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PESQUISA DE CAMPO - CAUTELA E CUIDADO25.04.11 - 17h39Lembro-me do começo dos anos 90. A internet ainda estava longe de se tornar a ferramenta na qual é hoje e quando a melhor maneira de se pesquisar ufologia era saindo em campo. Aos finais de semanas vários pesquisadores de vários cantos de São Paulo se juntavam para trocar fotos, informações e fanzines (informativos fotocopiados ou mimio grafados com casuísticas de cada grupo). Quase sempre no final do dia iámos a lanchonetes ou restaurantes se confraternizar e ouvir as piadas que Claudeir Covo e Marcos Silva sempre tinham nas mangas. Foi em uma destas pesquisas que me deparei com um fato que deve ser levado a sério durante uma investigação ufológica. Em Limeira, cidade a cerca de 130 quilômetros de São Paulo estranhas marcas surgiram ao lado de um galpão abandonado. Fomos até ao local, se me recordo bem acompanhados do Cepex (Centro de Estudos Exobiológico de Sumaré) , Marcos Silva do Geoni, Edson Boaventura do Gug e Claudeira Covo do Infa. Lá fotografamos, colhemos uma grande amostra de terra com o formato do suposto trem de pouso da "sonda", entrevistamos os moradores e tentamos unir informações com a grande casuística que varria o interior do Estado de São Paulo. Várias luzes tinham sido avistadas na noite anterior, moradores vizinhos, alguns estavam se sentindo enjoados, e etc. Com o pedaço de terra voltamos para casa, antes despachamos uma amostra para um conhecido fazer análises na Unicamp. Cerca de quatro dias depois, como se fosse uma coincidëncia premeditada, acordei, fui ligar o computador e ele não funcionou, o Winchester (na época HD se chamava isso) estava apagado. Minutos depois um dos irmãos Mondini me ligou dizendo que a amostra de terra estava radiotiva e que até minha casa teria que ser interditada. Na hora falei um palavrão P... Foram os vinte minutos mais assustadores da minha vida, até que foi nos informado que a análise estava errada e que estava tudo ok. Por via das dúvidas fizemos novamente a análise que deu negativa. Por mais que naquela época já tínhamos conhecimento satisfatório do fenômeno e das técnicas de pesquisa ufológica, cometemos um erro amador. Não devemos em hipótese alguma investigar um local de pouso e queda sem os aparelhos adequados. Se o objeto em questão fosse a queda de um satélite ou alguma instrumento bélico radioativo? Para pesquisa de campo, as vezes, apenas boas intenções não são suficientes. Devemos usar luvas de proteção para recolher amostras, tudo de acordo com a metodologia científica e em casos de possíveis pousos de objetos, um contator geiser é necessário. Em uma época em que existem muito mais ufólogos de internet e um número mínimo de pesquisadores de campo devemos ter noção da importância da metodologia científica nas investigações, prevalecendo a cautela e segurança para o pesquisador. Acima de tudo, o pesquisador deve ser humilde
DO FUNDO DO BAÚ25.01.11 - 10h22Em 1985, a então Editora RioGráfica lançava no mercado nacional a coleção INEXPLICADO - A realidade além da mente, tempo e do espaço. Durante quase dois anos a coleção esteve nas bancas de jornais de todo o Brasil, totalizando mais de 550 páginas de informação. Nas páginas desta coleção se encontravam os mais variados temas, espiritualismo, astrologia, percepção extra-sensorial, Teosofia, Alquimia além de um dos mais completos apanhados de ufologia, até então reunidos no Brasil. Para muitas pessoas, a Coleção Inexplicado foi a porta de entrada para muitos no estudo e pesquisa ufológica. A coleção em meados de 2000 foi relançada em dois volumes encadernados pela Editora Globo. Hoje a coleção esta fora de catálogo, mas ainda pode ser encontrado em alguns sebos on line. Uma publicação que marcou época em um tempo onde não existia internet e os pesquisadores eram obrigados a sair em campo atrás de informações.
