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Untitled Document
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A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO
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As perguntas mais comuns feitas aos pesquisadores do Fenômeno UFO são: O que é preciso para se tornar um ufólogo? E como fazer para montar um grupo de pesquisas? Antes de mais nada, é necessário dizer que praticar Ufologia é coisa séria e não um hobby. Além disso, o interesse pela matéria deve ser algo profundamente arraigado no caráter do indivíduo que se dispõe a fazê-lo. A curiosidade serve para estimular o surgimento de uma atração maior e mais responsável para a investigação da presença extraterrestre em nosso planeta, mas é essa responsabilidade que se espera de quem se lança no setor.
Ademais, o candidato a ufólogo precisa estar ciente de que o objeto de seu estudo é de tal envergadura e seriedade que pode – e certamente irá – mudar em boa parte sua forma de pensar e reagir às questões cotidianas. Ciência, religião, política, história, vida etc são algumas das áreas em que o pesquisador do Fenômeno UFO verá suas idéias serem modificadas gradualmente, na medida em que avança no conhecimento da Ufologia. Quanto mais profundamente se dedicar à ela, mais diferente verá o mundo à sua volta. Isso é inevitável e se não ocorrer, a Ufologia não lhe tocou. |
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Perguntas freqüentes |
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Para tratar dessas questões e tentar responder da maneira mais adequada às perguntas acima, a Revista UFO convocou duas pessoas com farta bagagem e conhecimento sobre o assunto. Para a indagação: o que é preciso para se tornar um ufólogo?, nossa consultora Elaine Villela, psicóloga de Niterói (RJ), estudiosa do Fenômeno UFO e conferencista renomada, colheu e compilou uma série de manifestações, considerações e dissertações a respeito, feitas por ufólogos veteranos ou não, de todo o Brasil. Tais afirmações foram divulgadas em de nossa lista de discussões ufológicas na internet, a Revista UFO Online. Aos integrantes desse fórum foi formulada a pergunta de maneira aberta e as respostas foram analisadas e concatenadas por Elaine, representando um forte subsídio para aqueles que manifestam interesse em tornarem-se pesquisadores das manifestações ufológicas. |
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E para responder à segunda questão, como estabelecer um grupo de pesquisas ufológicas, a publicação convocou outro estudioso do assunto, o jurista André Luiz de Albuquerque Moreira, mineiro de Montes Claros (MG), que tem vasta experiência jurídica na fundação de firmas e entidades. Moreira fez uma extensa e cuidadosa pesquisa e elaborou um texto que explica como criar uma organização para realizar pesquisas nessa área no Brasil. Ele apresenta desde os passos mais básicos até os mais complicados. Infelizmente, a maioria dos grupos ufológicos em nosso país simplesmente desconhece que é relativamente fácil funcionar legalmente e que simples providências podem ser tomadas para tal, resultando em grandes benefícios para os mesmos. Moreira mostra como fazê-lo e porque fazê-lo. |
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