kenndys26.03.12 - 14h10
Fort Lauderdale, na Florida, EUA e uma belíssima cidade praiana. E chamada também de 'Veneza do Norte' devido aos seus canais. Fort Lauderdale é nomeado após uma série de fortalezas construídas pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Seminole. Os fortes pegaram seu nome do major William Lauderdale, que era o comandante do destacamento de soldados que construiu o primeiro forte. No entanto, o desenvolvimento da cidade só começou 50 anos após os fortes foram abandonados no final do conflito. Três fortes chamados "Fort Lauderdale" foram construídos: o primeiro foi na bifurcação do Rio Novo, o segundo em Tarpon Bend, no que é hoje conhecido como o bairro Sailboat Bend e o terceiro perto do local do Mar da Bahia Marina. Mas e muito mais famosa por ser relacionada à família Kennedy, pois era seu refugio para o descanso.
Quando estive nos EUA em 2008, aproveitei para visitá-la e não poderia deixar de dar uma de turista de carteirinha e ir a casa dos Kennedys. Eu e minha esposa compramos um city tour pela cidade. Rodamos num ônibus panorâmico por mais de 3 horas ate chegarmos ao nosso destino mais desejado.
A casa dos Kennedys era linda. Nada de riqueza, mas simplesmente simples e aconchegante.
Enquanto nosso guia, que falava quatro idiomas, inclusive o português, discorria sobre a casa, comentei com minha esposa: "amor, aqui o Kennedy deve ter refletido muito sobre tudo aquilo que ele ficou sabendo sobre os alienígenas". Rimos um pouco e continuamos a ouvir atentamente nosso guia.
Quando chegamos ao hotel, Mark, o motorista do ônibus, olhou para mim e disse num português de turista na praia de Copacabana: 'o senhor falar sobre Kennedy e os aliens?' Disse que sim com a cabeça. 'O senhor tem falar com John Ficklin. Ele sabe tudo'.
'Como assim, ele sabe tudo?' perguntei em inglês.
'Ele foi o empregado de confiança dos Kennedys. Hoje ele deve ter uns 80 e poucos anos, mas está mais lúcido que muitos de nos. Se você quiser posso levá-lo ate ele. Tenho certeza de que ele poderá lhe dizer muitas coisas'. Meus olhos brilharam. E minha esposa sabia o que significava isso. Resultado, ela foi fazer compras e eu fui conhecer o tal mordomo.
Chegamos a um bairro muito bonito, construído as margens de um canal. A casa número 32 era toda branca. A bandeira dos EUA balançava suavemente presa num pequeno mastro preso ao lado da porta de entrada.
Mark tocou a campainha e surgiu lá de dentro senhor mulato, não gordo, mas com uma barrigona de chopp. Aparentava ter seus 80 e muitos anos, mas com uma saúde de ferro.
'Sr. Ficklin, queria lhe apresentar o Sr. Thiago. Ele quer muito ouvir as suas historias'.
'Mark, eu só tenho historias de marcianos para contar. Acho que ele não quer saber disso”, disse rindo.
'Não, sim, quero dizer, Sr. Ficklin, e sobre isso que quero saber mesmo' falei afobado.
'Bom, então vamos entrar. Tem tanta coisa para você ouvir que em pé não vai agüentar'
Entramos e logo de cara vi uma foto em cima da lareira da casa. Era ele sentado no meio de JFK e da Jackie.
'Foram anos de dedicação aos Kennedys. Desde o inicio da vida política do Sr. Kennedy ate a morte da Sra. Jackie.'
'Sr. Ficklin, o que presidente sabia sobre os alienígenas?'
'Thiago, me chame de John, ok? Bem, ele sempre teve um grande interesse sobre esse assunto. Como eu sei disso? Era eu quem comprava as revistas e livros que falavam disso. Por diversas vezes ouvi ele conversar com políticos e generais sobre isso. Quando ele se tornou presidente então, ele chegou a me perguntar: John, você entraria em pânico se soubesse que estamos sendo visitados ha milênios por seres extraterrestres? Eu respondi que não, e ele então disse: “Viu, eu já disse isso para meus generais, mas eles não acreditam. '
'Sr. Ficklin, quero dizer, John, dizem que o presidente foi morto por que queria revelar a verdade sobre a presença alienígena na Terra. Você sabe dizer se isso e verdade?'
'Thiago, não tem como falar que isso foi a causa do seu assassinato, mas alguns fatos que fiquei sabendo me causaram estranheza. Cerca de 10 dias antes de sua morte, ele mandou uma carta para o então diretor da CIA pedindo todos os arquivos do 'desconhecido' que estavam na agencia. Ele acreditava que os casos mais impressionantes deveriam ser pesquisados novamente, juntamente com o FBI e a Forca Aérea. Neste memorando ele cita que havia pedido a James Webb, que se tornaria diretor da NASA posteriormente, para que criasse um grupo para a cooperação espacial mutua entre os EUA e a URSS'.
'Mas como assim, não havia a corrida espacial? Não havia uma disputa entre potências naquela época?'
'Sim, claro que havia. Ali era o capitalismo contra o comunismo, mas na política interesses comuns são tratados de maneira conjunta. O interesse comum ali eram os alienígenas. O presidente sabia que os casos ufológicos eram tão freqüentes na URSS quanto nos EUA. Ele queria que os soviéticos soubessem que aqueles objetos voadores não identificados não eram norte-americanos. Que não estávamos sendo hostis'.
