Revista UFO - Portal da Ufologia Brasileira - A mais antiga revista sobre discos voadores do mundo

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Vasculhando alguns documentos públicos no site do Arquivo Nacional, encontrei esse caso bem interessante e preocupante.

 

O caso ocorreu sobre Quixadá, no Ceará, no dia 24 de janeiro de 2014, às 12h10.

 

Três aeronaves observaram uma luz branca de tamanho médio/grande a uma velocidade supersônica, fazendo movimentos em zigue-zague. No relatório enviado ao Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), Fernando Santos e Abraão Farias,  pilotos dos voos prefixos ONE6372 e PRXVA, respectivamente, aproximavam-se de Fortaleza, quando avistaram o OVNI. Além deles, um outro avião, o de prefixo GLO9109, teve que efetuar uma manobra evasiva para não colidir com o objeto, mesmo procedimento realizado por Abraão Farias, piloto do PRXVA, que visualizou o objeto, declarando ser de cor branca. O objeto teria chegado a 91 metros e distância de sua aeronave. Tanto o ONE6372 quanto o GLO9109, detectaram o OVNI através do TCAS, que é o Sistema Anticolisão de Bordo.

 

Este relato ilustra um dado preocupante e muito perigoso. O nosso espaço aéreo está carregadíssimos com os milhares de voos, que sobrecarregam os controladores de tráfego aéreo e que vivem sob grande pressão diariamente. A presença de objetos voadores não identificados, que muitas vezes são invisíveis nas telas de radar em terra ou no ar, torna o risco de uma colisão cada vez maior. A velocidade do objeto seria supersônica, ou seja, dificilmente se poderia evitar um acidente sem o TCAS ou até mesmo com ele, caso não se tivesse tempo de reação. O que fazer? Como as autoridades se debruçam sobre esses fatos? Acho que somente após algo de pior acontecer é que as atenções serão voltadas para esse problema.

 

 

Sobre o documento, ele está disponível a qualquer pessoa no site do Arquivos Nacional, assim como outros milhares. É importante ressaltar que esses documentos são de propriedade pública e que nenhuma pessoa, principalmente ufólogos, tem o direito de manter para si documentos originais sobre o fenômeno ufológico no país. Eles devem ser estar disponibilizados gratuitamente para toda a sociedade. 

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Do dia 3 a 5 de julho acontecerá em Roswell, Novo México, EUA, o Roswell, New Mexico UFO Festival.

 

Como o nome já diz, é um festival relacionado ao tema ufologia, principalmente ligado aos eventos ocorridos naquela cidade em julho de 1947, quando um UFO caiu e foi resgatado pelos militares norte-americanos.

 

Este é um evento anual que conta com várias atividades como corridas de 5k e 10k, concurso de fantasias, planetário, além de palestras de grandes pesquisadores e abduzidos. Para se ter uma idéia do “casting” de palestrantes, estão confirmados Stanton Friedman, Derrel Sims, Alejandro Rojas, Peter Robbins, Tom Carey, Don Schmitt, Travis Walton e etc. Em 2016 estou planejando estar lá, seja como palestrante, seja como turista.

 

Mas bem, o que quero na verdade é desabafar. Nós temos um caso tão ou mais incrível do que Roswell aqui no Brasil: o Caso Varginha. Roswell aconteceu há mais de 60 anos e só foi “descoberto” após 25 anos. Varginha foi descoberto no dia seguinte! Ocorreu em 1996, ou seja, há 19 anos. Qual a probabilidade de ainda se encontrar uma testemunha direta, inédita e viva do Caso Roswell? E do Caso Varginha? Não dá para se comparar.

 

Pois bem, tendo isso exposto, pergunto, onde está o Governo de Minas Gerais, Secretaria de Turismo, Prefeitura de Varginha, e empresários que ainda não vislumbraram o potencial turístico e econômico que um festival como o de Roswell traria para a cidade de Varginha e para o Estado de Minas Gerais? Será que é tão difícil algo assim ser realizado?

