Aproveitamento tecnológico do Caso Roswell
O coronel aposentado do Exército dos Estados Unidos Philip J. Corso traz revelações incríveis sobre o fato ufológico mais polêmico de todos os tempos, o Caso Roswell. Segundo ele, o Governo norte-americano guarda, até hoje, informações cruciais sobre aquela que seria a mais importante queda em nosso planeta de um veículo de origem não terrestre. Muitos dos avanços tecnológicos dos Estados Unidos são provenientes de análises de naves alienígenas, por exemplo, o chip de computador. De acordo com o oficial, o elemento originou de um componente encontrado dentro da nave acidentada em Roswell.
Mensagem do Editor: A profundidade dos casos registrados na Amazônia
O editor da Revista UFO A. J. Gevaerd faz uma análise crítica sobre o programa Linha Direta da Rede Globo, que foi um show sem precedentes ao mostrar de maneira abrangente e realista a gravíssima manifestação do fenômeno chupa-chupa no litoral do Pará. Porém, Gevaerd questiona principalmente a fragilidade dos argumentos dos céticos quanto ao Fenômeno UFO, evidente no documentário, que não explicaram porque desperdiçam tamanha quantidade de material investigativo existente na Amazônia.
Amazônia – Campo de experimento alienígena
A Revista UFO traz uma investigação detalhada sobre a Operação Prato e os relatos de testemunhas que foram perseguidas, ameaçadas e traumatizadas tanto pela ação dos militares quanto dos seres extraterrestres. Não seria exagero dizer que tal manifestação foi a maior e mais clara indicação de hostilidade que humanos já receberam, até hoje, de nossos visitantes exógenos.
Na selva, UFOs deslumbram e amedrontam com seus vôos rasantes e ataques impiedosos
A médica Wellaide Cecim Carvalho descreve como foram suas experiências na Amazônia. Ela foi a principal responsável pelos atendimentos às vítimas das luzes vampiras ou chupa-chupa, que eram encaminhadas para a Unidade de Saúde da Ilha de Colares, em 1977. Segundo ela, os ataques tinham como objetivo extrair o sangue das vítimas, todas sem exceção haviam perdido entre 25 e 30% após as ocorrências. Todos os envolvidos no caso como médicos, jornalistas, testemunhas e pesquisadores sofreram pressão dos militares que participavam da Operação Prato, missão organizada pela Aeronáutica para pesquisar o fenômeno na região. Eles pretendiam incutir na mente da população da localidade que tais acontecimentos não passavam de delírios ou alucinações coletivas, fatos que foram desmascarados pelo coronel Uyrangê Hollanda, em uma entrevista concedida a Revista UFO, no ano de 1996.
Entrevista: Ainda há muito a se pesquisar no Pará
A Revista UFO apresenta uma entrevista exclusiva com Daniel Rebisso Giese, o primeiro ufólogo a desenvolver um trabalho sobre o fenômeno chupa-chupa, o livro Vampiros Extraterrestres na Amazônia, lançado em 1991 e que será, em breve, reeditado pela Coleção Biblioteca UFO. Em suas pesquisas, Rebisso apurou que foram vários os tipos de objetos presentes na área durante a fase dos ataques alienígenas.
Jornalistas que acompanharam os fatos na Amazônia foram ameaçados pelos militares
Carlos Mendes, repórter de O Liberal e autor de dezenas de textos sobre o chupa-chupa, fala sobre a pressão que sofreu dos oficiais da Operação Prato, na época dos fenômenos na Amazônia. De acordo com ele, todos os profissionais da comunicação foram perseguidos e impedidos de revelar informações sobre o que realmente estava acontecendo na Ilha de Colares.
Wellaide Cecim, a médica que atendeu os pacientes, descreve o fenômeno
Wellaide descreve sua impressionante experiência, tanto como médica como testemunha do fenômeno. Ela atendeu inúmeras pessoas vítimas dos ataques e fala sobre aquele que mais lhe impressionou, a de uma senhora que teve parte de seu corpo queimado.