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ARTIGO

Por Carl Nally

Abduções e estados alterados de consciência

Não seria a nossa incompleta visão do mundo ao redor, limitada aos cinco sentidos humanos, nem sempre totalmente funcionais, o que nos impede de entender com maior clareza a presença alienígena na Terra? Estados alterados de consciência produziriam uma reversão nisso?

Categoria: ABDUÇÕES | CETICISMO | CONTATISMO | TESTEMUNHOS | XAMANISMO

Por volta das 14:00 de um sábado de céu claro em 1955, Jimmy O’Toole, de Artane, norte de Dublin, viveu sua própria experiência ufológica enquanto morava em Hull, na Inglaterra. Depois de voltar para casa após o turno de trabalho na fábrica, estava sentado em sua cama, olhando pela janela, quando percebeu “alguns mísseis” cruzando o céu, como se referiu a tais artefatos. Eles voavam como se disparassem e depois interrompessem a trajetória, deliberadamente.

 

Depois de observar o espetáculo por talvez oito ou 10 minutos, O’Toole desceu ao andar de baixo da casa e saiu para o jardim para ter uma visão melhor.Momentos depois, retornou à casa para contar o que tinha visto aos familiares — a reação de todos foi de brincadeira, relembrando os contos de fada irlandeses, tratando-o como se fosse um louco. O’Toole ficou muito encabulado e jamais voltou a falar de sua experiência em mais de 40 anos.

O primeiro objeto avistado por ele tinha o tamanho de uma moeda de dois centavos erguida à distância de um braço, e sua superfície brilhava ao Sol. Havia meia dúzia de objetos não identificados, ou talvez oito, disparando pelo céu em todas as direções. Tais avistamentos de múltiplos artefatos eram muito raros naqueles dias. A experiência que O’Toole nos relata, tantos anos depois, ilustra dois pontos. O primeiro é que avistamentos de UFOs, mesmo quando os objetos permanecem a uma distância considerável da testemunha, deixam nela sua marca — os efeitos de um avistamento podem perdurar por toda a vida da testemunha.

Ceticismo prejudicial

O segundo ponto é que a postura negativa da sociedade diante dos UFOs ao longo dos anos fez com que muitas pessoas relutassem em vir a público para falar de suas experiências. A linguagem ufológica agora chama estas pessoas de experienciadores. Este é um termo abrangente para aqueles que alegam terem sido abduzidos por alienígenas, aqueles que tenham tido contatos positivos com várias entidades ou ainda experimentado lapsos temporais etc. Muitas pessoas têm surgido ao longo dos anos para relatar seus contatos ufológicos aos pesquisadores, fatos relacionados a eventos bizarros que de repente começaram a interferir em suas vidas. Será que todas estas experiências podem ser explicadas em termos psicológicos? Ou será que outros fatores externos, talvez uma inteligência extraterrestre, sejam os responsáveis por isso?

 

 

crédito: LUCA OLEASTRI
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