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Documentos oficiais da Aeronáutica mostraram que UFOs rondavam o Pará

Durante a 1º Fase do Fenômeno, a Gurupi, não houve um maior interesse ou preocupação por parte das autoridades nacionais em relação aos casos de Chupa-chupa. Em um documento oficial da Força Aérea Brasileira, recentemente liberado temos logo no início uma explicação sobre a demora em tomar providencias a respeito destes fatos:

 

"No litoral paraense vive uma população subnutrida, de reduzido grau de instrução, e sobretudo mística. As estórias que se contam, de fatos que se passam no meio dessa gente, seriam dignas de figurar em qualquer folclore. Em razão disso, não foi dada maior atenção ao fato".

 

Foi somente com a Segunda Fase, com ocorrências mais intensas, maior pânico da população local, entre outros problemas, é que a Força Aérea Brasileira resolveu agir de fato. O ofício enviado pelo prefeito de Vigia de Nazaré, ao 1º Comando Aéreo Regional (I COMAR), e solicitações semelhantes de outras cidades foram o estopim para o surgimento de uma operação especial que tinha como missão descobrir a natureza destes casos, acalmar e instruir a população local em relação aos fatos. Ela foi criada pelo Brigadeiro Protázio Lopes de Oliveira, na época comandante do destacamento, no começo do mês de setembro de 1977. Para compor a operação foram destacados oficiais do Serviço de Inteligência  (a chamada Segunda Seção).

 

A primeira tarefa dos militares seria avaliar a situação para elaborar um relatório completo sobre o que estava ocorrendo. Deveriam manter sigilo sobre a Operação e aprofundar ao máximo as investigações.

 

Poucos dias depois a equipe chegou a Colares e apresentou-se ao Prefeito local, ao padre Alfredo de Lá O, e à Diretora da Unidade de Saúde, Dra Wellaide.

 

Sem saber o que encontrar durante a investigação, os militares montaram uma base de operações na Praia do Humaitá, na esperança de registrar o aparecimento do fenômeno. A equipe montou baterias antiaéreas em pontos estratégicos e ficou à espera. Durante o dia aproveitava o tempo para entrevistar vítimas e testemunhas e visitar locais onde os casos.

 

Logo no início eles se dividiram em duas equipes que se posicionaram em locais com mais casos registrados. Já nas primeiras noites de vigília, uma equipe conseguiu fotografar um objeto luminoso que evoluía sobre a região. Eles puderam calcular a altitude em torno de 3 mil metros e a velocidade em torno de 30 mil Km/h. Este objeto era bem diferente de satélites e meteoritos que também foram observados na ocasião. A outra equipe, situada em outro local também avistou o objeto. Tudo o que acontecia era anotado em relatórios rigorosos, indicando data, horário, local, nomes de testemunhas e descrição dos fatos. Quando haviam registros fotográficos era geralmente anotado nome do autor da fotografia e descrição do equipamento utilizado, bem como as condições no momento do registro. Estas experiências iniciais foram consideradas inconclusivas pelos militares. Os dados obtidos não foram significativos e a foto, depois de revelada, não permitiu confirmar os relatos dos moradores locais. Eles logo retornaram à Belém, para a sede do I COMAR, e evitaram comentar suas experiências por lá, com medo de cair no ridículo perante seus colegas. Tudo isso foi registrado em seus relatórios iniciais, que contavam também com depoimentos da Dra. Wellaide Cescin de Carvalho e do padre de Colares, Alfredo de La Ó.

 

Os militares tiveram muito trabalho durante sua permanência na região. Seja entrevistando vitimas e testemunhas, seja com atividades de orientação à população local através de palestras informativas ou através de vigílias ou deslocamentos à áreas onde os casos ocorreram. Através dos relatórios oficiais podemos ter uma clara noção da intensa atividade em que os militares da Operação Prato estiveram envolvidos. No período entre 20 e 31 de outubro de 1977, período inicial da Operação, ainda sem a chefia do então Capitão Hollanda, os caso de avistamento eram raros. A maioria das atividades concentraram-se em documentar o fenômeno e seus efeitos sobre a população.

 

Em 20 de outubro, a Equipe de militares, saiu de Belém, por volta das 14:00 horas e dirigiu-se para Santo Antonio do Tauá, onde coletaram depoimentos de vítimas do fenômeno. Dali seguiram para as proximidades do quilômetro 12 da Rodovia Belém - Vigia, onde coletaram novos depoimentos, seguindo ainda no mesmo dia para a vila de Espírito Santo do Tauá onde três militares estavam em vigília no local. Por volta das 22:30 o grupo retornou à Santo Antônio do Tauá onde manteve vigília por mais algum tempo.

 

O dia 21 de outubro transcorreu sem normalidades. Na parte da manhã, a equipe voltou à Rodovia Belém-Vigia para entrevistar testemunhas do fenômeno que moravam na região. Após isso retornaram para Belém, reportando ao Chefe do A2, que ordenou que seguissem na mesma noite para Santo Antonio do Ubintuba onde realizaram vigília por algumas horas.

 

No dia seguinte, 22 de outubro, pela manhã, seguiram para a localidade de Trombetas onde coletaram depoimentos de vitimas e testemunhas do fenômeno. Após isso seguiram para Vila Nova do Ubintuba onde entrevistaram moradores que também haviam sido vitimas do Chupa-chupa. Neste mesmo dia, por volta das 19 horas a equipe testemunhou a evolução de várias luzes com diferentes trajetórias sobrevoando a direção. Estes avistamentos não foram muito significativos e não foram fotografados pela equipe. Por volta das 20 horas ocorreu novo avistamento, desta vez de um objeto luminoso, voando num altitude mais baixa, em aproximadamente 1200 metros a uma velocidade variável. O resto da noite foi sem qualquer anormalidade e a equipe retornou à Belém no dia seguinte pela manhã, reportando ao Chefe da 2ª Seção EM-1.