FOTO DE UM OVNI10.11.10 - 07h30Muitas pessoas costumam perguntar quando encontram com um ufólogo: "Ei, você já viu um UFO?" . No meu caso, em 2002, depois de voltar de uma viagem a Macéio, estava no quintal de meu sítio em Sumaré - SP, quando um objeto surgiu cruzando os céus. Eu estava com a máquina e tripé na mão no momento e aproveitei para bater algumas fotos. Depois enviei para alguns pesquisadores, entre eles, Claudeir Covo, que disseram que não se trata de um objeto identificável. Vale ressaltar que pelo fato de não ter sido identificado, não podemos afirmar que se trata de um Disco Voador. Eis acima minha foto. Foi tirada com um Sony 3.1 megapixels em 2002. Rumos da Ufologia e Pesquisa06.11.10 - 11h26
Pesquiso ufologia de campo há mais de duas décadas e acompanhei os avanços, e por vezes, retrocesso da pesquisa ufológica brasileira. A internet abriu caminhos enormes para a pesquisa, mas distanciou grande parte dos grupos ufológicos. Criou-se um grande número de profissionais de cadeira que nunca estiveram em campo, nunca fizeram uma vigília. A tecnologia oferece muitos benefícios, ao mesmo tempo, que tira, quase sem perceber, muitas coisas. Há vinte anos o nosso principal meio de troca de informações era as cartas datilografadas e os fanzines, este último principal divulgador da casuística nas décadas de 80 e começo dos anos 90. Quando uma casuística ocorria, o grupo mais próximo ia quase que imediato ao local, abrindo caminho, convidando e recepcionando os outros grupos. Quanto mais pesquisadores sérios envolvidos, mais fácil o esclarecimento dos fatos. Não havia estrelismo e nada daquilo de ser um caso deste ou daquele grupo. Na época, eu era novato, mas nem por isso os mais experientes como Claudeir Covo, Marcos Silva, Jamil Vilanova e CIA nos excluíam, ao contrário, até em entrevistas para rádio e TV eles faziam questão que os acompanhássemos e déssemos nossas opiniões. Era um aprendizado diário. Nas horas do almoço, todos se reuniam e os assuntos e trocas de fotos e casos seguiam por horas. O encontro para a pesquisa de casuística era quase mensal, fora os casos de grande incidência. Em minha opinião devemos juntar a parceria, humildade e sentido de equipe que existia nos Velhos Tempos e agregá-los com as facilidades tecnológicas que existem , isso inclui a revista UFO. A mais importante publicação de ufologia do planeta que tem um editor ativo e participativo e do Megaportal de Ufologia, onde é disponibilizado para nós, um canal imediato de informações, onde cada ufólogo pode ter seu próprio BLOG. Mas quantos da equipe UFO, costumam ler o que os companheiros escrevem, que comentam e participam? Quantos grupos fazem questão de convidar grupos próximos para reuniões ou para pesquisas casuísticas próximas? Dá a impressão que isso resultasse em um furto da exclusividade da casuística. Pode parecer clichê, mas a União Faz a Força, as grandes entrevistas da Revista UFO foram realizadas com a participação (através de perguntas) de outros ufólogos. Podemos avançar muito, mas devemos nos aproximar, participar. Mesmo com a vida corrida destes Tempos Modernos, alguns minutinhos por semana para comentar as matérias dos blogues, cumprimentar os aniversariantes da semana. Isso não vai desestruturar ninguém. Vamos aproveitar o que é nosso. A melhor coisa na ufologia é a oportunidade de conviver e intercambiar com outros ufólogos, se isso não ocorre, alguma coisa muito grave esta faltando e sem isso a ufologia jamais estará completa.
