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REVISTA UFO | EDIÇÃO 40 | setembro de 1995

LIVROS

RELANÇADO UM MARCO DA UFOLOGIA NACIONAL

RELANÇADO UM MARCO DA UFOLOGIA NACIONAL

Contato com Discos Voadores
Dino Kraspedon
Editora Vitória, Uberaba (MG)
147 páginas, R$ 21,60

Oswaldo Oliveira Pedrosa, bancário aposentado, hoje com 91 anos, é um senhor que teve uma vida incomum. Em 1952, teve um contato de cerca de uma semana com seres extraterrestres, escreveu um livro sobre sua experiência, foi tachado de comunista pela ditadura da década de 60, convidado formalmente a manter sigilo sobre o conteúdo de seu livro pelos militares, além de vê-lo recolhido. Agora volta a editar seu trabalho. Como precaução, criou desde o início, um pseudônimo: Dino Kraspedon.

 

De alto valor científico e contendo revelações extremamente avançadas e surpreendentes, a obra foi publicada em 6 edições na Inglaterra, levada à Academia de Ciências Soviética e está hoje entre os livros mais vendidos de Ufologia dos EUA.

 

Dino Kraspedon conta que o contato que culminou com a elaboração do livro Contato com Discos Voadores, aconteceu na cidade paulista de Angatuba. Na ocasião, acompanhado de 2 rapazes, Dino avistou o UFO e puderam ver um tripulante que desceu e lhes disse ser amigo. No entanto só veio a falar diretamente com os ufonautas 2 dias depois, quando retornou ao local sozinho. Depois de visitar a nave e lá permanecer durante meia hora, Dino se despediu da tripulação e recebeu do comandante da nave a promessa de que lhe retribuiria a visita em breve.

 

Cerca de 5 meses após o primeiro contato com os extraterrestres, o comandante da nave, disfarçado de pastor protestante, chegou à casa de Dino em São Paulo, num domingo, dizendo que viera para cumprir sua promessa. Daí em diante, os 2 mantiveram encontros regulares por aproximadamente 1 semana e, através de perguntas formuladas ao comandante do UFO, o autor reuniu as informações que o incentivaram a publicar sua obra.

 

Dividido em 12 capítulos, Contato com os Discos Voadores aborda assuntos como astronavegação e a vida em outros mundos. Lança novos conceitos sobre Deus, matéria e energia. Alerta-nos sobre o perigo atômico e ainda discute os erros cometidos pela ciência terrena.

 

Lançado há 3 meses, o caso de Pedrosa, ou Dino Kraspedon, voltou a ser notícia em jornais e revistas. Numa entrevista dada a um jornal local de Uberaba (MG), cidade onde reside atualmente, o autor revelou fatos importantes do seu contato, respostas obtidas pelo comandante da nave, coisas que viu e aprendeu nessa experiência ímpar.

 

Contou em sua entrevista que quando entrou na nave, a convite dos seres, o fez por uma espécie de escada rolante. “Entrei numa ante-sala redonda, sem nenhum sinal nas paredes, nem mesmo quadros. O que mais me impressionou foi que o cômodo não tinha lâmpadas mas havia uma luz uniforme em todo o ambiente cuja procedência não podia descobrir.” Ele não pode conhecer toda a nave porque não estava usando uma roupa apropriada para as radiações que lá existiam.

 

crédito: Arquivo UFO
De alto valor científico e contendo revelações extremamente avançadas e surpreendentes, a obra foi publicada em 6 edições na Inglaterra, levada à Academia de Ciências Soviética e está hoje entre os livros mais vendidos de Ufologia dos EUA
De alto valor científico e contendo revelações extremamente avançadas e surpreendentes, a obra foi publicada em 6 edições na Inglaterra, levada à Academia de Ciências Soviética e está hoje entre os livros mais vendidos de Ufologia dos EUA

 GANIMEDES — Os visitantes do espaço se identificaram como habitantes de 2 satélites de Júpiter, chamados Io e Ganimedes. “Eles podiam falar em qualquer língua”, afirmou Dino espantado. Quanto à aparência física, o autor descreve o comandante da nave como um homem alto, corpo esguio de simetria perfeita, olhos grandes e azuis. “Não havia diferença entre nossa raça e a dele, a não ser pela maior perfeição e pela pele aveludada como de uma criança. Os tripulantes da nave me informaram que o ser humano é o habitante predominante do Universo, como um tipo padrão”, afirma Dino.

 

Ao perguntar aos extraterrestres quem era Deus para eles, lhe explicaram ser “uma reta isotrópica vibrando em todas as direções, num ângulo de 90o e tendo a propriedade de se difundir para todo o Universo”. Dino manteve contato com esses seres por 2 vezes em sua casa e cerca de 3 vezes na Praça da República, em São Paulo, em frente ao Instituto Caetano de Campos, sendo que da última vez pode acompanhá-los até seu local de embarque. Quem começou a abordar assuntos científicos, na verdade foi o comandante ET, por julgar ser importante e vital aos terrenos.