'Olha, me desculpe em falar isso, mas para mim e um pouco duvidoso acreditar nisso que o senhor esta falando, pois o senhor, me desculpe de novo, era o mordomo dos Kennedys e não me parece lógico que ele conversasse isso diretamente com você'.
'Mas em algum momento disse que ele falava isso diretamente comigo sobre isso, Thiago? Não!'
Nesse momento o clima ficou tenso, e o Mark interveio para tentar contornar a situação.
'Thiago, um mordomo de um presidente e como se fosse sua sombra. Ele fica ao lado dele quase que 24 horas. Mas assim como havia os eunucos nos haréns para cuidar das mulheres do sheik, um mordomo presidencial não fala, não ouve e não olha. Ele apenas serve.'
'Isso mesmo, Mark', disse John. 'Eu estive presente em muitas reuniões com presidentes de outros países, com generais, reis e rainhas. Muitas vezes tirei o jovem John John da sala do pai para que ele pudesse trabalhar. Eu ouvi muita coisa, muitas vezes não a historia inteira, mas pedaços delas'.
'Me desculpe, não queria duvidar de sua palavra, mas eu tinha que lhe falar o que eu estava sentindo' disse.
'Mas voltando então, existem rumores que JKF teria ordenado que lhe levasse ate a base secreta onde estariam guardados UFOs acidentados e inclusive alienígenas, mas que teriam dito que essa tal base não existia”.
'Thiago, ele ordenou isso sim. Essa ordem eu ouvi. Eu estava na sala, na hora que ele falou ao telefone com alguém. Mas ele foi sim a essa base, mais cnhecida como Area 51. Ele passou dois dias lá. Poucas vezes ele viajou sozinho, sem a Sra. Kennedy. Ele nao contou a verdade para ela, pois ela me perguntou se eu sabia a razão daquela viagem. Eu menti, eu falei que não sabia.'
'Mas o que ele viu lá?', perguntei.
'Isso eu não sei. Mas ele voltou mudado de lá. Voltou com um ar muito mais serio quando o assunto era esse. Ele voltou com mais interesse. Logo que chegou pediu uma reunião com os generais das forcas armadas. Esse encontro ocorreu na casa dos Kennedys aqui em Fort Lauderdale. So mudando de assunto, eu só moro aqui porque eles me deram essa casa de presente pelos meus serviços. Quando eles saiam de Washington para descansar aqui, sempre me traziam. Como eu gostava muito de praia eu adorava vir. '
'O senhor chegou a ouvir alguma coisa sobre o UFO que caiu em Roswell?'
'Nunca, nada. Mas eu ouvi quando um general acho que seu nome era Thombstone, chegou numa manha e disse ao presidente que um UFO havia caído no México depois de ter sido derrubado por dois aviões nossos. Ele disse que o exercito norte-americano havia entrado em território mexicano de maneira clandestina para resgatar o objeto e os corpos de 2 ou 3 seres, não me lembro.'
'Uau, os EUA invadiram o México para pegar um UFO!'.
'Thiago, esse não foi o único caso. Eu sei; e isso eu ouvi de outras pessoas na Casa Branca, que ações como essa foram feitas mais de uma vez. ' 'Eu fico pensando se o assassinato do JFK foi realmente devido ao seu interesse sobre os UFOs.'
'Isso eu não posso confirmar. O presidente era uma pessoa muito honesta. Claro que fez algumas besteiras, entenda isso como mulheres, mas era um político integro e buscava melhorar a vida dos norte-americanos.'
Depois disso começamos a falar sobre várias outras coisas do tempo em que trabalho na Casa Branca. Foi um papo muito descontraído e percebi que estava de frente com uma pessoa que esteve no centro na história mundial.Uma pessoa que conviveu, serviu e ao mesmo tempo compartilhou o dia-a-dia de um dos mais famosos presidentes da maior potência mundial.
Esse texto é uma ficção, baseada em fatos reais. Qualquer coincidência com fatos verdadeiros poderá não ser mera coincidência.
Já tinha visitado Minas Gerais em 2006. Fui a Belo Horizonte, Ouro Preto e Lavras Novas. Dessa vez estava indo para Diamantina. Essa histórica cidade tinha mais do que sua beleza centenária para me apresentar. Tinha uma das maiores autoridades do Brasil, um ex-presidente. Um ex-presidente que foi testemunha, mesmo que indiretamente, de um dos casos mais famosos da ufologia brasileira, o caso da Ilha de Trindade.
Fui para Diamantina conversar com ninguém menos do que o ex-presidente Juscelino Kubitscheck, considerado por muitos o melhor e mais popular líder do governo que o pais já teve.
Cheguei num dia de muito sol. O calor era enorme. Mas a vontade de ir logo ao sei encontro era infinitamente maior. Deixei a minha mochila na Pousada do Imperador, onde ficaria por dois dias. Peguei um taxi e fui.
Assim que vi aquele casarão me senti no século XV. A construção era linda. Estava impecável.
"O senhor vai falar com o nosso presidente?", me perguntou o taxista.
"Vou sim. Quero fazer umas perguntinhas para ele", respondi.
"Então o senhor pode escrever tudo o que ele disser, pois o 'seu' JK não mente. ele sempre diz a verdade".