Assim nascem os sonhos03.11.10 - 15h12
Quando eu vi o meu primeiro exemplar da REVISTA PSI⎯UFO, eu tinha 12 anos de idade. Era setembro de 1986, um dia úmido e chuvoso de Setembro. Eu não tinha dinheiro para poder comprar a revista, mas a folheei lentamente, enquanto o dono da banca de jornais estava distraído ouvindo um radinho de pilhas. Naquela época, o Brasil era um lugar bem diferente de hoje, principalmente na visão de uma criança entrando na fase da adolescência, naqueles anos eu não conseguia entender direito o significado de tudo aquilo que acontecia no Brasil à minha volta, apesar destas coisas, por vezes, fazer eu sorrir ou chorar. Os reflexos do Movimento das Diretas-Já, passados dois anos, ainda estavam em cada esquina de minha cidade, escritas com spray nas paredes ou através de faixas e camisetas. Lembrava nitidamente da voz de Osmar Prado gritando para uma multidão de milhões de pessoas na Praça da Sé em SP “⎯ Quem quer Diretas-Já ⎯ e milhões de pessoas na Praça da Sé respondiam em uma só voz ⎯ EU! EU!”. Foi um tempo de tristezas e esperanças, a emenda das Diretas-Já não foi aprovada pelo congresso, mas foi o símbolo do fim da ditadura militar e inicio da democracia, me alegrei quando Tancredo Neves foi eleito, na última eleição indireta da nação e entristeci quando ele morreu antes de assumir a presidência; acho que a televisão sempre teve esse poder de criar imagens, heróis e vilões. Em 1986 houve o fracasso do Plano Cruzado, sendo substituído pelo Cruzado II. Na área do comportamento, houve uma revolução silenciosa, principalmente devido ao medo de uma doença surgida recentemente, a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). A doença, e a falta de informações sobre ela, fez criar muito preconceito, medo e uma geração de adolescentes que se dedicaram em grande parte da década de 80 a praticar esportes radicais, era o esporte tirando espaço do sexo e das drogas. O MASP exibia pela primeira vez no Brasil uma exposição com 360 gravuras de Pablo Picasso. Xuxa em seu novo programa da Rede Globo fazia país e crianças se apaixonarem. Na música o grupo RPM causava uma revolução no meio com seu LP REVOLUÇÕES POR MINUTO. Também 1986 foi o ano que foi lançado da base de Kourou, Guiana Francesa, o satélite Brasilsat II No mundo a Guerra Fria dividia o mundo em blocos, a recém chegada, ao poder do primeiro secretário-geral soviético Mikhail Gorbatchov, começava a encerrar um período extremista de medo de um holocausto nuclear. Gorbatchov se aproximou de Ronan Reagan resultando em uma abertura diplomática, ao mesmo tempo em que desenvolvia os projetos da Perestroika (Reconstrução) e Glásnot (transparência), ações que levaram alguns anos depois ao fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e ao fim da Guerra Fria. Isso fez Gorbatchov a receber o Prêmio Nobel da Paz. Nos cinemas, de um lado, Rambo era o estereotipo do sonho americano, traumatizado pela Guerra no Vietnã. Do outro Steven Spilberg mostrava que criatividade e inocência poderiam ser os ingredientes para se produzir um novo cinema, com filmes mágicos. Voltando um pouco na história entre eu e a REVISTA UFO, Lembro que quando pude juntar dinheiro para comprar aquele exemplar da revista, foi pura felicidade. Era a edição de número 1. Não entendia nada de ufologia a não ser o que via em filmes da teve e no cinema, mas havia um nome que não esqueci A.J. Gevaerd, parecia ser um nome de um cara importante, parecia nome estrangeiro, talvez fosse até um espião infiltrado para produzir contra-informações no meio, além de ser o editor da revista. Pensei em tudo que aquela pessoa poderia saber sobre o assunto. Escrevi para revista dezenas de vezes, com uma grafia ruim de moleque. Nunca obtive uma resposta. Com o passar dos anos, sempre acompanhei a REVISTA UFO, em toda sua evolução, mudanças de nomes e crises de periodicidade. Também tinha uma certeza na vida, queria ser jornalista, aí quem sabe eu poderia escrever para a REVISTA? Assim, eles talvez pudessem dar atenção e publicar alguma coisa que eu escrevesse. Tornei-me acostumado a nomes como Irene Granchi, Claudeir Covo, Jaime Lauda e Rafael Cury. Com 15 anos de idade, em 1989 resolvi montar meu próprio grupo ufológico, o Grupo de Pesquisas Parapsicológicas Aquarius I, me correspondendo com várias pessoas que gostavam do meio. Dois anos depois conheci os irmãos Mondini, eles tinham a fama na cidade de Sumaré, de ter um clube de astronomia e ufologia em