 

E faço uma mea culpa como pesquisador brasileiro, membro da Comissão Brasileira de Ufólogos e coeditor da Revista UFO. Por que nós não realizamos um evento naquela cidade, para comemorar evento tão significativo para a ufologia nacional? Sei que para se realizar um evento ufológico é necessário um esforço tremendo para levantar verbas, trazer palestrantes, alugar espaços e no fim tudo pelo menos se pagar. Mas que tal começarmos isso? Será que alguém já foi a Varginha ver se os empresários não estariam interessados em patrocinar um evento que movimentaria o turismo e economia da cidade? Uma semana de eventos ufológicos? Palestras com grandes pesquisadores brasileiros, um estrangeiro (se muito), atividades para a população, ações sociais (doação de sangue, cestas básicas, roupas, qualquer coisa assim); enfim, copiar mesmo o que é feito no New Mexico UFO Festival. Não há no mundo povo que saiba fazer entretenimento como os norte-americanos. Nisso eles são imbatíveis, mas podemos copiá-los, por que não?

 

Eu acho um evento como esse chamaria a atenção da mídia para a nossa pesquisa, séria, como ela deve ser. Creio que teríamos o apoio dos empresários da cidade, pois traria turistas para a sua cidade.

 

 

Para quem quiser morrer de vontade de ver algo assim em Varginha, eis o link do que acontece em Roswell: http://www.ufofestivalroswell.com/

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O

A pergunta que todos fazem agora é: o que muda na ufologia após o episódio Kodachrome?

 

Na minha humilde opinião muda tudo. Essa história ainda terá mais alguns capítulos, pois por mais que se tenha quase certeza de que a criatura seja uma criança indígena mumificada, ainda resta aquele fio de esperança dentro dos corações dos ufólogos mais apaixonados.

 

Jaime Maussan está sendo criticado e bombardeado dentro e fora da comunidade ufológica mundial. Jaime já em seu currículo algumas farsas já confirmadas, mas que ele ainda acredita que sejam evidências reais. Não estou aqui afirmando que ele sabia ou não que se tratavam de embustes, mas como já escreveu o Gevaerd, ou ele é ingênuo ou então é muito mal assessorado. Pode ser ambas as coisas, ou nenhuma delas.

 

De qualquer forma a ufologia foi atingida de forma violenta e quase letal. Isso porque fez-se em torno da divulgação de uma evidência incontestável um verdadeiro circo e criou-se uma expectativa nunca (ou quase) vista antes. Desde novembro, quando se falou abertamente sobre o assunto, isso não sai da cabeça de qualquer pessoa interessada no fenômeno ufológico. Era algo que estava ligado a um evento verdadeiro, que foi a queda de um UFO na cidade de Roswell, no Novo México, EUA, em 1947. Se falava aos quatro ventos que essa era a prova cabal, a evidência final, ou como dizem os americanos, “The smoking gun”. A decepção, como já é sabida, foi enorme. Menos de 24 horas após a divulgação das imagens dos slides Kodachrome, já haviam dezenas de imagens e relatos que evidenciariam a fraude. O pior: cada das 6 mil pessoas que estavam no auditório na Cidade do México para assistir in loco as foto pagaram 20 dólares. Hoje pergunta-se se Jaime irá reembolsar essas pessoas.

 

Como eu disse, essa foi uma punhalada próximo ao coração da ufologia. Houve até pedido de desculpas pública de Anthony Bragalia, um dos que mais apoiou Maussan. Ele reconheceu que o ser era na verdade uma criança indígena norte-americana mumificada. A ferida está aberta. Eu fico pensando o que se passa na cabeça dos governos mundiais que escondem as informações de nós ufólogos: “para que nos preocupar com esses caras se eles mesmos se descreditam?”.

 

Vejam pelo lado de quem teve um avistamento ou um contato real com um alienígena ou com um disco voador. Você acha que essa pessoa virá à público contar sua fantástica experiência para correr o risco de ser ridicularizada pela sociedade? Ela confiará nos ufólogos? Claro que não. E ai quantas evidências que poderiam mudar o mundo cairão no esquecimento ou jamais serão reveladas?

