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| Manipulação e engenharia genética são algumas das ferramentas dos aliens para povoar a Terra, e nela inserir o ser humano, segundo informações de um ET |
No final da década de 60, o suíço Erich von Däniken lançou a idéia de que o ser humano havia sido criado através da intervenção genética de uma raça extraterrestre em criaturas do planeta, e defendia esta teoria em seu polêmico livro Eram os Deuses Astronautas?. Segundo Däniken, e outros pesquisadores dos mistérios de nosso passado, que surgiam naquela época, representantes de uma ou mais raças de alienígenas estariam até mesmo por trás das aparições de deuses e anjos narradas nos livros sagrados de vários povos. Evidentemente, essas noções revolucionárias provocaram muita polêmica, mas ganharam terreno e progressiva aceitação, inclusive, por parte dos estudiosos que se dedicavam a pesquisar os fenômenos na chamada Era Moderna dos Discos Voadores. O que Däniken e seus seguidores não sabiam, no entanto, é que mais de 10 anos antes de seu primeiro livro ser publicado, no interior do estado do Rio de Janeiro, a jovem Lucy Gallucci, de 18 anos, já havia recebido, através de um contato de 3º grau, detalhes surpreendentes sobre nossa origem e relação com várias raças extraplanetárias. Segundo ela, nossa humanidade seria descendente direta de um processo de colonização extraterrestre. De acordo com seu relato, Lucy tinha o costume de sair após o almoço para ler alguns de seus livros, escolhia a margem de um dos lagos criados pela barragem de uma usina hidrelétrica, em Santanésia, pequena cidade próxima de Barra do Piraí, no interior do estado do Rio.
Criatura misteriosa — Em uma dessas tardes, em meio à leitura, observou, repentinamente, a aproximação de um misterioso ser. Parecia, à primeira vista, um homem comum, mas pouco depois Lucy se surpreendeu. A criatura vestia uma roupa branca, bem ajustada ao corpo, emendada aos sapatos. Sua testa era muito grande, mas não por calvície. Tinha cabelos lisos, ralos e quase brancos. As orelhas eram pontudas e sem lóbulo, o nariz muito afilado e os olhos impressionavam pela cor, entre o amarelo e o castanho, pareciam refletir o verde da vegetação. Não tinha barbas, sobrancelhas, nem pestanas. Sua voz era grave, mas, segundo a contatada, não falava como uma pessoa comum. Era de rara e sensível beleza, e parecia irradiar uma espécie de claridade, ou aura de paz. Seus traços eram delicados e jovens, o que tornava muito difícil definir com exatidão sua idade. Lucy continuou observando atentamente o estranho ser, que começou a falar-lhe da grandiosidade do universo e da possibilidade da existência de vida similar a nossa em outros mundos. Segundo ele, tais planetas estariam divididos em dois grupos: os que estão em um estágio muito atrasado em relação a nós e aqueles a milhares de séculos à frente. Em princípio, não era errônea a teoria evolucionista de Charles Darwin. Em muitos planetas, a vida começou e evoluiu naturalmente, até formas mais avançadas, sem qualquer tipo de intervenção externa. Mas, em outros, ela poderia ter sido como que plantada, como no caso daTerra, que possuía condições favoráveis de clima, ar e luz. Logo após dizer tudo isso, a criatura se afastou de Lucy e desapareceu. Até aquele momento, a contatada não tinha interpretado sob o prisma ufológico sua experiência. Ela chegou a mencionar, certa vez, que não havia notado se o ser mexia os lábios para falar ou se a comunicação havia se dado através de algum tipo de telepatia.
É evidente que as informações recebidas em Santanésia, que são, inclusive, semelhantes às captadas através de outros contatos mais recentes, entram em total desacordo com as propostas da paleontologia e, principalmente, da antropologia, pertinentes ao problema da origem de nossa espécie – para a qual o homem seria o resultado de uma longa evolução biológica, ocorrida em nosso planeta sem a participação de qualquer interferência externa. Segundo os antropólogos, isto estaria mais que comprovado. Mas estaria mesmo? Ao contrário do que as pessoas podem imaginar, os achados paleontológicos e antropológicos, de forma alguma, estão em condições de comprovar tais noções. Inicialmente, estudos dos extratos geológicos não revelam uma evolução gradual da vida desde seu surgimento. Pelo contrário, mostram saltos evolutivos bem definidos e inesperados. Estes saltos chegaram a incomodar o próprio Darwin, que via nesta constatação a principal evidência contra sua teoria. Ele afirma isso textualmente em seu livro A Origem das Espécies: “Por que, então, todas as formações geológicas e extratos não são ricos em formas intermediárias? Por certo, a geologia não revela nenhuma cadeia orgânica perfeitamente graduada; e talvez seja esta a mais grave objeção que possa ser anteposta à minha teoria”. Outros cientistas acreditam ainda que a vida pode ter surgido quase imediatamente ao processo de solidificação da crosta terrestre, por volta de 4,6 bilhões de anos atrás. Ainda de acordo com essa corrente do pensamento, ela também pode ter sido extinta por processos esterilizantes, resultado de impactos de grandes bólidos, freqüentes nos primórdios de nosso Sistema Solar.
