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ARTIGO

Por Luiz Vieira de Matos

Corumbá: Uma cidade pantaneira com intensa atividade ufológica

Por todo o mundo há registros de ocorrências ufológicas que normalmente se perdem com o tempo ou ficam restritas a pequenas comunidades. É importante que se tente resgatar esses casos e que se possa estudá-los o quanto for possível, pois, talvez em alguns deles, possamos encontrar as respostas que tanto buscamos.

Categoria: CASUÍSTICA | MISTICISMO | RELATOS | TESTEMUNHOS | UFOs NO PANTANAL
crédito: EDITORIA DE ARTE
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Observações de naves alienígenas e sondas ufológicas são comuns por quase todo o Pantanal
SAIBA MAIS
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A incidência de casos ufológicos em nosso país é muito maior do que podemos imaginar, mas devido ao tamanho de nosso território e ao número restrito de pesquisadores, a maioria deles não chega ao conhecimento público. Além disso, muitos eventos ligados ao Fenômeno UFO são confundidos com lendas e histórias folclóricas, muitas vezes regionais, e as pessoas não levam os relatos a sério. A vasta região do Pantanal não é exceção e, além de suas belezas, guarda também muitos segredos.

Corumbá é a capital do Pantanal, uma cidade do Mato Grosso do Sul plantada à beira do Rio Paraguai e que faz fronteira terrestre e fluvial com Puerto Quijarro, na Bolívia. Os seus cerca de 110 mil habitantes vivem longe do restante do país, devido à isolada localização geográfica do município. O Rio Paraguai, sobre o qual Corumbá está debruçada, nasce na Serra do Arapoé, no vizinho Mato Grosso, e é alimentado por grandes lagoas do interior e por seus 26 afluentes. Na estação das chuvas, as águas sobem provocando enchentes, alagando as margens do rio e planícies adjacentes, transformando toda a região no que é historicamente conhecido como o Mar de Xaraés.

Funcionando apenas como um local de origem ou de chegada, Corumbá não tem o movimento oriundo da passagem de viajantes e por isso não usufrui dos benefícios econômicos que tal movimento poderia lhe fornecer — é uma cidade onde os passantes são raros e a maioria daqueles que chegam são pescadores desportivos que, de imediato, são levados para bordo dos barcos-hotel e partem rio afora. Talvez devido a esse isolamento, várias passagens da história de Corumbá não são do conhecimento de muitos brasileiros. Existem episódios cheios de significado e dignos de serem contados, que desde sempre se encontram no limbo do esquecimento. Levá-los até o conhecimento de todos, nas breves linhas que se seguem, é uma obrigação.

O contexto histórico

O primeiro homem branco a chegar à região foi o português Aleixo Garcia, em 1524, pelo Rio Paraguai. Mais de 250 anos depois, em 1778, foi fundado o Arraial de Nossa Senhora de Conceição de Albuquerque pelo sargento-mor Marcelino Camponês, a mando do capitão-general Luis de Albuquerque, ambos também portugueses. Durante a guerra com o Paraguai, entre 1864 e 1870, a cidade passou a ser denominada Freguesia de Santa Cruz de Corumbá. Finalmente, em 1878, obteve-se o estatuto de cidade, com o nome de Corumbá, encontrando-se inserida em uma região cuja área é de 64.980 km², por onde se espraia a maior parte do Pantanal brasileiro.

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