 

O que mudou na ufologia? Tudo! Não podemos mais engolir qualquer coisa. Não estou dizendo apenas o público, mas também nós ufólogos. Não podemos ser hipócritas! Nós, ufólogos, muitas vezes tapamos o sol com a peneira ou fazemos vistas grossas para colegas que usam a ufologia para se promover, para vender livros, vender óleos curandeiros, para vender fotos de alienígenas e UFOs. E isso ocorre em todo o mundo. A ufologia não pode ficar em evidência a qualquer custo, ela tem que ser séria, conduzida por pessoas sérias. Só assim seremos levados a sério e  traremos “problemas” para aqueles que querem acobertar as evidências. Temos que cortar na própria carne? Sim, temos. Vai doer, mas depois cicatriza. Eu acho que essa seria a oportunidade para a ufologia mundial, ou no mínimo, a brasileira, de tomar um novo rumo.

 

Gostei do que escreveu o Anthony Bragalia em seu pedido de desculpas: “Aprendi muito sobre mim e as coisas que eu tenho que mudar para ser um pesquisador melhor. Eu tenho que ser menos crente em tudo, mais discernente e menos acusador contra aqueles com os quais eu discordo”. E nós?

 

Estou escrevendo um artigo para a Revista UFO sobre esse episódio, onde apresentarei os dois lados da história, além de informações importantes. Para este artigo também realizei uma entrevista via Skype com Jaime Maussan, onde ele expõe suas idéias, conclusões e defesas.

 

Não percam!

 

 

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E finalmente foram divulgadas as imagens do filme “kodachrome” que mostraria o corpo de um ser extraterrestre encontrado no local da Queda do UFO de Roswell, em 1947.

 

Fez-se um grade estardalhaço, um grande alvoroço, a mídia de todo o mundo aguardando com expectativa as fotos. A comunidade ufológica mundial ansiosa para ter em mãos, finalmente, as provas que precisávamos para derrubar de uma vez por todas os muros do sigilo e acobertamento por parte dos governos de que estamos sendo visitados por seres extraterrestres; e neste caso para provar de forma irrefutável que o exército dos EUA resgatou um UFO acidentado e acobertou todo o caso.

 

Mas infelizmente para a surpresa de todos nós, mais uma vez fomos frustrados. O que é mostrado, na minha opinião, não passa de um feto, uma múmia de uma criança. Pode ser qualquer coisa, menos um alienígena. Não adianta virem especialistas dizer que o material da foto é de 1947, que o vestido de uma moça que aparece nas imagens bate com os utilizados em 1947. Isso não prova nada! Sem falar que as imagens são de baixíssima qualidade.

 

 

Isso tudo me faz lembrar de dois vídeos, duas autópsias de extraterrestres, o famoso vídeo de Ray Santilly e o da queda e depois autópsia de um alienígena na Rússia. Quem ganha com isso? Eu não sei, mas quem perde certamente é a ufologia.

 

As imagens: http://www.examiner.com/article/photos-released-of-alien-body-found-at-1947-roswell-ufo-crash

 

As comparações: http://www.blueblurrylines.com/2015/03/is-this-mummy-famous-alien-in-roswell.html?Similarities&m=1

 

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Na sexta-feira, quando li pela primeira vez a “bomba” sobre a descoberta da abdução do Gevaerd, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi: “como assim? Pirou de vez!”. Pensei que por estar passando por um trauma tão grande, ele tinha enlouquecido de vez, ou pior, estava à procura de atenção. O Geva NUNCA viu um OVNI, e sempre deixou isso claro. O fato de ser sempre centrado, sério e principalmente, afirmar que, sendo o editor da mais antiga publicação ufológica em atividade do mundo e ser um pesquisador reconhecido mundialmente, nunca viu um disco voador, lhe dava uma credibilidade inclusive entre seus “opositores”. Depois dessa bomba...


Bem depois da bomba recebi ligações de várias pessoas, todas elas preocupadas com essa descoberta, não pelo fato de uma pessoa ter sido abduzida e depois se lembrar, mas pelo fato de ser Ademar J. Gevaerd, que até pouco tempo atrás nunca tinha visto um OVNI, que batia forte em charlatões da ufologia e combatia quem quer que fosse que tentasse se aproveitar do fenômeno para se auto promover. Muitos me falaram que ele estaria se jogando na fossa comum de pessoas como Carlos Paz, Urandir e etc. Alguns disseram que ele podia estar “carente” devido à morte da Daniela; e que essa seria uma forma de ter a atenção e preencher um vazio impreenchível. Confesso que também pensei em tudo isso.