Logo que passei pelo portão de madeira da propriedade a porta da casa se abre e de lá si um senhor. Era JK. Ele vestia uma calca bege e camisa branca. Ao apertarmos a mão ele me sorriu e disse, "que bom que você veio. Queria muito falar com alguém sobre isso".
Sentamos numa varanda e ele me ofereceu um suco de limão. O calor era tanto que eu poderia beber um barril de suco!
"Presidente, fiquei muito surpreso ao receber o seu email me chamando para vir falar com o senhor", disse.
"Senhor está no céu, Thiago. Não fui eu quem mandou o email. Eu nem sei como mexer nesse negocio. Quem mandou foi o Carlos, meu assistente", brincou.
Se havia algum gelo, ele quebrou-se naquele momento. Começamos a falar sobre futebol, do seu time, o America mineiro ate que ele fechou seu semblante e falou:
"Thiago, vamos falar sobre o que te fez vir aqui. Vamos falar sobre o caso Trindade".
"Claro presidente, é o meu maior interesse".
"Como você sabe, o caso Trindade ate hoje levanta muitas duvidas. Algumas pessoas crêem que ele seja uma farsa, mas eu te garanto, ele é verdadeiro, do inicio ao fim."
"Presidente, como o senhor pode garantir isso?"
"Eu vi as imagens. Eu vi as fotos. Eu mandei que fosse aberta uma investigação para descobrir a origem daquela aeronave".
"Por quê?"
"Oras, se tem um objeto voador não identificado sobre o território brasileiro temos que saber de onde é! Era uma violação do nosso espaço aéreo". Neste momento ele pega um papel e escreve, "FBI e CIA".
"A nossa investigação não estava preparada para esse tipo de coisa, por isso tive que pedir ajuda externa. Eu fiz isso ate com um pé atrás, pois acreditava que o objeto fosse norte-americano, e sendo deles obviamente não me diriam, mas me encontrei com Edgard Hoover, diretor do FBI na época. Ele me disse assim: Sr. Kubitscheck, esse aparelho não é terrestre. Nós o estamos monitorando há três dias".
Essa ultima frase quase me fez cair na cadeira. O governo norte-americano estava monitorando, em 1958, UFOs em todo o mundo?
"Presidente, eu vou querer falar mais sobre o que disse o Hoover. Mas antes quero saber, como as fotos foram parar com o senhor, uma vez que elas não foram tomadas do Baraúna ainda a bordo. Isso é o ponto chave dos céticos para afirmar que as imagens foram forjadas."
"Realmente, as fotos não foram tomadas as bordo...não as três fotos, mas ele tirou seis! As outras três foram deixadas com o capitão Viegas. Foram essas que chegaram ate mim. E te afirmo, as imagens eram muito mais nítidas".
"Como assim? Seis fotos? Por que ele só ficou com três?" perguntei.
"Thiago, não sei. Ele revelou as seis fotos, mas só levou três delas. As outras três foram enviadas para o comando da Marinha na época. Quando a noticia saiu nos jornais e já tinha as imagens. Eu fiquei sabendo de tudo no mesmo dia em que o objeto foi visto. Eu ordenei que as fotografias me fossem enviadas e que fosse aberta uma investigação".
"Mas então, se o Baraúna ficou com três fotos e o senhor outras três, então não havia como ele fazer uma montagem dentro do navio? So assim isso poderia ter sido feito."
"Exatamente, meu filho. Não houve fraude. O que a tripulação viu, e afirmo, a tripulação toda viu, foi um disco voador".
"O que sabemos e que somente algumas pessoas viram o objeto e gritaram, mas os outros membros da tripulação ficaram olhando para o céu e nada viram".
"Viram sim. Eles viram e seus testemunhos foram coletados pelo serviço secreto da marinha brasileira e pelo FBI"
"FBI?", perguntei espantando.
"Sim, assim que eu pedi a ajuda para eles, parecia que eles já sabiam o que estava acontecendo. e estavam, ja que estavam monitorando aquele objeto ha três semanas. O FBI enviou quatro agentes para investigarem o caso. Para minha surpresa o Hoover também veio. Foi uma visita surpresa e sigilosa. Eles interrogaram todos os tripulantes do navio, os militares e os civis. Eles utilizaram inclusive o método de regressão hipnótica em algumas pessoas para buscar informações mais detalhadas. Todo o processo foi acompanhado pelos nossos militares".
Quanto mais ele falava, mais impressionado eu ficava. "Mas presidente, e as fotos? Eles, os agentes do FBI, viram?"
"Claro que sim. Inclusive eles levaram para os EUA para analise. A nossa Marinha pediu para o Baraúna as suas três fotos. As dele nos devolvemos, as que nos tínhamos, o FBI jamais devolveu. Eles nos enviaram toda a analise documentada. Eles concluíram que o objeto fotografado era uma aeronave extraterrestre."
"Mas onde estão esses documentos? Temos ai a campanha para a liberdade de informações já que requer, dentro da lei, que todos os documentos relativos aos UFOs sejam liberados para o publico".
"Thiago, como você vai localizar um documento que oficialmente não existe? Você acha que essa campanha, esplendida diga-se de passagem e um marco importante para que a verdade seja revelada com o tempo, tem o poder suficiente, mesmo ao lado da lei, para trazer ao publico o que realmente e secreto para o governo? O que o governo considerar ameaça a soberania nacional será mantido em sigilo por quanto tempo for necessário".
