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ENTREVISTAS

Por A. J. Gevaerd

Ronaldo Rogério de Freitas Mourão: O ceticismo radical pode dar espaço ao diálogo entre ufólogos e astrônomos

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crédito: ARQUIVO UFO
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Mourão acredita, hoje, que ufólogos e astrônomos precisam dialogar e buscar cooperação mútua

Na edição passada, os leitores foram surpreendidos com uma entrevista exclusiva concedida à Revista UFO por um dos mais conhecidos astrônomos do Brasil, o carioca Ronaldo Rogério de Freitas Mourão. A surpresa estava no fato de que o professor Mourão, 71 anos, é considerado um dos maiores algozes da Ufologia Brasileira, tendo sido um cético ferrenho e grande crítico da pesquisa dos discos voadores durante toda a vida. Nas últimas décadas, apesar de ter tido acesso às evidências, nunca admitiu que a Terra pudesse estar sendo visitada por seres de civilizações mais avançadas. E sempre fez questão de mostrar sua posição, quando questionado ou não, atribuindo aos nossos principais casos ufológicos explicações astronômicas geralmente bizarras e incabíveis, o que lhe custou muitas críticas, às vezes até de seus próprios colegas.

 

Entre os episódios mais notórios da Ufologia Brasileira que o professor Mourão tentou “explicar” estão o Caso Vasp Vôo 169, a chamada Noite Oficial dos UFOs e o Caso Capão Redondo. Suas opiniões sobre tais ocorrências, amplamente divulgadas pela imprensa, foram implacavelmente negativas à possibilidade de se tratarem de veículos extraterrestres. Esta é uma hipótese que o cientista jamais cogitou, e mesmo agora, quando mostra uma certa flexibilidade em suas posições – a ponto de conceder entrevista a uma publicação especializada em Ufologia, pela primeira vez –, Mourão ainda não entrega os pontos. Na primeira parte da entrevista, publicada na UFO 130, ele continua alegando que o veículo alienígena que seguiu o Boeing 727 da Vasp, em 08 de fevereiro de 1982, era o planeta Vênus, uma teoria que lançou na época e que foi imediatamente refutada.

 

Na segunda e última parte da entrevista, o astrônomo responde questões sobre outros casos, igualmente célebres da Ufologia Brasileira, insistindo em atribuir-lhes explicações convencionais – e inusitadas. Como se verá a seguir, o professor Mourão “explica” o Caso Capão Redondo, de 02 de janeiro de 1998, considerado pelos ufólogos como uma rara ocorrência de manifestação de sonda ufológica em área urbana. Na época do fato, consultado pela Rede Globo, o cientista afirmou prematuramente que o objeto avistado e filmado no bairro paulista seria um raio bola. Por isso, foi duramente criticado pelo co-editor da UFO Claudeir Covo e pelo consultor Ricardo Varela. Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) também discordaram veementemente de sua análise. Para nosso espanto, mesmo passados quase 20 anos do episódio, o astrônomo insiste na mesma versão.

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