Sumaré, fui ao encontro deles. No mesmo dia resolvi encerrar o meu grupo e me juntar ao CEPEX (Centro de Pesquisas e Estudos Exobiológicos de Sumaré), foi durante esses dois anos (e que biênio para incidências ufológicos no interior de Campinas), me especializei em registro de casuísticas, e os acertos e erros me fizeram pensar em uma nova ufologia. Em 1995 eu abandonei a ufologia, onde fique afasta por meia década. Em 2003 resolvi, depois de um convite de uma amiga, ir até o Guarujá-SP para assistir a uma edição do prêmio Cindacta. O meu objetivo principal era de se reencontrar com um antigo companheiro de pesquisas, Marcos Silva, quando cheguei, descobri que ele tinha falecido há pouco tempo, sendo inclusive o evento uma homenagem a sua pessoa. Nos meses seguintes fiz um recall de um antigo caso de possível abdução no interior de Campinas, que foi publicado na revista. Em seguida recebi o convite de fazer parte da FAMÍLIA UFO, como consultor. Isso é engraçado, uma vez ao conhecer os pais de minha namorada, eles perguntaram se eu, como jornalista, escrevia periodicamente para alguma revista ou jornal. Eu respondi em afirmativo. Eles rapidamente perguntaram já com um tom de afirmação, ⎯ É a Revista Veja? ⎯ Eu respondi, meio sem jeito: ⎯ Não é a Revista Veja. ⎯ A mãe perguntou, já em seguida: ⎯ Já sei é a Globo Rural? ⎯ novamente respondi em negativo. Quando disse que escrevia para a Revista UFO, uma publicação que falava sobre Discos Voadores eles comentaram, meio desanimados ⎯ Puxa, legal... Acho que o mais importante de tudo isso, é que mesmo indiretamente, acompanhei a revista desde seu inicio. Sei que para o editor e para sua equipe de colaboradores foram anos de vitórias e derrotas, em um projeto constante de reestruturação gráfica e o fantasma da falta de periodicidade. Foram mais de duas décadas com dezenas de planos financeiros, inflação, recessão. Mas a revista conseguiu sobreviver, tendo a ufologia como ideal principal. Sei que para o pessoal que esteve com o editor desde o começo, foi uma jornada que trouxe mais alegria do que tristezas, pois a revista possibilitou a muitos, conhecer novos países e novas pessoas. E da vida a única coisa que importa realmente, é as recordações e amizades que fazemos durante nossa viagem na terra. O fim dessa viagem todo mundo conhece, por isso que o importante é os caminhos que trilhamos. Acho que a maior recompensa para eu, e todos os integrantes da Revista Ufo, colaboradores, consultores e tradutores, foram à amizade verdadeira que surgiu entre essa gigantesca família, isso realmente trouxe novos rumos para a ufologia, e isso/, realmente valeu a pena.
Buda uma vez disse quando perguntaram em que mais o intrigava na humanidade. Eles responde: “⎯ os homens que perdem a saúde a procura de riquezas, e que depois perdem a riqueza a procura da saúde, vivem como se não fossem morrer e acabam por morrer sem ao menos terem vivido”. Abdução e síndrome pós-contato: Mitos em conflito11.10.10 - 08h59Eu acredito na existência de vida fora da Terra. Utilizo a probabilidade matemática, por meio dela, a existência de vida fora daqui é aceita perante a ciência. Peso também, sobre minha certeza da existência desses seres as centenas de casos, documentos oficiais do Governo Brasileiro e de outros países, relatos de pessoas ufólogos, pesquisadores e cientistas da mais alta credibilidade, que apontam a real possibilidade de que seres extraterrestres visitam a terra e realizam experiências com seres humanos. Considero a Abdução um crime bárbaro e desumano na qual se viola a integridade física e psicológica da vítima, quase sempre deixando seqüelas para o resto da vida. Mário Rangel em seu livro editado pela Revista UFO “Seqüestros Alienígenas – pesquisando Ufologia com ou sem hipnose” faz o comparativo dos crimes que os ETs estariam cometendo caso fossem enquadrados no Código Penal Brasileiro. Destaco alguns trechos a seguir:
Artigo 125· – Aborto provocado por terceiros Artigo 129· – Lesão corporal: Ofender a integridade corporal ou saúde de outrem. Artigo 148· – Seqüestro e Cárcere privado: Privar alguém de sua liberdade mediante seqüestro e cárcere privado... Artigo 219· – Rapto violento ou mediante fraude: Raptar mulher, mediante violência, grave ameaça ou fraude, para fim libidinoso. Artigo 288· – Quadrilha ou bando: Associar-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crime. Parágrafo Único: A pena se aplica em dobro, se a quadrilha ou o bando é armado.