Ele tinha razão. Era duro ouvir isso, mas eu já imaginava que o negocio era assim mesmo.
"Mas presidente, por que então Barauna divulgou as fotos? Não seria lógico a FBI ter ficado com todas?"
"Thiago, essa pergunta eu não sei responder. Eu sei que alguns agentes do FBI visitaram Barauna, pois nossos agentes da Marinha estavam presentes. Eu sei que o Almiro Barauna ja forjou algumas fotos para reportagens no passado, mas essas fotos, as fotos do UFO na Ilha de Trindade são genuínas". A nossa conversa já durava mais de quatro horas e o presidente estava se mostrava bem cansado.
"Olha, como eu te disse, o governo norte-americano estava seguindo aquele UFO por três semanas. Depois nos descobrimos que outras duas tripulações, de outros dois navios brasileiros avistaram um objeto idêntico ao fotografado e que uma semana depois do caso do Baraúna mais duas tripulações viram um UFO. Um dos navios era canadense. era um navio de pesquisa submarina. Fui informado na época que eles fizeram uma filmagem extraordinária do objeto emergindo do oceano e depois mergulhando de novo. Não vi as imagens, mas tive contato com pessoas do alto escalão do governo dos EUA que viram."
Quando estava querendo falar mais sobre o assunto, JK falou que estava muito cansado e que queria dormir. Me despedi dele, agradeci a acolhida e o suco.
"Thiago, a ufologia não existira no futuro, pois quando finalmente reconhecermos que estávamos sendo visitados por seres alienígenas, e se tivermos ou não contato com eles, surgirão novas ciências para o estudo dos extraterrestres".
Com um aperto de mão nos despedimos.
Esse texto é uma ficção, baseada em fatos reais. Qualquer coincidência com fatos verdadeiros poderá não ser mera coincidência.
Para mais informações: http://www.ufo.com.br/artigos/mais-de-cinco-decadas-depois-a-verdade-sobre-o-ufo-em-trindade
http://infa.com.br/o_caso_trindade.html
O que eu copiei naquele dia 3ª parte23.01.12 - 15h27O que eu copiei naquele dia 2ª parte19.01.12 - 08h42Mais casos que copiei. Um erro que cometi quando escrevi esses casos foi não dar mais informações, por exemplo, informar os locais onde ocorrerram, nomes e etc, mas a pressa era tanta, que a quantidade superou a qualidade.
O que eu copiei naquele dia...18.01.12 - 12h01Olá pessoal. Não é segredo para ninguém que meu pai quando trabalhava na secretaria A2 (assuntos secretos) da Aeronáutica, ele me mostrou duas pastas contendo relatos, fotografias, recortes de jornais e investigações sobre UFOs. Pedi ao meu pai que me deixasse levar para casa aquelas pastas ou que pudesse tirar cópias; mas ele me disse não. Entretanto eu poderia copiar a mão o que quisesse. Foi o que fiz. Peguei alguns casos, os menores, pois sabia que não teria muito tempo para escrever os maiores. Hoje posto a primeira página do que copiei. Naquela época eu não tinha um computador (em 1992/93), então depois de copiar datilografei tudo. São todos relatos verdadeiros, todos registrados pela a Aeronáutica.
*in english It is not secret to anybody that my father, a brazilian airforce colonel, when worked at the A2 Office (the secret service of the brazilian air force at the III Air Comand in Rio de Janeiro) showed to me two folders contend stories, photographs, clippings of periodicals and inquiries about UFOs. I asked take that home or make copies, but he said not, however I could copy by hand if I wished. So I did it. I caught some cases, the smalls to copy, because I knew that I had not time enough. At that time I did not have a computer (in 1992/93), then after copying I typed everything. They are all true stories, all registering for the brazilian air force!
Eu, o coronel Uyrangê e a Operação Prato.12.12.11 - 08h54
No final da década de oitenta meu pai trabalhava no DAC (Departamento de Aviação Civil), hoje ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). O DAC ficava no mesmo prédio do Aeroporto Santos Dumond, no centro da cidade, no Rio de Janeiro. Como meu pai estava divorciado da minha mãe, passávamos os finais de semana com ele, então toda sexta-feira íamos para o seu trabalho à tarde e de lá para a casa do meu pai. Meu irmão adorava isso. Ele ficava o dia todo vendo aviões decolarem e pousarem. Eu gostava mesmo é da lanchonete (o mais legal era comer a vontade e não ter que pagar nada, pois a gente colocava na conta do meu pai). Meu pai era checador, isto é, era ele quem dava as autorizações para os pilotos civis exercerem a sua profissão, além de “ter” que viajar com eles para testá-los. Meu pai rodou o mundo dessa forma. Foi de Los Angeles a Tóquio, de Buenos Aires a Amsterdã.
Pois bem, numa dessas sextas-feiras fomos eu e meu irmão para o trabalho do meu pai. Chegando lá deixamos nossas bolsas e fomos “dar um role”. Meu irmão foi ver aviões e eu fui passear no saguão do aeroporto. Passei numa livraria e vi um livro chamado “OVNIS e as Civilizações Extraterrestres”, de Guy Tarade. Eu já o tinha, pois meu pai havia me dado o dele com um autografo. Meu pai sempre me incentivou na ufologia.