 

No dia seguinte, 24 de outubro, a equipe retornou à Santo Antônio do Tauá e entrevistou moradores da Colônia São Brás. À noite, os militares seguiram para Colares, chegando por volta de 20:15 horas. Depois de contatar autoridades do município eles coletaram depoimentos de várias pessoas que foram vítimas do fenômeno. Após conversar com os moradores, eles realizaram uma vigília, observando, pouco depois das 4 horas da manhã de 25 de outubro, três luzes deslocando-se em pontos diferentes do firmamento. Ao longo daquele dia não houve nada significativo.

 

No dia seguinte, 26 de outubro, os militares transportaram médicos até a cidade de Santo Antônio do Ubintuba, afim de tratar vítimas do fenômeno. Após retornar à Colares a equipe colocou-se de vigília. Moradores de áreas afastadas começaram a relatar a presença de luzes sobrevoando as árvores e pouco depois, por volta das 22:15 hs uma senhora, Neuza Pereira Aragão, foi atendida pela equipe médica. As luzes continuaram sendo observadas até por volta da meia noite, quando outra senhora, Maria Beatriz Leal Ferreira, foi atendida pelos médicos. Por volta das 4 horas da manhã ocorreu novo avistamento nas proximidades de Colares e após isso nada mais foi observado na região.

 

Após uma pausa nas atividades, a equipe voltou à Colares no dia 29 de outubro. A noite foram observados alguns satélites, e um OVNI luminoso foi observado por alguns moradores na região de Colares. No dia seguinte, novamente alguns moradores observaram um objeto luminoso em uma praia próxima.

 

Durante as atividades dos militares em Colares formou-se um vinculo com a população local. A presença dos militares trouxe um alento aos moradores das áreas afetadas. Em várias ocasiões os militares apresentaram palestras sobre temas relacionados à exploração espacial. Paralelamente à isso, os militares instruíam os moradores a não atirar contra tais objetos pois eles não estariam ali para fazer mal. Uma destas apresentações ocorreu na noite de 30 de outubro. Aquela noite foi relativamente calma, não havendo registros de ataques na localidade. No começo da noite do dia 31 ocorreram novos avistamentos na orla marítima. Mais tarde, pescadores relataram aos militares, terem observado um estranho objeto no mar.

 

Nessa fase inicial da Operação, os casos de avistamento por parte dos militares eram em geral envolvendo luzes à distância que não podiam ser explicadas a partir de fenômenos naturais, aeronaves convencionais, satélites ou corpos celestes. Geralmente quando ocorriam estes eventos, no relatório era citada sua provável origem. Quando o fenômeno observado era de fato não identificado, era descrito minuciosamente no relatório que era acompanhado de um croqui feito sobre mapa da região, indicando trajetória e outros detalhes importantes. Alguns destes croquis já estão disponíveis publicamente nos documentos já disponibilizados ao público.

 

 

Algumas Páginas dos relatórios da Operação Prato

 

 

A partir de Novembro, os casos testemunhados pelos militares aumentaram em quantidade e na qualidade da experiência. Nesta fase, já sob chefia do então Capitão Uyrangê Hollanda, ocorreram os mais impressionantes casos envolvendo os militares da Operação Prato.

 

O primeiro avistamento significativo do capitão Hollanda ocorreu em princípios de novembro de 1977. A equipe estava investigando ocorrências na Baía do Sol, onde montaram um acampamento temporário. Até esse momento, Hollanda era cético em relação aos fatos envolvendo o chupa-chupa. À noite uma luz intensa surgiu, vindo do norte, posicionou-se sobre o acampamento, circundou-o e desapareceu no horizonte. A partir deste evento, Hollanda reconheceu que algo muito sério estava ocorrendo na região. Todavia, este não foi o avistamento mais impressionante.

 

Pouco tempo depois dos eventos na Baía do Sol, um rapaz armou uma armadilha para caçar uma paca às margens do Rio Jari. Ele armou um acampamento encima de uma arvore e ficou à espera. Durante a noite, surgiu um objeto intensamente iluminado que posicionou-se acima do acampamento. Do objeto abriu-se uma escotilha e por ela saiu um estranho ser que, através de um facho de luz, desceu flutuando, de braços aberto. Assustado o rapaz deixou a rede onde estava deitado e se escondeu no mato. O estranho ser dirigiu-se até a rede onde o caçador estivera, e com um feixe de luz que saía da palma de sua mão iluminou o local, examinando a rede. Repentinamente o estranho ser dirigiu-se diretamente para onde o rapaz estava escondido. Assustado o rapaz fugiu correndo para o barco ancorado no rio, onde haviam dois colegas. Eles se esconderam e observaram o objeto se aproximar do barco, posicionando-se sobre ele. Do objeto saiu o mesmo ser que começou a examinar o que havia a bordo. Os três amigos assustados, permaneceram escondidos em meio à plantas aquáticas até que o objeto foi embora. No dia seguinte, o caso chegou ao conhecimento do Capitão Hollanda que foi com uma equipe até o local.