Na noite de sexta, após ler um email, liguei para o Dr. Luciano Stancka. Conversamos por quase uma hora sobre tudo isso. Ele me deu explicações profissionais sobre regressão hipnótica, sobre os fatores que poderiam levar o Geva a ter essa atitude e até mesmo sobre a veracidade do fato. Eu já li muito sobre hipnose regressiva aplicada ao fenômeno da abdução. Já entrevistei para a UFO e conversei com muitos pesquisadores desse fenômeno, mas mesmo assim não me sinto inapto para fazer qualquer julgamento à sessão conduzida pela Gilda Moura. O que eu sempre digo quando é feita uma regressão, é que o hipnólogo pode acrescentar o que quiser na memória da pessoa, ele pode conduzir à pessoa a acreditar ou não que foi abduzida. E outra, a cabeça do Gevaerd gira 24 horas por dia em torno da ufologia, ou seja, estaria contaminada com algo que pratica por mais de 30 anos. Ele seria isento de tudo isso? Suas memórias não estariam pré-dispostas? O mundialmente renomado pesquisador Dr. David Jacobs, afirma em seu site (http://www.ufoabduction.com/hypnosis3.htm) que “Therefore, once you have decided to explore your situation, you should avoid reading UFO books or talking with abductees about their UFO experiences. It is important to your own sense of the real and the imaginary that you are able, ten years from now, to know that a particular set of details emerged from your own experience and was not something you picked up in a conversation or letter from someone else”, ou seja, resumidamente, que se você quiser se submeter a uma sessão de regressão hipnótica, deve ficar longe de livros sobre o fenômeno ou conversar com abduzidos sobre suas experiências. Estamos perto do III Forum Mundial de Contatados…o que mais dizer?

Troquei algumas mensagens com alguns colegas que se mostraram preocupados com as afirmações do Geva. Não estou afirmando que eles não acreditem na abdução do Gevaerd, mas que era algo bem estranho. Lembrando, o Geva sempre disse que NUNCA tinha visto um disco voador. Me preocupei com tudo isso. Conversei com o Gevaerd por mensagens, dizendo que estaria ao seu lado, como sempre, mas que ele não “embarcasse” nisso. Eu juntei alguns amigos em comum e disse que teríamos que fazer alguma coisa. O Gevaerd poderia estar dando um enorme tiro (de canhão) no pé. Estaria indo contra tudo o que ele combateu contra os “Urandires” da vida. A sua credibilidade, assim como a da ufologia nacional, iria para o ralo. Esse foi meu pensamento. Alguns de nós entraram em contato com ele e o alertamos, mas o Gevaerd quando quer algo, ele vai fundo, até o fim, como ele mesmo escreveu.

Foi então que o Gevaerd postou um novo email contando com mais detalhes a sua regressão, os sonhos que ele tinha tido. Algo que ele tinha guardado por anos. Eu ainda achava tudo isso muito estranho, um misto de delírio com aproveitar o momento no qual ele está passando. O Gevaerd disse que já tinha tentado resgatar suas memórias em outras oportunidades, com Gilda Moura, Budd Hopkins, John Mack e Hellen Billings, mas que nada foi recobrado; ele nem tinha conseguido entrar em transe profundo. MAS, quando li o seguinte trecho do email do Gevared que diz : “Ele (Budd Hopkins) disse que havia um bloqueio às memórias da experiência e tudo o que consegui com ele em três horas de tentativa foi me lembrar exatamente da mesma coisa que lembrava antes, ou seja, de que tudo não passava de um ‘sonho estranho”, deu um estalo na minha cabeça. E se o pós-trauma ocasionado pela fatídica desencarnação da Daniela tivesse desbloqueado, de alguma forma ou maneira, essas memórias? Será que a mente do Geva “pirou” e fez com que o que estava guardado (contra ou não a sua vontade) fosse liberado? Com isso em mente corri para meus livros. Passei o final de semana inteiro buscando em alguma referência bibliográfica algo que sustentasse essa possibilidade, pois eu já li em artigos que sim, que um grande pós-trauma, poderia funcionar como chave para abrir um cadeado. E nem estou levando em consideração, o que poderia ou não ser coincidência, o fato de que a “validade” desse bloqueio tenha terminado e que qualquer regressão pudesse trazer as memórias à tona.

