ENTREVISTAS

Por Christian Stagno, Paulo R. Poian

Silvia e Andrea Simondini: Argentina: uma rica casuística ufológica

A fenomenologia ufológica na Argentina tem conotações variadas e graves, comparáveis à casuística brasileira.

Categoria: CASUÍSTICA | INVESTIGAÇÃO | LIBERDADE DE INFORMAÇÃO

Quem acompanha a Ufologia Mundial, principalmente através da Revista UFO, está informado sobre a recente e persistente onda ufológica que se espalhou por toda a América do Sul, com destaques para Colômbia, Venezuela, Peru e Argentina [Veja edições UFO 155, 157, 162 e 163], como também pelo Sul do Brasil [Veja edição UFO 164]. Na Argentina, dezenas de grupos ufológicos estão espalhados pelo país e são conduzidos por investigadores experientes e renomados, que trabalham no monitoramento e identificação de ocorrências, desenvolvimento de metodologias e intercâmbio permanente de informações. Alguns deles fazem parte do conselho editorial da UFO, como Carlos A. Iurchuk (La Plata), Luis Alberto Reinoso (Rosário), Guillermo Gimenez e Roberto Banchs (Buenos Aires).

Na área central do imponente Delta do Paraná, a cidade argentina de Vitória, na província de Entre Rios, possui fantástica e assustadora casuística regional e, justamente por isso, é considerada um autêntico nicho de investigação e pesquisas quando o tema é relacionado a UFOs. É exatamente a partir daquele local que duas das mais respeitáveis ufólogas mundiais iniciaram o trabalho de campo, há décadas, e permanecem constantemente em busca de respostas e provas da presença alienígena na Terra. Falamos de Silvia Perez Simondini e Andrea Simondini, respectivamente mãe e filha, fundadoras do grupo Visión OVNI, um dos mais ativos do país vizinho.

Caçadoras de extraterrestres

Silvia milita na área desde 1968, após ter sido testemunha de alguns avistamentos não convencionais. É diretora do Museu Ufológico de Vitória, juntamente com a filha, que também é membro-fundadora da Comissão de Estudos do Fenômeno OVNI da República Argentina (Cefora), entidade que reivindica ao governo a liberação dos arquivos secretos oficiais sobre ocorrências ufológicas. Andrea, que começou na Ufologia nos anos 90, tem contato muito próximo com instituições científicas e oficiais, é especialista em investigação de campo e realizou inúmeros trabalhos e pesquisas sobre mutilações inexplicáveis de gado. A dupla é conhecida como “As Caçadoras de UFOs”, graças ao instinto investigativo, aliado ao empenho, seriedade e determinação com que se dedicam às pesquisas.

Na Cefora, elas trabalham incessantemente para reunir 100 mil assinaturas e solicitar ao governo a abertura dos arquivos relacionados ao Fenômeno UFO. Nessa empreitada, estão sintonizadas com a campanha UFOs: Liberdade de Informação Já e acompanham as conquistas da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), colhendo subsídios e decisões do Governo Brasileiro que possam servir de argumento junto às autoridades argentinas. Silvia e Andrea não medem esforços na busca por evidências que atestem a veracidade do Fenômeno UFO.

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Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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