Vida primordial — Os registros fósseis de vida microscópica e microbiana mais remotos foram encontrados em metassedimentos com 3,8 bilhões de anos, na Groenlândia, e em rochas sedimentares, com 3,5 bilhões, na Austrália ocidental e sul da África. Um dos principais entraves à compreensão dos processos que levaram ao aparecimento da vida na Terra é a inexistência de extratos geológicos do período pré-biótico de nosso planeta. Na verdade, uma parte da história da Terra foi apagada por sua própria atividade geológica. As formas de vida mais antigas detectadas já são exemplares razoavelmente sofisticados: as algas azul-esverdeadas. Mas o que aconteceu antes? Segundo a maioria de nossos cientistas, naquela época, descargas elétricas da atmosfera primitiva, e os raios ultravioletas, provenientes do Sol, quebravam moléculas simples, ricas em hidrogênio. Seus fragmentos, no entanto, se combinavam novamente, gerando cada vez arranjos e moléculas mais complexas. O resultado desta química incipiente se dissolvia nas águas, criando uma espécie de sopa orgânica. Além disso, teria surgido, acidentalmente, uma molécula capacitada a gerar duplicatas grosseiras de si mesma, utilizando-se de outras moléculas de seu meio ambiente. Nascia, assim, o ancestral mais remoto do ácido desoxirribonucléico, o chamado DNA.

Uma explosão nuclear, muito provável nos dias de hoje, pode pôr a perder todo o avanço da humanidade, fazendo-a voltar ao seu estágio mais primitivo, quando os homens de então foram dizimados por algum cataclismo arrasador
Com o passar do tempo, as moléculas teriam progredido, cada uma tendo uma função particular. E começaram, então, a se agrupar, dando origem à primeira célula. Mas como já revelamos, não existe o menor sinal dos primeiros organismos, que, supostamente, teriam surgido no planeta. A única evidência de sua existência é o grau de complexidade das mais antigas formas de vida detectadas nos extratos geológicos. Por outro lado, surgiram cientistas defendendo a teoria de que a vida na Terra teve origem no espaço. As idéias centrais dos defensores da teoria da Panspermia, como é conhecida, dão conta de que a vida se originou de cometas ou outros corpos, tais como esporos, que atingiram o planeta em seus primórdios. Entre os defensores destas idéias estão nomes importantes dentro da comunidade científica internacional, como o astrônomo inglês Fred Hoyle e do prêmio Nobel Francis Crick, o descobridor da estrutura molecular do DNA. Os críticos desta teoria sustentam, entretanto, que ela não explica como a vida surgiu, transferindo o problema para outras regiões do espaço.
Semeadura de vida — É evidente que esta crítica não faz muito sentido, pois a questão inicial é como surgiu a vida no planeta, e não no universo, que, diga-se de passagem, é muito mais antigo. Mas Francis Crick iria mais longe. No livro Life Itself, ele defende a idéia de que a vida pode ter sido semeada, “plantada” no planeta através da interferência direta de uma civilização extraterrestre, que já viajava pelo universo há bilhões de anos. Já o biólogo Orlando Barbosa Júnior, escreveu Novas Postulações Sobre a Origem da Vida à Luz da Panspermia Cósmica Dirigida, em que ressalta uma série de detalhes e fatos contra a idéia de que a vida apareceu no planeta por um acidente, de forma meramente casual. Talvez as primeiras formas de vida a habitarem o planeta tenham sido as já registradas nos extratos geológicos mais antigos. Se esta idéia é correta, a vida definitivamente veio de fora, semeada por alguém. O próprio Carl Sagan defendeu a idéia de que as algas azul-esverdeadas poderiam, inclusive, ser usadas para transformar as condições ambientais de Vênus, minimizando seu efeito estufa. Sabemos hoje, inclusive, que a atmosfera rica em oxigênio de nosso mundo começou a ser gerada por estas algas.