Procurando, encontrei um artigo publicado na Internet, um trabalho feito por Richard J. McNally, doutor em psicologia, do Departamento de Psiclogia da Universidade de Harvard, que, mesmo não sendo um estudo aplicado à abdução alienígena, diz que “most experts agree that combat, rape, and other horrific experiences are unforgettably engraved on the mind (Pope, Oliva, & Hudson, 1999). But some also believe that the mind can defend itself by banishing traumatic memories from awareness, making it difficult for victims to remember them until many years later” (Brown, Scheflin, & Hammond, 1998), isto é, que a mente pode se defender de grandes traumas banindo memórias desagradáveis por anos. Ou seja, uma memória ruim pode ser bloqueada para evitar o sofrimento: abdução alienígena. Aí me veio outra idéia, quando você machuca a boca dói, mas se enquanto a boca estiver doendo, você der aquela topada de dedão na porta do seu quarto em um dia de muito frio, essa dor será maior do que a da boca, o seu cérebro vai esquecer a primeira dor e focar na segunda. Por que um trauma maior do que o anterior não pode desbloqueá-lo? Vai que o cérebro pensa assim:“eu tenho uma dor maior, então deixa eu liberar essa aqui para dar espaço para a outra”.

Não consegui encontrar em nenhuma publicação que tenho algo que falasse diretamente que essa possibilidade existe. Então entrei em contato com pesquisadores de abduções alienígenas. Mantive contato com a pesquisadora norte-americana Rose Hargrove, formada em enfermagem e certificada em Terapia Respiratória na Universidade e Chicago, especialista em Síndrome da Pós Abdução (Post Abduction Syndrome – PAS). Ela me disse que traumas podem sim afetar lembranças, bloqueá-las ou até mesmo desbloquear outras.

Para terminar, eu não tenho como comprovar se o Gevaerd foi abduzido ou não. A hipnose por si só não pode ser a única ferramenta para se afirmar isso. Ela deve auxiliar em conjunto com outras formas de pesquisa, para que a verdade seja revelada. Estarei em Porto Alegre para palestrar e assistir ao III Fórum Mundial de Contatados. Lá pretendo conversar com o Gevaerd pessoalmente, assim como com a Gilda e outros pesquisadores.  

Quero deixar claro aqui, que não cabe a mim julgar a atitude do Gevaerd ou de qualquer pessoa, mas aplaudo a sua coragem de vir a público revelar algo tão perturbador para ele, o que no mínimo vai encorajar outras pessoas a “saírem do armário” e revelar as suas experiências de abdução alienígena. Eu sei, e o Gevaerd também sabe, que ele será fortemente acatado por seus “opositores”, que ele será chamado de aproveitador por muitos e que vários lhe virarão as costas. Temo sim por ele, mas sua credibilidade é tamanha o mínimo que temos que fazer é ouvir a sua história. Seus verdadeiros amigos, mesmo não concordando (para preservá-lo) com a sua atitude, mesmo tendo dúvidas de sua experiência (e isso não quer dizer que ele mentiu deliberadamente) estarão ao seu lado. Eu sou um deles. Se ele foi ou não abduzido, acho que isso tem que ser pesquisado mais a fundo. Eu não me permito tecer uma opinião final, mesmo já tendo tido um pré-julgamento, sem antes conversar com ele e demais envolvidos e saber de mais detalhes. Quem convive no âmago da ufologia, sabe que esse fenômeno é no mínimo estranho.

Documentos Liberados!