 

Durante a vigília naquela noite eles observaram um grande objeto, com forma semelhante à de uma bola de futebol americano, que bailou a frente do grupo por algum tempo. Todo o episódio foi fotografado e documentado pelos militares, sendo que tal material até o momento não foi liberado.

 

Encerramento

 

A Operação, embora estivesse atingindo os objetivos e até mesmo interagindo com o Fenômeno Chupa-chupa, foi abruptamente encerrada depois de quatro meses de atividades. O material resultante da Operação foi inicialmente guardada no 1º COMAR e depois transferida para Brasília onde possivelmente está até hoje. 

 

 

http://www.fenomenum.com.br/ufo/governo/brasil/prato.htm

 

 

crédito: Google
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Governo libera mais documentos ufológicos

 

Pessoal, 

Mais um arquivo oficial da Força Aérea brasileira sobre os UFOs foi liberado como resultado do processo de abertura ufológica promovido pelo Comitê Brasileiro de Ufólogos(CBU). É mais uma vitória da campanha UFOs: Liberdade de Informação Já”.

 

A idéia do Comitê partiu de um grupo seleto de ufólogos e conta com o apoio da Revista UFO e de seu editor A.J. Gevaerd, que também faz parte do CBU.

 

Gevaerd tem apresentado todos os documentos, décadas de 60,70,80,90 e 2000, já liberados através dessa campanha, em suas palestras pelo mundo. 

 

Em agosto do ano passado o Ministro da Aeronáutica, brigadeiro Junichi Saito, ordenou a liberação dos documentos referentes aos anos de 200 a 2009. Para a nossa grada surpresa, na semana passada foram liberados os documentos referentes a 2010. São sete documentos e novos casos, incluindo alguns muito importantes feitos por pilotos de linhas comerciais.

 

Todos os documentos podem ser acessados e baixados pelos links abaixo.

 

http://www.ufo.com.br/documentos/Documentos_liberados_oficialmente/2000/

http://www.ufo.com.br/documentos/Documentos_liberados_oficialmente/

http://www.ufo.com.br/documentos/ 

 

Essa ação só vem demonstrar mais uma vez que é dessa forma que se faz a verdadeira ufologia, muito mais do que o ceticismo improdutivo.

 

crédito: ufocasebook.com
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O UFO em destaque sobre o Lago Cote, Costa Rica

Uma das fotos mais belas na ufologia mundial foi tirada no dia 4 de setembro de 1971, sobre o Lago de Cote, na Costa Rica.

 

A foto foi tirada por profissionais do governo costa-riquenho a bordo de um avião numa missão de mapeamento geográfico. Na hora nenhum membro da tripulação percebeu a presença do objeto, que só foi notado após a revelação das imagens.

 

A fotografia por si só é única por diversas razões: 1) ela foi tirada com uma câmera profissional de alta resolução; 2) o UFO está nitidamente visível e destacado contra o fundo negro do lago; 3) a câmera estava colocada na parte de baixo do avião, que estava a uma altura de 10.000 pés, tornando assim fácil estimar o tamanho do objeto: 203 metros de diâmetro!

 

A avião transportava quatro pessoas: um especialista em fotografia aérea, um geógrafo, um topógrafo e um piloto. Foram feitas muitas análises, mas a mais importante foi conduzida pelos pesquisadores Richard Haines e por Jacques Vallee. Em sua análise científica dos negativos originais da foto, eles concluíram, “para nossa sorte conseguimos os negativos originais para os frames 299 e 301, o que confirmou a nossa especulação anterior de que o disco é certamente anômalo. Ele pode não ser inexplicado, mas é pelo menos não identificável. 

 

Todas as indicações é que o UFO era um enorme objeto tridimensional discóide que sobrevoava ou mesmo que estava parcialmente submerso no Lago Cote.

 

A análise completa do estudo científico da foto pode ser lido, em inglês, neste link:

 

http://www.scientificexploration.org/journal/jse_04_1_haines.pdf

crédito: site Fenomenun
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O objeto relatado por Antônio

O Caso Mirassol é um dos mais importantes da Ufologia Brasileira e talvez mundial. O protagonista é, Antônio Carlos Ferreira, é um homem mulato, o que é algo raro em se tratando de abduzidos. Ele esteve envolvido em vários eventos de contato e abdução que deixaram numerosas evidências físicas de tais experiências.

 

Tudo começou na madrugada de 28 de junho de 1979, quando Antônio, na época com 21 anos, fazia guarda na Indústria de Móveis Fafá, na cidade de Mirassol (SP). Por volta das 3 horas da manhã Antônio observou uma esfera luminosa, de cor vermelha, descendo ao lado da construção da fábrica, clareando tudo ao seu redor. Antônio não deu muita atenção ao fato, continuando sua ronda normalmente, entrando em seguida na construção onde fazia guarda. Ele estava acompanhado de um pastor alemão chamado Hongue e deveria marcar ponto a cada 15 minutos. Antônio registrou o ponto, seguiu ao banheiro e notou que a estranha luz se encontrava presente no pátio da empresa. Ao sair do banheiro resolveu averiguar o que seria aquilo.

 

Ao sair ele deparou-se com três homens de estatura baixa, aproximadamente 1 metro de altura, que trajavam uma espécie de macacão de cor branca cintilante que cobria todo o corpo. Na cabeça havia uma espécie de capacete respiratório que impedia a observação direta do rosto.