“Oi Ticchetti, tudo bem? Vai levar esse livro?”, perguntou o vendedor da livraria. Ele já me conhecia de tanto que eu ia lá. “Não, esse eu já tenho”, respondi e fiquei olhando os livros.
De repente ouço alguém dizer ao meu lado, “quer dizer que o filho do coronel Ticchetti gosta de discos voadores. Seu pai sabe disso?”
“Sabe sim. Ele inclusive é que me incentiva a ler mais sobre o assunto”, respondi àquele capitão da Aeronáutica. Ele era baixo, tinha meu tamanho, mas eu tinha uns 14 anos de idade na época.
“Meu nome é Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, ou como o pessoal chama, capitão Hollanda. Conheço seu pai. Ele foi meu instrutor na Academia da Aeronáutica. Uma excelente pessoa.”
Eu agradeci o elogio ao meu pai, mas não me ative muito a ele. Foi quando ele me disse, “Eu já vi vários ÓVNIS. Inclusive os investiguei”.
Opa, o que é isso? Um capitão da Aeronáutica dizendo que já investigou os UFOs; e dizendo para mim?
“Quando? Onde?”, perguntei.
“Eu sabia que você iria ficar curioso. Vamos comer algo lá na lanchonete” .
Nós subimos para o DAC. A lanchonete ficava no 4º andar do prédio e só quem freqüentava lá eram militares ou pessoas que trabalhavam no Departamento. Mas antes passamos na sala do meu pai para dizer que estava me levando para comer alguma coisa. Lembro do meu pai dizer, “Cuidado com meu garoto, capitão. Quando ele quer saber alguma coisa ele sabe como conseguir”. Aquilo era um elogio ou um alerta?
Sentamos numa mesinha no canto da lanchonete. Pedi um bauru e um suco de laranja. O capitão pediu um misto e um refrigerante. Sem precisar pedir nada ele começou a falar.
“Thiago, você era bem pequeno entre 1978 e 79. Foi quando fomos investigar algumas luzes que estavam assustando a população de algumas cidades do Pará. Imagine você cidades inteiras morrendo de medo de sair à noite por causa de luzes que eles chamavam de ‘chupa-chupa’. Eles chamavam essas luzes desse Noé porque muitas pessoas afirmaram que essas luzes chupavam o sangue delas. Inclusive muitas foram ao posto de saúde e lá se constatou que elas estavam sofrendo de anemia profunda. Houve inclusive uma morte”.
Só de ouvir isso a minha cabeça foi a mil. Eu tinha só 14 anos na época. A única coisa que eu sabia sobre ufologia é o que tinha lido nos livros que meu pai me deu e numa coleção chamada “Documento OVNI” da Editora Três. Nem Revista UFO eu lia.
“Mas como você foi para lá? A Aeronáutica te mandou?”
“Sim. Eu morava em Belém. O I COMAR recebeu um ofício da prefeitura de Colares, uma ilha do município de Vigia. Nesse ofício, eles diziam que estranhas luzes estavam incomodando os pescadores, e por isso não conseguiam mais pescar. Eu fui chamado pelo coronel Camilo Ferraz de Barros, chefe da Segunda Seção, o A2, do I COMAR. O A2 é o serviço de inteligência da Aeronáutica em cada Comando Aéreo. comando para investigar os relatos e entrevistar as testemunhas. Eu e mais cinco agentes do I COMAR fomos para colares.”
Quando nossos pedidos chegaram o capitão Hollanda parou de falar um pouco. Mas eu comia e pensava naquilo que ele já havia dito, afinal estava falando com uma pessoa que havia investigado in loco de maneira oficial os discos voadores. Muitos anos mais tarde eu viria a saber ainda mais detalhes quando ele deu entrevista para o Gevaerd e ao Marco Petit.
“Continuando, Thiago,eu recebi das mãos do coronel uma pasta com vários documentos. Esses dados foram obtidos através do SIOANI, que é o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados. Eu nomeei a nossa investigação de Operação Prato.
Quando nos chegamos, fomos entrevistar os moradores. Era visível o pânico naquela população. Recolhemos dezenas de relatos. Muitos tão impressionantes que beiravam o absurdo. O grande problema era tentar explicar para aquelas pessoas, que já não tinham um grau de instrução muito grande, o que seriam aqueles objetos luminosos que disparavam raios em direção às suas vítimas”.
“Por isso eram chamados de ‘chupa-chupa’, não é?” Indaguei. “Isso mesmo. Para o meu espanto, ao final da nossa operação, que durou cerca de quatro meses, mais de 400 pessoas tinham sido atingidas pelos raios de luz. Muitos tiveram anemia e mais de 10 faleceram em decorrência desses ataques, de forma direta ou indireta”.
Mas o que eu queria mesmo saber é se eles haviam tido algum contato com algum UFO ou com algum alienígena.
“Capitão, e quanto às naves? O que vocês viram?”
“Thiago, vimos coisas espetaculares. Vimos naves com mais de 30 metros de diâmetro, com mais de 100 metros de diâmetro.
