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ENTREVISTASDenise Frossard: “Vi um UFO cilíndrico enorme e prateado”Categoria: ABERTURA UFOLÓGICA | AVISTAMENTOS
crédito: assessoria de imprensa
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Denise soube que havia escapado da morte por puro acaso, quando o ex-policial militar carioca Jadir Simeone Duarte revelou que receberia R$ 1 milhão para matá-la, por encomenda de Rogério Andrade, sobrinho de Castor
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Combativa e atuante no árido plenário do Congresso Nacional, a juíza aposentada e deputada federal Denise Frossard (PPS) não se cansa de defender três causas: a reforma do Poder Judiciário, o combate à violência no Rio de Janeiro e a maior participação da mulher na política do país. Aos 55 anos, ela transita muito bem em um cenário ainda predominantemente masculino. Mineira de Carangola e carioca por adoção e afeição desde os 20 anos, a então juíza tornou-se famosa em todo o Brasil, e também no exterior, em maio de 1993, quando conseguiu colocar na cadeia 14 chefões do crime organizado do Brasil e patronos do jogo do bicho. Entre eles, estava o falecido bicheiro Castor de Andrade. Em maio do ano seguinte, Denise soube que havia escapado da morte por puro acaso, quando o ex-policial militar carioca Jadir Simeone Duarte revelou que receberia R$ 1 milhão para matá-la, por encomenda de Rogério Andrade, sobrinho de Castor.
Inquieta com as brechas no Código Penal Brasileiro, Denise percebeu que seu caminho natural seria o Congresso Nacional. Parte de sua decisão derivou do fato de que ela só conseguiu enquadrar os líderes do crime organizado em um vago artigo do referido código, de número 288, cuja curta penalidade permitiu que todos os acusados voltassem para suas respectivas casas, ou bancas, visto que na época nem sequer existia a Lei do Crime Organizado. Já no Congresso Nacional, a então deputada pôde colaborar de maneira mais efetiva na elaboração de leis específicas e menos frustrantes. Nada mais apropriado para quem considera que “a impunidade é a mãe do crime”.
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Denise Frossard candidatou-se ao Senado Federal em 1998, mas não conseguiu se eleger, mesmo tendo recebido 655 mil votos. Seu primeiro mandato veio em 2002, para a Câmara Federal, sendo a deputada mais votada no Estado do Rio de Janeiro e a mulher mais votada do Brasil, com exatos 385.111 votos. De fala firme e boa argumentação, a “devoradora de livros”, como se autodefine, também já passou por uma experiência ufológica. Ela admite publicamente a experiência, sem receios nem desconversa, como fez à revista Gol, da respectiva companhia aérea, na edição de novembro de 2005. “Era um cilindro que ficou parado bem à minha frente, muito próximo, imenso e iluminado”, disse.
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