 

Hongue, o pastor alemão, estava amarrado à guia próximo ao local e tentou enfrentar os estranhos seres. Imediatamente o animal caiu, como se estivesse morto. Logo em seguida os estranhos apontaram uma luz vermelha para o rosto de Antônio. A luz saía de um objeto quadrado, com cerca de 15 cm de lado onde haviam 2 orifícios por onde saia a luz. Ao ser atingido pela luz Antônio sentiu-se paralisado sendo em seguida transportado para a nave estacionada no pátio. Ele não sentia seus pés tocarem o solo, como se estivesse flutuando. Aproximando-se do objeto luminoso Antônio percebeu que o mesmo tinha forma cônica achatada, com aproximadamente 2m de base por 2,50 de altura. Tinha coloração cinza claro metálico e sem luminosidade. O aparelho estava apoiado em um tripé.Não possuía janelas e apenas uma entrada retangular de pequena altura onde a testemunha precisou abaixar-se para poder entrar. Dentro do objeto havia uma luz vermelha difusa. Haviam pequenos bancos de forma circular apoiados em tripés.

 

Antônio ouviu um zumbido no momento em que o aparelho decolou, ao mesmo tempo em que sentiu frio em todo o corpo. Mais tarde ao sair do objeto notou que encontrava-se em um ambiente amplo com iluminação em várias cores. Haviam diversos aparelhos e vários seres de baixa altura vestidos em macacão branco que cobria todo o corpo, com exceção da cabeça. Eram dois tipos de seres, porém todos com altura aproximada de 1,20m e cabeça grande e desproporcional ao corpo. Um grupo de seres possuíam pele cor de chocolate, com olhos grandes e pretos, puxados como a dos orientais, sem cílios ou sobrancelhas. Tinham nariz grande e achatado, boca grande, com lábios grossos, queixo fino e meio pontudo. O cabelo era carapinha, de cor avermelhada, com orelhas grandes e pontudas com quase o dobro de tamanho da nossa. O outro grupo apresentava pele esverdeada, cabelos pretos e lisos, nariz grande e fino, olhos verdes, puxados, boca grande e lábios finos, orelhas grandes e pontudas, queixo fino e também pontudo.

 

Nesta primeira abdução Antônio foi levado à um divã. Logo apareceu uma tripulante completamente nua que tocou sua mão. Antônio sentiu repugnância ao vê-la. Os outros seres tentaram tirar a roupa de Antônio que reagiu. Então fizeram-no cheirar algo que o enfraqueceu. Retiraram a roupa de Antônio que ainda tentava evitar que algo mais sério acontecesse. Então aplicaram-lhe algo em seu braço direito que o deixou paralisado. No braço direito foi colocado um aparelho que Antônio não pode ver, apenas sentir. Em seguida passaram um óleo de cor escura por quase todo o corpo de Antônio. Após isso o  aconteceu o ato sexual com a tripulante fêmea. Após isso passaram novamente o óleo em Antônio, colocaram de novo sua roupa. Telepaticamente foi informado que não lhe fariam mal e que seria devolvido em segurança à Terra. Afirmaram que vinham de outro planeta e que precisavam  de um filho dele para futuros experimentos. Afirmaram também que em um contato futuro ele conheceria seu filho. Quando isso ocorresse novamente lhe dariam três sinais, mas não informaram que sinais seriam estes. A seguir foi levado de volta ao mesmo objeto em que foi levado capturado e deixado no mesmo lugar onde havia sido capturado.

 

EVIDÊNCIAS

 

Após a abdução Antônio lembrou apenas trechos da experiência. Ao terminar o expediente, voltou pra casa, como sempre fazia. Ao chegar em casa, sua mãe, D. Guaracy, estranhou o comportamento do filho, que estava calado, recusou o café e foi direto para a cama. Ela pensou que Antônio estava doente e dirigiu-se ao quarto do filho para ver como ele estava. Ao chegar Antônio disse que estava muito contente e logo descreveu o episódio segundo suas lembranças. Sua mãe, incrédula, chamou um vizinho, Sr. Alonso, para ouvir a história. Eles concluíram que na verdade havia acontecido um roubo na propriedade e entraram em contato com o serviço de vigilância da empresa para se certificar. Os responsáveis pela empresa afirmaram que estava tudo bem e que Antônio parecia um pouco abalado. Ainda desconfiada, D. Guaracy seguiu para a casa do investigador de Polícia José Zanovello Neto pedindo-lhe que fosse até a fabrica averiguar. O investigador constatou que nada fora roubado da propriedade. Entretanto, todos constataram que havia uma marca circular no pátio da empresa. Todo o pátio estava coberto de poeira pois dias antes ocorrera serviços de terraplanagem no pátio. A marca circular estava completamente limpa, como se tivesse sido varrida. Outro fato constatado é que o capim ao lado do barrando estava todo chamuscado.

 

Mais tarde, quando Antônio despertou sentia-se atordoado, com o corpo formigando. Este formigamento permaneceu por aproximadamente 20 dias. Havia também ardência nos olhos que permaneceu por vários dias. No braço esquerdo de Antônio havia uma marca de queimadura que Antônio não sabia explicar como teria surgido. Ao longo do corpo haviam marcas e hematomas.

 

D. Guaracy, ao lavar a roupa do filho, percebeu que o paletó que ele usara no dia do estranho encontro estava rasgado. A camisa estava com manchas escuras no bolso superior.

 

O investigador policial José Zanovello verificou o relógio ponto que deveria ser marcado a cada 15 minutos por Antônio. Ele constatou que o ultimo registro ocorreu às 3 horas da manhã, só voltando a ser registrado às 5 horas.