20.03.15 - 10h44
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Em fevereiro a Força aérea enviou para o Arquivo Nacional em Brasília, mas documentos relacionados aos avistamentos de objetos voadores não identificados. Entres os documentos estão dados estatísticos de 1954 a 2005, além de casos ocorridos em 2014. Aí muitos de vocês podem se perguntar: “Como ou quando teremos acesso a esses documentos?”. A resposta é simples: ASSIM QUE ELES ESTIVEREM DISPONIBILIZADOS NO SITE DO ARQUIVO NACIONAL. Isso mesmo, não é necessário esperar um grupo ufológico ou algum ufólogo disponibilizar isso para todos. O acesso é aberto a qualquer pessoa, e de GRAÇA. Ninguém é dono desses documentos, eles são públicos, pertencem à sociedade.


Mas esse acesso não foi fácil, não veio de graça. Muitos ufólogos lutaram, e continuam lutando, para que hoje qualquer pessoa no mundo tenha acesso a documentos secretos do Governo brasileiro.


A Revista UFO, 2004, deu início da campanha de fundamental importância para a sociedade brasileira, UFOs: Liberdade de Informação Já, e a partir daí cresceu o movimento dos ufólogos brasileiros que pediu ao Governo Federal o reconhecimento do Fenômeno UFO como legítimo e abertura de seus arquivos confidenciais.


A campanha é uma iniciativa coordenada pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e graças ao seu trabalho, os ufólogos da CBU, em 2013, foram recebidos pelos representantes das três forças armadas e do Ministério da Defesa para a criação de projetos de trabalho em conjunto, algo que jamais tinha acontecido anteriormente.


A Campanha não para. Nos congressos ufológicos em Foz do Iguaçu (UFOZ) de 2012, 2013 e 2014, cartas endereçadas ao governo federal e Congresso Nacional, deram ainda mais força ao nosso objetivo. Hoje temos mais ações a serem recebidas pela justiça solicitando mais documentos e estamos em plenas conversações com o Ministério da Defesa para a finalização do trabalho em conjunto.


Mas o melhor de tudo, após escrever tanta coisa, é que você leitor, pode ter acesso aos documentos disponibilizados, sem ter que pagar nada, sem ter que aguardar a boa vontade de um ufólogo, ou mesmo ter documentos com o “selinho” de um grupo ufológico ou de qualquer pessoa. É um direito seu.


Para isso, você tem algumas opções:

Basta entrar no site do Arquivo Nacional: http://www.an.gov.br/sian/inicial.asp e seguir o passo a passo, conforme mostrado na figura.


Além disso, no site da Revista UFO você tem MILHARES de páginas de documentos oficiais!


O direito à informação é seu, e nós estamos diariamente lutando para isso!

 

 

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A regressão hipnótica na ufologia

A redação da Revista UFO recebeu recentemente um email onde um leitor da revista questionava seus editores quanto à eficácia das sessões de hipnose regressiva realizadas à distância, via Skype.

 

Já li diversos livros sobre hipnose regressiva associada à ufologia e escrevi um texto sobre o assunto que foi publicado na UFO Especial nº 58 de julho de 2011 (http://www.ufo.com.br/edicoes/especial/ver/58). É realmente um tema controverso e espinhoso, como bem disse o Gevaerd, mas que faz parte, e importante, do estudo do fenômeno ufológico.

 

No Brasil temos grandes pesquisadores experts no assunto, como Mario Rangel. Expoentes de nossa ufologia, como Marco Antonio Petit, Ireni Granchi (já falecida) e Mônica de Medeiros já realizaram diversos estudos com a ajuda da regressão hipnótica. No exterior, posso citar os maiores nomes no estudo deste assunto, David Jacobs, Budd Hopkins (já falecido) e John Mack.

 

O Dr. David Jacobs já alertava para o fato de que um caso real pode ser facilmente “contaminado” pelo pesquisador através de perguntas direcionadas, propositalmente ou não.

 

Mas sendo bem direto quanto às sessões de HR realizadas via skype, sou da opinião que estar ao lado do hipnotizado, fisicamente, ainda é o mais coerente, ENTRETANTO, o uso dessa ferramente da Internet não pode ser descartado e sim utilizado de forma correta e coerente. 

 

O mais importante em uma sessão é que o condutor da hipnose procure agir da forma mais imparcial possível, tentando trazer à tona as memórias bloqueadas; e isso independe estar presente ou à distância; ou seja, a questão crucial é a CONDUÇÃO da sessão, esteja o ufólogo ao lado do hipnotizado ou à distância.

