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| Numa visão futurística Marte poderia ser assim |
Até que ponto a humanidade vem sendo informada sobre as verdadeiras descobertas feitas pelas principais nações em seus programas de exploração espacial? Se sabemos que existe um amplo e rigoroso acobertamento da presença alienígena na Terra, a mesma coisa não poderia estar acontecendo também com relação à presença alienígena em outros planetas e luas do Sistema Solar? Estas são questões que freqüentam o debate ufológico, alimentadas pelo fato de que as agências espaciais de vários países – principalmente a NASA – têm explorado inúmeros corpos de nosso sistema nas últimas décadas, aumentando suas atividades em anos recentes com o uso de espaçonaves não tripuladas ainda mais avançadas e eficientes. Que descobertas estas máquinas têm feito? Será que estamos sendo informados sobre todos os seus resultados?
A quantidade de material fotográfico disponibilizado pelas agências espaciais em seus sites, nos últimos anos, tem colocado em cheque a posição de muitos governos, de que não existem evidências da existência de UFOs e da presença de seus tripulantes em nosso planeta. Não só em órbita terrestre, mas também na Lua e em outros pontos do Sistema Solar, tal presença tem sido documentada de maneira farta e bastante objetiva, apesar da falta de declarações oficiais a respeito. Desde outubro do ano passado, venho investigando detidamente centenas de imagens – fotos e filmes – obtidas no espaço, tanto pela NASA quanto pela Agência Espacial Européia (ESA), principalmente nas diversas missões lunares e de exploração do planeta Marte, que voltaram a ocorrer com mais intensidade a partir do final do século passado. Os resultados deste estudo são surpreendentes.

Algumas das naves enviadas a Marte. Acima, a Mariner 9 e o módulo de superfície da Viking [Lander]. Abaixo, o Jipe robótico [Rover] Pathfinder e a recente Mars Global Surveyor. Todas são responsáveis por inúmeras descobertas no planeta
Na década de 80, eu já havia realizado uma investigação semelhante, porém bem mais restrita, depois que um pequeno número de fotos da missão Mariner 9 – a primeira a orbitar o planeta – e das duas espaçonaves do projeto Viking revelaram sinais da existência de uma antiga civilização que teria entrado posteriormente em processo de extinção na superfície de Marte. Cheguei a escrever sobre tais descobertas em dois dos meus primeiros livros e a fazer conferências sobre tais achados. Hoje, o que se percebe é que há um material infinitamente maior para ser “garimpado” nos sites da NASA e da ESA, que revelam ainda mais curiosidades sobre o que seria esta antiga civilização marciana e que vestígios teria deixado no Planeta Vermelho.
Há poucos anos, a NASA parecia não ter o menor compromisso de divulgar ou disponibilizar para a própria população norte-americana o resultado de suas explorações espaciais. Por exemplo, o citado projeto Viking, que foi a primeira missão a implantar módulos no solo marciano para investigar a eventual presença de formas de vida no planeta, obteve mais de 50 mil imagens de Marte, mas apenas uma ínfima parte delas chegou ao público ou à mídia. Esta situação mudou muito desde então, não somente devido às críticas feitas por grupos de investigadores e cientistas – alguns até mesmo ligados à NASA no passado –, que passaram a denunciar o forte processo de acobertamento sobre o material obtido, como também devido à atuação de personalidades do poder legislativo dos Estados Unidos, que começaram a cobrar maior transparência da agência. Afinal de contas, tais missões foram financiadas pelos impostos pagos contribuinte.

A imagem descaracterizada da chamada Esfinge Marciana [Esquerda], localizada na planície Cydonia e liberada em meio à farsa montada pela NASA após o início da missão Mars Global Surveyor. E a imagem "corrigida" e posteriormente divulgada pela agência
O fato é que, já na era da internet, as coisas se modificaram e aparentemente quase todas as fotos acabam sendo disponibilizadas, dando a impressão ao cidadão desavisado – e com certa dose de ingenuidade – que tudo que é fotografado e documentado pelas atuais missões espaciais pode ser encontrado nos diversos sites, não só da NASA como da hoje também poderosa ESA. Mas se as fotos, pelo menos em sua quase totalidade, podem ser acessadas em suas páginas, falta ainda uma abertura definitiva, ou seja, declarações oficiosas realmente verdadeiras sobre o que muitas destas imagens documentam. Parece claro que chegamos ao nível intermediário do processo de acobertamento relacionado aos programas espaciais. Ou seja, se antes sequer podíamos ver as fotos que documentavam a presença de UFOs no espaço, sinais de ruínas na Lua e muito menos os vestígios da presença extraterrestre em Marte, agora podemos ver algumas dessas imagens, mas sem saber o que são.
Hoje, o leitor que estiver disposto a gastar horas intermináveis examinando milhares de fotos – como eu e outros investigadores estrangeiros estamos fazendo –, encontrará muitas surpresas. Isso não significa que tenhamos finalmente chegado ao momento das grandes revelações. Não, não é isso. Pelo menos, não em termos oficiais. Se a mídia questionar um porta-voz da NASA sobre tais imagens, certamente obterá as mesmas explicações fantasiosas e inacreditáveis que vêm sendo impostas à humanidade desde o início do programa espacial. Algumas são tão absurdas que temos a impressão de que o objetivo das autoridades é nos convencer de que estão mentindo. Apesar disso, sabemos que a maioria das pessoas é facilmente enganada com esse jogo de palavras e mantida longe da verdade, simplesmente porque não são capazes de pensar por si mesmas e indagar sobre o que lhes é mostrado.

A imagem do Opportunity mostra algo semelhante a um "CD" parcialmente enterrado no solo. Certamente, não pode se atribuir uma origem natural para este artefato marciano
As pessoas continuam acreditando que, se existisse algo realmente consistente nos aludidos sinais da presença de extraterrestres na Terra, na Lua ou em Marte, nossas autoridades seriam as primeiras a informar. Ledo engano! Um capítulo especial desta questão trata justamente da confirmação de que não apenas em nosso planeta, mas nos vizinhos do Sistema Solar também há abundância de tais evidências. No entanto, antes de falar das conclusões a que cheguei em meus estudos das imagens obtidas em recentes missões espaciais, é importante ressaltar algumas questões que ajudarão a compreender o momento que estamos vivendo dentro deste surpreendente jogo de interesses, muitas vezes escusos.
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