 

Investigações posteriores realizadas por pesquisadores da SBEDV descobriram novos fatos, depoimentos e evidências que confirmam o relato de Antônio. Um dos depoimentos mais importantes foi o de Antônio Nascimento, que também era vigia em uma construção a 350 metros do local de aterrissagem do OVNI que abduziu Antônio Carlos Ferreira. Ele afirma que observou o OVNI descendo em direção à indústria de Móveis Fafá, palco da abdução. A sua descrição do OVNI bate com a descrição de Antônio Carlos. Outros dois testemunhos são da vizinha de Antônio, Neiva Ferreira de Oliveira, e da própria mãe de Antônio, que ouviram por volta da meia noite um zumbido estranho. Neiva estava assistindo televisão e assim permaneceu até por volta das 2h30m quando todas as emissoras saíram repentinamente do ar, sem causa aparente.

 

Outro fato interessante é que Hongue, o pastor alemão que acompanhava Antônio naquela noite, apresentou comportamento estranho nos dias seguintes ao acontecido. Ele não se alimentava direito, não atendia mais às ordens, embora fosse adestrado na escola de polícia e fosse bastante obediente. Ele que sempre foi bom cão de guarda não estranhava ninguém deixando de latir ferozmente, incluindo para aqueles que ele não gostava. Também demonstrava muito medo quando voltava à Fábrica onde costumava ficar de guarda.

 

O ufólogo Ney Matiel Pires, de Mirassol, o primeiro a investigar o caso, constatou que no local onde o OVNI desceu houve alterações magnéticas em vigas metálicas armazenadas ali. Munido de um magnetômetro Perrinjaquet (Suíça, graduação 1 a 5 Gauss) detectou que peças metálicas próximas ao local atingiam a escala máxima do medidor. Enquanto que áreas mais afastadas não havia magnetização. Cinquenta dias mais tarde foi realizada uma nova medição e constatou-se que estas medidas reduziram pela metade. nos locais afetados. Assim que chegou uma nova remessa de vigas metálicas (de mesma origem das anteriores) o ufólogo voltou a medir e constatou que estas novas vigas não apresentavam alterações magnéticas.

 

OUTRAS EXPERIÊNCIAS

 

Em 9 de setembro de 1979 ocorreu um novo contato entre Antônio e os ufonautas. Era domingo e ele dirigiu-se à casa de sua noiva para acertar detalhes do casamento a ser realizado no sábado seguinte. Por volta das 20 horas os pais da noiva repentinamente se sentiram sonolentos e foram dormir. Pouco depois Antônio observou uma esfera de cor verde aproximando-se pelas costas de Jandira que adormeceu instantaneamente. Logo a seguir Antônio sentiu um formigamento pelo corpo. Neste contato os ufonautas pediram que Antônio não tivesse medo pois iram ajudá-lo a melhorar de vida. Mostraram-se descontentes por ter sido realizada uma hipnose regressiva para recordar os fatos ocorridos no evento anterior. Eles pediram à Antônio que pedisse à sua mãe para ser mais discreta com relação aos eventos pelos quais o filho vem passando. Após terminar o contato Jandira acordou e tudo voltou ao normal.

 

No final de 1979 a região de Mirassol foi palco de eventos ufológicos envolvendo outras pessoas. Em sua maioria foram casos de avistamento e até perseguição por OVNIs à moradores. Os casos estenderam-se pelos primeiros meses de 1980 quando ocorreram novos avistamentos e até mesmo aterrissagens.

 

A aterrissagem ocorreu na Fazenda Campo, a 2 quilômetros do perímetro urbano da cidade em uma área de mata fechada e foi testemunhada por várias pessoas. No local surgiu uma clareira com uns 30 metros de diâmetro causada pela queda de árvores, algumas delas bem volumosas.

 

Fonte: http://www.fenomenum.com.br


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Antonio Villas-Boas foi abduzido por extraterrestres

 

Na madrugada de 16 de outubro de 1957, Antônio arava a terra sozinho com o trator quando foi surpreendido por uma luz vermelha. A luz se aproximou, aumentando progressivamente de tamanho. Tratava-se de um objeto oval e brilhante, que ficou estático a uns 50 metros da cabeça do agricultor, pairando. Antônio ficou paralisado de medo. Após uns 2 minutos, o objeto desceu e pousou a uns 15 metros de distância do agricultor. Foi quando ele pôde distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos metálicos, de ponta fina e base larga, disposto um ao lado do outro. Em cima da nave algo girava a alta velocidade e emitia uma luz vermelha fluorescente.

 

De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deixou sair três suportes metálicos. Antonio concluiu tratar-se do trem de pouso da nave. Percebendo que algo iminente iria acontecer com ele, resolveu fugir no trator, mas após avançar alguns metros com o veículo, o motor parou e os faróis se apagaram. Tentou ainda dar a partida, mas o motor não pegou mais. Antônio pulou do trator e começou a correr, porém um ser que mal chegava a altura dos seus ombros agarrou-o pelo braço. Desesperado, Antônio aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente tentou correr, quando três outros seres instantaneamente o agarraram pelos braços e pernas e o ergueram do solo. Embora dominado, Antônio ofereceu resistência, mas os alienígenas conseguiram por fim fazê-lo subir por uma escada flexível e bambeante para o interior da nave.