 

 

E quanto ao aspecto “ tão fantástico que se questiona a sua coerência”, meus amigos, a ufologia por si só já é extraordinariamente fantástica. Como disse Karla Sagan, “alegações extraordinárias, exigem evidências extraordinárias”. 

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Se não é drone, é UFO!

Recentemente tivemos vários episódios envolvendo a utilização de drones por qualquer pessoa. Um deles caiu nos jardins da Casa Branca. Outro atrapalhou as operações no aeroporto de Heathrow, em Londres, Inglaterra e mais recentemente três pessoas foram presas em Paris por guiarem um drone em pontos proibidos da cidade. Em virtude disso, alguns países regulamentaram ou pretendem regulamentar a utilização desses aparelhos voadores. A Agência Nacional de Aviação (ANAC), já tem uma Instrução Suplementar (21-002) e uma Portaria (2.031/12) dando as diretrizes. Mas bem, no que isso poderia ajudar a ufologia.

 

 

No momento em que você restringe o uso dessas aeronaves, você diminui a sua incidência nos céus, correto? Os céticos tendem hoje em dia a dizer que todo UFO nos céus é um drone, caso não seja um avião, balão, helicóptero ou pipa com lanterna. Como haverá menos drones voando, suas explicações ficarão mais restritas.

 

Outro ponto, caso um objeto entre em um espaço aéreo proibido, as autoridades terão que acionar seus mecanismos de identificação e dependendo da situação, de defesa. Câmeras de segurança filmaram o invasor, aviões serão despachados para interceptação e a mídia do mundo também estará de olho. E se o objeto não for identificado como um drone? O que termos? Um UFO. Vejam bem, um UFO não significa necessariamente um objeto voador extraterrestre. Mas não sendo identificado como um avião, balão, etc,etc,etc e drone. O que resta? É ai que eu essa caça aos drones ajuda a ufologia. Poderemos ter em mãos novas evidências, corroboradas por ações militares (quando eles vão interceptar ou investigar o “invasor”), por câmeras de segurança e vigilância, pela imprensa e pelos testemunhos de pessoas, principalmente pilotos que estarão cada vez mais treinados em identificar um drone de qualquer outra coisa.

 

 

Portanto, vejo com bons olhos essas ações em restringir, não censurar, mas mais em qualificar pessoas no manuseio desses aparelhos. Teremos a partir de agora mais um ítem em nossos formulários de avistamentos de UFOs a ser colocado como possível explicação para um avistamento ou para a exclusão de uma possível resposta.

crédito: Revista Galileu
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ESFERA DE TITÂNIO E VANÁDIO TEM DIÂMETRO DE UM CABELO HUMANO

Recentemente pesquisadores das universidades de Birmingham e de Sheffield na Inglaterra, fizeram uma descoberta incrível: uma esfera de metal vinda do espaço que expele material biológico! Isso mesmo, algo supostamente artificial estaria “fertilizando” o nosso planeta.

 

Uma das teorias oferecidas pelos cientistas é de que a esfera tenha sido enviada por alguma civilização desconhecida para continuar semeando o planeta com vida. Parece impossível? Não para muitos teóricos, principalmente dos antigos astronautas. Para eles a civilização humana foi planejadamente evoluída através de alterações no DNA de nossos ancestrais.

 

A primeira teoria do tipo, de Erich von Däniken, chamou a atenção em 1968, mas o conceito existe desde meados do século XIX. Segundo essa idéia, a raça humana teria sido influenciada por um grupo de extraterrestres que visitaram o planeta no passado. Eles estavam diretamente envolvidos na evolução dos primatas, incluindo humanos, através de engenharia genética e/ou cruzamento, ajudando no desenvolvimento das culturas, tecnologias e religiões humanas. Uma variante comum da ideia inclui propostas que as divindades das diversas religiões, incluindo os anjos e demônios, são na verdade extraterrestres, que as pessoas acreditaram serem seres divinos graças às suas tecnologias avançadas. A teoria afirma que os extraterrestres propositadamente enganaram a população humana para acreditar que eles eram deuses, criando a religião para ajudar as pessoas a evoluírem de forma mais eficiente. O “Paradoxo de Fermi” é a aparente contradição entre as estimativas de alta probabilidade da existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências a favor, ou de contato com tais civilizações. Foi proposto que, com a idade atual do universo e seu vasto número de estrelas, se a Terra era típica, a vida extraterrestre deveria ser comum. Em resposta a este paradoxo, sugeriu-se uma hipótese, a Zoo Hypothesis, que afirma que os alienígenas evitam que sua presença seja conhecida pela humanidade, ou evitam exercer influência sobre o desenvolvimento, algo semelhante a um tratador que observa animais em um zoológico. Os adeptos da hipótese acham que a Terra e os seres humanos estão sendo secretamente examinados.

