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ENTREVISTAS

Por Thiago Luiz Ticchetti

Jesse Marcel Júnior: Um governo paralelo explora a tecnologia alienígena obtida na queda de Roswell

Uma das últimas testemunhas vivas do episódio mais famoso da Ufologia Mundial, o filho do militar que viu os destroços da nave alienígena acidentada em uma fazenda do Novo México, garante que tocou em fragmentos de um UFO autêntico

Categoria: AVISTAMENTOS | CASUÍSTICA | QUEDAS DE UFOs | SEGREDOS GOVERNAMENTAIS

O entrevistado dessa edição da Revista UFO pode ser considerado um privilegiado. Quando criança, suas pequenas mãos tocaram e seus olhos viram o que qualquer cientista jamais sonhou — a prova concreta da existência de seres alienígenas capazes de visitar nosso planeta a bordo de discos voadores. Trata-se do coronel Jesse Marcel Júnior, filho do célebre major Jesse Marcel, o primeiro militar a encontrar os destroços do UFO que caiu na cidade de Roswell, em 1947 — o caso segue até hoje sendo considerado um dos mais importantes da Ufologia Mundial, rivalizando com Varginha. Mestre em medicina pela Universidade do Estado de Louisiana, nos Estados Unidos, e especialista em doenças do ouvido, nariz e garganta, Marcel Júnior ingressou na Marinha norte-americana em 1962.

 

Designado em sua primeira missão para o navio USS Renville, nosso entrevistado tomou parte da tripulação que esteve presente no episódio da Crise dos Mísseis Cubanos naquele mesmo ano. O evento, como se sabe, foi o de maior tensão durante a Guerra Fria, quando a União Soviética, em resposta à instalação por parte dos Estados Unidos de armamentos nucleares na Turquia, em 1961, estabeleceu uma base com as mesmas armas na ilha caribenha, tornando iminente uma guerra nuclear.

Vestígios alienígenas

Em 1971, Marcel Júnior pediu baixa da Marinha e foi trabalhar como otorrinolaringologista na cidade de Helena, na longínqua Montana. Mas, em 1973, seu ímpeto de patriota o levou a novamente se alistar, agora na Guarda Nacional de seu estado, onde foi treinado como cirurgião de voo e enviado a missões pelo mundo afora. Em 1996 ele se aposentou da carreira militar pela segunda vez. Entretanto, em 2004, foi convocado a prestar serviços no Iraque como cirurgião no 189º Batalhão de Ataque de Helicópteros. Desde 2005 ele trabalha no Hospital dos Veteranos em Fort Harrison, Montana.

 

Mas foi aos 11 anos de idade que a vida do futuro coronel deu uma estranha e inesperada reviravolta. Em uma noite quente, na cozinha de sua casa, seu pai lhe mostrou os fragmentos de algum objeto misterioso que havia caído em uma fazenda a 120 km dali — o qual ele, o pai, tinha sido o primeiro ser humano a ver, ali na vastidão do Deserto do Novo México. De imediato, o que mais chamou a atenção do garoto foram umas estranhas folhas de alumínio que, mesmo depois de amassadas, riscadas e dobradas, voltavam ao seu estado original. Aqueles pedaços de metal eram diferentes de tudo que ele já tinha visto, sendo ao mesmo tempo muito leves e extremamente resistentes.

 

crédito: FOX
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