Numa certa noite, quando estávamos acampados perto de uma praia, o soldado Ramires, que estava de sentinela, gritou e acordou todos nós. Ele estava congelado de medo. Eu não podia crer naquilo. Era uma nave, circular, muito brilhante, mas com janelas ao seu redor. Ela estava saindo da água. De repente ela parou na superfície. Começamos a fotografar e filmar tudo. Abriu-se uma espécie de porta e dela saíram dois seres brilhantes. Não dava para ver detalhes, só a silhueta deles. Eles pareciam andar sobre a água; e estavam vindo em nossa direção. Em nenhum momento pegamos as armas. Sabíamos que eles não nos fariam mal. Quando estavam próximos a areia da praia, uns 100 metros de nós, eles pararam. Nós ficamos lá olhando e registrando tudo. Eu sentia que eles queriam manter algum contato, mas não se aproximavam.”
“E o que vocês fizeram?”, perguntei extasiado.
“Não fizemos nada. Deveríamos ter-nos aproximado. Acho que era isso que eles esperavam. Como não tomamos nenhuma iniciativa, eles voltaram para a nave. A porta se fechou e a nave se iluminou ainda mais. Ela levantou vôo lentamente e depois disparou em direção ao espaço. Acho que ficamos em silêncio por mais de 10 minutos olhando para o horizonte na expectativa de que ele retornasse.”
Era muita coisa para minha cabeça. Eu ouvia aquilo vorazmente. Mas uma coisa surgiu na minha mente. As provas fotográficas, documentais e filmagens!
“Capitão, e todo o material que vocês fizeram? As fotos, filmes e documentos? Onde estão?”
“Ah, Thiago, quando retornamos da missão, quase quatro meses depois, tínhamos mais de 500 fotos, mas de 20 horas de filmagens espetaculares, desenhos dos UFOs e muitos depoimentos. Quando retornamos a Belém, fui entregar tudo isso imediatamente ao meu chefe juntamente com o nosso relatório. Contei tudo a ele. Para minha surpresa ele disse que a operação estava cancelada, mesmo com tudo que disse ter visto e registrado. Fiquei perplexo. Estávamos diante de provas irrefutáveis de que havia a presença extraterrestre naquela região e a Aeronáutica iria cancelar a missão ao invés de investigar ainda mais? Não entendia. Mas bem, ele me deu os parabéns pelo trabalho e disse que eu poderia voltar para os meus deveres rotineiros. Ao sair da sala vi que haviam três homens, altos e olhos claros do lado de fora da sala do meu chefe. Eles pareciam estrangeiros e ao passar por eles ouvi que falavam inglês. Vi que eles me olharam de cima a baixo. Depois entraram na sala do coronel Ferraz de Barros”.
“Será que eles eram americanos atrás do que o senhor tinha levado?”
“Não sei, mas possivelmente. Anos depois ouvi rumores de que aqueles homens eram militares da força aérea dos EUA e teriam levado boa parte de tudo que registramos”.
“Mas o senhor não ficou com nada? Não guardou nada com o senhor?”
O capitão Hollanda olhou para mim, deu um sorriso e me disse:
“Meu filho, há tesouros que a gente tem que manter conosco e segredos que só podem ser revelados mais na frente”.
Não entendi muito bem aquilo. Mas meu pai tinha chegado. Me despedi do capitão e agradeci o lanche.
Em 1997, vinte anos depois, Hollanda Lima concedeu uma entrevista aos pesquisadores Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit relatando os acontecimentos e as atividades de sua equipe nos dois últimos meses da operação. Segundo ele, sua equipe presenciou as mais surpreendentes e estranhas manifestações de natureza desconhecida. Além de ter presenciado, os militares registraram os movimentos erráticos de pequenos objetos luminosos que julgou serem “sondas ufológicas”. Constataram também a presença de gigantescas naves que executavam manobras que destruiriam qualquer aeronave conhecida. Seriam maiores que “um prédio de trinta andares” em seu comprimento e emitiam luzes de várias cores. Tais “espaçonaves” recolhiam regularmente as “sondas pesquisadoras”. Em sua entrevista o coronel Hollanda declarou que dois agentes do Serviço Nacional de Informação, também tiveram a oportunidade de presenciar estas manifestações envolvendo os objetos gigantes. O coronel pôde fotografar e filmar diversos tipos de luzes, das mais diversas dimensões. As cores também variavam e supunha ele que indicavam a função ou o tipo de manobra do “aparelho”. A equipe também recolheu relatos incríveis contados pela população ribeirinha. Alguns envolvendo seres luminosos saídos do interior de estranhos objetos. Esses seres arrebatavam pessoas com sua luminosidade. Outros sugavam o sangue das pessoas que capturavam. Um fato registrado é que na maioria dos episódios havia a presença de uma ou mais testemunhas.
Esse era seu tesouro.
Coronel Uyrangê, sua coragem incentivou muitos ufólogos. Muito obrigado e descanse em paz.
Esse texto é uma ficção, baseada em fatos reais. Qualquer coincidência com fatos verdadeiros poderá não ser mera coincidência.
Para saber mais: http://www.youtube.com/watch?v=_4Up35TdAMU http://www.youtube.com/watch?v=XDzIHk1sA_8 http://www.ufo.com.br/loja/videoteca/ver/ufos-e-ets-na-amazonia/ http://www.ufo.com.br/noticias/saiba_sobre_a_operacao_prato_na_amazonia/
Eu e Buzz Aldrin05.12.11 - 09h45Em 2008 eu e minha esposa fizemos uma viagem para Argentina e Chile. Fomos visitar minha irmã que mora em Buenos Aires e conhecer Santiago no Chile. Lá aproveitamos e passamos o Réveillon com um grande amigo de colégio.