Regressão evolutiva — As informações recebidas por Lucy revelam que os descendentes do processo de colonização do planeta não só tiveram seu sistema social e técnico degradado, como também insinuam que este regrediu em termos evolutivos. Em outros contatos do nosso tempo, houve realmente um processo de mutação a partir dos cataclismos no passado remoto do planeta, que levaram a um processo de regressão biológica. Ainda de acordo com estas informações, as civilizações responsáveis pela nossa presença no planeta interferiram na estrutura genética dos povos decaídos, o que teria possibilitado o reaparecimento de nossa espécie. Quando o homem já estava quase recuperado, infelizmente, ocorreu um processo de miscigenação entre grupos já em adiantado estágio de recuperação, que traziam ainda muitas características primitivas, herdadas do processo cataclísmico, o que provocou uma segunda queda do homem. As pegadas de pés calçados e outras evidências – pedras de Ica etc – confirmam que, há cerca de dois milhões de anos, ainda existiam pólos civilizatórios avançados no planeta, ou seja, os Ramapithecus, Australopithecus, e o Homo habilis, que surgiram antes deste período, não podem, portanto, ter ligação direta em nível evolutivo com o homem atual. Já o chamado Homo erectus, indiscutivelmente primitivo, parece ser o tipo de criatura em que os descendentes do processo de colonização se transformaram após os cataclismos.
O Homo sapiens, baseado nesse esquema, já seria um razoável avanço na direção da total recuperação biológica, que, como já vimos, estaria sendo conseguida mediante intervenção extraterrestre na genética dos povos decaídos. Já o homem de Neanderthal, para cujo surgimento a antropologia não tem explicação, se enquadra perfeitamente em nosso esquema. Ele seria resultante da miscigenação entre aqueles povos já praticamente recuperados (Homo sapiens) e os remanescentes decaídos do cataclísmico (Homo erectus). Do Homo sapiens partiram duas linhas evolutivas diferenciadas. Na Ásia e África o Homo sapiens continuou evoluindo em direção ao homem moderno, enquanto na Europa, onde ocorreu a segunda queda do homem, aparentemente foi necessária uma última intervenção genética do Neanderthal nas populações, para permitir o ressurgimento dos padrões genéticos do homem atual, conhecido cientificamente como Homo sapiens sapiens. Até mesmo em nossas tradições antigas é possível encontrar confirmações das informações transmitidas em Santanésia. De acordo com os dados recebidos, os colonizadores do planeta eram visitados e orientados por grupos técnicos de seus planetas de origem. O milenar texto chinês Huai-nan-tzu descreve uma época em que os homens e animais viviam numa espécie de Éden, e a humanidade prosperava com a ajuda de “espíritos” que desciam do céu para ensinar a “divina sabedoria”. Já o Samarangana Sutradara, de origem hindu, revela-nos os vimanas, aparelhos voadores constituídos de ligas metálicas que, em passado remoto, possibilitavam aos homens da Terra ascensão aos céus, e aos “homens do céu” descerem sobre a Terra.
Ruptura do planeta — Quanto aos cataclismos, nossa fonte de comprovação mais uma vez é chinesa. O manuscrito Chuangt-tzu descreve como a Terra teria sido palco, em um passado remoto, de terríveis calamidades. “Um calor intenso queimou as culturas, as colheitas foram destruídas; furacões espantosos flagelaram as cidades e os campos, os mares levantaram-se e entraram em ebulição, submergindo parte dos continentes”. O manuscrito Troano, de origem maia, descreve aparentemente a mesma catástrofe, durante a qual o oceano precipitou-se sobre o continente, furacões destruíram as cidades e houve o surgimento de novas montanhas. Sobre os que se rebelaram contra seu planeta de origem, motivando o corte das ligações entre a Terra e os demais planetas, encontramos referências no 17º livro do Shan-hai Ching, também chinesa. Fala-se de uma irrequieta raça chamada Miao, que, se rebelando contra seu “Alto Senhor”, perdeu o poder de voar. Já outro trabalho, também com origem no mesmo país, o Shoo-King, igualmente milenar, narra na quarta parte do capítulo 27: “O mundo esteve cheio de bandidos. O senhor Chang-ty viu que todo o seu povo perderá até o último traço de virtude e deu ordem a Tchang e a Lhy para cortar qualquer comunicação entre o céu e a Terra. Daí em diante não mais houve quer subida, quer descida”. Tivemos também, através do caso Santanésia, referências às guerras, que acabaram por levar os descendentes do processo de colonização à barbárie. Se aceitarmos como verídicas as informações de nossas tradições mais antigas, pelo menos uma destas parece ter sido nuclear. No Drona Parva, um dos textos mais antigos da Índia, temos narrado o que a tradição assimilou como a “Guerra dos Deuses”.
