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29.09.07 | Atualizado 23.08.10 - 09h36 | Por Paul Stonehill

Ossadas humanóides gigantes foram encontradas dentro de caverna, na Geórgia

Categoria: ANIMAIS INSÓLITOS | ARQUEOLOGIA | EXOARQUEOLOGIA

Issik Kul, ou “águas mornas” é um lago profundo situado em uma área remota ao norte das montanhas Tian Shan, no Quirquistão. O lago é cercado por picos cobertos de gelo, mas jamais se congela. Segundo V. Krapiva, escritor ucraniano muito bem informado, o pesquisador russo de fenômenos paranormais, Grabovsky, conduziu uma entrevista com uma testemunha nos anos 1930. De acordo com o relato da testemunha, ela e alguns amigos tinham explorado uma caverna próxima ao lago Issik Kul, onde encontraram três esqueletos humanóides que teriam cada um mais de três metros de altura. As ossadas estavam adornadas por objetos de prata que pareciam ter a forma de morcegos. Os exploradores ficaram muito assustados com aquilo e decidiram manter silêncio por vários anos. Eles derreteram os objetos de prata, mas um deles foi preservado. Cientistas soviéticos que estudaram a peça disseram-se incapazes de determinar sua idade. Curioso é que lendas do país falam de uma cidade submersa naquele lago. O governador da cidade, o rei Ossounes, era uma criatura de “longas orelhas de asno”. Além disso, o lago teria sido local de fenômenos paranormais. Os primeiros relatos sobre seres gigantes do tipo datam do início dos anos 1900. Vários garotos da Geórgia, então parte do império russo, descobriram uma caverna cheia de esqueletos humanóides. Para chegar à caverna que ficava dentro de uma montanha, eles tiveram que mergulhar em um lago. Os ossos que lá encontraram pareciam pertencer a criaturas de mais de três metros de altura. George Papashvili e sua esposa relembram o incidente no livro publicado em 1925, em Nova Iorque (Anything Can Happen - St. Martin's Press). Vários anos mais tarde, ocorreu na União Soviética um episódio muito mais sinistro. A revista russa sobre fenômenos paranormais Anomalyia (edição. 04, 1992) traz um artigo assinado por Mark Shteynberg, veterano soviético da guerra no Afeganistão. Shteynberg vive hoje nos Estados Unidos, é perito em assuntos militares russos e autor de vários livros. Em meados de 1982, acompanhado pelo tenente-coronel Gennady Zverev, conduziu um treinamento de mergulho de reconhecimento a homens-rã do Turquistão e militares de outras regiões da Ásia Central. Os exercícios foram realizados no lago Issik Kul. Segundo informações da imprensa, este foi o local de testes de torpedos soviéticos poderosos, porém não muito precisos, durante os tempos da União Soviética. Hoje, supõe-se que ainda haja no Quirquistão, no lago Issik Kul, um centro russo para comunicações navais de longa distância.

No ano de 1982, data memorável para a Ufologia soviética, V. Demyanko, comandante do Serviço de Mergulho Militar das Forças de Engenharia do Ministério de Defesa da URSS, relatou de modo inesperado um evento extraordinário ocorrido durante exercícios similares em áreas militares das regiões Trans-Baikal e oeste da Sibéria. Durante o treinamento militar, os homens-rã russos encontraram misteriosos “nadadores” submarinos: seres humanóides com quase três metros de comprimento. Os "nadadores” usavam trajes muito justos de cor prateada, apesar da temperatura extremamente baixa daquelas águas. À profundidade de 50 m, aqueles “nadadores” não usavam qualquer equipamento de mergulho, a não ser capacetes circulares que encobrindo toda a cabeça. Shteynberg afirma que os comandantes militares na Sibéria decidiram capturar uma daquelas criaturas. Então, um grupo especial de sete mergulhadores, mais um comandante, foi destacado para a missão.

