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ENTREVISTASJosé Victor Soares: Uma paixão pelo Fenômeno UFO traduzida em açãoCategoria: PIONEIRISMO
crédito: ARQUIVO UFO
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Teve seu primeiro contato com a Ufologia aos 12 anos, quando, no quintal de sua casa, ouviu uma voz masculina dizendo que era para ele olhar para o céu
SAIBA MAIS
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A grande pioneira da pesquisa ufológica no Brasil
O português José Victor Soares, 77 anos, nascido em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, nos Açores, está entre os mais importantes nomes da Ufologia Brasileira e Mundial. Já escreveu inúmeros artigos, que foram publicados em revistas inglesas, francesas, espanholas e italianas, sendo conhecido em todo o planeta por seu pioneirismo – talvez até mais do que é conhecido no Brasil, onde realizou, em mais de cinco décadas, cerca de 700 investigações de campo, a maioria delas no Rio Grande do Sul, onde reside desde que emigrou para o Brasil. Victor Soares já esteve em vários países e acredita ter vivido mais de 30 experiências ufológicas de todos os tipos. É consultor da Revista UFO desde sua fundação, há 25 anos, tendo publicado nela vários textos com o resultado de suas pesquisas.
Nascido em 1931, teve seu primeiro contato com a Ufologia aos 12 anos, quando, no quintal de sua casa, ouviu uma voz masculina dizendo que era para ele olhar para o céu. Isso se deu pelo menos quatro anos antes do início do que se convencionou chamar de Era Moderna dos Discos Voadores, em 24 de junho de 1947, quando passamos a conviver de maneira mais intensa e contínua com outras inteligências cósmicas. Foi assim que Victor Soares teve seu primeiro avistamento, que depois seria seguido por muitos. O ufólogo acredita que a voz que ouviu quando ainda era criança poderia estar associada à telepatia, pois quando já era experiente e residia em Alegrete, no sul do Rio Grande do Sul, viu outra luz no céu e usou o recurso. Disse telepaticamente para aquele objeto que, se fosse um UFO, era para mudar de cor. E foi o que aconteceu. Anos mais tarde, em 1954, este pioneiro da Ufologia Brasileira viu uma esquadrilha de naves sobre a Europa.
Meu primeiro contato com a Ufologia foi aos 12 anos, qndo, no quintal de minha casa, ouvi uma voz masculina dizendo que era para eu olhar para o céu. Foi assim que tive meu primeiro avistamento, que depois foi seguido por muitos outras ao longo da vida
Três anos depois, em 1957, aos 26 anos, já inteiramente entregue à pesquisa ufológica, Victor Soares mudou-se para o Brasil. Veio de navio e desembarcou na cidade de Santos (SP). Anos depois foi morar em Alegrete, onde fundou, em 1967, seu primeiro centro de estudos, o Grupo Independente de Pesquisa de Objetos Voadores Não Identificados (Gipovni). Somente no Brasil, o estudioso já pesquisou mais de mil casos ufológicos, muitos dos quais permanecem inéditos em sua volumosa biblioteca, alojada num dos quartos e na sala de sua casa, no Rancho Cruz do Sul, em Gravataí, nos arredores de Porto Alegre, para onde se mudou em 1972. Lá, ele criou a Irmandade Cósmica Cruz do Sul (ICCS) que, em 1996, foi substituída pelo Grupo de Estudos de Navexologia e Arqueologia (GENA), do qual é atual presidente. “O Victor Soares não é um ufólogo.
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