 

No OVNI, Antônio foi completamente despido, a despeito dos seus esforços contrários. Um líquido oleoso, mas que não deixava a pele engordurada, foi passado em seu corpo com uma espécie de esponja. Em outra sala, dois seres se aproximaram com um tipo de cálice, do qual saíam dois tubos flexíveis. Eles colocaram a extremidade de um dos tubos no “cálice”; a outra ponta possuía uma peça de embocadura parecida com uma ventosa, que eles enfiaram no queixo de Vilas-Boas. O agricultor não sentiu dor, apenas a sensação de que a pele estava sendo sugada. Seu sangue escorreu pelo tubo e se depositou no cálice, que encheu até a metade. O tubo foi então retirado. O outro tubo, que ainda não havia sido usado, foi colocado do outro lado do queixo, de onde se coletou mais sangue, até completar o vasilhame. A pele de Antônio ficou ardendo e coçando no lugar da sangria.

 

Deixado sozinho numa sala que exalava uma fumaça de cheiro desagradável e sufocante, que lhe provocou vômitos, Antonio esperou por um longo tempo até que, para seu espanto, surgiu uma mulher inteiramente nua. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina - como que esbranquiçados - e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro. Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis, amendoados. Segundo Antônio, a alienígena era baixa, mas belíssima. O que mais lhe chamou a atenção foi o fato dela ter os pêlos das axilas e do púbis vermelhos.

 

Essa alienígena se aproximou de Antônio em silêncio, não deixando dúvidas acerca de suas intenções. Ela abraçou Antônio e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta se fechou e Antônio ficou a sós com a alienígena, com quem acabou tendo várias relações sexuais.

 

Por fim, aparentando estar cansada, a alienígena passou a rejeitar Antônio. Antes de sair da sala, ela virou-se para ele e apontou, primeiro, para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Antônio e, por último, para o alto - como se quisesse dizer que ele iria ser pai de um ser que nasceria entre as estrelas.

 

Logo em seguida um dos alienígenas voltou com a roupa de Antônio, que se vestiu imediatamente. Segundo Antônio, os alienígenas usavam macacões colantes, de um tecido bem grosso, cinzento, muito macio e, em alguns pontos, colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete da mesma cor, mas de material mais consistente e reforçado atrás, com estreitas tiras de metal. Este capacete cobria a cabeça toda, deixando à mostra somente os olhos, protegidos por um par de óculos redondos.

 

Antônio foi então levado para fora da nave. Antes, tentou ainda pegar um objeto para provar a história, mas os aliens perceberam e tomaram o objeto de volta. Por fim, a nave decolou verticalmente e sumiu em poucos minutos. Antônio calculou ter ficado no interior do óvni de 1h15min às 5h30min da madrugada – portanto, mais de quatro horas.

 

Na época não foram feitas fotografias das marcas que o trem de pouso da nave espacial teria deixado. Em 1978 a fazenda da família Vilas-Boas sofreu uma inundação, destruindo toda e qualquer evidência disso. 

 

As maiores evidências do Caso Vilas-Boas são as marcas que Antônio apresentou no corpo, que teriam sido causadas pelos experimentos que os extraterrestres teriam feito com ele, e os sintomas que passou a sofrer, semelhantes ao de alguém que tivesse sido exposto a uma radiação moderada. Mas quando Antônio morreu, em 17 de janeiro de 1991, aos 56 anos, o atestado de óbito emitido pelo Cartório de Registro Civil de Uberaba (Minas Gerais), apontou como causa mortis“hemorragia subaracnóidea, aneurisma da artéria basilar e hipertensão arterial.”

 

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UFO filmado!

 

Olá pessoal.

Eu considero esse vídeo um dos mais fantásticos já feitos.

 

No dia 15 de setembro de 1991, uma câmera de TV localizada na parte traseira do ônibus espacial Space Shuttle filmava o horizonte terrestre enquanto os astrinautas faziam outros trabalhos. De repente um objeto brilhante apareceu um pouco abaixo do horizonte da Terra e lentamente movia-se da direita para a aesquerda quase no centro da imagem da câmera. Vários outros objetos brilhantes foram e são vistos antes e durante o aparecimento dessa luz. Mas inesperadamente um flash de luz foi disparado. Pode-se vê-lo no canto esquerdo da tela e a tal luz mudou a sua direção e uma objeto luminoso retangular parece surgir vindo do nosso planeta. É como se ele, guiado pelo flash, estivesse tentando atingir o alvo, que seria aquela luz. Pouco tempo depois algumas luzes moveram-se para o local onde estava a luz que sumiu em disparada e um outro feixe de luz foi disparado. 

 

Foi então que a câmera começou a mudar seu foco, como se estivesse procurando ou fugindo de procurar algo. As imagens eram transmitidas ao vivo para a Terra pela NASA e eles não tiveram como “esconder” esse episódio.

 

Obviamente surgiram explicações para os objetos como sendo cristais de gelo, partes de satélites e etc. 

 

Mas será que gelo, parte de satélites ou mesmo corpos celestes tem inteligência própria para mudar sua rota e evitar um “ataque”? Essa filmagem é uma prova irrefutável de que algo ocorre em nossa órbita. Algo que não sabemos.

 

 

 

 

 

 

 

crédito: domínio público
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As famosas fotos que ridicularizaram Jesse Marcel.

 

Quando falamos sobre aeronaves extraterrestres sempre as associamos a espaçonaves indestrutíveis, de alta tecnologia ainda incompreendida pelos cientistas terrestres, capazes de cruzar o universo e chegar aqui e realizar manobras impossíveis segundo nossa física. Mas por algum motivo algumas vezes essas mesmas super-aeronaves caem.

 

O caso sobre a queda de um O.V.N.I (Objeto Voador Não Identificado) mais conhecido na ufologia é também o mais pesquisado, com o maior número de testemunhas, inclusive militares que participaram do resgate da nave alienígena e de seus tripulantes e do acobertamento realizado pelo governo dos Estados Unidos, e marco de uma era, a Era das Quedas de O.V.N.Is.

