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ARTIGO

Por Lalla Barreto

Colares comemora os 40 anos da Operação Prato com grande evento

Com palestras e muita confraternização, a pequena e acolhedora ilha de Colares, no litoral fluvial do Pará, realizou em novembro um evento para mostrar ao país como ocorreu a maior missão militar da história para investigação do Fenômeno UFO e quem foi seu comandante, o coronel Uyrangê Hollanda.

Categoria: ATAQUES EXTRATERRESTRES | AVISTAMENTOS | COMISSÃO BRASILEIRA DE UFÓLOGOS (CBU) | CONTATISMO | OPERAÇÃO PRATO

Quatro décadas se passaram desde que extraordinários eventos ufológicos foram registrados nos estados da Região Norte do país a partir de meados dos anos 70. O que viria a acontecer naquele período, e que hoje é bem conhecido, foi antecipado pelo Caso Barroso, ocorrido no Ceará, em 1976, e pelo Caso da Ilha dos Caranguejos, no Maranhão, em 1977. As testemunhas desses dois episódios relataram terem sido atacadas por luzes não identificadas que se comportavam de forma muito agressiva, coisa raramente vista na história da Ufologia Mundial.

 

No caso do comerciante Luis Barroso Fernandes, registrado em 03 de abril de 1976, em Quixadá, um impressionante ataque cometido por um raio de luz o deixou com uma espécie desconhecida de doença que o confinou em uma cama pelo resto de seus dias. Mais estranhamente ainda, o homem foi regredido até a infância, dado como tendo dois ou três anos de idade mental ao fim do processo, quando já era septuagenário. Já no Caso da Ilha dos Caranguejos, ocorrido na madrugada de 25 de abril de 1977, no litoral do Maranhão, os pescadores Apolinário, Firmino e José Corrêa, todos irmãos, juntamente com o cunhado Aureliano Bispo Álves foram atacados por uma luz misteriosa enquanto dormiam em seu barco, o Maria Rosa — um deles acabou morrendo em decorrência do fato. Estes casos icônicos da Ufologia Brasileira foram exaustivamente pesquisados e trazidos à tona na Revista UFO. 

 

Mas os ataques de luzes insólitas se multiplicaram conforme os fatos iam ocorrendo mais para oeste da Região Norte, concentrando-se na ilha de Colares, no Pará, e atingindo também as localidades vizinhas de Vigia de Nazaré, Santo Antonio do Tauá, Ananindeua, Mosqueiro, Vizeu, Castanhal e até mesmo Belém, a capital, só para citar algumas. Os ataques aumentaram gradualmente em 1976 e no primeiro semestre de 1977 já se tornavam insuportáveis. Naquelas regiões paraenses, a presença cotidiana das luzes, chamadas de “vampiras”, “aparelhos” ou “chupa-chupa” pela população, foi duplicada com a presença de naves discoides e outros objetos desconhecidos. O fato destes artefatos serem observados sobretudo no céu e terem um comportamento que evidenciava uma tecnologia muito superior e inexistente na época, como ainda hoje, levou à convicção de que eram de origem extraterrestre.

 

Ponto convergência dos ataques

 

Aos poucos, os ataques que já vinham acontecendo nos estados vizinhos se multiplicaram e se concentraram no Pará, tendo Colares como ponto de convergência, onde os objetos passaram agredir não só pessoas individualmente, mas também grupos da população.

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