 

Eu tenho a opinião de que fomos visitados por seres extraterrestres no passado que contribuíram, de forma proposital ou não, para a criação das diversas culturas, lendas, folclores e sociedades; além de tecnologia e ciências.

 

É interessante ler uma notícia assim vinda de cientistas de duas conceituadas universidades. Isso não quer dizer que está comprovada a Zoo Hypothesis, mas vejo que todos os caminhos estão apontando para uma descoberta que revolucionará a história da humanidade.

 

Mais informações:

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/02/esfera-de-metal-vinda-do-espaco-expele-material-biologico-e-intriga-cientistas.html

 

http://en.wikipedia.org/wiki/Zoo_hypothesis


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Há muito tempo venho querendo escrever sobre os círculos ingleses (crop circles, em inglês), mas só conseguiria fazer isso se tivesse algum tipo de resposta na minha cabeça. Sim, resposta porque para ser bem sincero, até então eu não acreditava que esses desenhos fossem de origem extraterrestre ou que seres tão avançados tecnologicamente não tivessem a capacidade de tentar se comunica conosco de uma forma mais direta, afinal eles estão em nossos céus há séculos e todos os dias.

Certamente alguns leitores me questionariam: “mas eles não querem aparecer para nós, não querem um contato”. Ok, mas então por que desenhar em nossas plantações?

A história dos Círculos Ingleses parece datar do século XVII, quando uma publicação em um tablóide londrino do dia 22 de agosto de 1678, mostrou um desenho da lenda do

Demônio Ceifador, relatando que misteriosos círculos que apareciam nas plantações inglesas e que os fazendeiros da região atribuíam sua autoria ao demônio. A capa da obra é ilustrada por um desenho de uma figura de um diabo ceifando em uma plantação com uma foice nas mãos.

Na década de 70 o fenômeno tomou porporções mundiais após surgirem na Inglaterra. Até hoje, apesar de em menor número de registros, esses desenhos, inclusive no Brasil – conhecidos como agroglifos – são encontrados.

Mas eu não conseguia aceitar a idéia de que tal fato fosse feito por seres extraterrestres. Li muita coisa a respeito, muitas teorias, das mais plausíveis até as mais exdrúlas, para tentar ACREDITAR no fenômeno. A frase do poster que ficava na parede do escritório do Foz Mulder no Arquixo X poderia resumir a minha intenção: “I want to believe”, ou seja, “eu quero acreditar”.

Foi quando achei uma resposta que poderia ser bem plausível para mim. Nós seres humanos não temos a tecnologia para viajarmos pelo espaço além da lua, mas podemos mandar sondas, satélites e foguetes para explorar o universo, então por que não pode existir uma civilização extraterrestre que não detém a tecnologia para assim como nós explorar outros planetas, mas que pode mandar sinais que nos chegam através dos desenhos em plantações? E que esses desenhos só aparecem em plantações ou solos mais “macios”, excluindo então que apareçam no telhado de uma casa ou no asfalto? Oras, nós enviamos sinais de rádio para todo o cosmo e tentamos captar sons artificiais em busca de vida extraterrestre. Por que não pode ser o contrário? E se uma civilização quer se mostrar existente, mas que não sabe como comunciar-se conosco, além de seus agroglifos?

 

Ok, é uma explicação simplória demais para um fenômeno tão intrigante e cheio de possibilidades? Sim, é, mas para mim foi a melhor explicação que encontrei até hoje. E vocês, o que pensam?

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