 

Em julho de 1947 o fazendeiro Willian "Mac" Brazel, relatou que tinha encontrado destroços de uma explosão na sua propriedade. Ele informou ao delegado local, Sr. Wilcox, que por sua vez passou para a Base Aérea de Roswell.

 

Brazel foi preso por militares enquanto o major Jesse A. Marcel, oficial da Inteligência coletou os destroços na fazenda de Brazel. Os destroços foram então carregados num B-29 que vôo para a Base Aérea de Wright-Patterson sob as ordens do comandante da Base de Roswell, o coronel Willian Blanchard.

 

Marcel deixou claro que os pedaços do material foram encontrados, mas que nenhuma aeronave havia sido vista. Ele inclusive havia levado alguns pedaços para sua casa onde espalhou pelo chão da cozinha e chamou sua esposa e seu Jesse Marcel Junior.

A Base Aérea de Roswell publicou uma informação oficial nos jornais e nas rádios da cidade confirmando que eles tinham em suas mãos um disco voador, e que mais tarde numa grande operação de acobertamento por parte do governo americano foi dito que tudo não se passava mais do que um balão meteorológico.

 

O Caso Roswell envolveu muitas outras pessoas e quase todas, vivas ou já falecidas, confirmaram que realmente participaram de um acobertamento para esconder o resgate de uma nave espacial e de corpos de seres alienígenas.

 

Em 1997 um coronel americano aposentado, Phillip Corso, publicou um livro bombástico confirmando toda a estória sobre o Caso Roswell afirmando também que havia participado das operações de resgate, transporte e acobertamento.

 

Em 1999 a Força Aérea dos EUA deu seu parecer oficial e final sobre o caso: os destroços encontrados eram realmente de um balão meteorológico e os corpos dos supostos seres alienígenas eram na verdade bonecos de testes de um projeto secreto chamado MOGUL PROJECT. Mas a mesma Força Aérea não sabe explicar porque tantos oficiais que participaram dessa operação afirmaram que o que foi encontrado foi uma autêntica aeronave extraterrestre.


 

crédito: google images
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Sombra do objeto fotografado pela Phobos II

No dia 12 de julho de 1988 a antiga União Soviética lançou um satélite chamado Phobos II para fotografar Marte. Ele chegou em janeiro de 1989 e entrou na órbita de Marte como a primeira fase em direção ao seu verdadeiro destino, uma pequena lua marciana chamada Phobos. A missão foi impecável até o seu alinhamento com o satélite marciano. Em 28 março um objeto elíptico foi detectado se movendo em direção ao satélite soviético. Todas as indicações eram de que o objeto elíptico tinha colidido com ele fazendo-o perder o contato com a Terra. 

 

No dia 28 de março a agência de notícias soviética, a TASS, divulgou: “A sonda Phobos II falhou na comunicação com a Terra após concluir sua operação ao redor da lua Phobos. Os cientistas não sabem responder o que ocorreu.

 

No dia 31 de março foi a vez da agência de notícias européia, EFE, declarar: “A Phobos II tirou estranhas fotografias de Marte antes de perder contato com a Terra. Ela fotografou um objeto voador não identificado sobre a superfície marciana. Cientistas descreveram que o objeto tinha a forma elíptica e 20km de comprimento! Foi ainda declarado que as fotos não poderiam ser um truque ou falha da câmera, pois elas foram capturadas por duas câmeras diferentes bem como através de imagens infra-vermelhas. Um controlador na estação espacial afirmou que a sonda estava girando sem controle, como se tivesse sido atingida por algo".

 

São muitos os rumores sobre o que realmente aconteceu ao satélite Phobos II e que a lua marciana Phobos seria na verdade uma colônia extraterrestre. Verdade ou não, as imagens feitas pelo satélite russo são realmente intrigantes. Será que o Planeta Vermelho já é habitado?

 

Mais informações nos links abaixo:

http://www.abovetopsecret.com/forum/thread58229/pg1

http://ufocasebook.com/phobos2.html

http://www.portalufonet.com/misterio_das_sondas.htm


crédito: http://armagedon.online.free.fr
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Os 12 Majestosos

Majestic-12 ou Majic 12 (as vezes escrito simplesmente como MJ-12 ou MJ-XII) é um nome código de um suposto comitê que englobaria cientistas de alto nível, líderes militares e altos funcionários do governo norte-americano, criado supostamente em 1947 e dirigido pelo então presidente dos Estados Unidos Harry S. Truman.

 

Teria por finalidade investigar a atividade dos objetos voadores não identificados (OVNIS) depois dos acontecimentos ocorridos em Roswell, onde supostamente uma nave espacial alienígena teria caido próximo a localidade de Roswell, no Novo México, em Julho de 1947.

 

Este alegado comité seria responsável pela divulgação de diversas teorias, cuja a finalidade seria a ocultação de diversos acontecimentos decorrentes da ação dos OVNIs. Investigações do FBI e uma análise independente de Joe Nickell, proeminente investigador cético de fenômenos paranormais, provaram que os documentos são completamente falsos. Uma das maiores evidências disso é que foi encontrada uma carta original do Presidente Henry Truman, de 1 de outubro de 1947, cuja assinatura foi fotocopiada e reproduzida pelo(s) falsário(s)nos documentos MJ-12. Os seus membros seriam: Rear Adm. Roscoe H. Hillenkoetter, Dr. Vannevar Bush, James Forrestal, Gen. Nathan Twining, Gen. Hoyt Vandenberg, Gen. Robert M. Montague, Dr. Jerome Hunsaker, Rear Adm. Sidney Souers, Gordon Gray, Dr. Donald Menzel, Dr. Detlev Bronk e Dr. Lloyd Berkner. De acordo com outras fontes, alguns cientistas famosos, como é o caso de Albert Einstein, também estavam envolvidos no MJ-12.