Gostei muito mais de Santiago do que Buenos Aires. Para o nosso azar, os lixeiros da capital argentina estavam em greve, o que ajudou na nossa preferência por Santiago.
Para quem for a capital Chilena, recomendo o hotel Rugendas. Ele é muito bem localizado. Fica no bairro de Las Condes e próximo ao de El Golfe. É uma área tranqüila e arborizada. E melhor, a diária não custa os olhos da cara. Ficamos apenas três dias na cidade, mas foi o suficiente para nos apaixonarmos por ela.
Um dia, enquanto minha esposa descansava no quarto, desci até o lobby para acessar a Internet. Era apenas uma mesa e um computador, mas para minha sorte o terminal estava vazio.
Comecei a procurar notícias do Brasil, do meu querido Tricolor do Morumbi, pois final de ao é que as contratações acontecem, e ler alguns emails.
Quando já estava saindo, vi um senhor sendo cercado por umas três pessoas. Eram dois homens e duas mulheres. Ele estava posando para fotos com essas pessoas. Mas eu não estava reconhecendo aquela pessoa. Quando os "fãs" passaram por mim escutei um deles dizer "Buzz Aldrin"...Edwin Eugene Aldrin Jr.? O astronauta da Apollo 11? O segundo homem a pisar na lua estava ali, bem na minha frente, no meu hotel em Santiago no Chile! Não podia perder essa oportunidade.
Ele estava sentado no sofá lendo o The New York Times do dia anterior. Como quem não quer nada sentei numa cadeira ao lado. Estava meio sem graça, mas tomei coragem e falei, "senhor Aldrin, a lua é feita de queijo?" Ele me olhou e deu um sorriso. "Se fosse não tinha voltado, pois eu adoro queijo." Pronto, tinha quebrado o gelo.
"Me chamo Thiago Luiz. Sou brasileiro e gosto muito de naves espaciais".
"Prazer em te conhecer Thiago, conterrâneo do Marcos Pontes. Eu sou Edwin, ou mais conhecido como Buzz Aldrin."
Foi a minha vez de sorrir e agradecer os elogios em nome dos brasileiros.
"Mas você disse que gosta de naves espaciais, não disse? Qual a que mais gosta? Challenger, Columbia..."
Nessa hora pensei muito em centésimos de segundos se deveria dizer qual nave eu realmente gostava: "bom, eu gosto dos chamadas UFOs".
Seu semblante mudou radicalmente. Agora estava serio e me olhando fixamente. Putz, tinha estragado tudo. O cara iria dizer tchau e se levantaria. Mas para minha surpresa...
"Eu também gosto muito dessa naves. Nunca tive a oportunidade de pilotar uma delas, mas vi varias muito próximas."
"O que é isso??? Buzz Aldrin estava abrindo o jogo comigo?", pensei. "Como assim?", perguntei dando uma de "João-sem-braço".
"Você sabe Thiago. Se gosta desse assunto, sabe pelo menos um pouco a respeito." Pronto, ele me pegou de jeito.
"Sr. Aldrin, o senhor viu mesmo UFOs na lua quando vocês pousaram na lua?"
"Não, na somente os vi quando pousamos, mas também quando estávamos a caminho da lua e no nosso retorno a Terra. Quando estávamos a caminho da luz, fomos seguidos por cerca de quatro objetos. Todos muito brilhantes. Tão brilhantes que era impossível ver suas formas. Eles se movimentavam de uma maneira incrível, que desafiavam as nossas leis da física. Quando nos aproximávamos da orbita da lua, os quatro objetos entraram na atmosfera lunar facilmente."
"vocês tiraram fotos, fizeram alguma filmagem, comunicaram a Houston?"
"Claro, sempre. Isso fazia parte do protocolo. Fizemos mais de 4 horas de filmagens e mais de 200 fotos. O pessoal aqui da Terra não conseguia identificar nada. As imagens que enviamos não estavam sendo transmitidas ao vivo naquele momento. E só tivemos imagens mostradas ao vivo porque o presidente, mesmo sabendo do que estávamos vendo, ordenou que fizéssemos as imagens. Eles nos mandaram não comentar nada no canal aberto a partir daquele momento".
"Mas existe um dialogo gravado que se afirma ser seu e do Neil Armstrong onde vocês dizem que os 'bebes' são enormes, e que estão na beira de uma cratera observando suas atividades. Esse vídeo é real?"
"É sim. No deveríamos ter falado nada daquilo, mas você a faz idéia do que é ver um UFO a menos de 500 metros de você. A imagem era nítida. Eram seis UFOs. Não sei, mas creio que eram os mesmos que nos seguiram na nossa viagem de ida. Dava para ver o seu formato discóide, janelas e seres dentro deles".
Uau, quase cai da cadeira! Eu estava sonhando! Aquilo só podia ser um sonho. "Seres dentro dos UFOs? Isso nunca foi dito antes."
"Certamente que não. Esses detalhes ficaram guardados secretamente. A todo momento conversávamos entre nos e com Houston. O canal estava fechado. Aquela conversa que muitos radio amadores gravaram só ocorreu porque o Collins (o astronauta que ficou no módulo lunar, Michael Collins) esqueceu, e não o culpo, pois estávamos de frente com algo inimaginável, de mudar o canal. detalhamos com palavras, imagens e sons tudo aquilo".