 

Afirmou que a base da teoria científica humana estava totalmente errada. Dino começou então a anotar tudo o que aprendia para, em 1957, escrever seu livro Contato com os Discos Voadores.

 

Sobre as revelações que fez em seu livro, Dino se referiu a algumas em especial em suas entrevistas, e afirmou: “Há um planeta em nosso sistema solar, conhecido por nossos cientistas como SS433. Segundo os extraterrestres, esse planeta está vindo de encontro à Terra e influi poderosamente sobre o comportamento das pessoas.” E não pára por aí, diz ainda que: “Os ETs disseram, há 40 anos atrás, que esse planeta provocaria uma verticalização da Terra até o ano 2000. Como conseqüência disso, os pólos iriam se degelar provocando catástrofes e fazendo, inclusive, desaparecer alguns países.” E para quem possa não ter se surpreendido até aqui, Dino vai mais longe em suas revelações: “Esse planeta, quando chegar à altura do sol, irá se incandescer. Como os corpos se repelem pela luz, segundo a teoria dos ETs, todos os planetas serão afastados de suas órbitas originais e nós, da Terra, que temos o ano composto de 365 dias, iremos para a órbita de Júpiter. Com isso, nosso ano passará a ter mais de 1000 dias.” Mais que isso, só lendo o livro do nosso tão especial contatado.                                           

UM ESCRITOR DE MISTÉRIOS QUE FASCINA COM SEUS LIVROS

Em Busca das Civilizações perdidas
Sérgio O. Russo
Ediouro (Brasil), 1986

Sérgio Oliveira Russo, 49 anos, é um investigador e escritor de mistérios. Misto de Erick Von Däniken e J. J. Benítez, ele é sem dúvida um dos maiores escritores brasileiros em sua área. Sérgio Russo tem-se destacado pelo seu brilhante trabalho na investigação de todo tipo de fenômenos e mistérios do planeta e mais ainda na questão ufológica. Ao longo de 21 anos de pesquisa, o autor compilou tantos dados que já foram suficientes para escrever 7 livros, editados pela Ediouro.

ARRISCANDO O PESCOÇO — As pesquisas de Sérgio Russo são sempre bem fundamentadas e fogem totalmente à especulação. Sempre que possível, este singular escritor faz questão de ir pessoalmente – às vezes arriscando seu próprio pescoço, como ao escalar a pedra da Gávea – até o local dos fatos e verificar in loco os acontecimentos.

Seus livros são de leitura fácil, bem documentados e ilustrados, para que não restem dúvidas ao leitor sobre nenhum tema. No livro Em Busca das Civilizações Perdidas, explora todos os tópicos de extintas civilizações, trazendo à tona assuntos tão apaixonantes como o da civilização outrora existente no Egito. Ao serem analisadas as múmias do Egito, por exemplo, encontrou-se tipos sangüíneos raríssimos, desconhecidos até mesmo nos dias atuais. Seres divinos vindos não se sabe de onde e cercados de uma aura de mistério fizeram florescer uma grandiosa civilização.

 

Neste livro, o leitor descobrirá fatos inéditos sobre a existência do homem pré-histórico no Brasil e nossa arqueologia, abrindo diante de seus olhos um mundo fascinante e pouco explorado.

 

Ao ler Em Busca das Civilizações Perdidas, o leitor descobrirá que não há nada de novo sob o céu que nos cobre, que nós somos apenas uma idéia pálida daquilo que já foi um dia a palavra Civilização em um passado remoto e esquecido. Demais obras do autor: O Livro dos Deuses e Extraterrestres; No Paraíso das coisas Estranhas; Nos Domínios do Mistério; Nos Portais do Inexplicável; Monstros, Seres Estranhos e Criaturas Extraordinárias.                                                   
— Encarnación Zapata Garcia

A TEORIA DA RELATIVIDADE NÃO PRECISA SER VERDADE ABSOLUTA

Que Ciência constrói Discos Voadores?
Fernando Cleto N. Pereira
Record (Brasil), 1995
127 páginas, R$ 13,10

O mistério da propulsão dos discos voadores vai ser revelado através do livro de Fernando Cleto, que propõe uma verdadeira revolução nas interpretações correntes da física relativista. Que Ciência constrói Discos Voadores? é um livro que defronta com a resposta a uma indagação cada vez mais formulada pelos aficionados pelo Fenômeno UFO.

 

No livro, Fernando Cleto mergulha em antigas questões ao sugerir que o elo comum que torna matéria e energia aspectos diferentes da mesma entidade é a velocidade constante C da luz. Apaixonado por Einstein, o autor desenvolve a idéia de relatividade absolutista, que desvenda os segredos do chamado movimento absoluto, dando um significativo passo na direção da tão sonhada unidade da Física.

 

Neste livro inovador, o leitor encontrará novas explicações para a gravidade, a eletricidade, o magnetismo, a conservação de energia e muito mais. Fernando Cleto vem tentando decifrar o mistério da propulsão dos discos voadores desde 1954. Antes disso, porém, em 1948, teve a oportunidade de ver um UFO.

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