 

Mais informações no site da Revista UFO. Basta se cadastrar para ler o artigo em sua totalidade. O cadastro é rapidinho, não é aquela "missa" dos outros sites! Vale a pena!

 

http://www.ufo.com.br/artigos/os-documentos-secretos-majestic-12-fraude-ou-terrivel-realidade

 

Mais links:

http://www.ufo.com.br/artigos/o-surgimento-do-majestic-12-forca-o-inicio-das-operacoes-de-acobertamento-ufologico/

 

http://www.stantonfriedman.com/index.php?ptp=articles&fdt=2004.04.15

 

crédito: flickr
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Vigília ufológica: essencial para a pesquisa ufológica

Pessoal, dando continuidade ao post sobre o que é ser um ufólogo, dicas de vigilia e equipamentos, transcrevo aqui agora dicas de como realizar uma boa vigília. Essas informações eu peguei no site do CIPEX.

 

A vigília ufológica é um dos mais interessantes trabalhos desenvolvidos por pesquisadores de campo. É onde existe a possibilidade real de um avistamento de um OVNI, a média ou curta distância. Para realizar tal tipo de atividade é necessário um preparo material, psicológico, técnico e científico. Aqui, iremos comentar sobre os procedimentos e conhecimentos necessários necessários em uma vigília ufológica. 

 

O Motivo da Vigília: Qual o motivo da vigília que pretendem realizar?

A Escolha do Local da Vigília: Onde pode ser feita uma vigília?

Procedimentos Anteriores à Vigília: Como vocês prepararam a vigília?

Conhecimentos Necessários: Que conhecimentos vocês precisam para uma vigília?

Equipamentos Necessários: Quais equipamentos vocês devem levar?

Preparo Psicológico: Vocês estão realmente prontos para tudo?

 

O Motivo da Vigília

Muitas vezes, iniciantes na Ufologia ficam eufóricos ao marcar um vigília ufológica. Quando o pesquisador ou grupo de pesquisadores iniciantes realiza tal atividade ignora certas coisas. Uma delas é o motivo que o leva a realizar uma vigília ufológica. Ele (s) não leva em consideração que vai passar horas e horas olhando para o céu com a possibilidade de não ver ver absolutamente nada a não ser estrelas e alguns planetas. Deve-se procurar realizar vigílias preferencialmente em locais onde estejam ocorrendo vários avistamentos em determinadas épocas, ou seja, em uma "Onda Ufológica". Em determinadas regiões, chamadas de áreas de incidência, o aparecimento de OVNI`s é um fato comum, por isso, são bastante recomendados. 

 

A Escolha do Local da Vigília

O local onde poderá ser realizada a vigília deve preferencialmente ser limpo, se for em zona de mata. Procurar locais altos, que permitam ver longe o horizonte (por exemplo: altos de morros). Deve-se procurar conhecer a geografia do lugar, sabendo onde existem casas, estradas, ou outros dados interessantes. Recomenda-se ter um mapa do local à disposição. É importante sempre chegar antecipadamente, durante o dia para identificar os dados anteriormente mencionados.

 

Procedimentos Anteriores à Vigília 

Como já foi dito, antes da vigília deve-se visitar a região e identificar os principais acidentes geográficos do local. Recomenda-se verificar as condições meteorológicas para a data da vigília. Deve-se também assinalar as rotas aéreas que passam sobre a região. Outra medida que pode ser tomada é a aquisição de cartas celestes para a região. A carta é útil para determinação de rota e movimento de objetos voadores. Um programa que fornece cartas celestes para qualquer dia e horário, para qualquer local da Terra está disponível em português no endereço: www.stargazing.net/astropc/prog/

 

Conhecimentos Necessários

Quem pretende realizar vigílias deve ter alguns conhecimentos básicos para evitar problemas e erros. Os principais conhecimentos necessários estão listados abaixo:

 

Conhecimentos Astronômicos - Numa vigília conhecimentos astronômicos são muito úteis, pois com eles pode-se:

- Reconhecer as principais estrelas e constelações que ajudam a determinar rotas seguidas por objetos. 

- Reconhecer pontos cardeais sem auxílio de bússola.

 

Conhecimentos Meteorológicos - Com conhecimentos meteorológicos é possível determinar:

- variações climáticas numa noite

- padrões característicos, durante um avistamento na região de estudo, quanto às condições de umidade, temperatura, vento, altitude do objeto (baseado em relação à altitude das nuvens [é possível determinar a altitude de uma nuvem em qualquer condição e horário. Basta ter a temperatura no horário e uma escala de umidade. 

 

Conhecimentos Topográficos - Com conhecimentos topográficos e de posse de um mapa pode ser possível determinar distância de um objeto e provavelmente até o tamanho dele

 

Conhecimentos Gerais - Saber diferenciar aviões, balões, fenômenos celestes, fogo fátuo, etc, para evitar erros de interpretação. No link fraudes e erros de interpretação você encontrará mais informações sobre como distingui-los. 

 

(continua)

link: http://www.fenomenum.com.br/ufo/ufologo/vigilias.htm

ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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