Já em águas profundas, quando tentaram cercar uma das criaturas com uma rede, foram todos arremessados de volta à superfície por uma força tremenda. Como o equipamento dos homens-rã não permitia uma subida tão rápida sem as paradas para descompressão, todos eles sofreram aeroembolismo, ou a doença da descompressão. O único tratamento disponível seria o confinamento em câmaras de pressão. Havia várias delas na região, mas apenas uma em condições de uso e ela comportava apenas duas pessoas. Os comandantes tentaram acomodar quatro mergulhadores na câmara e o resultado foi que três deles morreram, enquanto o outro ficou inválido. O comandante das operações foi então enviado até o lago Issik Kul para alertar os colegas sobre tentativas de capturar “nadadores”. Embora o lago Issik Kul seja menos profundo que o Baikal, a profundidade ainda seria suficiente para abrigar tais criaturas misteriosas. O alto comando soviético estava, portanto, ciente dos “nadadores” que habitavam as profundezas e emitiu ordem contra quaisquer tentativas de capturá-los. Talvez soubessem até mais sobre os habitantes submersos do Issik Kul do que o pesquisador independente Grabovsky.

Pouco tempo depois, os soldados da região militar do Turcomenistão, receberam um comunicado especial do chefe das Forças Terrestres. O documento trazia análises detalhadas dos eventos ocorridos no lago Baikal e alertava sobre conseqüentes repreensões. E era complementado por um boletim com informações do quartel-general das Forças de Engenharia do Ministério da Defesa da URSS. O boletim enumerava vários lagos de águas profundas onde houvera registros de fenômenos similares como aparição de criaturas sob as águas, entrada e saída de discos e esferas, grande luminescência, entre outros.

Mikhail Demidenko

Mikhail Demidenko, conhecido escritor russo, leu os escritos de Shteynberg em 1990 e lembrou-se de uma ocasião, em 1986, quando esteve a serviço do Sindicato dos Escritores em Irkutsk, Sibéria. O escritor passou algum tempo no lago Baikal e ouviu pescadores dizendo que, alguns anos antes, homens-rã soviéticos foram propelidos para fora do lago a alturas superiores a 10 m acima da superfície da água. Os nativos do local jamais entenderam por que os militares faziam aquilo. Demidenko pensou tratar-se daquele mesmo episódio e contatou suas fontes nos mais altos escalões do exército russo, mas não obteve sucesso. O escritor, então, conseguiu falar com o coronel da Diretoria de Logística, que tentou ajudá-lo. Dele, Demidenko soube que o assunto permanecia guardado em arquivos especiais e exigia liberação de altas patentes. Morreu em 2003, e foi um verdadeiro humanista que odiava totalitarismos de toda espécie. Foi um homem tolerante, que sobreviveu à ocupação nazista e mantinha na memória as atrocidades cometidas contra os judeus soviéticos. Foi, então, enviado pelo comando geral do exército soviético para o quartel-general da Força Aérea Chinesa. Depois, serviu ainda na Coréia do Norte durante a guerra. Mais tarde, Demidenko viajou pela China até chegar ao Tibet e, quando tornou-se autor conhecido, visitou vários países no sudeste da Ásia e na Europa. Ele recolheu material para escrever livros fascinantes, entre eles seu último: Po sledam SS v Tibet (Na Trilha da SS pelo Tibet), 1999.

Tibet

No ano de 1954, Demidenko acompanhava altos comandantes chineses e soviéticos em inspeção a tropas chinesas na província de Xinjiang (região autônoma de Uygur), e oeste do Tibet, onde o grupo passou a noite em um monastério lamanista. Ali, Demidenko encontrou um velho monge mongol que falava russo. Entre outras histórias fascinantes, o monge contou-lhe sobre as cavernas das montanhas tibetanas, onde gigantes de três metros de altura viviam adormecidos em estado de anestesia induzida. Depois disso, Demidenko ouvi relatos de que o exército chinês tinha violado essas cavernas sagradas, retirado de lá os “anfíbios gigantes adormecidos” e enforcando todos eles publicamente. Como demonstram as boas pesquisas contidas no livro de Demidenko (ele tinha boas relações com forças armadas da Ásia, Alemanha Oriental e Rússia), os nazistas que adoravam o ocultismo tinham ciência dos gigantes e das lendas sobre cidades subterrâneas no Tibet. É por isso que Hitler enviou expedições da SS ao Tibet, pois tinha certeza de que aqueles gigantes semideuses confirmariam suas teorias. E há ainda mais informações sobre os gigantes nesse livro, além de muitas outras informações históricas sobre expedições, arquivos e eventos misteriosos envolvendo os nazistas.

