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Foi por volta de meio-dia do dia 10 de setembro do ano de 1957, quando alguns pescadores testemunharam a queda de um objeto voador não identificado na praia das Toninhas em Ubatuba, litoral de SP.

 

O objeto que estava em queda chegou a explodir em diversas partes antes de atingir a água, espalhando fragmentos que chegaram até a praia, sendo que 3 desses fragmentos foram resgatados pelos pescadores e enviados ao então colunista na época, Ibrahim Sued, que por sua vez as encaminhou ao conceituado Ufólogo Dr. Olavo Fontes.

 

Dr. Fontes analisou uma dessas amostras no Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério da Agricultura, que revelou que o fragmento era composto de 99,9% de magnésio puro, um altíssimo grau de pureza não encontrado nesse minério em nosso Planeta, ficando bastante evidente que o objeto que explodiu em Ubatuba não havia sido fabricado na Terra.

 

As amostras também foram encaminhadas para o Exercito e a Marinha Brasileira, como também para a Apro nos EUA, mas tanto os americanos quanto nossos militares jamais divulgaram o resultado dos testes que fizeram nessas amostras.

 

Recentemente surgiu uma informação que um desses fragmentos que foi enviado aos EUA, estaria de posse do físico da Universidade de Stanford, Dr. Peter Sturrock, que teria confirmado a origem extraterrestre do material.

 

Um caso clássico da Ufologia Nacional que se tornou fundamental para confirmar a hipótese extraterrestre para o fenômeno UFO.

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Elaine Krauss Serrano 14.09.2010 às 21h48

Se houve a queda do UFO, com a tecnologia da atualidade, não dá para fazerem buscas dos destroços no fundo do mar?
ENQUETE
Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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