Potentes vimanas — As armas utilizadas provocavam a queda dos cabelos e unhas, mutações nas cores da plumagem dos pássaros, e deformações nos animais. O Mausula Parva, também hindu, descreve um ataque nuclear ocorrido há milhares de anos: “Cuncra, voando a bordo de um vimana de grande potência, lançou sobre a tríplice cidade um projétil único, carregado com a potência do universo. Um fumo incandescente semelhante à 10 mil sóis se elevou em seu esplendor”. Quanto aos monumentos e muralhas mencionados por Lucy Gallucci, evidentemente não existem dúvidas sobre sua existência, como a Grande Muralha Peruana, descoberta em 1966, pela expedição Johnson, através de um levantamento aerofotográfico, que se estende ao longo de montanhas inacessíveis. Seus construtores são desconhecidos pela nossa arqueologia. Do oriente ao ocidente encontramos as mesmas histórias de objetos voadores não identificados e divindades descidas do céu, que forneciam conhecimentos e orientações capazes de reconduzir aqueles povos primitivos a um novo alvorecer com civilização. Cada uma das informações recebidas em Santanésia por Lucy Gallucci encontra sério respaldo em nossas próprias tradições, achados antropológicos ou arqueológicos, que muitas vezes são escondidos criminosamente dos olhos de nossa humanidade, embora a verdade comece a aparecer. Há pouco mais de 400 anos, os chefes da Igreja, que controlavam a chamada Santa Inquisição, resolveram queimar vivo um homem brilhante chamado Giordano Bruno, por ousar defender a existência de outros mundos habitados. A luta de Bruno continua viva ainda hoje, e muitas batalhas ainda têm que ser vencidas, pois para muitos, inclusive dentro da comunidade científica, não deixamos de ser o centro do universo.
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Ufologia à Luz dos Fatos
Autor: Roberto Affonso Beck Edição: 2006 Código do livro: LIV-015 Descrição: Novo e surpreendente livro sobre observações de naves e sondas ufológicas no interior do Brasil. Uma grande oportunidade para conhecer ainda mais a fundo questões polêmicas e de grande importância na discussão sobre a manifestação de seres extraterrestres em nosso planeta. Esta obra que mostra detalhes muito especiais da história da Ufologia em nosso país. A obra de autoria de um de nossos mais reconhecidos estudiosos, o fluminense Roberto Affonso Beck, que residiu no Distrito Federal desde sua implantação e lá, no Planalto Central, teve impressionantes experiências diretas com naves e sondas ufológicas em ação. O autor descreve em detalhes suas vivências com discos voadores e seus ocupantes, como também narra muitas das investigações que realizou de significativos casos da Ufologia Brasileira. Poucas obras são tão bem sucedidas em reconstruir o histórico das atividades ufológicas em nosso país como essa, com uma infinidade de dados e imagens que apenas as primeiras gerações de estudiosos conheceram, mas que agora estão acessíveis a todo mundo. PARA ADQUIRIR O PRODUTO E SABER MAIS SOBRE O ASSUNTO CLIQUE AQUI

Informações que a NASA Oculta
Produtor: Graham Birdsall, UFO Magazine UK Tempo de filme: 90 minutos Código do vídeo: DVD-009 Idioma: Legendado em português Ano: 2000 Classificação: Documentário Descrição: Começou com a chegada do homem à Lua, depois as viagens dos ônibus espaciais e, mais recentemente, a exploração de Marte, mas o mistério de naves espaciais que são seguidas por UFOs no espaço só aumentou. A NASA tem plena consciência do que acontece ao redor da Terra, entretanto, pressiona para que tal assunto seja mantido em sigilo. As missões Challenger, Discovery e Endeavor são as que mais foram acompanhadas por estranhas naves discóides de origem desconhecida. Este documentário, apresenta as filmagens intrigantes de UFOs no espaço, com espantosos detalhes. As imagens foram obtidas de um especialista em satélites e radiocomunicação canadense, que interceptou transmissões secretas da NASA e as divulgou a todo o mundo. Através delas é possível saber quem alguém mais, além de nós, freqüenta o espaço. PARA ADQUIRIR O PRODUTO E SABER MAIS SOBRE O ASSUNTO CLIQUE AQUI |