Para uma análise das infrações que são cometidas, resumo cinco casos de possíveis abduções da ufologia brasileira.
Caso Andréia – Sumaré 1982 – Considerado um dos principais casos da ufologia mundial, na qual uma garota portadora de uma doença na visão. Tem todo o seu aparelho visual recuperado durante uma única noite. Uma operação realizada com uma tecnologia até hoje desconhecida. Caso recheado de provas e laudos que comprovam a veracidade dos fatos. A Garota Andréia hoje já adulta apresenta a síndrome pós-contactado. Segundo ela, foi curada, pois tinha uma missão importante a desempenhar na terra em data que não poderia ser revelada. Diz poder focalizar energia para purificar água e trazer sorte para as pessoas. Diz manter contatos telepáticos com os seres até hoje. Caso pesquisado pelo extinto CEPEX
Caso Marcel – Capivari – 1994 – Empresário é supostamente abduzido dentro de seu automóvel, e tem parte do rosto marcado devido à radiação. Laudos médicos comprovam fotofobia e estranha formação de cera branca nos olhos que já dura 10 anos sem tratamento. Hipnose comprovou que a vítima passou por algo misterioso. Durante a última hipnose, realizado em Sumaré por Mário Rangel, Marcelo afirmou que ninguém é eterno e mencionou sobre substituições de pessoas e de uma estranha missão que não poderia ser revelada. Pesquisado pelo GSEU (Grupo Sumaré de estudos Ufológicos)
Caso Dona Maria – São Paulo 1994 – Aposentada desaparece no litoral de São Paulo e relata visita a um reino intraterrestre. Hipnose complementou o relato; entrevista comprovou o nível intelectual e cultural que a vítima apresentou depois do contato.A mulher dizia ter uma missão pela frente mas que algumas coisas ainda não poderiam ser reveladas, dizia possuir clarividência, não comprovada cientificamente. Caso do autor, pesquisado pelo extinto CEPEX.
Caso Sandro – Campinas 1992 – Ex-missionárioa é abduzido no Balão da Bosh na cidade de Campinas por seres que diziam ser Elohins. Dizia ter uma missão importante a desempenhar e na qual não poderia revelar, para proteger a própria vida e a de algumas outras pessoas. Primeiro caso pesquisado pelo autor
Caso Délio – paciente internado em hospital psiquiátrico, afirmava ser amigo de Deus e dos anjos na qual receberia diversas missões não reveladas – Caso acompanhado por Mário Rangel.
Os pontos em comum destes casos. Todos foram abrutamentes raptados e submetidos a experiências, a maioria com seqüelas. Em todos os casos, as pessoas diziam que uma Missão importante à frente os aguardava, mas que essa missão não poderia ser revelada. Não discuto o poder que a religião exerce sobre o ser humano. A religião foi e é o motivo das principais guerras e conflitos da história da humanidade além de nortear as principais virtudes de muitas culturas pelo mundo afora. De onde viemos, o que somos para onde iremos? É a partir destas indagações que a maioria das religiões e Mitos do mundo surgiu. Mitos são pistas para as potencialidades espirituais da vida humana. Joseph Campbell (1902-1987) foi um dos mais importantes pensadores do século passado, especialista em cultura e profundo conhecedor da mitologia; é interessante vaguearmos pelo que Campbell definiu como as quatro funções do mito. A primeira seria a função mística, nela o indíviduo se dá conta da maravilha que é o universo e do mistério da vida. Os mitos abrem o mundo para a dimensão do mistério e tudo que se assemelha à vida pode se tornar sagrado. A segunda é a dimensão cosmológica, que é o espaço na qual a ciência se ocupa, mostrando qual é a forma do universo, mas fazendo de tal maneira que o mistério, outra vez, se manifesta. A terceira função é a sociológica, que é o suporte e validação de determinada ordem social. A quarta função, e a menos usada, é a função pedagógica do mito, como viver uma vida sobre qualquer circunstância. Os mitos podem ensinar isso. Para quem se utiliza a hipnose, é de conhecimento que uma das coisas mais complicadas na terapia é a implantação de ordens de bloqueio aos pacientes. Quase todos os casos estudados apresentavam esse bloqueio inserido pelos seqüestradores. Bloqueios que muito dificilmente são quebrados. Rangel, em