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UFOs na Amazônia:
Relatos Impressionantes de uma Contínua e Intrigante Atividade de Origem Não Terrestre
Um livro de A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO
e um dos mais renomados ufólogos brasileiros.
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Lançamento em setembro de 2005.
Relatos pungentes e entrevistas inéditas.
Mais de 400 páginas, centenas de fotos.
Preço previsto: R$ 45,00
O que você precisa saber sobre UFOs na Amazônia
A Região Amazônica é surpreendente em muitos aspectos que transcendem as discussões meramente ecológicas e territoriais que se fazem há décadas. Ainda considerada por muitos como o “pulmão do mundo”, a vasta área abriga uma infinidade de espécies vegetais e animais, muitas ainda desconhecidas, além de uma rica diversidade cultural e de costumes. Tudo isso torna a região extremamente exótica aos olhos dos inúmeros turistas que a visitam, porém mais espantados ficariam se soubessem detalhes dos aspectos sobrenaturais que envolvem a Região Amazônica, que agora são inteiramente descortinados numa obra há muito tempo aguardada.
É possível encontrar na Amazônia incontáveis e incríveis histórias envolvendo diretamente a manifestação do Fenômeno UFO desde remotas épocas, nas quais se constatam desde simples avistamentos de naves alienígenas até casos de abdução de humanos por seres extraterrestres. Os casos, devidamente estudados e confirmados, preenchem volumosos arquivos de ufólogos do Brasil e do exterior. As teses que explicam a manifestação ufológica na Região Amazônica também são consideráveis. Todo esse material foi compilado e analisado pelo ufólogo A. J. Gevaerd, fundador e editor da Revista UFO e um dos mais renomados ufólogos brasileiros, na obra UFOs na Amazônia: Relatos Impressionantes de uma Contínua e Intrigante Atividade de Origem Não Terrestre . Com mais de 400 páginas e centenas de fotos, o livro está previsto para lançamento em setembro deste ano.
Milhares de casos ufológicos confirmados
De acordo com o livro Mistificadores da Ufologia, uma das primeiras observações registradas de naves extraterrestres na região deu-se em Manaus, em 1957, quando várias pessoas avistaram num fim de tarde um objeto voador não identificado. O fato chamou a atenção da comunidade e da imprensa, que deu ampla cobertura ao acontecido. Desde então, tem sido comum o registro de ocorrências ufológicas naquela cidade e em todo o Estado, que se intensificam com o passar dos anos. Entretanto, acredita-se que a atuação de naves sobre a floresta remonte a séculos, quando nativos de diversas nações indígenas viam estranhos seres descendo do céu e os identificavam através de lendas mitológicas que se perpetuaram por inúmeras gerações. Isso talvez explique o caráter folclórico e religioso com que muitas pessoas tratam o assunto.
Há dois ou três séculos, seres extraterrestres e objetos voadores não identificados observados por tais índios eram representados em rituais e cerimônias, nos quais era possível identificar vestígios de atividade altamente inteligente, conforme historiadores constataram. Não são poucos os estudiosos que afirmam que na Amazônia tais seres teriam se dedicado à pesquisa e exploração de pessoas e dos infindáveis recursos naturais, o que estariam fazendo até hoje. Porém, em épocas remotas, sua presença e comportamento eram atribuídas diversas e intrigantes lendas. Muito antes dos portugueses chegarem ao Brasil, nossos nativos já haviam criado suas próprias denominações para os avistamentos de sondas e naves extraterrestres, que eram interpretadas como sendo animais e aves.
Clique aqui e leia sobre Assombrações luminosas na selva — http://www.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=482
Um rico repertório folclórico associado a UFOs
Os tripulantes dos discos voadores eram vistos em algumas ocasiões como demônios e espíritos do mal, e, em outras, como deuses e espíritos do bem. Na obra UFOs no Brasil, Misteriosos e Milenares [Coleção Biblioteca UFO, 2002], há um minucioso estudo da relação existente entre ocorrências ufológicas e lendas folclóricas. Uma das denominações mais antigas atribuídas a um UFO em Território Brasileiro, por exemplo, é Boi-tatá , que significaria coisa de fogo. A expressão foi citada pelo padre José de Anchieta em uma carta datada de 1560. “Há também outros fantasmas na praia, que vivem a maior parte do tempo junto ao mar e dos rios e são chamados de ‘que é todo fogo'. Não se vê outra coisa senão um facho cintilante correndo... Ele acomete os índios e os mata rapidamente”, escreveu Anchieta. Em seu texto, é possível que a expressão “ os mata” significasse apenas desaparecimento ou rapto, e estaríamos diante de possíveis ocorrências de abdução, como acontece na atualidade.