O Gigante de Borisoglebsk

Um grande aumento nas ocorrências ufológicas no ano de 1978 forçou a Academia Soviética de Ciências a aceitar um programa de pesquisa sobre fenômenos atmosféricos anômalos. O nome de código deste programa era SETKA-AN. O primeiro ato do programa resultou no estabelecimento do termo descritivo “fenômeno atmosférico anômalo” em detrimento da sigla proibida “UFO”. Esta censura sobre o assunto só foi suspensa no ano de 1989. O Ministério da Defesa estabeleceu um programa similar com o nome de SETKA-MO. Eduard A. Yermilov, renomado cientista russo do Instituto de Pesquisa de Ciência Radiofísica, fez parte do programa SETKA e investigou o caso de 1982 que, provavelmente, envolveu outro humanóide gigante similar. Borisoglebsk, localizada na região de Voronezh, é uma das áreas mais ativas para avistamento de UFOs, segundo A. Plaksin, perito do Ministério da Defesa da Federação Russa e ex-membro do programa SETKA. Um comissão militar especial foi criada nos anos 1980 especialmente para estudar os UFOs naquela área. Os objetos avistados e relatados por observadores militares variavam em tamanho (desde uma bola de tênis até 200 m de comprimento), velocidade de manobras (0 a 600 km/h) e altitude (0 a 20 km).

Segundo um famoso pesquisador russo de assuntos paranormais que teve contato com os documentos do SETKA, Yermilov reportou que, em 26 de maio de 1982, durante uma falha de comunicação com um MIG-21 e sua subseqüente perda, um UFO foi visto a altura de 1.500 m. Foi organizada uma operação de busca e resgate e, no dia seguinte, a equipe de busca observou uma entidade humanóide em uma clareira na floresta da região de Povorino. Na equipe estava o sargento A. A. Panyukov acompanhado de um soldado. A criatura não tinha menos que 3,5 m de altura e vestia trajes cor de prata esverdeada. Quando a entidade fugiu do local do incidente, as testemunhas oculares observaram uma explosão por trás das árvores e viram um objeto luminoso levantar vôo e desaparecer por trás delas.

Os “prateados”

O Komsomol'skaya Pravda, popular jornal russo, publicou um artigo de A. Pavlov, em sua edição de 01 de dezembro de 2000. A matéria descreve a relação íntima desenvolvida entre os militares russos da área e ufólogos, entre eles, o doutor Dvuzhilni, famoso pesquisador do caso da queda em Dalnegorsk. Entre os documentos fornecidos aos ufólogos locais pelo comandante do Distrito de Defesa Aérea do Extremo Oriente há páginas relacionadas a um caso muito interessante ocorrido em 1990. Uma junta militar foi enviada às pressas ao acampamento de Timofeyevka depois de um alarme disparado pelo tiro de advertência de um sentinela. O soldado tinha visto dois seres vestidos de roupas prateadas. Eles tinham cerca de 2,5 m de altura e aproximavam-se vindos de um bosque de carvalhos. Logo em seguida ao tiro de advertência, os “prateados” fugiram imediatamente. O solo estava molhado por uma chuva recente e os oficiais da contra-inteligência russa, que chegaram ao local, encontraram grandes pegadas de “pés” enormes e sem forma.

Mais “nadadores”

Durante vários anos, B. Borovikov caçou tubarões no Mar Negro até que algo aconteceu e pôs um fim em seu esporte. Quando mergulhava na região de Anapa, desceu a oito metros de profundidade e viu dois seres gigantes subindo em direção à superfície. Tinham cor leitosa, feição humanóide e algo parecido com rabo de peixe. A criatura à frente percebeu a presença de Borovikov e parou. Ela tinha grandes olhos que mais pareciam óculos. A outra criatura também se aproximou enquanto a primeira acenava com a mão na direção do mergulhador. A mão era realmente uma mão com membranas. Então, as duas criaturas acercaram-se de Borokivov e ficaram paradas muito próximas a ele. Depois se viraram e foram embora, nadando. Esta experiência de Borovikov foi publicada em XX vek: khronika neobjasnimogo (Século XX: Relatos do Inexplicável - Moscou, 1996). No início dos anos 1990, D. Povaliyayev voava de asa delta sobre Kavgolov, região de Leningrado. Lá há alguns lagos e, em um deles, Povaliyayev notou a presença de três “peixes” gigantes. Ao descer um pouco, pôde distinguir “nadadores” em trajes cor de prata. Ele menciona o episódio em seu livro chamado Gollandets (O Holandês Voador - 1995). Houve muitos avistamentos de UFOs naquela área.

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