uma hipnose feita em Sumaré, demostrou ética e caráter, pois quando ele conseguiu quebrar o bloqueio do paciente (caso Marcel). O ufólogo antes de fazer o abduzido, lembrar de tudo o que aconteceu, perguntou se a vítima realmente gostaria de se lembrar de todos os fatos. Após isso ficaria a cargo da pessoa contar ou não a nós ufólogos o que havia lhe acontecido realmente. Quando o bloqueio foi eliminado e a vítima lembrou-se de tudo que tinha lhe ocorrido, lágrimas surgiram em seus olhos e afirmou "Finalmente posso lembrar-me de tudo, mas não posso contar a ninguém." O que leva o suposto abduzido a tal convicção? Pela postura que estas vítimas apresentam depois dos seqüestros, quase sempre, com um padrão semelhante, poderíamos acreditar, supor e especular que estes seres extraterrestres, intraterrestres ou interdimensionais, poderiam estar se utilizando da vulnerabilidade, mítica, simbólica e religiosa do ser humano para controlar, iludir e criar falsas pistas e significantes. Pura psicologia, psiquiatria e hipnose aplicada para manipulação, usando como elemento o fator religiosidade e fé. Uma brincadeira séria que poderia encobrir as verdadeiras intenções destas criaturas. Uma coisa é certa, algumas abduções curam pessoas de determinadas doenças, outras ocasionam o aparecimento de outras, não há um estudo exato, mas o número de supostos abduzidos que apresentam além da síndrome pós-contacto, hipertensão, diabetes e síndrome do pânico é alarmante. A verdade são os fatos que mesmo para a cura, quando não há o consentimento da vítima, volta para o começo do texto, trata-se de um seqüestro. Se realmente houvesse um eminente interesse do chamado Primeiro Contato por parte destes seres, o primeiro passo seria o respeito por nossas pessoas, individualidades e fraquezas. Talvez tudo isso aponte apenas para uma verdade, desenvolvimento tecnológico nem sempre equivale a desenvolvimento espiritual, humanidade. Neste caso, mesmo com todas nossas fraquezas, preconceitos, guerras e intolerância, mostramos que podemos estar mais evoluídos do que eles. Por que o primeiro passo para evolução é reconhecer nossas falhas.
O QUE LEVA UMA PESSOA A SE TORNAR UM UFÓLOGO?04.10.10 - 16h27
crédito: Eduardo Mondini (CEPEX)
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Wendell, Leonardo e Osvaldo Mondini. Palestras no começo dos anos 90.
Olá, sejam todos bem-vindos!
Nesta primeira postagem vamos refletir na seguinte questão:
- O que leva uma pessoa a se interessar por ufologia ao ponto de se tornar um pesquisador?
Muitas podem ser as respostas, convivi e convivo há mais de vinte e cinco anos com diversos amigos ufólogos e grupos de diversos cantos no Brasil. Cada um tem sua explicação própria; motivação do descobrimento do novo, o prazer da investigação do desconhecido, alguns até por admiração ao seriado Star Trek. Isso segue por outras dezenas de explicações e justificativas, todas interessantes. Prefiro, neste instante, focar em minha pessoa, ou seja, o que me levou a pesquisa ufológica. Desde criança eu sempre quis ser jornalista e escritor, lia dezenas de revistas e livros de ficção científica e fantasia. Nesta época era leitor da revista Ufologia Hoje e já tinha devorado o livro Eram os Deuses Astronauta de Eriken Von Daniken, autor inclusive que o editor da Revista UFO, Gevaerd teve o prazer de conhecer. Morava em Sumaré, que nos fins da década de 80, era um município tranquilo e interiorano, local de forte tendência agrícola, conhecida como a Capital do tomate. Nesta mesma cidade, por mais incrível que pareça, existiu um grupo ufológico que começou a despontar no país, graças a grande seriedade e conduta no cenário de pesquisas de campo. Era o CEPEX (Centro de Estudos e Pesquisas Exobiológicas de Sumaré), liderados pelos irmãos Mondini (Gêmeos idênticos), Tico e Teço para os íntimos. Foi um pequeno passo até eu me juntar com os pesquisadores e então começar uma longa jornada para me tornar um ufólogo. Era bem mais novo do que eles, e aprendi muito os acompanhando. O legal que nesse caminhar aprendemos coisas de diversas outras áreas, astronomia, física, química e sobretudo, minha área, jornalismo e fotografia.