Em alguns casos, as luzes fortíssimas emitidas por esses objetos provocavam alguns sintomas nos indígenas, como irritação nos olhos e indisposição. Na Amazônia, a crescente freqüência com que seres extraterrestres têm sido observados possibilita muitas elucubrações quanto às suas intenções, e tais devaneios, quando pesquisados, podem levar a conclusões reais. A entidade mítica Bep Kororoti , por exemplo, é o personagem de uma lenda nativa que bem poderia ser enquadrado como um ser extraterrestre. A forma inusitada e inesperada com que aparecia para os índios do Xingu, e como desaparecia sem deixar vestígios, além de muitas outras estranhas características, assim indicam.
Clique aqui e leia sobre Aliens na Amazônia — http://www.ufo.com.br/materiaespecial/operacaoPrato.htm
Recursos hipnóticos para atrair vítimas
Pesquisando detalhadamente o folclore brasileiro – e em particular o da Amazônia – podemos constatar que muitos “fantasmas” e “assombrações” descritos por indígenas e caboclos são na realidade avistamentos de naves tripuladas, sondas teleguiadas e seres extraterrestres. Uma das lendas mais conhecidas na região é a do boto cor-de-rosa, responsável por uma das mais interessantes peculiaridades amazônicas. A história está descrita no livro Os Mistérios da Amazônia, que descreve detidamente o assunto. A criatura.
é fonte de uma lenda ainda exótica que muitos ufólogos correlacionam à Ufologia. Dizem os moradores dos redutos e regiões ribeirinhas do interior da Amazônia que o boto cor-de-rosa se transforma num homem alto, claro, forte e bonito que seduziria as mulheres em noites de festa. Ele se aproximaria das vitimas e as atrairia com um olhar hipnótico. Porém, antes do amanhecer, ele se transformaria novamente em animal e voltaria para a água.
A história guarda incrível semelhança com os milhares de casos de abdução alienígena já pesquisados e componentes da farta literatura ufológica mundial. Segundo crêem moradores de certas regiões amazônicas, ainda hoje, quando uma mulher residente às margens dos rios fica grávida, não sendo casada ou tendo companheiro, o filho certamente é do boto. A riqueza folclórica da Amazônia vai ainda mais longe, mas para certos ufólogos especializados no folclore da região, a lenda do boto cor-de-rosa esconde mesmo é a atuação sinistra e camuflada de seres extraterrestres, que estariam selecionando suas vítimas na floresta exatamente como o fazem nas grandes cidades. Usariam recursos hipnóticos para atraí-las e, depois, as seduziriam com charme fora do normal. De qualquer forma, tal lenda não é a única da região que os estudiosos relacionam ao Fenômeno UFO. Outras tradições curiosas são o conto da Cobra Grande e do Navio Fantasma , ambos indicando ações alienígenas.
Com o conhecimento da Aeronáutica Brasileira
A Cobra Grande é uma lenda que relata que uma índia tomava banho num rio quando foi engravidada por um boto, chegando a dar à luz a duas crianças com corpos cobertos de escamas, cabeças triangulares, olhos oblíquos e línguas pontudas, muito semelhantes a cobras. Uma variação da mesma lenda diz que, à medida que crescia, as crianças teriam se transformado numa grande cobra que amedrontaria os moradores da região. Outra ramificação de tal crença atribui à Cobra Grande a capacidade de voar sobre os rios amazônicos. Ela seria vista como um objeto luminoso e comprido, de movimentos sinuosos, que acompanharia o percurso dos rios.
Já as descrições do Navio Fantasma variam entre as localidades. Mas quase sempre o que se vê é algo de grandes proporções, que as testemunhas imaginam ser um enorme barco. Acontecimentos como esse, muitas vezes descritos em forma de fábulas ou mitos, evidenciam a freqüente presença alienígena na região, principalmente em áreas ribeirinhas. Em alguns casos, seres e naves são descritos sugando energia e até sangue de pessoas. Isso leva ao clássico fenômeno Chupa-Chupa, que se manifestou na Amazônia principalmente nos anos 70 e 80, tendo grande aumento de intensidade em 1977 e levando a Força Aérea Brasileira (FAB) a empreender sigilosamente a Operação Prato. Esse é o tema principal do livro de Gevaerd, UFOs na Amazônia: Relatos Impressionantes de uma Contínua e Intrigante Atividade de Origem Não Terrestre.
Clique aqui e veja os documentos oficiais sobre os resultados da Operação Prato — http://www.ufo.com.br/documentop.php
O que foi a Operação Prato e sua importância
A manifestação de discos voadores na Região Amazônica jamais poderia ser considerada sem ter como elemento principal desse cenário o falecido coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima. Esse é o nome do primeiro oficial de nossas Forças Armadas a vir a público falar sobre impressionantes atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Conhecido por todos como Hollanda, o coronel reformado da Aeronáutica, ainda quando era capitão, comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Por determinação do comandante do 1º Comando Aéreo Regional (COMAR), de Belém (PA), Hollanda estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados deste que foi o único projeto do gênero de que se tem notícia em nosso país – e provavelmente um dos poucos no mundo.