"Sons? Na lua nao tem atmosfera, como ter som?"
"Claro que nunca iríamos dizer que há atmosfera na lua. Se falássemos isso ocorreria uma corrida armamentista e da conquista dela. Seria o fim dela e da Terra. Não há, entretanto, condições de se respirar na lua. A concentração se oxigênio é mínima e a gravidade menor do que a do nosso planeta. Você sabia que tinham cancelado a nossa descida do modulo lunar? Provavelmente não. O presidente temeu por nossas vidas, mas dissemos que se eles não quisessem que pousássemos na luz não teriam deixado. Mas te confesso, o Neil e depois eu, pisamos na lua. O Neil tremia de medo e nervosismo. Eu fechei meus olhos e fui. Mas o mais incrível ainda estava por vir".
Nesse momento ele parou, pediu um copo de água para o mensageiro do hotel. Eu aproveitei o mesmo e pedi, em tom de brincadeira, um balão de oxigênio, pois estava sem respirar há mais de uma hora.
"Thiago, Collins nos chamou por radio e disse que uma das naves havia aberto algo parecido com uma porta, e que dela havia saído três seres. Nos entramos em pânico. Mas o podíamos mostrar isso, pois as imagens estavam sendo transmitidas ao vivo, mas com um truque: o delay (atraso). As imagens iam primeiro para a NASA que as filtrava e depois retransmitia para as redes de TV. Todos acreditam que o atraso era de 3 minutos, quando na verdade era de somente 40 segundos. O restante do tempo era mais do que do suficiente para que o pessoal da NASA analisar as imagens e sons. Lembrando, que o som transmitido via radio era mais rápido e muito mais fácil de ser captado por radio amadores, e obviamente, não tinha como a gente filtrar as conversas.
Mas quando Mitchell falou aquilo, olhei para o Neil e fiz um sinal para voltarmos para o modulo lunar. Nesse momento, Mitchell disse que os seres estavam a menos de 200 metros de onde estávamos, mas que estavam retornando para a sua nave. Senti um alivio, mas confesso, um certo desapontamento por não ter tido, quem sabe, a oportunidade de uma comunicação com seres alienígenas.
Nos então fizemos o que tínhamos que fazer na nossa missão e retornamos para o modulo lunar. Quando chegamos lá, Mitchell estava estarrecido. Ele repetia o tempo todo sobre os UFOs e os seres que saíram dele. Nossa vontade era de ficar ali e tentar um contato, mas tínhamos que voltar para o nosso planeta.
Quando decolamos, vimos que duas naves continuaram na beira da cratera, enquanto outras quatro também levantaram vôo e ficaram ao nosso lado como se nos escoltassem"
Eu já nem sabia o que mais perguntar. Ou melhor, queria perguntar tanta coisa, queria saber de tudo.
"Sr. Aldrin, por que nunca mais voltamos a lua? Por que nenhuma outra nação foi a lua até hoje?
"Simples, a lua esta ocupada! Ela já tem inquilinos. ir lá ara fazer o que? Conquista-lá? Habita-la? Só se seus moradores se mudarem de lá" me disse ironicamente." nos nao sabíamos que haveria alguém lá. Sabíamos sobre a possibilidade de encontrarmos UFOs no espaço, pois outras missões tinham relatado essas aparições, mas nunca imaginaríamos que o nosso satélite estaria alugado. Só queria saber de quanto é o aluguel e quem é o dono do nosso satélite, pois queria passar uma temporada lá. Tem uma vista da Terra maravilhosa”.Nós dois demos uma boa risada.
Neste momento ele colocou as mãos nos joelhos com a intenção de se levantar, mas antes que fosse eu metralhei, "Sr. Aldrin, o que o governo fez com vocês assim que chegaram? O governo vai divulgar essas imagens algum dia? Por que o medo de nos contar a verdade? Temos algum acordo de cooperação com seres alienígenas?"
"Thiago, nos deixaram de quarentena por mais tempo que o normal justamente para tirar todas as informações que podiam de nos. Todo o nosso material fotográfico, áudio e filmagens foram levados por militares. Nem nossas câmeras particulares sobraram. Tiraram os filmes e depois nos devolveram. Não sei quando o governo vai falar algo. Talvez nunca, talvez amanhã. Se existe acordo de cooperação? Acho que sim, mas não tenho informação sobre isso".
O astronauta Buzz Aldrin levantou-se, apertou minha mão e disse,"Thiago Luiz, nos dois adoramos essas naves".
Vi aquele senhor descer os degraus do hotel, pegou um taxi e perdeu-se pelas ruas de Santiago. Eu subi para o quarto e contei tudo a minha esposa que ficou tão empolgada quanto eu. Tinha conversado com o segundo homem a pisar na lua sobre UFOs!!!
Esse texto é uma ficção, baseada em fatos reais. Qualquer coincidência com fatos verdadeiros poderá não ser mera coincidência. Saiba mais: http://www.ufo.com.br/noticias/voltar_a_lua_nao_e_o_bastante/ http://www.ufo.com.br/noticias/conjunto-de-missoes-da-nasa-foi-responsavel-pela-ida-do-homem-a-lua/
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