| Carta de Brasília Ao final do I Fórum Mundial de Brasília, de 07 a 14 de dezembro de 1997, foi redigida a Carta de Brasília, um documento em que os ufólogos dão como certa a existência de discos voadores e sua origem extraterrestre, bem como sua atividade no planeta Terra desde os primórdios da humanidade. Nesta Carta, os participantes do fórum afirmam ter conhecimento dos programas secretos do Governo brasileiro de pesquisa de objetos voadores não identificados e solicitam a abertura ao público dos arquivos oficiais brasileiros sobre o tema. Conheça os termos da Carta de Brasília: Brasília (DF), Brasil, 14 de dezembro de 1997. Os ufólogos brasileiros e estrangeiros, de 19 nações (*), de todos os continentes, reunidos no Primeiro Fórum Mundial de Ufologia, no período de 07 a 14 de dezembro de 1997, no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, Parlamundi da LBV, em Brasília, Brasil, vêm à presença do Ministro da Aeronáutica Brasileira apresentar os seguintes fatos: 1. Que é de conhecimento geral que o Fenômeno UFO, representado pelas constantes visitas de veículos espaciais ao nosso Planeta Terra, é genuíno e assim tem sido confirmado independentemente por ufólogos civis e autoridades militares de todo o mundo, nos últimos 50 anos. 2. Que tal fenômeno já teve sua origem plenamente identificada como sendo extraterrestre e que os veículos que nos visitam tão insistentemente provêm de civilizações tecnologicamente mais avançadas que a nossa, mas que coexistem conosco no Universo. 3. Que tais civilizações encontram-se num processo contínuo de aproximação da Terra e de nossa civilização planetária. Igualmente, essas civilizações, em suas manobras, na maioria absoluta das vezes, não demonstram hostilidade para conosco. 4. Que as visitas de tais civilizações extraterrestres à Terra têm aumentado, gradativamente, nos últimos anos, segundo comprovam as estatísticas nacionais e internacionais, tanto em quantidade quanto em profundidade e intensidade. 5. Que é urgente que se estabeleça
um programa oficial de conhecimento, pesquisa e respectiva divulgação
pública do assunto, de forma a esclarecer a população
brasileira a respeito da inegável e cada vez mais crescente
presença extraterrestre na Terra. Assim, considerando atitudes assumidas
em vários momentos da História, por países
que já reconheceram a extensão do problema, como
por exemplo o Chile, há algumas semanas, respeitosamente
recomendamos que o Ministério da Aeronáutica da República
Federativa do Brasil, ou algum de seus organismos, a partir deste
instante, formule uma política apropriada para se discutir
o assunto, nos ambientes, formatos e níveis considerados
necessários. (a) a Operação Prato, conduzida pelo Primeiro Comando Aéreo Regional (Comar), de Belém (PA), entre setembro e dezembro de 1977, que resultou em volumoso compêndio que documentou com mais de 500 fotografias e inúmeros filmes a movimentação de UFOs sobre a Região Amazônica, da forma como foi confirmado pelo coronel Uyrangê Bolívar Soares de Hollanda Lima; (b) a maciça casuística ufológica ocorrida em maio de 1986, sobre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros, em que mais de 20 objetos voadores não identificados foram observados, radarizados e perseguidos por caças a jato de nossa valorosa Força Aérea, segundo afirmou o próprio ministro da Aeronáutica à época, brigadeiro Octávio Moreira Lima. Absolutamente conscientes de que nossas
autoridades civis e militares jamais se descuidaram da situação,
que tem sido monitorada com maior ou menor grau de interação
ao longo das últimas décadas, sempre no interesse
da segurança nacional, julgamos que a tomada da providência
acima referida solidificará o início de uma próspera
e proveitosa parceria. Comissão Brasileira de Ufólogos
(CBU) Ademar José Gevaerd (coordenador), Claudeir Covo, Marco Antonio Petit, Rafael Cury, Reginaldo de Athayde,
Ademar Eugênio de Mello (SP) Comunidade Ufológica Internacional Alexandr Balandine (Rússia)
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