Em 1977, o militar recebeu uma equipe da Revista UFO e concedeu-lhe uma longa entrevista, que foi um grande estímulo aos ufólogos do país, através da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) iniciarem a campanha UFOs: Liberdade de Informação Já , que resultou num encontro histórico e inédito entre eles e a Força Aérea Brasileira (FAB) em Brasília, em maio passado. O conteúdo da entrevista de Hollanda é chocante e mostra duas coisas com excepcional clareza: primeiro, a que ponto a FAB chegou em sua determinação de conhecer o Fenômeno UFO na Amazônia, através de uma equipe de militares. Segundo, a coragem do chefe de tal equipe em empreender uma operação inédita e arriscada, mas que foi coroada de êxitos. Hollanda talvez tenha sido o único militar do mundo a passar por experiências de abdução enquanto cumpria uma missão especial, que foi o que viveu na selva amazônica.
Saiba mais sobre a Operação Prato — http://www.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=223
Revelações surpreendentes agora desvendadas
O coronel é personagem central da obra UFOs na Amazônia: Relatos Impressionantes de uma Contínua e Intrigante Atividade de Origem Não Terrestre . Foi através de suas revelações que a Comunidade Ufológica Brasileira tomou conhecimento de fatos e documentos até então apenas suspeitados, e agora confirmados. Sua atitude de quebrar um silêncio militar de 20 anos sobre o assunto não se deu por acaso. Hollanda confessou que acompanhava discreta mas entusiasmadamente as atividades da Revista UFO, já em 1985. Naquele ano, oito anos após a realização da Operação Prato, e ainda com memória fresca sobre os inúmeros casos ufológicos que viveu, a então revista Ufologia Nacional & Internacional , antecessora de UFO, recebeu de uma fonte confidencial ligada à Aeronáutica uma série de fotos de naves alienígenas que teriam sido tiradas pela FAB, na Amazônia. Pouco ou nada, além disso, sabíamos sobre esse material, mas mesmo assim o publicamos.
Sabíamos na época que eram fotografias secretas, obtidas oficialmente pelos militares que compunham a Operação Prato. Esse material tinha que ser divulgado a todo custo, para que a Comunidade Ufológica Brasileira soubesse de sua existência, mesmo que isso pudesse trazer problemas legais para a revista e para seu editor, A. J. Gevaerd. Apesar das dificuldades inerentes a uma revelação como aquela, nos primórdios da trajetória da publicação e de seu editor, nossos leitores tomaram conhecimento de que uma missão de investigação oficial de objetos voadores não identificados, conduzida pela FAB, foi realizada na Amazônia em sigilo, resultando em experiências diversas vividas pelos militares envolvidos e na confirmação não só da realidade do fenômeno em si, mas também de sua origem extraterrestre.
Leia a entrevista do coronel Hollanda concedida à Revista UFO — http://www.ufo.com.br/entrevistaHollandaIntro.php
Uma obra completa analisa a rica casuística amazônica
Hoje, encontra-se em andamento e quase finalizado o livro mais completo e contundente sobre todos os mistérios amazônicos, em especial aqueles representados pela legítima manifestação de objetos voadores não identificados e seus tripulantes, seres extraterrestres que por alguma razão adotaram a Região Amazônica para suas atividades. O autor consultou centenas de fontes, conversou e entrevistou pessoalmente inúmeras testemunhas e pessoas envolvidas, empreendeu várias viagens de reconhecimento e investigação. O resultado é o que se verá em UFOs na Amazônia: Relatos Impressionantes de uma Contínua e Intrigante Atividade de Origem Não Terrestre , que está previsto para setembro e já pode ser reservado (sem compromisso).
Gevaerd foi o ufólogo escolhido por muitas testemunhas de naves alienígenas na Amazônia para receber informações de suas experiências, especialmente do coronel Uyrangê Hollanda. E teve oportunidade, como editor da Revista UFO, de publicar dezenas de artigos de autores nacionais e estrangeiros sobre a casuística da região, além de três volumosos livros sobre o cenário. Além disso, considerado uma referência nacional em Ufologia, foi o primeiro ufólogo a revelar detalhes da Operação Prato e, através do site de UFO, publicar seus documentos. Agora chegou a hora do autor lançar sua própria obra sobre UFOs na Amazônia, e o fará em setembro, em grande estilo, com versões em português e em inglês.
Lançamento em setembro de 2005.
Relatos pungentes e entrevistas inéditas.
Mais de 400 páginas, centenas de fotos.
Preço previsto: R$ 45,00
Observação: Não envie qualquer valor agora. Quando o livro estiver para ser lançado, você receberá instruções para efetivar sua reserva, caso queira realmente adquirir a obra. A reserva não o obriga a nada.
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