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ENTREVISTAS

Por Laura Maria Elias

A constante presença alienígena em nossos mares e oceanos

O avistamento de objetos submarinos não identificados (OSNIs) nunca foi tão intenso quanto durante a Guerra Fria. Enquanto soviéticos e norte-americanos buscavam informações um sobre os planos do outro, alienígenas monitoravam nossos mares.

Categoria: AVISTAMENTOS | CONEXÕES EXTRATERRESTRES | OBJETOS SUBMARINOS | PESQUISA | SEGREDOS GOVERNAMENTAIS

No final da Segunda Guerra, o mundo, ainda em estado de choque diante das atrocidades praticadas, viu-se ameaçado por outro conflito: a Guerra Fria. As bombas atômicas lançadas sobre o Japão haviam deixado claro que qualquer conflito mundial que viesse daquele ponto em diante tinha o potencial de destruir o planeta. Esse medo da aniquilação total foi a tônica do momento.

 

A Guerra Fria, que foi a divisão econômica e político-ideológica do mundo entre comunismo e capitalismo, separou nações e deu início a uma feroz corrida armamentista. A polarização mundial tinha a ver, e muito, com quem guardava mais poder de destruição. Por ser um conflito surdo, uma guerra sempre pronta a explodir, ambas as partes passaram a desenvolver e a aperfeiçoar não apenas seus recursos bélicos, mas também de espionagem e propaganda.

 

Para vencer o inimigo valia de tudo, desde implantar espiões disfarçados de pessoas comuns nos países inimigos, até treinar e utilizar médiuns, sensitivos e pessoas com capacidades telepáticas para espionarem e implantarem ideias nas mentes do lado oposto. Na década de 50 o conflito literalmente alcançou o espaço, com o lançamento, em 1957, do satélite soviético Sputnik, o primeiro objeto fabricado por humanos a sair da Terra. Havia sido dada a largada para a corrida espacial e no ano seguinte os norte-americanos criariam sua agência espacial, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), para fazerem frente aos progressos soviéticos. Daí em diante o mundo passou a acompanhar com atenção as conquistas alcançadas por ambos os lados do conflito.


Quebrando o silêncio

 

Porém, havia também outros olhos interessados em nossos progressos — muito especialmente em nossas bombas, aviões e bases militares. Vindos de um lugar desconhecido, UFOs e OSNIs começaram a surgir nos céus e oceanos da Terra, com uma presença que desafiava políticas e governos. Rompendo divisas territoriais e pouco se importando com as disputas humanas, os extraterrestres vasculharam nosso planeta inteiro, preocupando as autoridades de vários países.

 

Embora seja prática comum entre os governos, principalmente aqueles de países altamente desenvolvidos, manter um véu de silêncio sobre as ocorrências envolvendo UFOs e OSNIs, nenhuma nação conseguiu alcançar o padrão de sigilo imposto pelos soviéticos. Até hoje, quase nada se sabe sobre o que acontecia nos altos escalões do bloco sobre as pesquisas desenvolvidas por seus cientistas e sobre o modo como tratavam os UFOs. A Ufologia era, obviamente, proibida na União Soviética. Lentamente, porém, o véu do silêncio começa a ser erguido e alguns casos são divulgados.

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