Naquela época não tinha internet, por isso o encontro de ufólogos de outras cidades para debates, reuniões e trocas de materiais eram frequente e uma grande vantagem, pois resultava em ótimas amizades e grandes desafios de pesquisa.
Acho que um trecho de um livro que gosto resume bem o sentimento que fez tornar-me um estudioso de ufologia, um trecho de Moby Dick de Herman Melville.
“...tendo eu pouco ou nenhum dinheiro na carteira e sem nenhum interesse em terra, ocorreu-me navegar por algum tempo e ver a parte aquosa do mundo. É a minha maneira de dispersar o spleen e de regular a circulação do sangue. Sempre que sinto na boca uma amargura crescente, sempre que há em minha alma um novembro úmido e chuvoso... então calculo que é tempo de fazer-me ao mar... O mar é meu substituto para a pistola e a bala
Bons ventos para todos.
Até a próxima postagem.
Wendell Stein - wendell.stein@hotmail.com
A ERA DE OURO DA UFOLOGIA COMEÇA AQUI00.00.00 - 00h00
Nas últimas semanas o mundo passou por transformações que terão posicionamento especial neste novo século, são pontos que marcam mudanças qualitativas em prol da democracia e liberdade de expressão.
O Egito começou esta mudança, depois que o povo, descontente com o desemprego e ansioso pela democracia derrubou o ditador Hosni Mubarak, que há 30 anos controlava o país. Vários países da África e Oriente Médio seguem o exemplo do povo egípcio, que pode ocasionar em uma mudança geopolítica só vistas antes, com o final da Segunda Grande Guerra. A VEZ DA UFOLOGIA A ufologia também tem seu momento de ouro, vários países, entre eles o Brasil, conseguiram a liberação, por parte dos militares, de seus documentos ufológicos e do reconhecimento do fenômeno. Isso foi graças a um movimento ufológico sério, integrado e compromissado com a verdade, sem “bilu-tetéias”. Grande parte das instituições religiosas já não negam a existência da vida extraterrestre. De acordo com o Missionário R.R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça, em sua coluna “O Missionário responde”, escreveu que não há nada na Bíblia que diga que não exista vida em outros planetas, mas se existir foi Deus que criou, enfatizou o missionário. MOMENTO ESPECIAL A poucos dias, A.J.J. Gevaerd, editor da Revista UFO, a mais importante publicação sobre o tema no mundo foi convidado para um evento único na história. Foram oito conferencistas de quatro países, em palestras retransmitidas via -internet para todo o mundo. 14 mil pessoas presentes, acomodadas nos três auditórios. Gevaerd, nos 25 minutos que teve (mais do que os outros conferencistas), representou dignamente o Brasil ufológico. De acordo com o editor da Revista Ufo “foi extremamente significativo ver o ministro Louis Farrakhan, o líder da Nação Islâmica e um homem poderoso, amado e respeitado por milhões, aqui ns EUA e em todo o mundo, reconhecer a ufologia mundial, parabenizar de maneira particular a Ufologia Brasileira e DAR SEU APOIO Á NOSSA CAUSA, COM A PROMESSA DE QUE HOJE EM DIANTE ELE ESTARÁ ENGAJADO ATÉ A MEDULA EM OBTER A ABERTURA DE ARQUIVOS DOS EUA E DE OUTROS PAÍSES.” Uma coisa é certa. Aqui começa a Era de Ouro da Ufologia. Que bom que estamos aqui para vermos.
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Edição 188
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